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<rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" version="2.0">  <channel> <title>valor</title> <link>https://valor.globo.com/</link> <description>O Valor Econômico é o mais importante veículo de economia, finanças e negócios do Brasil. Traz notícias, cotações, blogs e conteúdo sobre cultura, estilo, carreiras e investimentos</description> <language>pt-BR</language> <copyright>© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.</copyright> <atom:link href="https://pox.globo.com/rss/valor" rel="self" type="application/rss+xml"/> <image> <url>https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.png</url> <title>valor</title> <link>https://valor.globo.com/</link> <width>144</width> <height>144</height> </image>  <item> <title>Quaest: 50% desaprovam e 44% aprovam governo Lula</title>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/quaest-50-pontos-percentuais-desaprovam-e-44-aprovam-governo-lula.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/quaest-50-pontos-percentuais-desaprovam-e-44-aprovam-governo-lula.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/dZdnIr2N3a9nfdJS08-ylh4eiTI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Q/1/ARKnz1S6y6dWpNvAckUw/foto12pol-201-lula-a10.jpg" /><br /> ]]>    O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém maioria de avaliação negativa, segundo pesquisa Quaest divulgada neta segunda-feira (22). A desaprovação manteve os mesmos 50% registrados há uma semana e a aprovação oscilou um ponto para cima, de 43% para 44%. Os indecisos também oscilaram um ponto, de 6% para 7%. 

Já a avaliação negativa do governo registrou variação maior. Na pesquisa anterior, divulgada na segunda-feira passada (14), avaliaram o governo de forma negativa 38%, opção agora escolhida por 42% dos entrevistados. A avaliação positiva oscilou de 32% para 33%. Para 23% a gestão está regular (ante 27% na semana passada). Os indecisos são 2%.

É a primeira pesquisa realizada pelo instituto após a tumultuada sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), na semana passada, dedicada à análise do relatório da Polícia Federal sobre a existência de mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro a um número de telefone atribuído ao ministro Alexandre de Moraes. Também é a primeira após o governo federal anunciar o reajuste do Bolsa Família, de R$ 600 para R$ 691.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre quinta-feira (17) e domingo (20). Contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo, o levantamento tem índice de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06004/2026.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/dZdnIr2N3a9nfdJS08-ylh4eiTI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Q/1/ARKnz1S6y6dWpNvAckUw/foto12pol-201-lula-a10.jpg" medium="image"/>   <media:description>Presidente Luiz Inácio Lula da Silva</media:description>   <media:credit>Ricardo Stuckert - 1/8/2026</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:39:55 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jorginho mantém a vantagem? Pesquisa Quaest em SC revela novo retrato da eleição</title>  <atom:subtitle>Pesquisa testa oito candidatos ao governo, avalia gestão de Jorginho Mello e mede disputa por duas vagas ao Senado</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/jorginho-mantem-a-vantagem-pesquisa-quaest-em-sc-revela-novo-retrato-da-eleicao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/jorginho-mantem-a-vantagem-pesquisa-quaest-em-sc-revela-novo-retrato-da-eleicao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/iPjTm-XJn_kVd-sxFXE1bDFgmlw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/r/4/pF8OEiRxKLRdI1gBfYWA/candidatos-gov-sc.png" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Quaest em Santa Catarina (SC) vai medir as intenções de voto para o governo estadual, para o Senado e para a Presidência da República nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui oito candidatos na apuração estimulada de primeiro turno para o governo catarinense e treze concorrentes para as duas vagas ao Senado. 
O trabalho de campo será realizado entre o domingo (20) e a quarta-feira (23), ouvindo 804 eleitores de 16 anos ou mais no estado de Santa Catarina. Trata-se de uma pesquisa quantitativa conduzida por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais com aplicação de questionários estruturados em tablets ou dispositivos eletrônicos. 
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código SC-04783/2026. Encomendada pela NC Comunicações, a pesquisa custou exatos R$ 106 mil. A margem de erro máxima prevista é de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
Na seção estimulada de primeiro turno para o governo de Santa Catarina, os entrevistados indicarão o voto a partir da apresentação da lista com os seguintes candidatos:
Bruno Pedreiro do PCO (PCO)
Gelson Merísio (PSB)
João Rodrigues (PSD)
Jorginho Mello (PL)
Laís Chaud (UP)
Marcelo Brigadeiro (MISSÃO)
Professor Marcus Sodré (PSTU)
Ralf Zimmer (PRD)
Serão aferidos ainda o voto espontâneo para governador, o conhecimento, potencial de voto e rejeição de cada concorrente, e se a escolha informada é definitiva ou ainda pode mudar até o dia da eleição.
Já na disputa pelas duas vagas ao Senado por Santa Catarina, os eleitores indicarão suas escolhas espontâneas e estimuladas para a primeira e a segunda vaga a partir da apresentação da lista circular com treze concorrentes:
Afrânio Boppré (PSOL)
Ana Lúcia da Silveira Machado (UP)
Carlos Bolsonaro (PL)
Carol (PCO)
Carol De Toni (PL)
Décio Lima (PT)
Esperidião Amin (PP)
Jeferson Rocha (PRD)
Joaninha de Oliveira (PSTU)
Lunelli (MDB)
Marcos Dorval (PSTU)
Marlene Soccas (UP)
Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (MISSÃO)
A apuração mede a percepção dos eleitores sobre o trabalho do governador Jorginho Mello (PL), questionando se aprovam ou desaprovam a sua gestão e solicitando a classificação administrativa entre ótimo, bom, regular (com subpergunta se pende mais para o lado positivo ou negativo), ruim ou péssimo. Consulta-se também se o eleitor considera que Jorginho Mello merece ou não merece ser reeleito governador.
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Quaest em Santa Catarina foi divulgada em 24 de agosto de 2026, com campo realizado entre 20 e 23 de agosto de 2026.
No cenário estimulado de primeiro turno para o governo catarinense, o levantamento apontava:
Jorginho Mello (PL) – 50%
João Rodrigues (PSD) – 17%
Gelson Merísio (PSB) – 4%
Professor Marcus Sodré (PSTU) – 2%
Marcelo Brigadeiro (Missão) – 1%
Laís Chaud (UP) – 1%
Bruno Pedreiro do PCO (PCO) – 1%
Ralf Zimmer (PRD) – 0%
Indecisos somavam 16%, e brancos, nulos ou que não iriam votar representavam 8%. Na modalidade espontânea para governador, Jorginho Mello tinha 24%, João Rodrigues registrava 7%. Gelson Merísio e Marcelo Brigadeiro (Missão) apareciam com 1% (indecisos eram 65%). Para 57% dos eleitores, a escolha de voto era definitiva. 
Nos cenários de segundo turno para o governo estadual testados na rodada anterior, os resultados indicavam:
Cenário 1 — Jorginho Mello (PL) x João Rodrigues (PSD)
Jorginho Mello (PL) – 56%
João Rodrigues (PSD) – 24%
Indecisos – 12%
Brancos/Nulos – 8%
Cenário 2 — Jorginho Mello (PL) x Gelson Merísio (PSB)
Jorginho Mello (PL) – 63%
Gelson Merísio (PSB) – 16%
Indecisos – 11%
Brancos/Nulos – 10%
Na disputa pelas duas vagas ao Senado (combinação de votos totais estimulados), a pesquisa de 24 de agosto registrava:
Esperidião Amin (PP) – 19%
Carlos Bolsonaro (PL) – 16%
Carol De Toni (PL) – 12%
Décio Lima (PT) – 9%
Afrânio Boppré (PSOL) – 2%
Lunelli (MDB) – 2%
Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão) – 1%
Ana Lúcia da Silveira Machado (UP) – 1%
Joaninha de Oliveira (PSTU) – 1%
Carol (PCO) – 1%
Marlene Soccas (UP) – 1%
Jeferson Rocha (PRD) – 1%
Marcos Dorval (PSTU) – 0%
Indecisos somavam 23% (na espontânea, 84% estavam indecisos) e brancos/nulos totalizavam 11%. 
O levantamento anterior ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais no estado de Santa Catarina, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi encomendado pela NC Comunicações e esteve registrado no TSE sob os códigos SC-00517/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/iPjTm-XJn_kVd-sxFXE1bDFgmlw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/r/4/pF8OEiRxKLRdI1gBfYWA/candidatos-gov-sc.png" medium="image"/>   <media:description>Jorginho Mello (PL), João Rodrigues (PSD)</media:description>   <media:credit>Jefferson Rudy/Agência Senado; Gustavo Lima/Agência Câmara</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:34:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Show de drones da GIC homenageia Varejo e ABRAS</title>  <atom:subtitle>Espetáculo visual homenageou todos que fazem o varejo alimentar acontecer, como profissionais, empresas e a ABRAS. Os clientes da GIC Brasil presentes no Ranking ABRAS somam R$ 293 bilhões, o equivalente a 40% do faturamento total do ranking. Além disso, a empresa ampliou sua atuação para o setor farmacêutico.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/show-de-drones-da-gic-homenageia-varejo-e-abras-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/show-de-drones-da-gic-homenageia-varejo-e-abras-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/sAy0RYlzn34_nnuzQ08f7xHAQ5I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/s/d/0evLAbTP27AqC9ujx50w/publicador-api-valor-dino-100-4d6b7c5e-224d-4be7-a9b9-c7edbb45d479.jpeg-20260921182912" /><br /> ]]>    A GIC Brasil, empresa especializada em soluções de tecnologia e automação para o varejo, promoveu um show com 600 drones em homenagem à Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) durante a ABRAS'26 Food Retail Future e a todos que fazem o varejo acontecer. Em sua 60ª edição, o encontro foi realizado de 20 a 23 de setembro, no Royal Palm Plaza, em Campinas (SP), e reuniu líderes do varejo alimentar para discutir as transformações e as estratégias que orientarão o futuro do setor.
Concebida especialmente para a convenção, a apresentação transformou o céu em uma narrativa sobre o impacto no varejo e a representatividade que ele tem na economia brasileira.
"Escolhemos os drones porque eles materializam uma ideia que está no centro do nosso trabalho: transformar potência em resultado. Milhares de pontos, quando conectados, ganham força e constroem algo maior. Esta homenagem reconhece a trajetória da ABRAS e à todos que fazem o varejo acontecer. Estar ao lado de redes que representam uma parcela tão relevante do setor reforça a responsabilidade da GIC e nosso compromisso de continuar contribuindo para a evolução do varejo brasileiro", afirma Ivan Fernandes, CEO e fundador da GIC Brasil.
Atuação entre as principais redes e expansão para o varejo farmacêutico
A participação da GIC na convenção ocorreu em um momento de atuação expressiva da companhia entre as empresas de maior faturamento do varejo alimentar brasileiro. Segundo levantamento da própria GIC, seus clientes presentes no Ranking ABRAS somam R$293 bilhões que representam 40% do faturamento total do ranking.
Um dos diferenciais da empresa é o conceito antirruptura, que transforma potência em resultado efetivo para o negócio, convertendo dados em inteligência e inteligência em ação, identificando e atuando sobre situações que possam comprometer a operação antes que impactam o lucro.
Outra frente de expansão da GIC Brasil é o varejo farmacêutico. A partir de um projeto desenvolvido com uma grande rede de atacarejo, o RUB passou a contemplar processos específicos do segmento, com níveis adicionais de rastreabilidade, controle operacional e conformidade sanitária.
A plataforma gerencia o recebimento de medicamentos com controle de lote, data de fabricação, número de registro sanitário e certificados. A solução também contempla o inventário e a contagem de produtos rastreáveis por lote, processos relacionados a medicamentos controlados, etiquetagem e movimentações específicas da operação farmacêutica.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/sAy0RYlzn34_nnuzQ08f7xHAQ5I=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/s/d/0evLAbTP27AqC9ujx50w/publicador-api-valor-dino-100-4d6b7c5e-224d-4be7-a9b9-c7edbb45d479.jpeg-20260921182912" medium="image"/>   <media:description>Filipe Miranda</media:description>   <media:credit>Filipe Miranda</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:29:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Inflação cai, mas taxa de condomínio aumenta</title>  <atom:subtitle>Custos de manutenção, folha de pagamento e inadimplência podem pressionar o orçamento mesmo quando o IPCA recua</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/inflacao-cai-mas-taxa-de-condominio-aumenta-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/inflacao-cai-mas-taxa-de-condominio-aumenta-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/n0nvmPYzAzg127Oj4CmgL-cuHZo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/a/G/EhObGVQLiDXLc7CPXXtg/publicador-api-valor-dino-100-9062b0f5-8c61-4848-afea-980b600414c5.jpg-20260921182220" /><br /> ]]>    A queda de 0,32% do IPCA em agosto, divulgada pelo IBGE em veículos de comunicação, pode causar estranhamento para quem recebeu uma taxa condominial mais alta no mesmo período. O resultado foi o menor para um mês de agosto desde 1994 e teve como principal fator a redução de 7,63% na energia elétrica residencial, influenciada pelo bônus de Itaipu. No acumulado de 12 meses, entretanto, o índice ainda registra alta de 4,22%.
A explicação está na própria composição das despesas de um condomínio. A taxa não é reajustada automaticamente pelo IPCA e tampouco acompanha necessariamente a inflação mensal. O valor é resultado do rateio dos custos necessários para manter o empreendimento funcionando, o que inclui salários e encargos de funcionários, contratos de portaria e limpeza, manutenção de elevadores, equipamentos, seguros, consumo de água e energia, além de despesas extraordinárias e formação de fundos. Assim, mesmo quando um componente da economia fica mais barato, outros gastos podem continuar subindo ou sofrer reajustes contratuais.
"É importante separar a inflação medida pelos índices oficiais da realidade financeira de cada condomínio. A taxa condominial é uma fotografia das despesas daquele empreendimento e pode sofrer pressão mesmo quando o IPCA apresenta estabilidade ou queda. Se a folha de pagamento, os contratos de manutenção ou outros serviços essenciais aumentam, esse custo precisa ser absorvido pelo orçamento para que o condomínio continue funcionando", afirma Zener Costa, empresário e CEO da LLZ Garantidora.
Outro fator que pode pressionar a taxa é a inadimplência. Quando parte dos moradores deixa de pagar, o condomínio continua tendo de arcar com salários, fornecedores, manutenção e demais compromissos. O problema é que o custo acaba sendo distribuído entre os moradores adimplentes ou exige a utilização de reservas, o que reduz a capacidade de planejamento. A contratação de uma garantidora pode ser uma alternativa para dar maior previsibilidade ao caixa, desde que a solução seja analisada de acordo com as características financeiras de cada condomínio.
"A gestão condominial precisa trabalhar com previsibilidade, porque não existe a possibilidade de adiar indefinidamente despesas essenciais. A garantia condominial permite que o condomínio tenha o valor necessário para executar o orçamento todos os meses, sem deixar que a inadimplência comprometa o caixa e transfira pressão financeira para quem paga em dia", finaliza Zener.
Sobre a LLZ
A LLZ é uma garantidora de condomínios do Brasil. São especialistas em oferecer proteção contra inadimplência, promovendo previsibilidade no fluxo de caixa e mais tranquilidade para a gestão condominial. Atuam com agilidade, transparência e parceria, lado a lado com administradoras e síndicos de todo o país. Além de ser a garantidora com maior capital social do país, a LLZ é a única que emite, todos os meses, uma apólice de seguros no valor mensal da receita do seu condomínio, via BTG Seguros. A sede está em Belo Horizonte, com escritório estratégico na Faria Lima, em São Paulo. No restante do país, o atendimento é feito por executivos comerciais em todas as regiões e por agentes digitais nos estados sem presença física. Assim, é garantido suporte eficiente e personalizado em todo o território nacional.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/n0nvmPYzAzg127Oj4CmgL-cuHZo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/a/G/EhObGVQLiDXLc7CPXXtg/publicador-api-valor-dino-100-9062b0f5-8c61-4848-afea-980b600414c5.jpg-20260921182220" medium="image"/>   <media:description>Magnific</media:description>   <media:credit>Magnific</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:22:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>PF encontra mensagens em que assessor de Brazão cobra emenda de Flávio Bolsonaro</title>  <atom:subtitle>Conhecido como 'Peixe' e suspeito de atuar como miliciano, Robson Calixto tratava o senador Flávio Bolsonaro como 'nosso senador'</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/pf-encontra-mensagens-em-que-assessor-de-brazao-cobra-emenda-de-flavio-dois-dias-antes-de-ser-preso.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/pf-encontra-mensagens-em-que-assessor-de-brazao-cobra-emenda-de-flavio-dois-dias-antes-de-ser-preso.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/OZD3DQvSy8EygbmXEm73KOgWZKQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/A/A/MJa7TWRBu7aVvb4OVFpQ/77392849-ci-rio-de-janeiro-rj-18-06-2018-domingos-brazao-chegando-na-dh-para-prestar-depoimento-so.jpg" /><br /> ]]>    Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do ex-assessor de Domingos Brazão, Robson Calixto, conhecido como "Peixe" e suspeito de atuar como miliciano mostram que ele tratava o senador Flávio Bolsonaro como "nosso senador" em mensagens de celular e que chegou a cobrar uma assessora do parlamentar por emendas dois dias antes de ser alvo de buscas da Polícia Federal na operação Murder Inc, que prendeu os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão em março de 2024 por suspeita de atuarem como mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL). Os irmãos acabaram condenados por este crime em fevereiro deste ano e Calixto foi condenado no mesmo julgamento por organização criminosa armada pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal.

Na mensagem datada de 22 de março de 2024, Calixto afirmou à assessora do gabinete de Flávio, Maria de Fátima: "Consultamos as destinações parlamentares e não tinha nada do nosso senador, porém estamos no aguardo". Dois dias depois, em 24 de março, ele foi alvo da PF e teve o celular apreendido e, desde essa data, não foram identificadas outras emendas enviadas por Flávio a pedido dos irmãos Brazão. Nas mensagens encontradas pela investigação no celular dele a PF identificou que um pedido anterior de repasse de emenda, feito no final de 2023, havia sido atendido, e que os recursos foram destinados a uma entidade que realizou contratações com estes recursos com suspeitas de irregularidades, segundo o Tribunal de Contas da União. 

As informações das trocas de mensagens constam de relatório da investigação da PF sobre suspeitas de desvios de emendas parlamentares envolvendo Domingos e Chiquinho Brazão depois que a corporação encontrou conteúdos suspeitos no celular de Calixto e outros envolvidos na morte de Marielle Franco. Uma das suspeitas envolve justamente uma emenda de R$ 199 mil enviada por Flávio Bolsonaro para o Instituto de Formação Profissional José Carlos Princípio - IFOP, localizado no bairro da Taquara, no Rio de Janeiro, atendendo a uma demanda de um assessor de Domingos Brazão, que na época era conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio.

Este pedido de recursos foi feito por Calixto em 24 de outubro de 2023 para uma assessora do gabinete de Flávio, em uma conversa de WhatsApp. "Amiga, vê com o nosso senador se consegue nos ajudar", afirmou Calixto em uma mensagem encaminhada a Maria de Fátima, assessora parlamentar de Flávio. "Manda a solicitação, meu amigo. Um e-mail ou ofício", respondeu Maria de Fátima. Na sequência, ele encaminha um ofício com o nome do parlamentar. No portal da transparência, consta que a emenda de Flávio para o Ifop foi paga em 29 de novembro daquele ano, pouco mais de um mês depois.

Em outro diálogo, de 26 de outubro, Maria de Fátima questiona  Calixto se ele ainda está com "o deputado Brazão", uma possível referência a Chiquinho Brazão, que na época era deputado federal, ao que Calixto responde "positivo". "Temos um evento. Vc vai também e já reforça o pedido com senador", afirma Maria de Fátima, que, na sequência, encaminha um convite para o parlamentar participar de uma cerimônia de entrega de 396 coletes balísticos para a PM do Rio de Janeiro com Flávio Bolsonaro. Depois de encaminhar o convite, a assessora ainda insiste "leva o deputado".

Na sequência dos diálogos, em 6 de novembro Calixto volta a cobrar os recursos para o Ifop: "Bom dia amiga, não esquece do Ifop, não, vê se o senador consegue nos agraciar, para não terminar o nosso projeto". A assessora responde: "Pode deixar".

Uma auditoria do TCU identificou suspeitas de irregularidades nas contratações feitas pelo Ifop com o dinheiro da emenda recebida de Flávio Bolsonaro. " O Ifop, em vez de buscar condições mais vantajosas ou preços reduzidos, limitou-se a distribuir o valor total recebido entre os fornecedores e prestadores de serviços contratados, sem demonstrar qualquer preocupação com a obtenção de economia ou eficiência na aplicação dos recursos públicos", diz trecho do relatório de auditoria.

O TCU também identificou que o Ifop contratou seu próprio presidente, José Romulo Oliveira Alves, por meio do escritório de advocacia dele. Ele chega a assinar o contrato como contratante e contratado. "Entende-se que essa prática viola os princípios constitucionais da impessoalidade e moralidade administrativa, cabendo ressaltar que práticas que favoreçam direta ou indiretamente os próprios gestores ou seus parentes são incompatíveis com a boa gestão de recursos públicos. É importante pontuar que a moralidade administrativa exige que os atos sejam não apenas legais, mas também éticos e isentos de qualquer suspeita de favorecimento", segue o relatório do TCU.

Em nota, a assessoria de Flávio informou que "a emenda foi destinada dentro da legislação vigente e dos critérios técnicos do Ministério do Esporte. A entidade executora apresentou notas fiscais dos materiais adquiridos e devolveu os valores não utilizados". 

"A responsabilidade pela execução dos recursos é da entidade beneficiária, não do parlamentar. Eventuais irregularidades devem ser apuradas pelos órgãos de controle, como determina a lei", segue a nota. Procurada, a defesa de Chiquinho Brazão informou que não iria se manifestar. O Ifop e a defesa de Robson Calixto ainda não retornaram o contato da reportagem. A defesa não conseguiu localizar a defesa de Domingos Brazão.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/OZD3DQvSy8EygbmXEm73KOgWZKQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/A/A/MJa7TWRBu7aVvb4OVFpQ/77392849-ci-rio-de-janeiro-rj-18-06-2018-domingos-brazao-chegando-na-dh-para-prestar-depoimento-so.jpg" medium="image"/>   <media:description>Domingos Brazão</media:description>   <media:credit>Foto Fabiano Rocha / Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:19:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Quaest: Lula e Flávio empatam no primeiro e segundo turnos, a 13 dias da eleição</title>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/quaest-flavio-tem-42percent-e-lula-41percent-no-segundo-turno.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/quaest-flavio-tem-42percent-e-lula-41percent-no-segundo-turno.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/gyDwzH8FI9xdflYtXrsXq22KpUc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/s/B/z6efTURGWjZi05wm9V0Q/montagemlula-flavio.jpg" /><br /> ]]>    O senador Flávio Bolsonaro (PL), com 42%, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 41%, estão empatados em eventual segundo turno da disputa presidencial, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21), a 13 dias da eleição.
Quaest: 50% desaprovam e 44% aprovam governo Lula
Na pesquisa da semana passada, Flávio aparecia com 42%, enquanto Lula marcava 40%, uma situação de empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foi a primeira vez que o senador ultrapassou numericamente o candidato à reeleição, na série histórica do instituto, desde o início da campanha.
O candidato do PT alcança 37% no primeiro turno e o do PL fica com 33%, enquanto há uma semana os percentuais eram 36% e 31%, respectivamente.
A pesquisa confirma o estreitamento da distância entre eles. A vantagem de Lula sobre Flávio estava em sete pontos percentuais no fim de agosto e foi caindo gradualmente nas sondagens seguintes, até chegar aos atuais quatro pontos de diferença. É a primeira vez na série histórica da Quaest em que Lula e Flávio aparecem empatados no limite da margem de erro no primeiro turno.
Completam o cenário de primeiro turno: o escritor Augusto Cury (Avante), com 6%; o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; o líder do Movimento Brasil Livre (MBL) Renan Santos (Missão), com 3%; e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), com 1%. Eleitores indecisos correspondem a 8%, e 7% dizem que votarão em branco, nulo ou não irão votar.
Foram ouvidas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre quinta-feira (17) e domingo (20). Contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo, o levantamento tem índice de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06004/2026.
É a primeira pesquisa presidencial do instituto após a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o julgamento do ministro Alexandre de Moraes pelo caso do Banco Master. O debate acalorado, na terça-feira (15), escancarou a divisão na Corte entre o grupo de Moraes e o ministro André Mendonça, numa disputa com reflexos potenciais para Lula e Flávio na campanha presidencial. Na pesquisa da semana passada, 67% dos eleitores tinham dito que a crise no STF não afeta o voto na eleição presidencial.
A nova rodada da Quaest também captou impactos do anúncio do reajuste de 15% do Bolsa Família. Alvo de adversários sob a pecha de eleitoreira, a medida anunciada pelo governo na quinta atinge um segmento do eleitorado tradicionalmente próximo de Lula e que vinha migrando em parte para Flávio, conforme levantamentos recentes. O ministro Gilmar Mendes, do STF, decidiu na sexta-feira (18) que o reajuste não fere as regras eleitorais, já que apenas recompõe a inflação acumulada.
Com a medida, o piso do programa passará dos atuais R$ 600 para R$ 691. O impacto será de R$ 5,8 bilhões neste ano, a partir da folha de outubro, e de cerca de R$ 22 bilhões em 2027. O reajuste do benefício começará a valer em 19 de outubro, antes do eventual segundo turno das eleições presidenciais.
Outros cenários de 2º turno
A Quaest simulou outros cenários de segundo turno. Lula tem 39% em eventual embate contra Cury, que possui 35%. Contra Caiado, o presidente marca 41%, e o ex-governador de Goiás atinge 39%. O petista tem 41% em confronto contra Santos, que tem 38%. E, contra Zema, Lula vai a 46%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais aparece com 32%.
Na pesquisa espontânea, em que o instituto não mostra os nomes dos candidatos aos entrevistados, Lula é citado por 31% e Flávio, por 26% (há uma semana, os percentuais eram de 28% e 23%). Cury era mencionado por 3% e preservou o desempenho. Os indecisos correspondiam a 41% e agora são 35%. Brancos e nulos continuam em 2%. 
A rejeição de Flávio e Lula permaneceu em patamar alto, com 56% dos eleitores respondendo que não votariam no senador do PL (eram 55%) e 55% se recusando a escolher o candidato do PT (mesmo índice da pesquisa anterior). Entre os entrevistados que indicaram um candidato, 79% dizem que a escolha é definitiva e 21% afirmam que ainda podem mudar.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/gyDwzH8FI9xdflYtXrsXq22KpUc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/s/B/z6efTURGWjZi05wm9V0Q/montagemlula-flavio.jpg" medium="image"/>   <media:description>Candidatos Lula e Flávio Bolsonaro</media:description>   <media:credit>Fotos: Ricardo Stuckert/PR; Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:17:48 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>IA transforma o atendimento ao integrar dados e pessoas</title>  <atom:subtitle>A integração entre inteligência artificial, inteligência humana, dados e informações operacionais vem transformando a experiência do cliente. A chamada orquestração de inteligência combina automação, modelos de linguagem e regras de negócio para coordenar equipes e tecnologia, permitindo que a IA avance da geração de respostas para a execução de tarefas nas jornadas de atendimento.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/ia-transforma-o-atendimento-ao-integrar-dados-e-pessoas-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/ia-transforma-o-atendimento-ao-integrar-dados-e-pessoas-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/JRPDDDrcD19O16_F4CTrv47K3Jo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/j/8/AJuBOcTu2cQ4j4jNIj0w/publicador-api-valor-dino-100-aba20c47-cfc7-43c3-b399-c843c7041971.png-20260921181239" /><br /> ]]>    A combinação entre inteligência artificial (IA), inteligência humana, dados de clientes e informações operacionais vem sendo utilizada por empresas para integrar diferentes etapas da experiência do cliente (CX). A abordagem, chamada de orquestração de inteligência pela NiCE, busca coordenar recursos de automação e equipes humanas em uma mesma estrutura para atender demandas de diferentes níveis de complexidade.
A proposta parte da integração entre modelos de linguagem, automação de processos e regras de negócio. Em vez de utilizar a inteligência artificial apenas para gerar respostas, a tecnologia pode ser aplicada à execução de tarefas relacionadas às jornadas de atendimento.
Segundo Luiz Camargo, General Manager da NiCE para a América Latina, soluções de IA voltadas à experiência do cliente (CX) precisam considerar os fluxos específicos de atendimento e as operações de cada setor.
"A IA para CX é desenvolvida especificamente para os fluxos de atendimento e as operações do setor e deve evitar modelos genéricos. Com essa abordagem, as empresas integram modelos de linguagem, automação de processos e regras de negócio em uma camada única para permitir ações reais e não apenas respostas", explica.
Aplicações em diferentes setores
A utilização de inteligência artificial em operações de experiência do cliente assume diferentes formatos de acordo com o tipo de demanda. No varejo, por exemplo, a tecnologia pode ser empregada em processos relacionados a pedidos, devoluções e recomendações personalizadas, além da identificação de situações que exigem intervenção humana.
Em empresas de comércio eletrônico e serviços de assinatura digital, modelos que combinam agentes autônomos e equipes humanas podem identificar pontos críticos do atendimento e direcionar demandas para diferentes etapas de resolução.
Em situações de alta complexidade operacional, como interrupções massivas de serviços, a automação pode ser utilizada para processar grandes volumes de interações em períodos reduzidos. De acordo com dados apresentados pela NiCE, mais de 80% das ações nesses cenários podem ser executadas de forma automatizada, incluindo procedimentos como remarcações, reembolsos e compensações.
"A força de trabalho híbrida permite que os agentes de IA executem tarefas operacionais completas, enquanto profissionais humanos atuam em situações que exigem empatia e tomada de decisão mais complexa", afirma Camargo.
Resultados operacionais
De acordo com a NiCE, a aplicação de automação e inteligência artificial em operações de atendimento produz mudanças em indicadores relacionados ao volume de contatos e ao tempo de resolução.
Segundo André Fernandes, diretor de Pré-Vendas da NiCE para a América Latina, empresas que utilizam a abordagem registram redução de até 40% no volume de contatos com clientes e aumento de até 50% na velocidade de resolução de demandas.
"Entre os principais ganhos observados está a redução de até 40% no volume de contatos com clientes, resultado da automação inteligente de solicitações e da maior capacidade de resolução no primeiro atendimento. Em paralelo, as organizações também registram aumento de até 50% na velocidade de resolução de demandas", comenta Fernandes.
A NiCE também informa que a automação permite ampliar em até 45 vezes o volume de atendimento em períodos de pico, sem aumento proporcional das equipes. Em operações de grande escala, a plataforma processa milhares de interações por minuto, de acordo com informações da empresa.
Para Fernandes, outro aspecto da aplicação de IA está relacionado ao uso dos dados gerados pelas interações. "Nossa abordagem de inteligência artificial aprimora continuamente a experiência do cliente, já que 100% das interações contribuem para o aprendizado do sistema. Isso fortalece a inteligência acumulada ao longo do tempo e melhora as respostas futuras", afirma.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/JRPDDDrcD19O16_F4CTrv47K3Jo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/j/8/AJuBOcTu2cQ4j4jNIj0w/publicador-api-valor-dino-100-aba20c47-cfc7-43c3-b399-c843c7041971.png-20260921181239" medium="image"/>   <media:description>Divulgação - NiCE</media:description>   <media:credit>Divulgação - NiCE</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:12:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Governador da Califórnia sanciona sete novas leis que regulamentam data centers</title>  <atom:subtitle>A legislação tem como objetivo impedir que o custo da geração de energia e das melhorias na rede elétrica necessárias para os data centers seja repassado a outros consumidores</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/governador-da-california-sanciona-sete-novas-leis-que-regulamentam-data-centers.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/governador-da-california-sanciona-sete-novas-leis-que-regulamentam-data-centers.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/f7-A7D63ZZQrZ9l1-wW5a0tj1A8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/B/m/AZ6r5wTv6R6h6lrOifiA/ap25104652441803.jpg" /><br /> ]]>    O governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom, sancionou, nesta segunda-feira (21), sete novas leis que regulamentam o setor de data centers, atividade que vem crescendo rapidamente, impondo novas exigências em relação aos custos de eletricidade, ao uso da água e à fiscalização local, à medida que comunidades se opõem ao aumento repentino de empreendimentos ligados à inteligência artificial.

A nova legislação exige que os data centers divulguem informações sobre o uso de eletricidade, o consumo de água, o uso do solo e as necessidades de mão de obra, ao mesmo tempo que fornece às comunidades locais mais informações para avaliar os projetos propostos.

As medidas têm como objetivo impedir que o custo da geração de energia elétrica e das melhorias na rede elétrica necessárias para os data centers seja repassado a outros consumidores.

“Com essas leis, estamos garantindo que os californianos continuem no comando, e que aqueles que lucram com os data centers não o façam às nossas custas”, afirmou Newsom em comunicado.

A Califórnia informou que a legislação exigirá que os data centers cumpram os requisitos estaduais de aquisição de energia e ajudem a trazer novos suprimentos de energia limpa para a rede elétrica.

As medidas surgem em meio à crescente preocupação em todo o país com o impacto dos data centers sobre a demanda por eletricidade, os recursos hídricos e a infraestrutura local, à medida que as empresas de tecnologia correm para expandir suas capacidades de inteligência artificial.

A rápida expansão dos data centers de IA gerou resistência na Califórnia e em outros lugares, com moradores levantando preocupações sobre as contas de luz e a poluição associadas às instalações.

A Data Center Coalition, uma associação setorial, afirmou que seus membros estão comprometidos com o desenvolvimento responsável, mas alertou que as medidas podem levar os projetos a outros Estados.

“Legislações como essas criam incerteza significativa e introduzem requisitos potencialmente redundantes que tornam a atuação na Califórnia uma proposta pouco atraente para data centers e outros setores”, disse Khara Boender, diretora de assuntos governamentais do grupo, em comunicado.

“É provável que isso limite ainda mais o desenvolvimento de data centers na Califórnia, um mercado já em declínio, o que direciona a geração de empregos, a implantação de energia limpa e a arrecadação de impostos para os Estados vizinhos.”  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/f7-A7D63ZZQrZ9l1-wW5a0tj1A8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/B/m/AZ6r5wTv6R6h6lrOifiA/ap25104652441803.jpg" medium="image"/>   <media:description>Gavin Newsom, governador do Estado da Califórnia</media:description>   <media:credit>Rich Pedroncelli/AP Photo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 21:10:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Neutralidade e estabilidade são vantagens do Brasil em mundo fragmentado, diz ApexBrasil</title>  <atom:subtitle>Na área de minerais críticos, Laudemir Müller afirma que uma das principais demandas dos investidores, a existência de um marco jurídico e regulatório, está “bem endereçada”</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/neutralidade-e-estabilidade-sao-vantagens-do-brasil-em-mundo-fragmentado-diz-apexbrasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/neutralidade-e-estabilidade-sao-vantagens-do-brasil-em-mundo-fragmentado-diz-apexbrasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/42nLt9TzGbAxGYwgrRWZw8IduqM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/o/Mfbli4QzKA6LFlMp65FA/copersucarcmacgm-r7m7filmes-5.jpg" /><br /> ]]>    Em um cenário de maior fragmentação da economia global, a capacidade de manter uma posição de neutralidade e estabilidade na relação com diferentes parceiros é uma das principais vantagens do Brasil, afirmou o presidente da ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Laudemir Müller, em Nova York.
Na área de minerais críticos, Müller disse que uma das principais demandas dos investidores, a existência de um marco jurídico e regulatório, está “bem endereçada”, embora ainda seja necessária a regulamentação. Segundo ele, o país precisa agora atrair capital e tecnologia para desenvolver a cadeia de processamento. O projeto nacional de minerais críticos foi sancionado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Müller participou do “Fireside ApexBrasil - Promoção do Brasil em tempos de instabilidade e fragmentação produtiva”, no Fórum Agenda Global 2026, iniciativa do Valor Econômico e da Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio para o Brasil), realizado na cidade norte-americana.
Ao falar sobre as mudanças no cenário internacional, Müller afirmou que Brasil e Estados Unidos passaram muito tempo trabalhando pelo multilateralismo, pela abertura de mercados e pela redução de barreiras, em um ambiente de maior estabilidade das regras internacionais. “A realidade não é mais essa”, disse. Segundo ele, 5.600 empresas brasileiras foram atingidas por aumentos de tarifas, muitas delas em 37,5%.
Apesar das tarifas impostas pelo segundo maior parceiro comercial do Brasil, Müller destacou que o país registrou o melhor agosto de sua história nas exportações e somou US$ 250 bilhões em vendas externas entre janeiro e agosto.
Segundo ele, o Brasil perdeu US$ 2,6 bilhões em exportações para os Estados Unidos e US$ 2,2 bilhões para a Argentina, mas ganhou US$ 10 bilhões em vendas para a China, US$ 3,6 bilhões para a Índia e US$ 5 bilhões para a Europa. 
Müller afirmou que a diversificação de mercados passou a fazer parte da estratégia brasileira, embora os Estados Unidos continuem sendo um mercado importante. “A Apex Brasil continua investindo pesado, mas a nossa principal estratégia é a diversificação”, afirmou.
Questionado sobre como o Brasil pode se preparar para um cenário internacional que não controla, Müller apontou a estabilidade do país e a capacidade de manter relações com diferentes parceiros.
“Essa grande capacidade que o Brasil tem de ter uma equidistância e de ter uma estabilidade é o que, na minha avaliação, traz uma grande vantagem. Essa é, acho, a nossa principal forma de nos preparar”, afirmou. Segundo ele, essa posição não coloca o Brasil mais próximo da China ou dos países europeus.
Ao tratar especificamente dos minerais críticos, Müller afirmou que o Brasil está aberto a investimentos de diferentes origens, citando australianos, canadenses, americanos, chineses e europeus.
Questionado sobre os principais obstáculos para esses investimentos, o presidente da ApexBrasil afirmou que a demanda por um marco jurídico e regulatório está “bem endereçada”, embora ainda seja necessária a regulamentação. Ele avaliou ainda que uma instância que concentre a análise e a aprovação dos projetos pode dar maior celeridade ao processo.
“Não pode ser só o brasileiro acreditar”
Müller afirmou que o Brasil precisa, agora, de capital e tecnologia. Segundo ele, mineração e cadeia industrial de processamento são atividades distintas, e essa segunda etapa precisa ser construída “quase que do zero” no país. “O que a gente precisa é capital e conhecimento”, disse.
Para Müller, o país não deve tentar desenvolver tudo ao mesmo tempo. Segundo ele, é preciso analisar cada cadeia e cada mineral, considerando suas especificidades, para definir quanto valor o Brasil pretende agregar e quais etapas pretende desenvolver.
“Não pode ser só o brasileiro acreditar”, afirmou. “Sozinho a gente não vai conseguir, mas a gente tem clareza do que a gente quer e a gente conta com todo mundo.”  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/42nLt9TzGbAxGYwgrRWZw8IduqM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/o/Mfbli4QzKA6LFlMp65FA/copersucarcmacgm-r7m7filmes-5.jpg" medium="image"/>   <media:description>ApexBrasil: Apesar das tarifas dos EUA, Brasil registrou o melhor agosto da história nas exportações</media:description>   <media:credit>Divulgação/Copersucar</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:57:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Moro vai manter a vantagem? Nova pesquisa Quaest testa corrida ao governo do Paraná</title>  <atom:subtitle>Pesquisa testa cenários entre Sergio Moro, Requião Filho e Sandro Alex e avalia gestão de Ratinho Junior</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/moro-vai-manter-a-folga-nova-pesquisa-quaest-testa-corrida-ao-governo-do-parana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/moro-vai-manter-a-folga-nova-pesquisa-quaest-testa-corrida-ao-governo-do-parana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/_IRNWGfH-NulSdp7NSDEYcnLWZE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/i/S/jYv0DHSE6AtPgYswnMZA/candidatos-gov-pr.png" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Quaest no Paraná (PR) vai medir as intenções de voto para o governo estadual e para o Senado. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui oito candidatos na apuração estimulada principal de primeiro turno para o governo paranaense, três cenários de segundo turno para a sucessão estadual e nove concorrentes para as duas vagas ao Senado.
O trabalho de campo será realizado entre o domingo (20) e a quarta-feira (23), ouvindo 804 eleitores de 16 anos ou mais no estado do Paraná. Trata-se de uma pesquisa quantitativa conduzida por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais com aplicação de questionários estruturados e dispositivos eletrônicos. 
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código PR-02802/2026. Encomendada pela Sociedade Rádio Emissora Paranaense / TV Paranaense (Rede Paranaense - RPC), a pesquisa custou exatos R$ 104 mil. A margem de erro máxima prevista é de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
Na seção estimulada de primeiro turno para o governo do Paraná, os entrevistados indicarão seu voto a partir da apresentação da lista composta pelos seguintes candidatos:
Adriano Funileiro (PCO)
Doutor Alexandre Salomão (MOBILIZA)
Luiz França (MISSÃO)
Requião Filho (PDT)
Samuel de Mattos (PSTU)
Sandro Alex (PSD)
Sergio Moro (PL)
Tayná Miessa (UP)
O instituto também testa a disputa retirando o candidato Adriano Funileiro (PCO) e mantendo os demais sete nomes. 
Serão aferidos ainda o voto espontâneo para governador, o conhecimento, potencial de voto e rejeição de cada concorrente, e se a escolha informada é definitiva ou ainda pode mudar.
Para eventuais confrontos diretos de segundo turno no governo do estado, a Quaest simula três cenários:
Requião Filho (PDT) x Sandro Alex (PSD)
Requião Filho (PDT) x Sergio Moro (PL)
Sandro Alex (PSD) x Sergio Moro (PL)
Já na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Paraná, os eleitores indicarão suas escolhas espontâneas e estimuladas para a primeira e a segunda vaga a partir da apresentação de uma lista circular com nove concorrentes:
Alexandre Curi (REPUBLICANOS)
Cristina Graeml (PSD)
Deltan Dallagnol (NOVO)
Dr. Rosinha (PT)
Filipe Barros (PL)
Gleisi (PT)
Joaquim do MLB (UP)
Karen Guerreiro (MISSÃO)
Marcelo Marcelino (PCO)
A apuração mede a percepção dos eleitores sobre o trabalho do governador Ratinho Junior (PSD), questionando se aprovam ou desaprovam a sua gestão e solicitando a classificação administrativa entre ótimo, bom, regular (com subpergunta se pende mais para o lado positivo ou negativo), ruim ou péssimo. 
O levantamento consulta também se o eleitor considera que Ratinho Junior merece ou não merece eleger um sucessor indicado por ele. Da mesma forma, avalia-se a gestão do presidente Lula (PT), colhendo o índice de aprovação e desaprovação ao seu mandato.
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Quaest no Paraná foi divulgada em 24 de agosto de 2026, com campo realizado entre 20 e 23 de agosto de 2026.
No cenário estimulado de primeiro turno para o governo paranaense, o levantamento apontava:
Sergio Moro (PL) – 37%
Requião Filho (PDT) – 21%
Sandro Alex (PSD) – 15%
Luiz França (Missão) – 1%
Tayná Miessa (UP) – 1%
Alexandre Salomão (Mobiliza) – 0%
Adriano Funileiro (PCO) – 0%
Samuel de Mattos (PSTU) – 0%
Indecisos somavam 18%, e brancos, nulos ou que não iriam votar representavam 7%. Na modalidade espontânea para governador, Sergio Moro tinha 13%, Requião Filho registrava 7% e Sandro Alex aparecia com 4% (indecisos eram 73%). Para 56% dos eleitores, a escolha de voto era definitiva. Os maiores índices de rejeição ao governo pertenciam a Requião Filho (44%) e Sergio Moro (33%).
Nos cenários de segundo turno para o governo estadual testados na rodada anterior, os resultados indicavam:
Cenário 1 - Sergio Moro (PL) x Requião Filho (PDT)
Sergio Moro (PL) – 51%
Requião Filho (PDT) – 27%
Indecisos – 14%
Brancos/Nulos – 8%
Cenário 2 - Sergio Moro (PL) x Sandro Alex (PSD)
Sergio Moro (PL) – 48%
Sandro Alex (PSD) – 19%
Indecisos – 22%
Brancos/Nulos – 11%
Cenário 3 - Requião Filho (PDT) x Sandro Alex (PSD)
Requião Filho (PDT) – 37%
Sandro Alex (PSD) – 24%
Indecisos – 23%
Brancos/Nulos – 16%
Na disputa pelas duas vagas ao Senado (combinação de votos totais estimulados), a pesquisa de 24 de agosto registrava:
Alexandre Curi (Republicanos) – 15%
Gleisi (PT) – 11%
Filipe Barros (PL) – 9%
Deltan Dallagnol (Novo) – 9%
Cristina Graeml (PSD) – 8%
Dr. Rosinha (PT) – 6%
Karen Guerreiro (Missão) – 1%
Marcelo Marcelino (PCO) – 0%
Joaquim do MLB (UP) – 0%
Indecisos somavam 28% (na espontânea, 90% estavam indecisos) e brancos/nulos totalizavam 13%. 
O levantamento anterior ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais no estado do Paraná, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi encomendado pela RPC e esteve registrado no TSE sob o código PR-05388/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/_IRNWGfH-NulSdp7NSDEYcnLWZE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/i/S/jYv0DHSE6AtPgYswnMZA/candidatos-gov-pr.png" medium="image"/>   <media:description>Requião Filho (PDT), Sergio Moro (PL), Sandro Alex (PSD)</media:description>   <media:credit>Orlando Kissner/Alep; Carlos Moura/Agência Senado; Divulgação/PSD</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:43:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Flávio Dino mantém proibição de publicidade de bets em bens públicos de MG</title>  <atom:subtitle>Decisão responde a um pedido de liminar apresentado pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL)</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/flavio-dino-mantem-proibicao-de-publicidade-de-bets-em-bens-publicos-de-mg.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/flavio-dino-mantem-proibicao-de-publicidade-de-bets-em-bens-publicos-de-mg.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/r3_RAncRS2oO4pzQcBlp1T10mWk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/3/A/Lo0SA3SwGAvqVLW3AvuQ/55440646718-2fd76a2359-k-1-.jpg" /><br /> ]]>    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino recusou o pedido de suspensão de um decreto do governo de Minas Gerais que proíbe a divulgação de propagandas de empresas de apostas de cota fixa (bets) e de plataformas de conteúdo adulto em bens públicos estaduais e em eventos promovidos ou apoiados pelo Poder Executivo mineiro.

Com isso, segue proibida a denominação de espaços públicos, setores ou equipamentos com nomes de bets ou plataformas de conteúdo adulto. Também fica proibida a instalação ou exposição de placas, painéis, faixas, banners, totens, luminosos e painéis eletrônicos em área pública, entre outras ações de marca.

Decisão responde a um pedido de liminar apresentado pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), . 

Quando assinou o decreto, o governador Mateus Simões (PSD) também rescindiu o contrato firmado entre a Loteria Mineira e o consórcio que explora as bets no Estado. As medidas, segundo o governo, tinham como objetivo reduzir os impactos sociais ligados às apostas on-line e desvincular a administração pública dessas atividades.

Na ação, a ANJL alega que o Estado invadiu a competência da União para legislar sobre propaganda comercial. Na sua decisão, Dino afirmou que não identificou elementos que justificassem a suspensão do decreto. O ministro do STF considerou que o decreto trata da gestão de bens e recursos públicos, que é de competência do Executivo, e não proíbe as bets, nem as apostas.

"A exploração de jogos de azar, quando desacompanhada de controle estatal, gera externalidades negativas que atingem precisamente esses vetores constitucionais: endividamento familiar, erosão patrimonial dos cidadãos, favorecimento de circuitos de lavagem de dinheiro e de sua instrumentalização pelo crime organizado", afirmou o ministro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/r3_RAncRS2oO4pzQcBlp1T10mWk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/3/A/Lo0SA3SwGAvqVLW3AvuQ/55440646718-2fd76a2359-k-1-.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ministro Flávio Dino do STF</media:description>   <media:credit>Victor Piemonte/STF</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:40:34 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ibovespa fecha em alta e dólar cai a R$ 5,10 com exterior positivo e eleições no radar</title>  <atom:subtitle>Juros futuros recuam; em Nova York, índice Nasdaq renova recorde de fechamento</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/ao-vivo/2023/06/16/dolar-avanca-e-ibovespa-recua-em-dia-de-correcao-siga-os-mercados.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/ao-vivo/2023/06/16/dolar-avanca-e-ibovespa-recua-em-dia-de-correcao-siga-os-mercados.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/xNu1NM3FYGZlAH2JXa5KYjJGEjI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/Y/K/yC6MlQSxCkswNJqCjQ7g/tech-daily-ztymiqecyh4-unsplash.jpg" /><br /> ]]>    Ibovespa fecha em alta e dólar cai a R$ 5,10 com exterior positivo e eleições no radar Juros futuros recuam; em Nova York, índice Nasdaq renova recorde de fechamento Dólar à vista recua a R$ 5,10 e real é destaque com suporte de eleições mais apertadas. Juros futuros têm forte queda com apoio do exterior e de quadro eleitoral. Ibovespa retoma os 186 mil pontos com maior apetite global a risco e eleições no radar. Bolsas de NY têm forte alta com recuo do petróleo e avanço de ações ligadas à IA. Petróleo cai mais de 3% com relatos de navegação no Estreito de Ormuz  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/xNu1NM3FYGZlAH2JXa5KYjJGEjI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/Y/K/yC6MlQSxCkswNJqCjQ7g/tech-daily-ztymiqecyh4-unsplash.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:36:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Futurecom e DCW debatem os rumos da economia digital</title>  <atom:subtitle>Inteligência artificial, computação quântica e a expansão dos data centers colocam o futuro da economia digital em debate no Futurecom 2026 e no Data Center World Brasil. De 6 a 8 de outubro, no São Paulo Expo, governo, empresas e especialistas discutem conectividade, cibersegurança, regulação, energia e os investimentos necessários para ampliar a infraestrutura digital e atrair novos projetos para o Brasil.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/futurecom-e-dcw-debatem-os-rumos-da-economia-digital-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/futurecom-e-dcw-debatem-os-rumos-da-economia-digital-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/vSL8y7ZjwBYyPdFFzsvjL8uJLGU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/V/Q/Fa9k6NQ1CwuxRAuAAGng/publicador-api-valor-dino-100-d4fb2b9b-ac40-4bbe-8c7d-d9e8fcbd9208.jpg-20260921173441" /><br /> ]]>    Inteligência artificial, conectividade, novos investimentos em data centers, regulação das telecomunicações e computação quântica estarão entre os principais temas do Futurecom 2026 e da primeira edição do Data Center World Brasil. Realizados simultaneamente de 6 a 8 de outubro, no São Paulo Expo, os eventos reunirão representantes do governo, executivos, pesquisadores e especialistas em debates que irão das novas aplicações da IA e dos agentes autônomos à cibersegurança, energia, financiamento e infraestrutura necessária para ampliar a capacidade de processamento de dados e atrair novos projetos para o Brasil.
A abertura oficial do Futurecom será no dia 6 de outubro, com discurso do Ministro das Comunicações, Frederico Siqueira. Na sequência, o ministro participará do painel "Brasil Digital" em uma discussão sobre conectividade, infraestrutura e os rumos dos serviços digitais no país.
A regulação do setor também estará em pauta com Carlos Baigorri, presidente da Anatel, que receberá convidados para falar sobre o papel estratégico das telecomunicações e os desafios regulatórios para o período de 2027 a 2030. Em seguida, Hermano Tercius, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, participará de uma conversa sobre conectividade, competitividade e inovação com executivos da BrasilTecPar, Vero e Brisanet.
Uma das principais atrações do Futurecom, a pesquisadora brasileira Elisa Pereira, de Stanford, apresentará um estudo sobre aplicações bem-sucedidas de inteligência artificial. A pesquisa identificou que 77% dos desafios mais difíceis para colocar a IA em prática não eram técnicos, mas estavam relacionados a pessoas e processos. Elisa mostrará o que diferencia empresas que conseguem transformar a experimentação com IA em aplicações capazes de ganhar escala e gerar resultados.
Das aplicações concretas da inteligência artificial às tecnologias que começam a entrar nas decisões estratégicas das empresas, o cientista brasileiro Paulo Sergio Rufino Henrique, radicado em Paris, apresentará o workshop "Quantum for Business Leaders". Voltado a líderes empresariais, o encontro abordará, sem equações, fundamentos da computação e da comunicação quânticas, criptografia pós-quântica e segurança de agentes autônomos de IA.
A inteligência artificial também será analisada pelo impacto que já provoca no comportamento e nas relações de consumo. Hugo Rodrigues, executivo com trajetória na publicidade e passagem pela WMcCann e Aldeiah, discutirá como a tecnologia influencia decisões de compra, transforma a relação entre marcas e consumidores e começa a redesenhar estratégias de negócios.
Esporte e entretenimento também ganharão espaço com a estreia da Arena Stadium, novo ambiente dedicado às relações entre tecnologia, conectividade e experiência do público. Infraestrutura de arenas e estádios, transmissão, redes privativas e processamento de dados em tempo real estarão entre os assuntos em debate. Cesar Cielo falará sobre alta performance, eficiência e o desafio de manter o topo, enquanto Laís Souza levará ao evento sua experiência sobre resiliência e adaptação.
A infraestrutura necessária para sustentar o avanço da inteligência artificial levará a discussão aos data centers. A primeira edição do Data Center World Brasil será realizada em um momento de expansão da demanda por capacidade computacional e de avanço do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter, o Redata. Investimentos, regulação, financiamento, conectividade e segurança jurídica estarão entre os fatores em debate para ampliar a competitividade do Brasil e viabilizar novos projetos.
Energia terá peso especial nessa discussão. Disponibilidade, estabilidade do fornecimento, custos e alternativas de geração estarão entre os fatores analisados diante de um mercado em que a capacidade elétrica já influencia a escolha de onde instalar novos empreendimentos. A expansão na América Latina também estará em pauta, com representantes de empresas como Ascenty e Vertiv em uma discussão sobre investimentos e decisões de arquitetura diante das diferentes condições de energia, regulação, custos e conectividade na região.
A visão de quem contrata essa infraestrutura também estará presente. Executivos de Riachuelo e Rappi, além de um ex-líder de tecnologia da Netflix, levarão experiências sobre critérios que pesam na escolha de data centers, como latência, continuidade operacional, dependência de fornecedores e localização. O aumento da densidade computacional provocado pela IA levará ainda ao debate sobre prevenção de falhas, crises e eventos extremos, com Fabiano Tatsugawa Duarte, diretor de Infraestrutura de Missão Crítica da Claro Brasil.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/vSL8y7ZjwBYyPdFFzsvjL8uJLGU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/V/Q/Fa9k6NQ1CwuxRAuAAGng/publicador-api-valor-dino-100-d4fb2b9b-ac40-4bbe-8c7d-d9e8fcbd9208.jpg-20260921173441" medium="image"/>   <media:description>IA</media:description>   <media:credit>IA</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:34:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Juros futuros têm forte queda com apoio do exterior e de quadro eleitoral</title>  <atom:subtitle>Queda dos preços do petróleo e das taxas futuras de mercados desenvolvidos animam investidores</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/juros-futuros-tem-forte-queda-com-apoio-do-exterior-e-de-quadro-eleitoral.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/juros-futuros-tem-forte-queda-com-apoio-do-exterior-e-de-quadro-eleitoral.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/AP6aOmr0zLwjMzcb5iZlvm5EGcA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/1/4/BcFPcpSiqig1HRdbApwA/foto30opin-201-col-op1-a18.jpg" /><br /> ]]>    Os juros futuros encerraram o pregão desta segunda-feira em forte queda ao longo de toda a extensão da curva a termo, com exceção das taxas de curtíssimo prazo. A perspectiva de uma vitória da oposição nas eleições presidenciais de outubro voltou a ganhar força, o que gerou uma ampla queima de prêmios de risco. O bom humor local ainda foi impulsionado pelo ambiente externo, que contou com uma forte queda dos preços do petróleo e um recuo generalizado das taxas futuras de mercados desenvolvidos.

Com isso, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 se ajustou em leve baixa de 13,555%, do ajuste anterior, a 13,55%; a do DI de janeiro de 2028 recuou de 13,625% para 13,53%; a do DI de janeiro de 2029 caiu de 13,83% a 13,71%; e a do DI de janeiro de 2031 anotou forte baixa de 14,035% para 13,91%.

Perto do fim do pregão em Nova York, a taxa da T-note de dez anos cedia de 4,997% a 4,958%. Na Europa, o movimento foi ainda mais forte, e o rendimento do Bund alemão também para uma década terminou o pregão em queda de 3,530% a 3,464%.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/AP6aOmr0zLwjMzcb5iZlvm5EGcA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/1/4/BcFPcpSiqig1HRdbApwA/foto30opin-201-col-op1-a18.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Freepik</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:33:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Pesquisa Quaest no RS mede novo capítulo do duelo entre Juliana Brizola e Luciano Zucco</title>  <atom:subtitle>Pesquisa testa cenários de primeiro e segundo turno e avalia a gestão do governador Eduardo Leite</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/pesquisa-quaest-no-rs-mede-novo-capitulo-do-duelo-entre-juliana-brizola-e-luciano-zucco.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/pesquisa-quaest-no-rs-mede-novo-capitulo-do-duelo-entre-juliana-brizola-e-luciano-zucco.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/C9HXckUmQaV-_JEDvCarf8AFAGQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/S/M/eERystSDWHbXmwAZWNIw/juliana-brizola-e-luciano-zucco.jpg" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Quaest no Rio Grande do Sul vai medir as intenções de voto para o governo estadual e para o Senado. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui sete candidatos na apuração estimulada principal do primeiro turno para governador, três cenários de segundo turno para a sucessão gaúcha e treze concorrentes para as duas vagas ao Senado.
O trabalho de campo será realizado entre o domingo (20) e a quarta-feira (23), ouvindo 900 eleitores de 16 anos ou mais no estado do Rio Grande do Sul. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, conduzida por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais com aplicação de questionários estruturados em dispositivos eletrônicos.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código RS-01390/2026. Encomendada pela RBS Participações / Televisão Gaúcha, a pesquisa custou R$ 141 mil. A margem de erro máxima prevista é de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
Na seção estimulada de primeiro turno para o governo do Rio Grande do Sul, os entrevistados responderão em quem pretendem votar a partir da apresentação da lista com os seguintes candidatos:
Cesar Pontes (PCO)
Gabriel Souza (MDB)
Juliana Brizola (PDT)
Marcelo Maranata (PSDB)
Priscila Voigt (UP)
Rejane de Oliveira (PSTU)
Zucco (PL)
O instituto também testa a disputa para o governo do estado retirando o candidato Cesar Pontes (PCO) e mantendo os demais seis concorrentes. 
Serão aferidos ainda a intenção de voto espontânea para governador, o conhecimento, potencial de voto e rejeição de cada nome, e se a escolha informada é definitiva ou ainda pode mudar até o dia da eleição.
Já na disputa pelas duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul, os eleitores indicarão suas escolhas espontâneas e estimuladas para a primeira e a segunda vaga a partir da apresentação da lista circular do Cenário 1, composta por treze concorrentes:
Daniela Mulheres Socialistas (PSTU)
Frederico Antunes (PSD)
Luciano do MLB (UP)
Manuela d'Ávila (PSOL)
Marcel van Hattem (NOVO)
Milton Cardoso (PSDB)
Paulo Pimenta (PT)
Regis Ethur (PSTU)
Renato Jaguarão (CIDADANIA)
Ric Jones (PCO)
Germano Rigotto (MDB)
Ubiratan Sanderson (PL)
Tania Peres (UP)
também serão testados três cenários de segundo turno:
Gabriel Souza (MDB) x Juliana Brizola (PDT)
Gabriel Souza (MDB) x Zucco (PL)
Juliana Brizola (PDT) x Zucco (PL)
A apuração mede a percepção dos eleitores sobre o trabalho do governador Eduardo Leite (PSD), questionando se aprovam ou desaprovam a sua gestão e solicitando a classificação administrativa entre ótimo, bom, regular mais para positivo, regular mais para negativo, ruim ou péssimo.
No bloco de alianças políticas locais, a pesquisa investiga de forma espontânea quem os eleitores acreditam que será o candidato ao governo do Rio Grande do Sul apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), pelo presidente Lula (PT) e pelo governador Eduardo Leite (PSD). 
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Quaest no Rio Grande do Sul foi divulgada em 24 de agosto de 2026, com campo realizado entre 20 e 23 de agosto de 2026.
No cenário estimulado de primeiro turno para o governo gaúcho, o levantamento apontava empate técnico na liderança entre:
Luciano Zucco (PL) – 26%
Juliana Brizola (PDT) – 23%
Gabriel Souza (MDB) – 9%
Marcelo Maranata (PSDB) – 2%
Priscila Voigt (UP) – 1%
Cesar Pontes (PCO) – 0%
Rejane de Oliveira (PSTU) – 0%
Indecisos somavam 27%, e brancos, nulos ou que não iriam votar representavam 12%. Na modalidade espontânea para governador, Zucco tinha 13%, Juliana Brizola registrava 7% e Gabriel Souza aparecia com 2% (indecisos eram 74%). Para 61% dos eleitores, a escolha de voto era definitiva.
A pesquisa traz três simulações de 2º turno. Os dados estão abaixo:
Cenário 1
Juliana Brizola (PDT): 36%
Luciano Zucco (PL): 33%
Indecisos/não sabe/não respondeu: 19%
Branco/nulo: 12%
Cenário 2
Juliana Brizola (PDT): 32%
Gabriel Souza (MDB): 24%
Indecisos/não sabe/não respondeu: 24%
Branco/nulo: 20%
Cenário 3
Luciano Zucco (PL): 33%
Gabriel Souza (MDB): 22%
Indecisos/não sabe/não respondeu: 23%
Branco/nulo: 22%
Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado (combinação de votos totais estimulados), a pesquisa de 24 de agosto registrava cinco candidatos tecnicamente empatados na liderança:
Manuela d'Ávila (PSOL) – 12%
Paulo Pimenta (PT) – 9%
Marcel van Hattem (Novo) – 9%
Ubiratan Sanderson (PL) – 8%
Germano Rigotto (MDB) – 8%
Daniela Mulheres Socialistas (PSTU) – 1%
Frederico Antunes (PSD) – 1%
Milton Cardoso (PSDB) – 1%
Os demais candidatos registraram 0% cada. Indecisos somavam 37% (na espontânea, 83% estavam indecisos) e brancos/nulos totalizavam 14%. 
O levantamento anterior ouviu 900 pessoas de 16 anos ou mais no estado do Rio Grande do Sul, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi encomendado pelo Grupo RBS e esteve registrado no TSE sob o código RS-06875/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/C9HXckUmQaV-_JEDvCarf8AFAGQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/S/M/eERystSDWHbXmwAZWNIw/juliana-brizola-e-luciano-zucco.jpg" medium="image"/>   <media:description> Juliana Brizola e Luciano Zucco</media:description>   <media:credit>Divulgação e Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:33:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Mobili amplia crescimento e anuncia Allan Barros no Conselho</title>  <atom:subtitle>Após anunciar o empresário e jogador de futebol Hulk em junho, organização dá sequência a novo ciclo estratégico com chegada de executivo, que acumula experiência de mais de 30 anos no varejo e na comunicação</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/mobili-amplia-crescimento-e-anuncia-allan-barros-no-conselho-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/mobili-amplia-crescimento-e-anuncia-allan-barros-no-conselho-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/5pPZajMLXHS1BbMR6j6dMFnJmCw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/F/L/La548SRyADHxUjzaSkSQ/publicador-api-valor-dino-100-ede6b0fe-84cb-4287-9a8a-46d95a5aa876.jpg-20260921172823" /><br /> ]]>    Em junho, a Mobili anunciou um dos movimentos mais relevantes de sua história recente ao trazer Hulk para mais perto da estratégia e da construção de sua marca. Agora, a organização dá sequência a esse novo ciclo e apresenta mais um capítulo de um movimento que começa a ganhar contornos cada vez mais claros: preparar a Mobili para uma nova fase de crescimento e expansão nacional.
Um pilar deste novo momento é a chegada de Allan Barros ao Conselho Executivo da Mobili. Barros construiu sua trajetória entre marketing, comunicação, varejo, vendas e empreendedorismo e, nos últimos anos, vem aprofundando sua atuação em temas relacionados a Growth e Founder-Led Growth. É com esse know-how que ele passa a liderar, em conjunto com a estrutura executiva e o time interno da organização, as estratégias de marketing, marca e crescimento da empresa.
Para Gustavo Rocha, diretor executivo da Mobili, a nova configuração representa uma evolução natural da estrutura construída pela organização.
"Marketing sempre foi tratado pela Mobili como uma área estratégica. Construímos internamente uma estrutura completa, com equipe, cultura e profundo conhecimento do nosso negócio, e durante muitos anos esse modelo fez sentido para o momento que vivíamos. O que estamos fazendo agora não é substituir essa estrutura, mas elevar o seu nível. O novo ciclo da Mobili exige mais repertório, especialização e capacidade de execução em escala. Para crescer da forma que pretendemos, precisamos reunir as melhores competências em torno de uma mesma estratégia."
Autoridade como estratégia de crescimento
Uma das frentes que deverá ganhar espaço nesse novo momento é exatamente o Founder-Led Growth (FLG), conceito que vem sendo difundido por Allan Barros e que parte da utilização estratégica da autoridade, experiência, visão e capacidade de influência das lideranças como ativos de crescimento.
A proposta vai além de transformar executivos em produtores de conteúdo. O objetivo é aproximar quem lidera da construção da narrativa da organização, do mercado, dos clientes e das oportunidades de negócio, transformando autoridade e confiança em ativos capazes de contribuir diretamente para o crescimento.
Na Mobili, esse conceito deverá conviver com uma estratégia mais ampla de influência e construção de autoridade de marca.
É nesse contexto que nomes como Hulk também assumem papel relevante. A estratégia não está limitada à utilização de uma personalidade em campanhas publicitárias, mas busca conectar reputação, influência, conteúdo, posicionamento e negócio.
Para Allan Barros, a oportunidade está justamente em transformar os ativos que a Mobili já construiu em uma plataforma capaz de sustentar seu próximo ciclo.
"A Mobili chega a esse momento com algo que nenhuma estratégia de marketing consegue construir rapidamente: história, reputação, liderança, conhecimento do mercado e ativos de confiança. O nosso desafio é organizar tudo isso dentro de uma estratégia de crescimento. Não se trata simplesmente de fazer mais comunicação ou gerar mais exposição. Trata-se de construir um ecossistema em que marca, autoridade, vendas e crescimento trabalhem juntos."
Novas competências passam a contribuir com a estratégia
A reorganização também amplia o grupo de profissionais que passa a contribuir diretamente com a gestão da Mobili. Além de Allan Barros, Guilherme Galvão, especialista em vendas, e Toninho Correa, co-CEO da Pullse, passam a atuar como advisors estratégicos da organização. A proposta é agregar competências complementares às discussões sobre crescimento, vendas, comunicação, criatividade, posicionamento e expansão.
Com a nova composição, a Mobili começa a formar ao redor de sua estrutura executiva um grupo de profissionais com diferentes especialidades e experiências, conectados ao objetivo de preparar a organização para os próximos movimentos do mercado. A iniciativa também sinaliza uma mudança importante na forma como a Mobili pretende conduzir sua expansão.
Se nos últimos anos parte relevante do trabalho esteve concentrada em fortalecer a organização que a Mobili havia construído, o novo ciclo adiciona uma nova missão: ampliar a dimensão daquilo que foi construído. A reputação continua sendo um patrimônio. A diferença é que, agora, ela também passa a ser tratada como uma plataforma para crescimento.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/5pPZajMLXHS1BbMR6j6dMFnJmCw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/F/L/La548SRyADHxUjzaSkSQ/publicador-api-valor-dino-100-ede6b0fe-84cb-4287-9a8a-46d95a5aa876.jpg-20260921172823" medium="image"/>   <media:description>Mobili</media:description>   <media:credit>Mobili</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:28:36 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Globalização deve continuar, mas será fragmentada, apontam especialistas</title>  <atom:subtitle>Discussão fez parte do painel “Navegando pela nova economia global”, no Fórum Agenda Global 2026,  realizado em Nova York</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/globalizacao-deve-continuar-mas-sera-fragmentada-apontam-especialistas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/globalizacao-deve-continuar-mas-sera-fragmentada-apontam-especialistas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ijQSdbbo2YUCw-DYYrHYuxL-CKk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/6/Q/mgVfSiTTixr5uIiByI3w/v21092026agenda37.jpg" /><br /> ]]>    A globalização deve continuar, mas em um cenário de maior fragmentação, formação de coalizões regionais e busca por soberania em determinados setores, avaliaram especialistas durante o painel “Navegando pela nova economia global”, no Fórum Agenda Global 2026, iniciativa do Valor Econômico e da Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio para o Brasil), realizado em Nova York.

Daniel Erikson, consultor sênior da Covington e ex-assessor especial da Presidência dos Estados Unidos, afirmou acreditar na continuidade da globalização, mas disse observar uma retomada da soberania em alguns setores. 

Para ele, os países podem adotar uma espécie de “soberania à la carte”, escolhendo as áreas em que querem ser soberanos e aquelas em que estão dispostos a ceder algum grau de soberania em troca de benefícios econômicos, políticos ou sociais.

“Assim, embora a soberania como tema continue sendo muito presente no debate, acredito que, neste momento, o mundo está tão interconectado e interligado que não creio que todos os países, líderes ou setores possam se isolar em seus respectivos territórios, por mais tentador que isso possa parecer em certos momentos”, afirmou Erikson.

Segundo ele, esse cenário também traz mudanças para a forma como o setor privado se relaciona com governos e instituições. Erikson afirmou que as empresas estavam acostumadas a procurar governos para apresentar suas demandas, mas agora também precisam considerar o que poderá ser exigido delas nessas interações. Para ele, essa dinâmica ganhou maior destaque e “provavelmente veio para ficar”.

Ethan Zindler, diretor de Pesquisa em Políticas Públicas e Países da BloombergNEF, citou como uma mudança relevante a decisão do governo de Donald Trump de adquirir participações diretas em empresas de minerais críticos, semicondutores e outros setores. Segundo ele, governos democratas anteriores viam esse tipo de atuação como uma linha que não deveria ser cruzada, exceto em situações extraordinárias.

Zindler afirmou que uma das questões é saber se um futuro presidente democrata continuaria nessa direção. Ele ponderou que outros países adotam esse tipo de política há bastante tempo e citou a China como exemplo. “Mas, de muitas maneiras, acho que as regras do jogo foram alteradas pelo governo Trump. Veremos o que acontece depois disso.”, afirmou.

Nesse ambiente, Zindler disse que, para o setor privado, um objetivo importante é garantir que suas ações sejam percebidas como alinhadas aos interesses nacionais e, portanto, possam ser atendidas por meio de políticas públicas.
"Globalização regional"

Nasser Malik, head global de Sustentabilidade e Transição no Corporate Banking do Citi, afirmou que não considera realista um cenário em que todos os países simplesmente “voltem para seus bunkers”. Ao mesmo tempo, disse haver forças estruturais que devem manter um grau de fragmentação maior do que o observado anteriormente em termos de globalização.

Malik chamou atenção para a formação de coalizões e alinhamentos entre países. “Estamos vendo o surgimento de coalizões regionais, uma espécie de globalização regional”, afirmou. Segundo ele, esses agrupamentos reforçam a ideia de globalização, embora não sejam globais em si. O resultado, disse, pode ser uma configuração “menos global” ou uma espécie de modelo híbrido.

Malik também abordou a colaboração entre capital público e privado. Segundo ele, estruturas de financiamento misto podem envolver o setor público na mitigação de riscos para possibilitar a entrada de capital privado. O desafio está em reunir partes com objetivos e restrições diferentes, o que torna esses modelos difíceis de estruturar em grande escala.

“À medida que o capital se sentir mais confortável em trabalhar com o setor público em soluções de financiamento misto, continuaremos a ver esse crescimento”, afirmou.

Na avaliação dele, porém, aproximar a trajetória de descarbonização exigirá colaboração entre empresas, capital privado e setor público.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ijQSdbbo2YUCw-DYYrHYuxL-CKk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/6/Q/mgVfSiTTixr5uIiByI3w/v21092026agenda37.jpg" medium="image"/>   <media:description>Da esq. à dir: Maria Fernanda Delmas, diretora de redação do Valor; Nasser Malik, Daniel Erikson e Ethan Zindler, durante o painel “Navegando pela nova economia global”, no Fórum Agenda Global 2026</media:description>   <media:credit>Vanessa Carvalho/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:27:47 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Estudantes de Gaza voltam às aulas presenciais pela primeira vez em três anos</title>  <atom:subtitle>De acordo com Unicef, 98% das escolas do território palestino foram destruídas; estima-se que cerca de 660 mil alunos foram privados do ensino presencial</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/estudantes-de-gaza-voltam-s-aulas-presenciais-pela-primeira-vez-em-trs-anos.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/estudantes-de-gaza-voltam-s-aulas-presenciais-pela-primeira-vez-em-trs-anos.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/WOuDouzRrkhD3TohVXv_UitxVWI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/P/U/x9j8ibTWCyeQrhHjStRg/2026-09-21t104954z-671551436-rc2vmnakx0f4-rtrmadp-3-israel-palestinians-gaza-schools.jpg" /><br /> ]]>    Centenas de milhares de crianças em Gaza voltaram às aulas presenciais no sábado pela primeira vez em quase três anos, ainda que em prédios escolares danificados ou improvisados e em tendas, e com uniformes, cadernos e canetas fora do alcance financeiro de muitas famílias.
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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirma que 98% das escolas de Gaza foram destruídas ou danificadas durante a guerra, e autoridades educacionais do território dizem que cerca de 660 mil estudantes ficaram privados do ensino presencial e da participação regular nas atividades escolares.

A reabertura representa um marco ainda frágil para Gaza após um conflito que matou cerca de 22 mil estudantes e mais de 770 profissionais da educação, incluindo 532 professores, segundo Ibrahim Ramadan, diretor de educação do leste de Khan Younis.

“A última vez que fui à escola foi há três anos. Agora estamos começando o ano letivo, é um ano de alegria, felicidade e sucesso”, disse Moayed Abu Mustafa, em Khan Younis.

Mustafa afirmou estar determinado a aprender, embora tenha de se sentar no chão de uma tenda sem ventilação, não tenha calçados adequados nem caderno e caneta e tenha perdido amigos durante a guerra. “Apesar de tudo isso, vamos aprender, vamos aprender mesmo em uma tenda.”

A estudante deslocada Samar Abu Salmi, de 15 anos, que vive com a família em uma tenda, também está voltando às aulas. “Estudávamos pelo celular e não víamos nossos professores... agora voltamos a perseguir nosso sonho... de uma tenda para outra”, disse ela, no pátio de sua nova escola improvisada.

Ela também não dispõe de boa parte do material essencial, que se tornou caro demais para sua família. “Antes da guerra, tínhamos tudo à nossa disposição — cadernos, canetas, produtos, roupas, passeios, coisas que conseguíamos comprar barato”, disse Salmi.
A estudante palestina deslocada Samar Abu Salmi, de 15 anos, e sua mãe, Ghalia Abu Salmi, de 53, observam materiais de papelaria em uma barraca em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza
REUTERS/Ramadan Abed

Apesar da devastação no território, o Ministério da Educação, com apoio de organizações internacionais e locais, levou adiante o ano letivo de 2026-2027, montando dezenas de escolas temporárias feitas de tendas, lonas, chapas metálicas e madeira para receber os alunos.

Algumas foram erguidas sobre terreno arenoso; outras têm salas de aula com apenas alguns colchões e uma lousa, onde os estudantes se amontoam. Outras ainda abrigam dezenas de famílias deslocadas.

Em outra escola estava Yamen Abu Samra, de 14 anos. “Costumávamos acordar felizes para ir à escola... Agora, quando vamos à escola, temos medo de balas perdidas, foguetes, ataques, de tudo”, disse ele. “Agora estou sentado em uma tenda que não tem absolutamente nada, apenas sol e calor”, acrescentou.

Pelo menos 540 mil estudantes devem frequentar aulas presenciais neste ano em escolas privadas improvisadas, centros temporários de aprendizagem e pontos educacionais, com apoio do Unicef, segundo autoridades da área de educação. O ensino online continuará para aqueles que não puderem frequentar as aulas ou que deixaram Gaza durante a guerra.

As forças israelenses continuam controlando mais de 60% de Gaza, apesar do cessar-fogo do ano passado, que interrompeu os principais combates, mas não encerrou o conflito.

Autoridades palestinas afirmam que mais de 73 mil pessoas foram mortas na ofensiva de Israel contra Gaza, lançada depois que combatentes liderados pelo Hamas mataram cerca de 1.200 pessoas no sul de Israel em outubro de 2023.

O comerciante de materiais de papelaria Khaled Aliyan, de 30 anos, disse que as restrições israelenses às importações reduziram a oferta e elevaram os preços. “Este caderno, que antes custava 3 shekels (US$ 1), agora custa 15 shekels. Todos os materiais de papelaria estão caros”, afirmou.

A agência militar israelense Cogat, que controla o acesso a Gaza, não respondeu a um pedido de comentário da Reuters sobre as restrições ao fornecimento de produtos e os ataques a escolas. Israel acusa repetidamente o Hamas de usar escolas para fins militares, o que o grupo nega.

Estudantes palestinos participam do primeiro dia do novo ano letivo em uma sala de aula montada em uma tenda em uma escola de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza
REUTERS/Ramadan Abed  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/WOuDouzRrkhD3TohVXv_UitxVWI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/P/U/x9j8ibTWCyeQrhHjStRg/2026-09-21t104954z-671551436-rc2vmnakx0f4-rtrmadp-3-israel-palestinians-gaza-schools.jpg" medium="image"/>   <media:description>A estudante palestina deslocada Samar Abu Salmi, de 15 anos, lê uma lista de nomes afixada em uma escola em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 20 de setembro de 2026</media:description>   <media:credit>REUTERS/Ramadan Abed</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:26:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ibovespa retoma os 186 mil pontos com maior apetite global a risco e eleições no radar</title>  <atom:subtitle>Na ponta contrária, as ON da Vale ampliaram as perdas pelo segundo pregão consecutivo e cederam 1,12%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/ibovespa-retoma-os-186-mil-pontos-com-maior-apetite-global-a-risco-e-eleicoes-no-radar.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/ibovespa-retoma-os-186-mil-pontos-com-maior-apetite-global-a-risco-e-eleicoes-no-radar.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/jZ-lQub7SrhXjgtziwmujIb5R0g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/V/Q/A5mGbKTCKeHFL6bJCGyA/foto03fin-201-crdcs-c6.jpg" /><br /> ]]>    O maior apetite por risco global ajudou a elevar os ganhos do Ibovespa desde a abertura dos negócios nesta segunda-feira. Embora o recuo dos preços do petróleo pela quarta sessão consecutiva tenha pressionado os papéis da Petrobras para o vermelho, o alívio nos rendimentos dos Treasuries deu apoio à renda fixa local, o que teve reflexo direto no mercado acionário doméstico. Além disso, a expectativa de investidores por uma alternância de poder nas eleições de outubro continuou a favorecer os ativos locais no pregão de hoje.  
Após oscilar entre os 185.247 pontos e os 187.434 pontos, o Ibovespa fechou em alta de 0,74%, aos 186.596 pontos. O avanço mais forte da maior parte das blue chips de bancos turbinou os ganhos do índice, em um pregão em que as ações mais líquidas ligadas a commodities ajudaram na ponta contrária e limitaram a valorização da principal referência acionária local.  
No fim, as units do BTG Pactual subiram 3,42%, destacando-se entre os demais papéis de instituições financeiras. Hoje, apenas as ON do Banco do Brasil encerraram em queda de 0,91%, em um movimento de realização de lucros após as ações subirem 12% apenas neste mês, impulsionadas pelo "trade eleitoral".  
Na ponta contrária, as ON da Vale ampliaram as perdas pelo segundo pregão consecutivo e cederam 1,12%. A perspectiva de preços mais baixos para o minério de ferro e a alta das tarifas de frete marítimo devem impor à companhia um cenário de controle de danos, avalia a equipe de análise do BTG Pactual. Ainda assim, os profissionais do banco defendem que a estrutura logística e a qualidade dos ativos da mineradora oferecem proteção relativa diante da concorrência internacional.   
O dia também foi de perdas para as ações da Petrobras: no término da sessão, as PN recuaram 1,03% enquanto as ON tiveram baixa de 0,99%, em linha com a queda nos preços do petróleo pela quarta sessão consecutiva.  
Já no cenário eleitoral, os investidores acompanharam uma nova rodada de pesquisas que mostrou o presidente Lula (PT) tecnicamente empatado com o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. Apesar do cenário equilibrado, investidores da Faria Lima mantêm o otimismo com uma possível vitória de Flávio, segundo fontes ouvidas pelo Valor nas últimas duas semanas. 
O estreitamento da disputa presidencial entre Flávio e Lula levou o MSCI Brazil a adotar uma performance atípica para períodos eleitorais. A partir de dados de plataformas de mercados preditivos, que são proibidas no Brasil, a equipe do J.P. Morgan levantou que o índice ganhou, em média, 0,72%, a cada dia em que o candidato do PL avançou nas pesquisas dessas plataformas ao longo deste mês até a última terça-feira (15). Na prática, isso representa um aumento em relação aos meses anteriores.  
Desde 1º de julho (quando Flávio tocou o ponto mais baixo em termos de performance em plataformas de mercado preditivo) até agora, o MSCI Brazil subiu, em média, 0,20% a cada dia em que Flávio avançou nas pesquisas. Já em todo o mês de julho, o ganho médio foi de 0,08%, chegando a 0,10% em agosto.  
Segundo a equipe do banco, o desempenho recente do MSCI Brazil é atípico para períodos eleitorais, já que o índice não costuma apresentar performance positiva — tanto em termos relativos quanto absolutos — durante as eleições. 
A possibilidade de alternância de poder também elevou a busca recente por ações de maior risco por parte de alocadores brasileiros, segundo a equipe do Bank of America (BofA). Em relatório, os analistas do banco afirmam que os investidores locais estão mais construtivos, enquanto os estrangeiros ainda relutam em aumentar a exposição ao risco. O grupo defensivo permanece ancorado em nomes como WEG e Motiva. Já a cesta de ações de maior “beta”, liderada por Localiza, EcoRodovias e Vamos, tem atraído principalmente ajustes táticos orientados pelo cenário macroeconômico.   
Hoje, o volume financeiro negociado pelo Ibovespa foi de R$ 19,4 bilhões, chegando a R$ 27,7 bilhões na B3. Já em Wall Street, os principais índices registraram forte alta: o Nasdaq subiu 2,26%, o S&amp;P 500 avançou 1,49%, e o Dow Jones ganhou 0,71%.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/jZ-lQub7SrhXjgtziwmujIb5R0g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/V/Q/A5mGbKTCKeHFL6bJCGyA/foto03fin-201-crdcs-c6.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Aloisio Maurício/Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:22:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Proposta da Eneva para flexibilizar térmicas pode gerar economia de até R$ 3,2 bi aos consumidores</title>  <atom:subtitle>Acordo está em discussão no âmbito de uma comissão de solução consensual do TCU e prevê o fim da obrigação de geração contínua das usinas, mantendo as condições comerciais dos contratos vigentes</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/proposta-da-eneva-para-flexibilizar-trmicas-pode-gerar-economia-de-at-r-32-bi-aos-consumidores.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/proposta-da-eneva-para-flexibilizar-trmicas-pode-gerar-economia-de-at-r-32-bi-aos-consumidores.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/T8VnthQz2yZjuuMYcStalX9Sf5A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/g/D/Q0HYRRSzK74sdcaKGrBQ/funcionarios-da-eneva-divulgacao-eneva.jpg" /><br /> ]]>    A proposta da Eneva para flexibilizar a operação de usinas termelétricas pode gerar economia estimada entre R$ 1,7 bilhão e R$ 3,2 bilhões aos consumidores do mercado regulado até 2030, segundo estudos considerados na negociação. O menor valor resulta de uma consolidação feita pela Eneva a partir dos impactos calculados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), enquanto o maior foi estimado pela consultoria PSR, contratada pela companhia.
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O acordo está em discussão no âmbito de uma comissão de solução consensual do Tribunal de Contas da União (TCU) e prevê o fim da obrigação de geração contínua das usinas, mantendo as condições comerciais dos contratos vigentes. A economia estimada considera os efeitos da mudança sobre encargos pagos pelos consumidores e sobre o risco hidrológico das hidrelétricas no mercado regulado.
Os dados constam de documentos relacionados à negociação, que corre sob sigilo no TCU, aos quais o Valor teve acesso. A negociação envolve quatro empreendimentos da empresa, contratados em um modelo que previa geração firme para complementar a oferta de energia, especialmente nos períodos de menor disponibilidade hídrica, e viabilizar investimentos na exploração e produção de gás natural no interior do país.
Com a crescente participação das fontes renováveis, porém, o sistema passou a registrar excedentes de energia em determinados períodos do dia e, ao mesmo tempo, maior necessidade de potência e flexibilidade nos horários de pico, sobretudo no início da noite. A mudança de cenário fez com que o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) começassem a discutir, desde o ano passado, alternativas para flexibilizar esses contratos.
As negociações envolvem as chamadas térmicas “inflexíveis”, aquelas que, pelo modelo de contratação, têm obrigação de gerar mesmo em períodos em que há sobra de energia no sistema.
Na prática, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) não tem a mesma liberdade para reduzir ou interromper essa geração quando há maior disponibilidade de outras fontes. Já as térmicas “flexíveis” podem ser acionadas de acordo com a necessidade do sistema, com maior ou menor geração ao longo do dia.
No desenho em discussão, a Eneva propõe zerar a inflexibilidade contratual das usinas, permitindo que o ONS deixe de despachá-las nos períodos em que a geração não for necessária.
A empresa manteria, porém, a receita fixa anual prevista nos contratos atuais e assumiria o risco de cumprir as obrigações de entrega de energia, seja por meio de geração própria, seja pela aquisição de energia no mercado. O mecanismo foi desenhado para preservar as condições comerciais dos contratos e neutralizar eventuais custos adicionais para as distribuidoras e consumidores decorrentes da flexibilização.
A proposta alcança as usinas Maranhão III, Nova Venécia 2, Azulão II e Azulão IV. Além da retirada da inflexibilidade, o desenho prevê ampliar a flexibilidade operacional e elevar para R$ 760 por megawatt-hora (MWh) o custo variável usado como referência para o despacho das térmicas pelo ONS.
O novo valor, porém, não será usado para remunerar a energia vendida nos contratos. A proposta cria duas referências distintas: o custo variável de R$ 760/MWh será considerado pelo ONS para decidir sobre o despacho físico das usinas, enquanto a receita variável paga à Eneva continuará sendo calculada com base nos valores originalmente previstos nos contratos de cada empreendimento.
Com a retirada da geração compulsória, os estudos também apontam espaço para maior aproveitamento da geração renovável que hoje pode ser cortada em períodos de excesso de oferta.
Segundo fontes ouvidas pelo Valor, o MME, o ONS e a CCEE já deram aval à proposta, restando ainda a manifestação da Aneel. Uma reunião administrativa da agência estava prevista para esta segunda-feira (21) para discutir o tema. O prazo final dos trabalhos da comissão de solução consensual termina nesta terça-feira (22). Para que um eventual acordo seja levado ao plenário do TCU, também será necessário o aval da área técnica responsável pela análise do processo na Corte de Contas.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/T8VnthQz2yZjuuMYcStalX9Sf5A=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/g/D/Q0HYRRSzK74sdcaKGrBQ/funcionarios-da-eneva-divulgacao-eneva.jpg" medium="image"/>   <media:description>Funcionários da Eneva, empresa de energia, óleo &amp; gás</media:description>   <media:credit>Divulgação/Eneva</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:20:41 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dólar à vista recua a R$ 5,10 e real é destaque com suporte de eleições mais apertadas</title>  <atom:subtitle>Apesar de o real ter apreciado e ter sido uma das cinco moedas mais fortes do dia, a liquidez do mercado esteve afetada pela sazonalidade, com saída de recursos do país em fim de trimestre</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/dolar-a-vista-recua-a-r-510-e-real-e-destaque-com-suporte-de-eleicoes-mais-apertadas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/dolar-a-vista-recua-a-r-510-e-real-e-destaque-com-suporte-de-eleicoes-mais-apertadas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/9VNZMVh4hH9tMRarT1iE-gUGrg4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/h/1/Y1LBDfT2e2982UG6icug/005fev12.jpg" /><br /> ]]>    O dólar à vista exibiu desvalorização frente ao real na sessão desta segunda-feira, em um dia em que a moeda americana esteve mais forte na maioria dos mercados mais líquidos. O que permitiu ao câmbio brasileiro se destacar neste pregão foi novamente a perspectiva de que haja alternância de poder no país com as eleições presidenciais e com a possibilidade de uma nova política fiscal. 
Isso pode ter ajudado a reduzir o prêmio do câmbio atrelado ao temor de uma crise nas contas públicas. Apesar de o real ter se apreciado e ter sido uma das cinco moedas mais fortes do dia, a liquidez do mercado esteve afetada pela sazonalidade, com saída de recursos do país em fim de trimestre. O dólar casado voltou a cair e operadores afirmaram ver um possível novo anúncio do Banco Central no fim do dia, seja por linha, seja pelo “casadão”. 
Terminadas as negociações do mercado à vista, o dólar fechou em queda de 0,70%, cotado a R$ 5,1082, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,1026 e batido a máxima de R$ 5,1379. Já o euro comercial recuou 0,90%, a R$ 5,8561. Perto das 17h15, no exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, avançava 0,19%, aos 100,414 pontos.
O dólar à vista iniciou a sessão de hoje em queda e assim permaneceu. O real, por sua vez, esteve entre as cinco moedas mais fortes, e operadores disseram que isso refletiu os trackings e as pesquisas eleitorais, que vêm indicando uma disputa bastante apertada, com chances de mudanças na condução da política fiscal.
Apesar disso, o Deutsche Bank reduziu sua posição no real. Em relatório, o banco apontou que passou a ter uma visão neutra em relação ao câmbio brasileiro antes das eleições, “uma vez que os riscos continuam sendo de mão dupla e o posicionamento parece esticado”. Apesar disso, os profissionais do banco reconhecem que as contas externas favoráveis e o elevado carry dão suporte ao real. 
“Os riscos de curto prazo, porém, estão aumentando, à medida que as preocupações fiscais e políticas relacionadas às eleições se intensificam e a sazonalidade se torna menos favorável no segundo semestre. Tudo isso ocorre em um cenário externo menos favorável às moedas de mercados emergentes”, dizem os economistas e estrategistas Francisco Campos, Beatriz Nunes, Christian Rojas e Carlos Munoz-Carcamo.
Mesmo com o dólar contido aqui, o mercado de câmbio passa por uma pressão de menor liquidez por conta do fim do trimestre. Após três atuações do BC ao longo dos últimos 15 dias, operadores dizem que a autoridade pode voltar a dar liquidez ao mercado seja por meio da linha (venda conjugada com recompra futura) ou por meio do casadão (venda à vista conjugada com compra no futuro via swap reverso). O spread da taxa do dólar casado em relação à taxa efetiva dos fed funds voltou a rondar 2 pontos percentuais.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/9VNZMVh4hH9tMRarT1iE-gUGrg4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2019/h/1/Y1LBDfT2e2982UG6icug/005fev12.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Scott Eells/Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:17:56 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bolsas de NY têm forte alta com recuo do petróleo e avanço de ações ligadas à IA</title>  <atom:subtitle>Avanço de ações de tecnologia foi responsável por boa parte dos ganhos dos índices, levando o Nasdaq para um novo recorde de fechamento</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/bolsas-de-ny-tem-forte-alta-com-recuo-do-petroleo-e-avanco-de-acoes-ligadas-a-ia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/bolsas-de-ny-tem-forte-alta-com-recuo-do-petroleo-e-avanco-de-acoes-ligadas-a-ia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Jpr4zeSe02UR4rEcDgJEs9Y22ps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/0/O/DafOnkQvi5qdnLhdTQxQ/447366174.jpg" /><br /> ]]>    As bolsas americanas encerraram esta segunda-feira em forte alta, ao passo que os investidores dissolveram parte do prêmio de risco no barril de petróleo e nos juros dos Treasuries, sobretudo os de longo prazo. O avanço de ações de tecnologia, sobretudo aquelas ligadas à tese de inteligência artificial (IA), foi responsável por boa parte dos ganhos dos índices, levando o Nasdaq para um novo recorde de fechamento.

O índice Dow Jones encerrou em alta de 0,71%, aos 52.049,72 pontos; e o S&amp;P 500 subiu 1,49%, aos 7.764,76 pontos. O Nasdaq disparou 2,26%, aos 27.122,094 pontos. 

Os setores mais beneficiados na sessão foram os de tecnologia (+2,47%) e comunicação (+3,86%), sustentados pelos ganhos da Meta (+11,43%), Intel (+12,17%), Arm (+17,16%) e AMD (+9,95%), esta que entrou no clube das empresas com valuation acima de US$ 1 trilhão. O gatilho parece ter sido a popularidade do Muse, agente de inteligência artificial da controladora do Facebook.

O petróleo registrou a quarta sessão consecutiva de queda diante da redução dos temores de um impacto na oferta de óleo bruto pela Arábia Saudita, apesar dos ataques dos houthis no fim de semana, e da perspectiva de tratativas diplomáticas entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, na Assembleia Geral da ONU nesta semana.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Jpr4zeSe02UR4rEcDgJEs9Y22ps=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/0/O/DafOnkQvi5qdnLhdTQxQ/447366174.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fachada da Nasdaq, em Nova York</media:description>   <media:credit>Michael Nagle/Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:17:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Expansão da IA vai além da tecnologia: demanda por energia e produtividade ganham espaço</title>  <atom:subtitle>Com a multiplicação dos data centers, a demanda por eletricidade nos Estados Unidos pode dobrar em apenas cinco anos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/expansao-da-ia-vai-alem-da-tecnologia-demanda-por-energia-e-produtividade-ganham-espaco.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/expansao-da-ia-vai-alem-da-tecnologia-demanda-por-energia-e-produtividade-ganham-espaco.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ijQSdbbo2YUCw-DYYrHYuxL-CKk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/6/Q/mgVfSiTTixr5uIiByI3w/v21092026agenda37.jpg" /><br /> ]]>    A rápida expansão da inteligência artificial começa a produzir efeitos que vão além do setor de tecnologia. Com a multiplicação dos data centers, a demanda por eletricidade nos Estados Unidos pode dobrar em apenas cinco anos, enquanto crescem as discussões sobre produtividade e emprego e as preocupações das comunidades com preços de energia, disponibilidade de água e ruído e outros impactos locais, apontaram especialistas durante o painel “Navegando pela nova economia global”, no Fórum Agenda Global 2026, iniciativa do Valor Econômico e da Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio para o Brasil), realizado em Nova York. 

Daniel Erikson, consultor sênior da Covington e ex-assessor especial da Presidência dos Estados Unidos, afirmou que ainda há incerteza sobre os efeitos da inteligência artificial sobre a economia. A tecnologia, disse, “pode ser a coisa mais maravilhosa que já aconteceu, ou não”. Segundo ele, o grande volume de investimentos e financiamento de capital direcionado ao boom da IA ajudou a sustentar muitas economias, especialmente a dos Estados Unidos.

Uma das dúvidas é justamente o efeito sobre a produtividade. Erikson afirmou que alguns setores serão completamente transformados, enquanto outros poderão continuar como estão e profissões como encanadores e mecânicos continuarão sendo necessárias. “A realidade é que, na maioria dos casos, não sabemos ao certo”, disse. “Acredito que o impacto disso em diversos setores ainda é uma incógnita.”

Na América Latina, a questão ganha relevância diante dos baixos níveis de produtividade. Segundo Erikson, a região convive há muito com uma situação persistente de produtividade extremamente baixa e caminha para um crescimento de cerca de 2%, talvez 2,5%, neste ano. Para ele, a América Latina “precisa e exige uma revolução no crescimento”.

Erikson disse ainda estar preocupado com a possibilidade de alguns países latino-americanos perderem oportunidades ligadas à IA, tanto na inovação industrial e na integração à cadeia de suprimentos da tecnologia quanto na área regulatória. 

Algumas oportunidades de regulamentação existentes hoje, afirmou, podem não estar disponíveis daqui a três, quatro ou cinco anos por diferentes razões políticas. “Existe uma oportunidade regional para os países latino-americanos se conectarem à IA de uma forma mais inteligente”, afirmou.

Além dos efeitos sobre a economia e a produtividade, o avanço da IA traz uma demanda crescente por infraestrutura. Ethan Zindler, diretor de Pesquisa em Políticas Públicas e Países da BloombergNEF, destacou a pressão dos data centers sobre o setor de energia. “Prevemos uma potencial duplicação da demanda de energia elétrica nos EUA em apenas cinco anos, devido aos centros de dados. Isso exercerá uma pressão real sobre a demanda por gás natural nos EUA de uma forma nunca antes vista”, afirmou.

A expansão dos data centers não se restringe aos Estados Unidos. Segundo Zindler, muitos países, incluindo o Brasil, querem se tornar polos para esses empreendimentos. Até agora, porém, entre dois terços e três quartos dessa atividade ocorreram nos Estados Unidos, com uma concentração ainda maior no leste do país e na Virgínia.

Zindler afirmou que, nos próximos 24 meses, o mercado americano de gás deve começar a ficar mais restrito devido aos data centers. “E se os preços do gás nos EUA subirem, isso terá todo tipo de implicações, não apenas para os EUA, mas globalmente. Para os EUA, isso pode significar preços mais altos de eletricidade. Para outras partes do mundo, isso pode significar preços mais altos do gás natural”, disse. 

A BloombergNEF também projeta uma quantidade “realmente substancial” de nova geração a gás natural nos Estados Unidos nos próximos dez anos, apesar da continuidade da construção de renováveis. 

“O progresso significativo na descarbonização do setor elétrico dos EUA, em particular, ao longo dos últimos 20 anos, está essencialmente parando. Continuaremos a construir muitas usinas renováveis, especialmente neste ano e no próximo. Mas a quantidade de gás que vamos construir é realmente substancial”, disse.

A construção dos data centers também tem efeitos sobre a demanda por água, geração de energia, imóveis, minerais essenciais e outros recursos, segundo Erikson. Esses impactos começam a provocar resistência nas comunidades onde os empreendimentos são instalados.

Neste contexto, Nasser Malik, head global de Sustentabilidade e Transição no Corporate Banking do Citi, afirmou que, embora existam preocupações com as implicações da IA para os empregos, os receios mais imediatos expressados pelas comunidades estão relacionados aos preços da energia, à disponibilidade de água, ao ruído e aos impactos locais. Essas preocupações, disse, se intensificaram rapidamente nos últimos 12 meses.

“A oposição aos data centers, de certa forma, a meu ver, acelerou de uma maneira que pegou muitos dos envolvidos de surpresa”, afirmou. Malik disse que ainda não existe um plano definido para lidar com a questão e apontou a experiência de setores como petróleo e gás, mineração e construção na gestão dos impactos sociais e ambientais de grandes projetos. Para ele, um elemento central é estabelecer um plano efetivo de engajamento comunitário com antecedência.

Algumas empresas de tecnologia já assumem compromissos para cobrir custos de energia que possam surgir ou aumentos adicionais relacionados a determinados data centers, além de compromissos relacionados à água, segundo Malik. Essas práticas, afirmou, podem começar a formar um modelo mais amplamente aceito de “pacto social”, embora ainda não exista um padrão comum.

A resistência também começa a aparecer no ambiente político e regulatório dos Estados Unidos. Zindler apontou as eleições de novembro como um ponto de virada para observar como esse cenário vai mudar. “A IA está, de certa forma, extraoficialmente na cédula eleitoral deste ano. E se você é visto como muito favorável a ela, acho que essa não é uma posição muito boa agora, no geral”, afirmou.

Segundo Zindler, será depois das eleições que ficará mais claro como o cenário vai mudar. O ambiente regulatório para a construção de data centers já está se tornando mais difícil, principalmente nos níveis estadual e local. Ainda assim, ele avaliou que há tanto dinheiro envolvido e tantos projetos planejados que grande parte deles deve seguir adiante.

Maria Fernanda Delmas, diretora de Redação do Valor; Nasser Malik, head global de Sustentabilidade e Transição no Corporate Banking do Citi; Daniel Erikson, consultor sênior da Covington e ex-assessor especial da Presidência dos Estados Unidos, e Ethan Zindler, diretor de Pesquisa em Políticas Públicas e Países da BloombergNEF
Vanessa Carvalho/Valor  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ijQSdbbo2YUCw-DYYrHYuxL-CKk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/6/Q/mgVfSiTTixr5uIiByI3w/v21092026agenda37.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:12:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Três deputados europeus pedem à UE ações contra Alexandre de Moraes</title>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/elastic/noticia/2026/09/21/tres-deputados-europeus-pedem-a-ue-acoes-contra-moraes-e-monitoramento-das-eleicoes-no-brasil.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/elastic/noticia/2026/09/21/tres-deputados-europeus-pedem-a-ue-acoes-contra-moraes-e-monitoramento-das-eleicoes-no-brasil.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/el9pGG94Sck1ILtaffcyhMpLQa0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/h/LqGRanQiKELUKTsCJlMQ/55529954291-7643311fe2-k.jpg" /><br /> ]]>    Três eurodeputados do Grupo dos Conservadores e Reformistas Europeus (ECR), de direita, pediram à União Europeia (UE) que adote medidas em relação à atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e monitore de forma independente o processo eleitoral brasileiro. Em carta enviada nesta segunda-feira (21) à alta representante da UE para Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, Adam Bielan (Polônia), Mariusz Kamiński (Polônia) e Carlo Fidanza (Itália) solicitaram uma “avaliação urgente” das acusações contra o ministro.
Lula diz que eleição preocupa e espera que Trump não interfira no processo
Eles também defenderam que o bloco examine a possibilidade de aplicar sanções a autoridades brasileiras, além de um “monitoramento particularmente próximo e independente” de todo o processo eleitoral brasileiro. O documento foi compartilhado nas redes sociais pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e pelo blogueiro Paulo Figueiredo, aliado de Eduardo, que  buscam apoio por medidas semelhantes entre parlamentares dos Estados Unidos.

Na carta, os eurodeputados afirmam que há alegações sobre um agravamento da crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Judiciário e seu uso contra adversários políticos. Os parlamentares também citam relatos envolvendo o STF e dizem que os acontecimentos recentes levantam questões sobre “a responsabilização do Judiciário, a liberdade de expressão, a igualdade na competição política e a possibilidade de interferência institucional indevida no processo democrático brasileiro”.

O documento dedica atenção especial a Moraes e menciona os contatos do ministro com Daniel Vorcaro, banqueiro no centro das investigações envolvendo o Banco Master, além de um contrato de cerca de R$ 130 milhões entre o banco e o escritório de advocacia da esposa do magistrado, Viviane Barci de Moraes. Os parlamentares não fazem menção às relações entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), investigado por suspeitas de irregularidades no financiamento feito pelo ex-banqueiro ao filme "Dark Horse".
Os signatários afirmam que as informações justificariam “uma análise independente e transparente” sobre a atuação do ministro e a imparcialidade judicial. A carta também menciona as sanções impostas pelos Estados Unidos a Moraes em julho de 2025, com base na Lei Global Magnitsky. As medidas foram retiradas pelo governo americano em dezembro daquele ano, em meio à reaproximação entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. A retirada ocorreu após conversas entre os dois governos sobre as sanções e as tarifas impostas a produtos brasileiros.

A partir dessas alegações, os parlamentares apresentam três pedidos à União Europeia. O primeiro é que o Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE) faça uma “avaliação urgente” das acusações envolvendo Moraes e da atuação do STF em processos politicamente sensíveis, incluindo possíveis violações à liberdade de expressão, ao devido processo legal e ao pluralismo político.

O segundo pedido é que a UE examine se a conduta atribuída a Moraes, incluindo os fundamentos utilizados pelos EUA para aplicar as sanções da Lei Magnitsky, justificaria medidas restritivas previstas no regime europeu de sanções em matéria de direitos humanos. Segundo a carta, caso evidências confiáveis apontem responsabilidade por violações graves, o bloco deveria estar preparado para adotar medidas contra os responsáveis.

O terceiro pedido está relacionado às eleições presidenciais brasileiras de 4 de outubro. Os eurodeputados defendem um “monitoramento particularmente próximo e independente” de todo o processo eleitoral, incluindo não apenas votação e apuração, mas também o tratamento dos candidatos, o acesso à mídia, as restrições ao discurso político, a remoção de conteúdo, as decisões judiciais que afetem campanhas e o funcionamento dos sistemas de votação e totalização.
A presença de observadores de outros países durante as eleições gerais já ocorre no Brasil, por meio de acordos firmados pelo Tribunal Superior Eleitoral e movimentos sociais, partidos e organizações internacionais. No início do mês, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques recebeu representantes das Missões de Observação Eleitoral (MOEs) da União Europeia, da Liga dos Estados Árabes e da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore). Os integrantes acompanham o processo eleitoral até a divulgação final dos resultados. 
Estratégia bolsonarista

A carta foi compartilhada nas redes sociais pelo Eduardo Bolsonaro e por Paulo Figueiredo, que moram nos EUA e têm pedido ao governo americano a retomada de medidas contra integrantes do STF. 

Ao compartilhar a carta no X, Eduardo afirmou que “a crise institucional, que os tiranos corruptos que sequestraram o STF criaram, ganhou nova proporção”. Na sequência, disse que “a gangue do Moraes entra na mira das autoridades europeias” e associou a atuação do ministro a uma “tirania cleptocrática”.

Figueiredo também classificou a carta como um novo movimento de pressão internacional. “Urgente: Deputados da União Europeia pedem análise de sanções contra autoridades brasileiras”, escreveu. Em outra publicação, afirmou que os eurodeputados denunciaram à representante da UE “a crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Judiciário e as graves alegações de corrupção que envolvem o Supremo Tribunal Federal”.

Eduardo foi condenado pela Primeira Turma do STF, em junho, a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Na ação, a Corte entendeu que ele atuou para pressionar o Judiciário brasileiro no processo envolvendo seu pai e ex-presidente, Jair Bolsonaro. Em setembro, o colegiado da Corte manteve a condenação ao rejeitar recurso da defesa. Figueiredo, por sua vez, foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo mesmo crime, em processo desmembrado do de Eduardo, mas não foi condenado pelo STF.

Eduardo e Figueiredo também participaram, em 26 de maio, de encontro do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) com Trump, na Casa Branca. Na ocasião, foram discutidos temas como crime organizado, tarifas comerciais e minerais críticos. Dois dias depois, em 28 de maio, o governo americano anunciou a designação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Já em julho, o governo Trump anunciou novas sobretaxas sobre produtos brasileiros.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/el9pGG94Sck1ILtaffcyhMpLQa0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/h/LqGRanQiKELUKTsCJlMQ/55529954291-7643311fe2-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ministro Alexandre de Moraes</media:description>   <media:credit>Rosinei Coutinho/STF</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:10:02 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova pesquisa Quaest na BA testa impacto de Nunes Marques na disputa Jerônimo e ACM Neto</title>  <atom:subtitle>Levantamento inclui seis candidatos ao governo, cenário de segundo turno e dez concorrentes ao Senado</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-quaest-na-ba-testa-impacto-de-nunes-marques-na-disputa-jeronimo-e-acm-neto.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-quaest-na-ba-testa-impacto-de-nunes-marques-na-disputa-jeronimo-e-acm-neto.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/gqGYUjemzcTebYu0aTOs_zkezUA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/1/AuBuUfRAmLuLBziO3wAQ/jeronimo-e-acm.jpg" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Quaest na Bahia vai medir as intenções de voto para o governo estadual, para o Senado e para a Presidência da República nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui seis candidatos na apuração estimulada de primeiro turno para o governo baiano, testa um cenário de segundo turno para a sucessão estadual e traz 10 concorrentes na disputa pelas duas vagas ao Senado.
A pesquisa acontece após a decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), de negar o pedido de buscas da Polícia Federal (PF) contra ACM Neto (União Brasil), candidato a governador da Bahia. Conforme apurou o Valor, a decisão irritou membros do Partido dos Trabalhadores (PT). As cúpulas regional e nacional viram na medida uma "proteção" ao ex-prefeito de Salvador. 
ACM é o principal adversário do governador Jerônimo Rodrigues (PT), candidato à reeleição. Para petistas, a decisão de Marques aparece como uma vantagem ao adversário, a menos de 20 dias da eleição, dado que a possível ligação do ex-prefeito com o escândalo é uma das principais armas eleitorais da situação, que busca o sexto mandato consecutivo no Palácio de Ondina.
O trabalho de campo será realizado entre o domingo (20) e a quarta-feira (23), ouvindo 900 eleitores de 16 anos ou mais no estado da Bahia. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, conduzida por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais com aplicação de questionários estruturados em dispositivos eletrônicos.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BA-01850/2026. Encomendada pela Televisão Bahia / TV Bahia, a pesquisa custou R$ 130 mil. A margem de erro máxima prevista é de cerca de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
Na seção estimulada de primeiro turno para o governo da Bahia, os entrevistados indicarão o voto a partir da apresentação da lista circular com os seguintes candidatos:
ACM Neto (UNIÃO)
Ariel Capistrano (DC)
Aroldo Felix (UP)
Jerônimo Rodrigues (PT)
Maria Bona (PCO)
Ronaldo Mansur (PSOL)
O questionário também afere a escolha espontânea para governador, a rejeição e verifica se a opção de voto informada é definitiva ou se ainda pode mudar até o dia da eleição.
Para um eventual segundo turno no Palácio de Ondina, a pesquisa simula o seguinte confronto direto:
ACM Neto (UNIÃO) x Jerônimo Rodrigues (PT)
Já na disputa pelas duas vagas de senador pela Bahia, os eleitores indicarão suas escolhas espontâneas e estimuladas para a primeira e para a segunda vaga a partir da apresentação de uma lista circular com 10 concorrentes:
Angelo Coronel (REPUBLICANOS)
Carlos Sodré (MOBILIZA)
Gregorio Gould (UP)
Jaques Wagner (PT)
João Roma (PL)
Marcelo Carvalho (REDE)
Marcelo Millet (PCO)
Marcelo Santtana (DC)
Professora Delliana (PSOL)
Rui Costa (PT)
A apuração mede a percepção dos eleitores sobre o trabalho do governador Jerônimo Rodrigues (PT), questionando se aprovam ou desaprovam a sua gestão, se o governo é ótimo, bom, regular (com subpergunta para indicar se pende mais para positivo ou negativo), ruim ou péssimo, e se ele merece ou não ser reeleito. Da mesma forma, avalia-se o governo do presidente Lula (PT), colhendo o índice de aprovação ou desaprovação ao seu mandato.
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Quaest na Bahia foi divulgada em 27 de agosto, com campo realizado entre 23 e 26 de agosto.
No cenário estimulado principal de primeiro turno para o governo estadual, com Ariel Capistrano, o resultado foi:
ACM Neto (União Brasil) – 39%
Jerônimo Rodrigues (PT) – 37%
Aroldo Felix (UP) – 1%
Maria Bona (PCO) – 1%
Ariel Capistrano (DC) – 1%
Ronaldo Mansur (PSOL) – 1%
Indecisos – 12%
Brancos/nulos/não vai votar – 8%
Na modalidade espontânea para governador, Jerônimo Rodrigues tinha 23% e ACM Neto marcava 20%; os indecisos eram 54%. A escolha de voto era definitiva para 68% dos entrevistados.
No cenário de segundo turno entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues, os resultados foram:
ACM Neto (União Brasil) - 44%
Jerônimo Rodrigues (PT) - 41%
Indecisos - 9%
Brancos/Nulos - 6%
Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado, na soma total das menções para a 1ª e 2ª vagas na modalidade estimulada, a pesquisa de 27 de agosto registrava:
Rui Costa (PT) – 23%
Jaques Wagner (PT) – 17%
João Roma (PL) – 7%
Angelo Coronel (Republicanos) – 5%
Professora Delliana Ricelli (PSOL) – 2%
Marcelo Santtana (DC) – 1%
Marcelo Carvalho (REDE) – 1%
Marcelo Millet (PCO) – 1%
Carlos Sodré (Mobiliza) – 1%
Gregorio Gould (UP) – 0%
Brancos e nulos – 20%
Indecisos – 22%
Na modalidade espontânea ao Senado, 85% estavam indecisos. 
O levantamento anterior ouviu 900 pessoas, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi encomendado pela TV Bahia e esteve registrado sob o código BA-06206/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/gqGYUjemzcTebYu0aTOs_zkezUA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/1/AuBuUfRAmLuLBziO3wAQ/jeronimo-e-acm.jpg" medium="image"/>   <media:description>Jerônimo Rodrigues e ACM Neto</media:description>   <media:credit>Fotos: Feijão Almeida/GOVBA e Brenno Carvalho / Agência  O Globo.</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:05:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Minerais e energia dão vantagem a Brasil, mas cadeia produtiva é desafio</title>  <atom:subtitle>A avaliação é de especialistas que participaram do painel “Segurança Energética, Minerais Críticos e Cooperação Brasil - EUA”, do Fórum Agenda Global 2026</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/minerais-e-energia-dao-vantagem-a-brasil-mas-cadeia-produtiva-e-desafio.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/minerais-e-energia-dao-vantagem-a-brasil-mas-cadeia-produtiva-e-desafio.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Fc6Ju6JR5wt7DXFQNQ6NyqAs3Uw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/y/8/WDtp0PRgmp3v6Uygm6cQ/v21092026agenda96.jpg" /><br /> ]]>    A presença de minerais estratégicos e de energia renovável dá ao Brasil vantagens competitivas enormes em áreas como baterias e data centers, porém, o país deverá enfrentar um desafio de desenvolver duas cadeias produtivas. A avaliação é de especialistas que participaram do painel “Segurança Energética, Minerais Críticos e Cooperação Brasil - EUA”, do Fórum Agenda Global 2026. O evento é uma iniciativa do Valor Econômico e da Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio para o Brasil).

“O Brasil tem recursos minerais naturais em abundância, mas precisa fechar o ‘gap’ [a lacuna] no refino e processamento. Nisso a China tem vantagem competitiva colossal. O Brasil precisa tratar disso, como traz tecnologia”, afirmou Daniel Pimentel Slaviero, presidente da Copel, que participou do painel. 

Como pontos positivos, o executivo destacou a aprovação de dois marcos importantes nesses setores recentemente: a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, publicada na quarta-feira (16) pelo governo federal; e a sanção do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata), que oferece incentivos fiscais à instalação de datacenters no país. 

“Isso coloca o Brasil na mesa nessa discussão de data centers e inteligência artificial”, disse. 

Para Pablo Cesário, presidente-executivo interino do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), também destacou a aprovação da política de minerais críticos como um marco divisor de águas. 

“Acho que o marco traz inflexão, porque fala de mineração, mas também da cadeia produtiva, como desenvolve indústria, como financia tecnologia e adensa a cadeia. Essa é a mudança fundamental”, disse ele. 

Cesário se diz confiante no avanço do Brasil nesse sentido. “Não tenho dúvida de que temos capacidade para isso. De novo, mais do que reservas [minerais], em baterias nós temos um centro de pesquisa sobre eletroquímica importantíssimo no Paraná, que desenvolve um projeto de elite sobre baterias. Mais do que lítio, vamos falar sobre nióbio, sobre novas tecnologias de bateria. Então não tenho dúvidas de que a gente vai jogar na primeira linha desse jogo”, disse ele. 

O desafio de avançar da mineração até a ponta final da cadeia não é uma exclusividade do Brasil, e é uma discussão também nos Estados Unidos, destacou Gracelin Baskaran, diretora do Programa de Minerais Críticos do CSIS (Center for Strategic and International Studies). Ela avalia que o Brasil tem uma vantagem única e que será um ator-chave nesse processo. 

Baskaran também ressaltou a importância de uma coordenação entre os diferentes elos das cadeias de setores como energia e baterias. 

“O desenvolvimento de baterias requer que mineradoras trabalhem junto com fabricantes de baterias, porque um dos maiores custos de baterias é o transporte, então quanto mais perto se conseguir construir a indústria, melhor. Isso requer um trabalho conjunto através da cadeia. (...) construir baterias não é algo que as mineradoras ou que as fabricantes de baterias possam fazer sozinhas”, disse. 

Ela também destaca a importância de garantir que o desenvolvimento de infraestrutura ao redor dessa cadeia acompanhe os investimentos. 

“Há muito potencial, mas isso demanda muita coordenação do governo para garantir que todos esses atores estejam sentados à mesa e dispostos a fazer investimentos”, afirmou Baskaran.

Stella Fontes, editora-assistente de Empresas do Valor; Daniel Slaviero, CEO da COPEL; Gracelin Baskaran, diretora do Programa de Minerais Críticos, CSIS, e Pablo Cesário, presidente-executivo interino do Ibram
Vanessa Carvalho/Valor  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Fc6Ju6JR5wt7DXFQNQ6NyqAs3Uw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/y/8/WDtp0PRgmp3v6Uygm6cQ/v21092026agenda96.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:04:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ausentes de debate, Cleitinho, Patrus e Kalil são atacados por Mateus Simões e Gabriel Azevedo, em MG</title>  <atom:subtitle>Os candidatos ao governo de Minas Gerais do Republicanos, PT e PDT não compareceram ao debate desta segunda-feira (21) e viraram alvo dos postulantes do PSD e do MDB</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/ausentes-de-debate-cleitinho-patrus-e-kalil-sao-atacados-por-mateus-simoes-e-gabriel-azevedo-em-mg.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/ausentes-de-debate-cleitinho-patrus-e-kalil-sao-atacados-por-mateus-simoes-e-gabriel-azevedo-em-mg.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/EBEI7zzBG863V5tXTHLzF5pDqiY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/5/R/4r5OcnSTGPC6MNUsdEjw/montagem-gov-mg.jpg" /><br /> ]]>    Os candidatos ao governo de Minas Gerais Mateus Simões (PSD) e Gabriel Azevedo (MDB) aproveitaram a ausência de Cleitinho Azevedo (Republicanos), Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT) a um debate ao vivo nesta segunda-feira (21) na TV Record para criticar seus rivais. 

Simões subiu o tom das críticas contra Cleitinho, que tem liderado as pesquisas de intenção de votos. "Eu quero aproveitar para fazer uma pergunta aqui diretamente para o Cleitinho, que não veio, mas que deve essa explicação para o povo de Minas Gerais. Nós entregamos um hospital na sua cidade. Quanto de dinheiro você pôs para resolver esse problema? Aliás, quanto de dinheiro você pôs para resolver qualquer problema de Minas Gerais? Porque filmar buraco na estrada, eu te vejo filmando todos os dias, mas ainda não recebi nenhum centavo de repasse das suas emendas parlamentares para resolver nenhum desses problemas", questionou o atual governador e candidato à reeleição.

O pessedista acrescentou que, quem negocia as emendas do Cleitinho é o presidente do Republicanos em Minas Gerais, deputado federal Euclydes Pettersen, que foi indiciado no inquérito da Polícia Federal que apura as fraudes do INSS. 
"Pelo que eu saiba, quem negocia as suas emendas é o seu maior líder político, Euclydes Pettersen, aquele mesmo, o ladrão do INSS, que te transporta de jatinho para baixo e para cima. Cleitinho escolheu as piores pessoas para estar do lado dele", declarou Simões. 

Patrus vira alvo
Simões e Mateus também criticaram a desistência de Patrus Ananias de participar do debate. Patrus tem ficado em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, empatado com Alexandre Kalil. Os candidatos criticaram a Escola Plural, política implantada na gestão de Patrus na prefeitura de Belo Horizonte, que permitia a progressão de estudantes, mesmo sem aprovação em todas as disciplinas. 

"O Patrus Ananias, que quer voltar com aquela escola da época em que ele foi prefeito, que não ensinava os estudantes, que iam passando de ano sem saber ler e escrever. Como é que a gente vai melhorar a aprendizagem nas escolas mineiras", questionou Gabriel. "A proposta que Patrus traz é voltar a aprovar os meninos independentemente de qualquer tipo de avaliação. Desse jeito, nós não vamos continuar melhorando na educação como melhoramos nos últimos anos", respondeu Simões.

Patrus, por meio da assessoria, negou que planeje adotar o programa Escola Plural se eleito. Ele informou que sua proposta para a educação envolve o pagamento do piso nacional dos professores, ampliação do ensino integral e do ensino técnico profissionalizante e recuperação das escolas públicas.

Azevedo também disse que Kalil mentiu, quando disse, na semana passada, que participaria deste debate. "Ele mentiu. E quem promete e não cumpre, não respeita o povo mineiro", disse. Gabriel afirmou ainda que Patrus só está na campanha para "ser um palanque". "E está muito claro o motivo pelo qual ele não participa dos debates: porque ele sabe que se for para o segundo turno, é para chancelar o outro que for com ele. Ele não demonstra energia, vontade e sequer respeito", disparou Azevedo.

Kalil não é poupado
Os candidatos também não pouparam críticas a Kalil. Em um momento, Gabriel perguntou a Simões quem ele considerava o candidato mais caloteiro. "Não tenho dúvida que quem não paga nenhuma das suas dívidas é o Kalil. Deve IPTU, as empresas dele devem impostos, ele deve fornecedores, deve o pessoal que trabalhava para ele e ainda tem coragem de falar que vai resolver o problema da dívida de Minas Gerais", criticou Simões.

"Eu vou te ensinar uma coisa que seu pai talvez não tenha te ensinado. Dívida a gente paga. A gente não fica protelando para pagar depois, porque isso piora a situação lá na frente", disse o pessedista.

Gabriel citou o período em que Kalil presidiu o Atlético Mineiro. "Sei o que você fez no Atlético. Teve a Libertadores, adorei ganhar, estava ali, mas depois que eu vi o relatório do jeito que você tratava as finanças do Galo... cara, some da ideia de querer governar Minas Gerais", disse.

Cancelamentos
O deputado federal Patrus Ananias cancelou sua participação no debate uma hora antes do programa, alegando, em nota, que tomou a decisão devido à desistência de outros candidatos. "Com a desistência da metade dos candidatos que poderiam estar presentes, sobre tudo dos candidatos que têm chances reais de chegar ao segundo turno, a discussão fica esvaziada com relação aos projetos e propostas, e perde o sentido para o público", afirmou em nota. 

O ex-prefeito Alexandre Kalil afirmou, também em nota, que ele não iria ao debate porque, "como não houve confirmação dos adversários, a campanha de Alexandre Kalil considera que o debate sobre Minas Gerais fica prejudicado". Cleitinho Azevedo, segundo a emissora, não participou das conversas anteriores sobre o debate. O candidato cumpre agenda de campanha em Patrocínio e Paracatu, na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, nesta segunda-feira.

O candidato Flávio Roscoe (PL) também foi convidado para participar do debate, mas precisou cancelar a participação porque está internado no hospital Madre Teresa, com um quadro de pneumonia, sinusite e covid-19.
Os candidatos ao governo de MG Cleitinho Azevedo (Republicanos), Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT) não compareceram a debate nesta segunda-feira (21)
Foto: Divulgação  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/EBEI7zzBG863V5tXTHLzF5pDqiY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/5/R/4r5OcnSTGPC6MNUsdEjw/montagem-gov-mg.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:04:04 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Moraes é sorteado relator de ação sobre visitas de própria esposa e Vorcaro a senadores</title>  <atom:subtitle>Ministro do Supremo ainda pode se declarar impedido de analisar o caso</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/moraes-e-sorteado-relator-de-acao-sobre-visitas-de-propria-esposa-e-vorcaro-a-senadores.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/moraes-e-sorteado-relator-de-acao-sobre-visitas-de-propria-esposa-e-vorcaro-a-senadores.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/LA03VTH5CTr0PItW33PkmRfM0l8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/3/C/rpIhFpRYu1BbF9PZ1g3w/116254414-sessaoplenariaextraordinariadostf-15-09-2026-ministroalexandredemoraes-foto.jpg" /><br /> ]]>    O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), assumiu a relatoria de uma ação na corte que tem como objetivo saber se a própria esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, visitaram gabinetes de senadores entre 2019 e 2026.
A distribuição foi feita por sorteio na última sexta-feira (18), segundo o sistema do STF. Moraes pode se declarar impedido de analisar o caso. A Folha de S.Paulo procurou nesta segunda (21) a assessoria de imprensa do STF, por e-mail e por mensagem de WhatsApp, para questionar se o ministro irá se afastar da ação, mas não houve resposta.
O pedido para ter acesso aos registros de entrada e saída de Vorcaro e Viviane de Moraes do Senado foi apresentado pelo vereador de Curitiba e candidato a deputado federal Guilherme Kilter (Novo-PR).
O escritório de advocacia da mulher de Moraes firmou um contrato de R$ 131 milhões com o Banco Master. Segundo a PF, o documento foi editado pelo ministro antes de ser assinado. A banca nega irregularidades e afirma que a intervenção do magistrado se deu na condição de marido da sócia.
O candidato do Novo também solicitou a mesma informação sobre possíveis idas a gabinetes por parte de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT), Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e o sindicalista Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical).
Os três estiveram no centro da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista do Senado para apurar os descontos indevidos em aposentadorias do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O relatório final do grupo, que pedia, por exemplo, o indiciamento de Lulinha não foi aprovado. O caso é investigado também no STF.
A ação sobre o acesso aos registros chegou ao Supremo depois de Guilherme Kilter ter acionado a Justiça do Paraná diante da negativa da Ouvidora do Senado em apresentar os registros via Lei de Acesso à Informação por, segundo a Casa, serem informações de caráter pessoal.
O candidato do Novo recorreu e argumentou que a CGU (Controladoria-Geral da União) já entendeu em decisões anteriores que visitas não configuram informação pessoal. Ele incluiu o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), como polo passivo do processo.
"O registro de acesso às dependências do Senado constitui fato da vida pública, politicamente relevante e de interesse coletivo, razão pela qual deve ser submetido à coletividade pela via da transparência, de modo a viabilizar o controle social", disse o vereador.
Por ter o presidente do Senado como uma das partes do processo, que é uma autoridade com foro privilegiado, a juíza da 1ª Vara Federal de Curitiba Thaís Sampaio Machado disse que a competência para analisar o pedido cabe à Suprema Corte.
"Sendo o presidente do Senado Federal o representante máximo e integrante da Mesa Diretora daquela Casa Legislativa, a competência originária para apreciar o presente mandamus contra ato a ele atribuído ultrapassa à jurisdição desta Justiça Federal de primeiro grau", escreveu em sua decisão.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Kilter cobrou nesta segunda que Moraes se afaste da relatoria. "Por óbvio, ele deve se declarar impedido, e o processo distribuído a outro relator, já que envolve diretamente sua esposa", afirmou.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/LA03VTH5CTr0PItW33PkmRfM0l8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/3/C/rpIhFpRYu1BbF9PZ1g3w/116254414-sessaoplenariaextraordinariadostf-15-09-2026-ministroalexandredemoraes-foto.jpg" medium="image"/>   <media:description>Ministro Alexandre de Moraes</media:description>   <media:credit>Rosinei Coutinho/STF/Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:02:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>ICE oculta localização de milhares de detidos com ordem definitiva de deportação</title>  <atom:subtitle>Medida ressalta a linha dura da ofensiva migratória de Trump, ao tornar milhares de detidos extremamente difíceis de rastrear e potencialmente incapazes de exercer opções legais à sua disposição</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/ice-oculta-localizacao-de-milhares-de-detidos-com-ordem-definitiva-de-deportacao.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/ice-oculta-localizacao-de-milhares-de-detidos-com-ordem-definitiva-de-deportacao.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/5AFlDHGvKVapKrC5dPapC5O3-9w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/2/2dwsc9T4KI32YXt9hBlA/ap26264632364820.jpg" /><br /> ]]>    O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) deixou de divulgar publicamente onde mantém milhares de detidos sujeitos a ordens definitivas de deportação, uma medida não anunciada que tornou muito mais difícil para advogados e familiares localizá-los, segundo funcionários e ex-funcionários familiarizados com a prática.
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O ICE retirou esses detidos de seu sistema online de localização em 15 de setembro, de acordo com três funcionários e ex-funcionários da agência que falaram sob condição de anonimato porque não estavam autorizados a comentar a mudança. Vários advogados contatados pela Associated Press confirmaram que seus clientes desapareceram do sistema nesta semana, e a Associação Americana de Advogados de Imigração alertou seus membros sobre a situação na sexta-feira.
A medida representa uma mudança drástica em relação à prática anterior e ressalta a linha dura da ofensiva migratória do presidente Donald Trump, ao tornar milhares de detidos extremamente difíceis de rastrear e potencialmente incapazes de exercer todas as opções legais à sua disposição.
A prática, que se aplica a detidos que receberam ordens definitivas de expulsão de um tribunal de imigração, pode acelerar as deportações ao dificultar a apresentação de contestações judiciais de última hora, disseram advogados de imigração. Quase 16 mil pessoas presas e encaminhadas à detenção do ICE em julho estavam sujeitas a ordens definitivas de expulsão, mais de um terço do total de pessoas que ingressaram no sistema, conforme dados do ICE obtidos pelo Deportation Data Project, sediado na Universidade da Califórnia em Berkeley e na UCLA.
A prática não se aplica a detidos mantidos em um centro de detenção em Adelanto, na Califórnia, nem em centros temporários de detenção em Minneapolis, na cidade de Nova York ou nos subúrbios de Chicago, disseram as fontes. Vários juízes determinaram que o ICE inclua os detidos nessas instalações no sistema online de localização imediatamente após sua chegada, como parte de processos judiciais sobre suas práticas de detenção.
O distintivo de um agente do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), durante uma feira de empregos da agência
AP Photo/Julio Cortez
Advogados e familiares ficam angustiados com falta de informações 
O esforço para ocultar a localização dessas pessoas se soma às medidas pelas quais o governo Trump tornou mais difícil a vida dos detidos e de suas famílias, ao mesmo tempo que aumentou a pressão para que desistam de recursos e aceitem a deportação.
O ICE não tornou a medida pública e, em comunicado enviado à AP, não a confirmou nem a negou. O comunicado afirma que os detidos com ordens definitivas de expulsão têm prioridade para deportação, mesmo enquanto a agência enfrenta um “número histórico de medidas cautelares” emitidas por tribunais para suspender expulsões individuais.
Como resultado da mudança, advogados e familiares perderam o paradeiro de seus clientes e entes queridos sem qualquer explicação, o que é especialmente preocupante porque os detidos são frequentemente transferidos para novas instalações antes de serem deportados, disse Greg Chen, diretor sênior de relações governamentais da Associação Americana de Advogados de Imigração.
“As famílias entram em pânico porque acham que a pessoa foi deportada e não sabem onde ela pode estar”, disse Chen. “Do lado dos advogados, isso tem sérias implicações para a capacidade de entrar em contato com o cliente. Sem dúvida, tem implicações sobre como isso vai interferir na relação entre advogado e cliente.”
O Departamento de Segurança Interna (DHS), ao qual o ICE está subordinado, sustenta que as pessoas sujeitas a ordens definitivas de expulsão tiveram direito ao devido processo legal. Isso geralmente significa que um juiz de imigração determinou sua expulsão após uma audiência, inclusive nos casos em que os imigrantes não compareceram, e que a decisão foi mantida em recurso ou não foi contestada.
Detidos com ordens definitivas de expulsão ainda têm opções de recurso
Ainda assim, esses detidos têm opções para contestar sua detenção e expulsão, incluindo pedir a reabertura do caso ou apresentar o que é conhecido como um pedido de habeas corpus para solicitar a um juiz que determine sua libertação por razões constitucionais. Juízes federais emitiram milhares de decisões determinando que detidos sejam libertados ou tenham direito a audiências para concessão de fiança.
Os centros de detenção do ICE abrigavam mais de 65 mil pessoas no início de julho, segundo os dados mais recentes disponíveis. Cerca de 30% delas provavelmente têm ordens definitivas de expulsão, disse Michelle Mendez, diretora jurídica do National Immigration Project.
Nos últimos meses, foram emitidas mais ordens definitivas de expulsão contra pessoas que não compareceram às audiências porque os tribunais de imigração do governo adotaram medidas que dificultaram a participação nesses procedimentos e a reabertura desses casos, explicou.
“Para mim, é simplesmente mais uma forma de fazer as pessoas desaparecerem”, disse Mendez. “Por que faríamos isso nos Estados Unidos? É algo que, se ouvíssemos que estava acontecendo em outro país, nos faria ficar preocupados com os direitos individuais e o devido processo legal.”
Algumas pessoas com ordens definitivas de expulsão também têm proteções legais contra a deportação para seus países de origem, com base na possibilidade de serem torturadas ou perseguidas. Muitas delas enfrentam a expulsão para terceiros países com os quais não têm vínculos, e sua retirada do sistema do ICE tornará mais difíceis as contestações judiciais, disseram os advogados.
Autoridades utilizam armas não letais perto de uma manifestação no local onde um homem foi baleado dentro de seu veículo por um agente do ICE, no domingo, 20 de setembro de 2026, em Austin, no Texas
AP/Joel Angel Juarez
Advogados dizem que clientes desapareceram do sistema de localização 
O ICE lançou seu sistema online de localização de detidos em 2010 para permitir que familiares, advogados e o público procurassem pessoas sob custódia. Antes disso, era necessário telefonar para escritórios regionais do ICE ou para centros de detenção específicos na tentativa de localizá-las.
Muitos defensores dos direitos dos imigrantes e parlamentares têm reclamado que o sistema é atualizado com muita lentidão e contém informações imprecisas ou ausentes em excesso, o que permite que o ICE mantenha a localização de detidos oculta por dias ou semanas. Entre os que não aparecem no sistema estão menores de idade, pessoas mantidas sob custódia da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA por menos de 48 horas e detidos que estão sendo transferidos.
Mas a exclusão dos detidos com ordens definitivas de expulsão aparentemente não tem precedentes, disseram vários advogados de imigração. Atenas Burrola Estrada, vice-diretora de programas do Amica Center for Immigrant Rights, afirmou que “todos e cada um de nossos clientes que têm uma ordem definitiva desapareceram do sistema de localização”, incluindo um total de 17 até segunda-feira.
Entre os que desapareceram do sistema estão oito homens somalis detidos na base militar dos EUA na Baía de Guantánamo, em Cuba, segundo uma de suas advogadas, My Khanh Ngo, da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU). Ela afirmou que a mudança pode tornar “quase impossível”, em alguns casos, que as pessoas contestem sua expulsão.
“Se você não consegue encontrar seu cliente, não sabe o que está acontecendo com ele e não consegue levar essas informações ao tribunal para impedir sua expulsão”, afirmou.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/5AFlDHGvKVapKrC5dPapC5O3-9w=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/2/2dwsc9T4KI32YXt9hBlA/ap26264632364820.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:01:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>“Bem-vindos ao luxo”: facelift reforça imagem de corretora de alto padrão</title>  <atom:subtitle>Premiada no mercado imobiliário de luxo, Mônica Poplawski aposta na cirurgia plástica como parte de um investimento em imagem, confiança e posicionamento diante das câmeras</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/bemvindos-ao-luxo-facelift-reforca-imagem-de-corretora-de-alto-padrao-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/bemvindos-ao-luxo-facelift-reforca-imagem-de-corretora-de-alto-padrao-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/j23mcFfALTHuU0I46pW-kLwwzC4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/L/b/D7boMKRtKJOUIHqTzcCg/publicador-api-valor-pulse-brand-100-0e2e4eb7-d082-43d6-887a-0169fbdfdda9.jpeg-20260921170112" /><br /> ]]>    O facelift ganhou novo protagonismo entre as cirurgias plásticas faciais. Em 2024, foram realizados cerca de 737 mil procedimentos no mundo, segundo levantamento da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). Só no Brasil, foram aproximadamente 121,5 mil facelifts no período. O país realizou ainda 2,35 milhões de cirurgias plásticas no total, ocupando a primeira posição mundial em procedimentos cirúrgicos.
É nesse cenário que Mônica Poplawski, corretora especializada no mercado imobiliário de luxo em Alphaville, São Paulo, decidiu fazer seu mais recente investimento: desta vez, na própria imagem.
Reconhecida com o prêmio de melhor corretora de luxo do Brasil e conhecida nas redes sociais pelo bordão "Bem-vindos ao luxo", Mônica utiliza a própria imagem como uma das ferramentas de seu trabalho. É diante das câmeras que apresenta imóveis de alto padrão, conversa com potenciais compradores e fortalece sua marca pessoal.
Com o aumento da exposição nos vídeos, porém, algumas mudanças provocadas pelo envelhecimento começaram a incomodá-la, especialmente na região das bochechas. A decisão foi realizar um facelift associado ao tratamento do pescoço e à blefaroplastia.
"Para mim, o lifting facial foi muito além de uma escolha estética. Foi uma decisão de investir em mim, na minha imagem e na maneira como me apresento profissionalmente", conta Mônica.
"Atuo no mercado imobiliário de luxo, em que imagem, presença e confiança fazem parte da relação com os clientes. Durante as gravações dos meus imóveis, eu já percebia que o meu rosto estava me incomodando, principalmente a região das bochechas, e isso começou a interferir na minha segurança diante das câmeras".
A cirurgia
O procedimento foi realizado pelo cirurgião plástico Dr. José Cury (CRM-SP 150220 | RQE 82241), médico com atuação em São Paulo e experiência em cirurgias faciais. Ao longo de sua carreira, Cury passou a atender personalidades, artistas e influenciadores, além de pacientes de diferentes regiões do Brasil e do exterior.
No caso de Mônica, o planejamento cirúrgico buscou tratar diferentes sinais do envelhecimento facial preservando suas características.
"A Mônica é uma mulher brilhante e uma das maiores referências no mercado imobiliário de luxo do país. No trabalho dela, a imagem e a presença digital são extensões diretas do seu posicionamento e da sua autoridade. Por isso, o procedimento vai muito além da estética: é sobre resgatar uma autoestima que se reflete diretamente na confiança dela frente às câmeras e no dia a dia", afirma Cury.
Segundo o médico, a cirurgia envolveu o tratamento da flacidez do pescoço e das bandas platismais, estruturas musculares que podem se tornar mais aparentes com o envelhecimento, além do reposicionamento dos tecidos do terço médio da face e da blefaroplastia.
"No caso dela, desenhamos um tratamento facial completo focado em trazer jovialidade com extrema naturalidade. Tratamos a flacidez do pescoço e a separação das bandas platismais, devolvemos a sustentação da musculatura do terço médio da face que cedeu com o tempo e realizamos a blefaroplastia para suavizar o olhar cansado e remover as bolsas de gordura. O resultado é uma estrutura facial redefinida, sem excessos de pele, que devolve à Mônica a energia e o vigor que ela já transmite na sua trajetória profissional", explica o cirurgião.
Para Mônica, o resultado ultrapassa a mudança percebida no espelho e chega justamente ao ponto que motivou a decisão: sua relação com a própria imagem profissional.
"Hoje, com o resultado já aparente, me sinto mais confiante para gravar, me posicionar e, principalmente, me conectar com os meus clientes. Eu não queria mudar quem eu sou, mas fazer com que a minha imagem refletisse a mulher que eu me sinto por dentro", afirma.
Em uma carreira na qual presença, comunicação e imagem caminham lado a lado, a corretora resume a cirurgia não como uma tentativa de transformação, mas como um investimento na marca que leva seu próprio nome.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/j23mcFfALTHuU0I46pW-kLwwzC4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/L/b/D7boMKRtKJOUIHqTzcCg/publicador-api-valor-pulse-brand-100-0e2e4eb7-d082-43d6-887a-0169fbdfdda9.jpeg-20260921170112" medium="image"/>   <media:description>Mônica Poplawski, corretora especializada no mercado imobiliário de luxo em Alphaville, São Paulo, utiliza a própria imagem como uma das ferramentas de seu trabalho.</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 20:01:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>AstraPay desenvolve tecnologia que ‘traduz’ o Pix para outros canais e faz acordo com gigante chinesa UnionPay</title>  <atom:subtitle>Com a interoperabilidade internacional do sistema de pagamentos instantâneos, a AstraPay faz a transação e um banco parceiro realiza a operação de câmbio</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/astrapay-desenvolve-tecnologia-que-traduz-o-pix-para-outros-canais-e-faz-acordo-com-gigante-chinesa-unionpay.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/astrapay-desenvolve-tecnologia-que-traduz-o-pix-para-outros-canais-e-faz-acordo-com-gigante-chinesa-unionpay.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/vWImDxbhmoNMUOj8Z7KCa2ZG2TI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/9/y/DEHm97ReuiIaaA4BMiAQ/1666439996176.jpg" /><br /> ]]>    Fundada em 2024 por Alexandre Oliveira Mota, a AstraPay desenvolveu uma tecnologia que “traduz” o Pix e, assim, possibilita a conexão do sistema de pagamentos instantâneos brasileiro com outros canais, inclusive de empresas de outros países, criando assim uma espécie de “Pix internacional”. A companhia fez um acordo com a bandeira chinesa de cartões UnionPay e colocou o sistema em produção em julho.
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/vWImDxbhmoNMUOj8Z7KCa2ZG2TI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/9/y/DEHm97ReuiIaaA4BMiAQ/1666439996176.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:58:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Após derrotas nas eleições regionais, governo da Alemanha articula desconto na gasolina</title>  <atom:subtitle>Sem sinais de arrefecimento do conflito no Oriente Médio, Berlim busca novas medidas de apoio a consumidores e empresas, para conter a ascensão da extrema direita</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/aps-derrotas-nas-eleies-regionais-governo-da-alemanha-articula-desconto-na-gasolina.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/aps-derrotas-nas-eleies-regionais-governo-da-alemanha-articula-desconto-na-gasolina.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/bl16MBxdOg8DhQwVHpA3oPH24TA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/e/pk9aAvSCan7MO5YpQ2MQ/2026-04-24t100950z-1636101438-rc2mvkalhouq-rtrmadp-3-germany-politics-klingbeil.jpg" /><br /> ]]>    Em meio a derrotas para a esquerda e também para a extrema direita em eleições regionais pelo país, o governo da Alemanha, sob liderança da União Democrata-Cristã (CDU) do chanceler Friedrich Merz,  planeja aprovar desconto para o preço da gasolina com implementação a partir de 1º de outubro, conforme o Ministério das Finanças.

Projeto de lei sobre a questão foi concluído no fim de semana e deve ser aprovado por ambas as casas do Parlamento ainda nesta semana, disse o porta-voz do ministério, relata a Reuters.

A queda na popularidade de Merz ao longo de apenas 16 meses no cargo é  excepcionalmente acentuada, em especial para um líder que tomou medidas ousadas, seja nos investimentos em infraestrutura, nos gastos com defesa e no apoio à Ucrânia, reporta o jornal Financial Times.

Um corte emergencial  nos impostos sobre combustíveis, anunciado às pressas pelo governo federal na sexta-feira à noite, é um lembrete de que a Alemanha ainda possui alguma margem de manobra fiscal que os vizinhos não têm, acrescenta o jornal.

Os mercados futuros de petróleo sinalizam que os investidores não esperam uma queda de preços da commodity no curto prazo. Como o conflito no Oriente Médio não dá sinais de arrefecimento, o governo alemão foi forçado a implementar novas medidas de apoio a consumidores e empresas, em tentativa de conter o descontentamento público e a ascensão, em especial, da extrema direita nas eleições regionais.

O governo alemão já estava sob pressão para agir rapidamente antes das eleições realizadas no domingo em Berlim e na região de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, no nordeste do país, onde o partido de Merz sofreu sua pior derrota  do pós-guerra.

Ainda na sexta-feira, o governo federal anunciou que reduzirá os impostos sobre a gasolina e o diesel em € 0,17 por litro, dias depois de Merz prometer alívio para consumidores e empresas afetados pela alta dos preços dos combustíveis.

Um porta-voz do Ministério das Finanças afirmou que o objetivo é recuperar esse dinheiro por meio de um imposto sobre o lucro excedente gerado por empresas do setor de energia.

Os ministros de Finanças da União Europeia discutiram na sexta-feira a possibilidade de impor um imposto sobre lucros extraordinários, em todo o bloco, às empresas de energia que se beneficiaram da alta dos preços do petróleo e gás após o fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã — novas negociações estão previstas para outubro.

O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, do Partido Social-Democrata (SPD), parceiro minoritário da coligação de governo, tem defendido a criação de um imposto sobre lucros extraordinários, enquanto a ministra da Economia, Katherina Reiche, e Merz, do partido conservador CDU, rejeitam a ideia. A disputa ilustra as crescentes divisões entre os parceiros da coalizão, o que ameaça a agenda de reformas para revitalizar a economia alemã.

A estimativa é de que o desconto no preço do combustível custará à federação e aos governos regionais cerca de 2,5 bilhões de euros. Os contratos futuros de petróleo continuam a ser negociados acima de US$ 100 por barril, em nível cerca de 50% superior ao que precedeu a guerra dos EUA no Irã.

Em abril, a Alemanha aprovou um bônus de alívio fiscal de até € 1.000 para trabalhadores e um desconto no combustível para maio e junho, como parte de um pacote para atenuar o impacto do aumento dos preços da gasolina.

O alívio no preço dos combustíveis para consumidores e empresas custou 1,6 bilhão de euros e, durante os dois meses em que esteve em vigor, a inflação diminuiu. Contudo, a inflação voltou a subir no país em julho com o fim do incentivo governamental, e a decorrente da energia avançou para 8,3%, comparada a 3,4% no mês anterior.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/bl16MBxdOg8DhQwVHpA3oPH24TA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/e/pk9aAvSCan7MO5YpQ2MQ/2026-04-24t100950z-1636101438-rc2mvkalhouq-rtrmadp-3-germany-politics-klingbeil.jpg" medium="image"/>   <media:description>O ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil, faz uma declaração à imprensa no dia do debate sobre a redução dos impostos sobre energia na câmara baixa do parlamento</media:description>   <media:credit>Reuters/Nadja Wohlleben</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:50:59 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>CIOs priorizam alinhamento entre TI e negócios</title>  <atom:subtitle>Pesquisa da Experis mostra que 48% dos CIOs priorizam o alinhamento entre TI e negócios para demonstrar o retorno dos investimentos em IA. No Brasil, empresas também indicam maior disposição para remunerar profissionais com habilidades em inteligência artificial</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/cios-priorizam-alinhamento-entre-ti-e-negocios-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/cios-priorizam-alinhamento-entre-ti-e-negocios-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Ec5fftYBAeLNm59UFakgoo7Bu0o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/4/Q/0GbcmNS3CAbiBmqnFRjA/publicador-api-valor-dino-100-33e4e242-67f5-4351-ba40-39a314bcc5c8.jpg-20260921163300" /><br /> ]]>    Apenas 17% dos CIOs classificam a entrega de soluções de IA como uma responsabilidade central do cargo, mesmo com 54% dos líderes de tecnologia relatando ROI positivo nesses investimentos. É o que revela o CIO 2026 Outlook, relatório da Experis, divisão do ManpowerGroup especializada em soluções tecnológicas, com base em uma pesquisa realizada com 1.930 líderes seniores de tecnologia em 12 países.
Essa pressão por resultados pode redefinir as prioridades do cargo. Pela primeira vez, o alinhamento entre a estratégia de TI e os objetivos de negócios superou o fortalecimento da cibersegurança, citado por 37% dos entrevistados como a ação mais mencionada pelos CIOs. O alinhamento foi apontado por 48% dos executivos, ante 34% em 2025.
O avanço em escala, no entanto, ainda enfrenta desafios estruturais. Para 44% dos entrevistados, acompanhar a velocidade das mudanças tecnológicas é o principal obstáculo da gestão. Além disso, 61% afirmam que a alta diretoria das empresas ainda não compreende plenamente o papel e as responsabilidades do CIO, percentual que era de 49% em 2025.
"Na América Latina, vemos uma dupla realidade: de um lado, organizações que estão acelerando a adoção de inteligência artificial; e, de outro, uma lacuna importante no alinhamento entre tecnologia e negócios. O desafio para os CIOs na região não é apenas demonstrar o ROI, mas fazer isso em contextos em que a maturidade digital ainda é desigual", destaca Jorge Gamero, diretor da Experis para a América Latina.
Essa exigência por governança e entregas práticas na era da IA também se traduz, no Brasil, em disposição para investir em talento. Dados da Pesquisa de Expectativa de Emprego mostram que os empregadores do país estão mais dispostos a pagar salários premium por competências que sustentem essa transição tecnológica.
"Nos mercados latino-americanos, o papel do CIO está evoluindo rapidamente para uma função mais estratégica, mas ainda há uma oportunidade de fortalecer a compreensão desse papel no negócio. Sem esse alinhamento, mesmo as iniciativas de IA podem ficar no nível das expectativas e não gerar impacto", conclui Gamero.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Ec5fftYBAeLNm59UFakgoo7Bu0o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/4/Q/0GbcmNS3CAbiBmqnFRjA/publicador-api-valor-dino-100-33e4e242-67f5-4351-ba40-39a314bcc5c8.jpg-20260921163300" medium="image"/>   <media:description>Pressmaster</media:description>   <media:credit>Pressmaster</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:33:18 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Jimo completa 70 anos com inovação, expansão e gestão da terceira geração</title>  <atom:subtitle>Empresa gaúcha e familiar transforma tradição de sete décadas em estratégia de crescimento, amplia presença no Sudeste e aposta em novas categorias para acompanhar a evolução do consumidor</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/jimo-completa-70-anos-com-inovacao-expansao-e-gestao-da-terceira-geracao-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/jimo-completa-70-anos-com-inovacao-expansao-e-gestao-da-terceira-geracao-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Qw4S9TJ2DX3P5f_YkDfwsre04iA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/1/9/6qo0UqTOiMuJEryGfRsA/publicador-api-valor-pulse-brand-100-4e9a8b4a-e7a7-4987-910e-ede842207f23.jpg-20260921163012" /><br /> ]]>    Em um mercado marcado por mudanças no comportamento de consumo, avanço do varejo digital e busca crescente por produtos mais eficientes e práticos, completar 70 anos de operação é, para poucas empresas brasileiras, mais do que um marco histórico. É também uma prova de capacidade de adaptação. É nesse contexto que a Jimo, indústria química 100% brasileira e familiar, chega a 2026 com a terceira geração da família Morandi à frente dos negócios e uma estratégia de expansão que combina tradição, inovação e ampliação de mercado.
Fundada em 1956 pelo casal de químicos Julio e Ieda Morandi, a empresa nasceu produzindo inseticidas domésticos e hoje reúne 132 produtos distribuídos em 11 categorias, que vão de cuidados com a casa e madeira a produtos para carros, obras, pets, indústria e operações de terceirização e private label. A marca está presente em mais de 100 mil pontos de venda no Brasil e no exterior e exporta para países da América Latina, Caribe e África.
A trajetória construída ao longo de sete décadas vem acompanhada de uma agenda de crescimento. Durante os grandes eventos que participou nos últimos anos, como APAS Show 2026, Construsul 2026 e Expocomer 2025, no Panamá, a Jimo anunciou metas de 20% de crescimento no faturamento em 2026 e, especificamente no canal alimentar do Sudeste, objetivo de 50% de crescimento de faturamento e 20% de aumento no número de clientes nos próximos 12 meses.
O movimento representa uma mudança importante na estratégia comercial da companhia, historicamente muito associada às categorias de materiais de construção e produtos especializados. A expansão do canal alimentar aproxima a marca de um consumidor mais amplo e acompanha uma transformação no próprio varejo, em que conveniência, disponibilidade e rapidez na decisão de compra ganham cada vez mais relevância.
"O que nos mantém relevantes é a mesma paixão que uniu Julio e Ieda Morandi há 70 anos: sonhar na química para melhorar a vida das pessoas. Isso, somado à capacidade de renovar o portfólio constantemente sem abrir mão da qualidade, é o que sustenta a marca até hoje", afirma Felipe Morandi, diretor da Jimo.
De um produto icônico a um portfólio de novas soluções
Um dos principais ativos da companhia é justamente a capacidade de combinar produtos de longa trajetória com lançamentos voltados a novas necessidades do consumidor. O Jimo Cupim, criado ainda nos anos 1960, permanece como um dos símbolos da marca e foi eleito pela 25ª vez consecutiva o melhor produto da categoria cupinicida no Prêmio Top of Mind, organizado pela Revista Revenda.
Ao mesmo tempo, a empresa vem ampliando sua atuação com produtos como Jimo Mata Mofo, Jimo Repel Xtreme, Jimo Multi-Inseticida Jimo Origem, Jimo Desamassa Aerossol e Jimo Antitraça de Alimentos, lançados entre o final de 2025 e a primeira metade de 2026. A estratégia acompanha tendências como praticidade, multifuncionalidade, proteção prolongada e soluções específicas para diferentes necessidades domésticas. Entre os itens de giro mais recente, destacam-se ainda Jimo Limpa Vidros, Jimo Limpa Box e a linha Jimo Lava-Louças, apontados pela empresa como os produtos com maior crescimento nos últimos anos.
Parte desse desempenho está ligada a tecnologias e fórmulas próprias desenvolvidas pela companhia, como a tecnologia de nanopartícula usada na linha Cupim Base Água e a fórmula exclusiva do Água-Repelente. A Jimo também destaca possuir a linha mais completa de soluções para lava-louças e a linha mais completa de inseticidas do mercado em que atua.
"Nossa estratégia é olhar para os mercados mais avançados, entender as transformações de comportamento e traduzir essas tendências em soluções que façam sentido para o consumidor brasileiro", explica André Morandi, diretor da companhia.
A inovação também aparece na estrutura industrial. Na década de 2020, a Jimo ampliou sua capacidade fabril, criou novos laboratórios, implantou um novo parque de tanques e ampliou suas linhas de prensas. A empresa mantém sua sede e fábrica em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, e um centro de distribuição em Guarulhos, São Paulo. E em 2027, ampliará sua área produtiva/industrial em 50%.
Tradição como ativo de negócio
Para uma companhia familiar, chegar à terceira geração mantendo a marca ativa em um mercado competitivo também representa um desafio de gestão. Na Jimo, a tradição é tratada como um ativo que precisa coexistir com renovação constante de produtos, canais e comunicação.
A empresa conta atualmente com cerca de 220 colaboradores e mantém uma operação diversificada entre varejo, atacados, atacarejos, lojas especializadas, materiais de construção, exportação e produção para marcas parceiras.
A expansão também ocorre internacionalmente. A Jimo exporta atualmente para Uruguai, Paraguai, Argentina, Chile, Peru, Equador, República Dominicana, Guatemala, Porto Rico, El Salvador, Panamá, Costa Rica e Angola.
Esse equilíbrio entre legado e renovação está no centro da estratégia para os próximos anos. "O consumidor pode esperar muitos lançamentos, maior facilidade de encontrar os produtos, mas com a qualidade e a responsabilidade que nos caracteriza há 70 anos", finaliza André Morandi.
Presença digital e institucional
A construção da marca também passa pela comunicação. A Jimo mantém um blog institucional com conteúdo educativo publicado quase semanalmente, além de presença ativa em Instagram, YouTube, Facebook e LinkedIn. Em 2026, a companhia reforçou essa estratégia com a campanha "Jimo 70 Anos", destacada em seu site institucional, e segue investindo na ampliação de sua presença digital sem abrir mão da proximidade construída nos canais físicos ao longo de décadas.
Sobre a Jimo
Fundada em 1956, a Jimo é uma empresa gaúcha, 100% brasileira e familiar, atualmente conduzida pela terceira geração da família Morandi. Com sede e fábrica em Cachoeirinha (RS), a companhia possui 11 linhas de produtos e 132 itens em seu portfólio, atuando nos segmentos de lava-louças, cuidados para casa, carro, madeira, obra, controle de insetos, pets, indústria e terceirização/private label. A marca está presente em mais de 100 mil pontos de venda e exporta para 13 países. Em 2026, celebra 70 anos de história com o propósito de "sonhar na química para uma vida melhor".
https://www.jimo.com.br/
Informações à Imprensa: AGÊNCIA VIVA
Renata Nascimento - renata@agenciaviva.com
Andressa Bregalanti - andressa@agenciaviva.com  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Qw4S9TJ2DX3P5f_YkDfwsre04iA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/1/9/6qo0UqTOiMuJEryGfRsA/publicador-api-valor-pulse-brand-100-4e9a8b4a-e7a7-4987-910e-ede842207f23.jpg-20260921163012" medium="image"/>   <media:description>André Morandi e Felipe Morandi</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:30:26 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Migração estruturada para nuvem fortalece PMEs e setores da economia digital</title>  <atom:subtitle>Brasil avança na soberania digital com a consolidação da Nuvem de Governo, gerida por Serpro e Dataprev, reforçando a importância de infraestruturas resilientes e seguras para a continuidade operacional. Para o especialista em modernização de infraestrutura e migração para nuvem Eric Rathsan, a adoção de arquiteturas seguras, escaláveis e em conformidade tornou-se uma decisão estratégica para fortalecer a resiliência operacional e a competitividade de PMEs e setores críticos da economia</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/migracao-estruturada-para-nuvem-fortalece-pmes-e-setores-da-economia-digital-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/migracao-estruturada-para-nuvem-fortalece-pmes-e-setores-da-economia-digital-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Szjz-k23FTdnMO12wpzXjF3ROlQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/u/4/xWjj5LR2ulGuTB6vdV7w/publicador-api-valor-pulse-brand-100-2b73a075-13b0-4ead-b138-51f5389eabda.jpg-20260921162830" /><br /> ]]>    Nos últimos meses, o Brasil reforçou seu movimento rumo à soberania digital com a consolidação da Nuvem de Governo, uma infraestrutura estatal estratégica para armazenamento e processamento de dados públicos sob gestão do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev). A consolidação da nuvem de governo no Brasil, apontada pelo Ministério da Gestão como eixo de soberania e proteção de dados, reforça a diretriz de serviços digitais com infraestrutura própria e regras claras de governança.
Em paralelo, análises especializadas indicam que soberania digital e segurança da informação passaram a ocupar papel estruturante nas estratégias institucionais e econômicas relacionadas à gestão de dados públicos e privados. Nesse contexto, organizações de todos os portes têm acelerado a adoção de arquiteturas resilientes e modelos de governança em nuvem para alinhar operações a requisitos regulatórios, continuidade operacional e escalabilidade. A migração estruturada para cloud deixou de ser apenas uma escolha tecnológica e passou a representar um fator crítico para a competitividade, estabilidade operacional e integração de empresas aos ecossistemas digitais que sustentam cadeias produtivas modernas. Esse movimento reflete a crescente dependência de infraestruturas digitais seguras e resilientes para sustentar operações empresariais críticas em ambientes regulados e interconectados.
Para pequenas e médias empresas (PMEs), a adoção de estruturas formais de governança, como destaca o portal da IBM, pode reduzir riscos de continuidade operacional e manter conformidade em ambientes regulados. Eric Rathsan, especialista em modernização de infraestrutura digital e migração corporativa para nuvem, com mais de 25 anos de experiência em Tecnologia da Informação (TI), sendo os últimos 13 dedicados a projetos de migração de data centers, modernização de sistemas legados, desenho de arquiteturas resilientes com estratégias de disaster recovery e iniciativas de transformação digital, explica que PMEs e setores críticos da economia se beneficiam significativamente ao tratar a governança de TI como um pilar estratégico do negócio, estabelecendo papéis, controles e métricas desde o desenho arquitetural. Ele defende que, frameworks de governança conectam risco, compliance e desempenho, permitindo que organizações ampliem suas operações com segurança e previsibilidade em ambientes digitais cada vez mais interdependentes. "A maturidade de governança é o que permite crescer sem fragilizar a operação; sem isso, a nuvem vira um somatório de riscos, não de eficiência", afirma.
O mercado global de serviços de migração para nuvem, estimado pela Mordor Intelligence, aponta expansão contínua até 2031 impulsionada por requisitos crescentes de governança, automação e resiliência operacional. Segundo Rathsan, "a migração estruturada para ambientes de nuvem seguros, escaláveis e em conformidade deixou de representar apenas uma modernização tecnológica e passou a constituir um fator estratégico para garantir continuidade operacional, resiliência, eficiência e competitividade em organizações de diferentes portes". Para PMEs e setores críticos da economia, a adoção de arquiteturas em nuvem permite modernizar infraestruturas digitais sem as barreiras de custo e complexidade associadas a data centers próprios, ao mesmo tempo em que fortalece governança, compliance e flexibilidade operacional em ambientes cada vez mais integrados às cadeias produtivas digitais.
A modernização também alcança as PMEs, que enfrentam desafios relacionados a custos, qualificação técnica e integração de sistemas legados. A transformação digital desse segmento exige estratégias estruturadas e rotas progressivas de adoção, compatíveis com restrições orçamentárias e limitações operacionais típicas de ambientes híbridos. Para Rathsan, a definição de metas graduais e indicadores de resiliência operacional reduz riscos durante processos de modernização e evita retrocessos técnicos. Segundo ele, abordagens baseadas em padronização arquitetural, incluindo identidade digital, políticas de backup e observabilidade, permitem que PMEs fortaleçam sua continuidade operacional e ampliem sua capacidade de integração com ecossistemas digitais cada vez mais interdependentes.
Nesse contexto, Rathsan destaca que a maturidade em nuvem das organizações exige integração entre resiliência operacional, governança e sustentabilidade das infraestruturas digitais. Segundo ele, essa evolução não depende apenas da adoção de novas tecnologias, mas do alinhamento entre continuidade de negócios, conformidade regulatória e design arquitetônico estruturado para apoiar iniciativas de modernização voltadas à resiliência de infraestruturas críticas e à integração de pequenas e médias empresas em ecossistemas digitais cada vez mais interdependentes. Para o especialista, o líder de iniciativas de migração para nuvem deve ser capaz de coordenar equipes técnicas multidisciplinares, gerenciar riscos em transições de sistemas complexos e projetar arquiteturas estratégicas capazes de sustentar operações críticas em ambientes corporativos distribuídos.
A trajetória de Eric Rathsan inclui liderança de programas de Transition &amp; Transformation (T&amp;T) voltados à modernização de ambientes corporativos críticos com altos requisitos de disponibilidade e continuidade operacional. Entre esses projetos, destacam-se iniciativas em setores como agronegócio, energia, manufatura global e o setor automotivo, incluindo migrações conduzidas em múltiplas ondas planejadas, com redução expressiva do Custo Total de Propriedade (TCO). Também há projetos de consolidação de data centers em larga escala, abrangendo ambientes físicos e virtuais; migrações globais de sistemas SAP e não-SAP para Nuvens Públicas ou Privadas, com downtime controlado, assegurando estabilidade operacional durante a transição de plataformas estratégicas.
Além dessas iniciativas, Rathsan também esteve à frente de iniciativas técnicas de alta complexidade voltadas à modernização de ambientes corporativos e à otimização de infraestruturas críticas, incluindo projetos de consolidação de data centers, virtualização de plataformas corporativas e migração de sistemas legados para ambientes de nuvem híbrida. Seu trabalho envolveu ganhos mensuráveis de eficiência operacional, redução de riscos associados a ambientes distribuídos e melhoria da disponibilidade de sistemas estratégicos. Além disso, participou de fóruns técnicos internacionais e iniciativas colaborativas com fabricantes globais de tecnologia voltadas à modernização de infraestruturas digitais corporativas, contribuindo para a adoção de práticas arquiteturais alinhadas às demandas contemporâneas de continuidade operacional, segurança digital e transformação de ambientes corporativos complexos.
O especialista também coordenou iniciativas de remediação de licenciamento corporativo em ambientes críticos, alcançando reduções de até 80% em custos e plena conformidade contratual, além de projetos de modernização de ambientes SAP com taxas de sucesso pós-implantação superiores a 99%; incluindo conversões completas de ambiente SAP ECC para S/4HANA integralmente migrado para a nuvem pública (AWS, Azure e/ou SAP Rise). Sua atuação incluiu ainda migrações para arquiteturas de alta disponibilidade e ambientes de Disaster Recovery testados em setores como energia, manufatura e telecomunicações. Segundo ele, a padronização de guias documentados de processos de TI e o uso de métricas estruturadas de aceitação aceleram a maturidade operacional no período pós-migração. "A combinação entre ajuste contínuo dos recursos de computação, observabilidade e políticas de ciclo de vida reduz o Custo Total de Propriedade (TCO) sem comprometer os Acordos de Nível de Serviço (SLA)", confirma.
A próxima fronteira da computação em nuvem, segundo Rathsan, está na infraestrutura preparada para operar com agentes de inteligência artificial. "Diferente das automações tradicionais, baseadas em regras fixas, os agentes de IA conseguem raciocinar e tomar decisões autônomas, automatizando a gestão operacional, otimizando custos em tempo real e antecipando falhas antes que elas aconteçam. Tecnologias já existentes permitem que esses agentes gerenciem ambientes complexos de forma conversacional ou totalmente independente", explica.
A adoção de infraestruturas de nuvem resilientes, seguras e estrategicamente alinhadas tem se consolidado como um dos principais pilares para a competitividade, agilidade e sustentabilidade das organizações, especialmente entre pequenas e médias empresas e setores críticos, como o de energia. Rathsan ainda reforça que uma migração estruturada, baseada em planejamento arquitetural, governança e gestão de riscos, permite que as empresas operem com maior flexibilidade, eficiência de custos e proteção de dados em ambientes digitais cada vez mais complexos. Para o futuro, ele sugere: "a nuvem será mais do que uma infraestrutura: será a base sobre a qual as empresas reconstruirão sua agilidade, inovação e resiliência, cada vez mais impulsionadas por agentes de inteligência artificial, posicionando-se com vantagem num mercado cada vez mais digital, global e competitivo", conclui.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Szjz-k23FTdnMO12wpzXjF3ROlQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/u/4/xWjj5LR2ulGuTB6vdV7w/publicador-api-valor-pulse-brand-100-2b73a075-13b0-4ead-b138-51f5389eabda.jpg-20260921162830" medium="image"/>   <media:description>Eric Rathsan destaca que infraestruturas de nuvem resilientes e seguras são um dos pilares para a competitividade, agilidade e sustentabilidade dos negócios.</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:28:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Kremlin diz que vitória da ultradireita na Alemanha se deve em parte à falta de gás russo barato</title>  <atom:subtitle>Enviado econômico de Putin e líderes da AfD preparam reunião para 2027 com objetivo de discutir retomada do fornecimento de gás da Rússia ao território alemão, disseram fontes à Reuters</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/kremlin-diz-que-vitria-da-ultradireita-na-alemanha-se-deve-em-parte-falta-de-gs-russo-barato.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/kremlin-diz-que-vitria-da-ultradireita-na-alemanha-se-deve-em-parte-falta-de-gs-russo-barato.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/-eZRlYpJicW41sCpdgjMUFL3eqU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/l/c/NUz0LSTMOfCK2RgTxdQQ/2026-09-11t212123z-23153915-rc29hnarquw9-rtrmadp-3-brics-summit-putin-ibrahim.jpg" /><br /> ]]>    O Kremlin afirmou nesta segunda-feira que o primeiro lugar conquistado pela Alternativa para a Alemanha (AfD), de ultradireita, em uma eleição estadual no nordeste da Alemanha se deve, em grande parte, ao fato de Berlim ter deixado de comprar gás russo barato e optado por adquirir energia mais cara dos Estados Unidos.
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A vitória levou o principal partido conservador do primeiro-ministro Friedrich Merz a seu pior resultado desde 1949.

“A queda da competitividade da economia alemã se deve, em grande parte, à decisão da Alemanha de deixar de comprar gás russo barato e, em vez disso, adquirir gás muito mais caro de outros países, principalmente dos Estados Unidos, pagando às vezes várias vezes mais no mercado à vista”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

Duas pessoas familiarizadas com o plano disseram na semana passada que o principal enviado econômico do presidente russo, Vladimir Putin, e líderes da AfD começaram os preparativos para se reunir no próximo ano a fim de discutir a retomada do fornecimento de gás russo à maior economia da Europa, embora a AfD não esteja no poder no âmbito nacional.

A AfD e um representante do enviado, Kirill Dmitriev, não quiseram comentar.

A Alemanha tem enfrentado dificuldades para se recuperar do choque provocado pela interrupção dos gasodutos submarinos Nord Stream, vindos da Rússia, que ficaram inoperantes após explosões em setembro de 2022.

“Naturalmente, os alemães, ou pelo menos parte deles, estão buscando uma alternativa às atuais autoridades para melhorar sua situação. Esse é um processo natural”, disse Peskov.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/-eZRlYpJicW41sCpdgjMUFL3eqU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/l/c/NUz0LSTMOfCK2RgTxdQQ/2026-09-11t212123z-23153915-rc29hnarquw9-rtrmadp-3-brics-summit-putin-ibrahim.jpg" medium="image"/>   <media:description>O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, participa de uma reunião do presidente da Rússia, Vladimir Putin, com o primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, à margem da cúpula do Brics, em Nova Délhi, Índia, em 11 de setembro de 2026</media:description>   <media:credit>Sputnik/Alexander Kazakov/Pool via REUTERS</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:25:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>STJ admite como prova gravação feita por consumidor no departamento jurídico da empresa</title>  <atom:subtitle>Decisão é da 4ª Turma, em caso envolvendo uma instituição de ensino superior</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2026/09/21/stj-admite-como-prova-gravacao-feita-por-consumidor-no-departamento-juridico-da-empresa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2026/09/21/stj-admite-como-prova-gravacao-feita-por-consumidor-no-departamento-juridico-da-empresa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Rn_mM5H5F6fBP0S3M16yZEPrNwg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/1/X/uwRb7bQrAfc9i1shbbSA/52339985395-879dfc11a7-o.jpg" /><br /> ]]>    A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é válida como prova a gravação ambiental feita por um consumidor, sem conhecimento da outra parte, mesmo quando a conversa ocorre dentro do departamento jurídico de uma empresa, desde que o conteúdo não esteja relacionado ao exercício da advocacia nem protegido por sigilo profissional.
O colegiado seguiu o voto do relator, ministro Raul Araújo, no julgamento de recurso interposto por uma instituição de ensino superior em ação ajuizada por aluno devido à oferta e ao posterior cancelamento de um curso de pós-graduação. A instituição tentava invalidar gravações apresentadas pelo consumidor como prova, sob o argumento de que o material havia sido produzido dentro de seu departamento jurídico, ambiente que, segundo ela, deveria receber a mesma proteção legal conferida a escritórios de advocacia.
No processo, o aluno apontou uma série de falhas na prestação do serviço, como divergência entre o curso ofertado e o que foi efetivamente iniciado, problemas com a carga horária, ausência de professores com a qualificação exigida, falhas administrativas e, por fim, o cancelamento do curso já em andamento.
Em primeira instância, a Justiça do Distrito Federal condenou a instituição ao pagamento de indenização por danos materiais (R$ 4,8 mil) e morais (R$ 6 mil). A sentença afastou a alegação de que as gravações apresentadas pelo aluno seriam ilícitas.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve a decisão, considerando válida a gravação feita pelo aluno durante uma tentativa de resolver administrativamente o conflito, e destacou que, em relações de consumo, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) prevê mecanismos para facilitar a defesa do consumidor em juízo.
No STJ, o ministro Raul Araújo lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF), ao julgar o Tema 237 da repercussão geral, consolidou o entendimento de que é "válida a gravação ambiental como prova, ainda que efetuada por um dos interlocutores sem o conhecimento do outro, desde que não esteja presente causa legal de sigilo, sobretudo para defesa própria ou instrução de investigação criminal".
O relator ressaltou que a proteção prevista no Estatuto da Advocacia (artigo 7º da Lei 8.906/1994) não se aplica automaticamente a qualquer conversa realizada em um ambiente jurídico. Segundo o ministro, a inviolabilidade garantida pela lei existe para proteger o exercício da advocacia e o sigilo profissional, especialmente em relação às informações confiadas por clientes aos advogados.
"A proteção do local e dos instrumentos de trabalho representa, na verdade, uma proteção aos clientes cujas informações possam estar no escritório ou nas comunicações efetuadas com o advogado", explicou o ministro. Assim, mesmo que o departamento jurídico seja um local de trabalho assemelhado a escritório de advocacia, "não estará sujeito à inviolabilidade ou ao sigilo profissional quanto a fatos que não estão relacionados ao exercício profissional da advocacia ou de atividade jurídica", completou.
No caso analisado, Raul Araújo verificou que a gravação não tratava de atividade advocatícia, mas de uma questão administrativa relacionada à prestação de serviço de ensino (o diálogo foi entre o aluno e a diretora do estabelecimento). Por isso, o ministro entendeu que o fato de a conversa ter ocorrido no departamento jurídico da instituição foi circunstancial, sem correspondência com o conteúdo do diálogo, alheio à advocacia e insuficiente para tornar a prova ilícita (REsp 1969798).
Ministro Raul Araújo: gravação não tratava de atividade advocatícia
Foto: Emerson Leal/STJ  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Rn_mM5H5F6fBP0S3M16yZEPrNwg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/1/X/uwRb7bQrAfc9i1shbbSA/52339985395-879dfc11a7-o.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:24:58 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Petróleo cai mais de 3% com relatos de navegação no Estreito de Ormuz</title>  <atom:subtitle>A possibilidade de uma nova rodada de conversas entre EUA e Irão, para acabar com o conflito, também levou alívio aos contratos da commodity</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/petroleo-cai-com-relatos-de-navegacao-no-estreito-de-ormuz.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/petroleo-cai-com-relatos-de-navegacao-no-estreito-de-ormuz.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/0c1_YTsqUHO4iWFFk3sPU8BHzJs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/B/B/5OECnFQZiBOWKaYqweUA/2026-09-09t092802z-2013669022-rc2tvkah6lfd-rtrmadp-3-iran-crisis-shipping.jpg" /><br /> ]]>    Embora o cenário no Oriente Médio permaneça incerto, os contratos futuros do petróleo tiveram firme queda nesta segunda-feira (21), em meio a relatos de navegação pelo Estreito de Ormuz e da possibilidade de conversas diplomáticas para acabar com o conflito.

No fechamento, o petróleo tipo Brent (a referência mundial) com vencimento em novembro teve queda de 3,40%, cotado a US$ 100,34 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI (a referência americana) com entrega prevista para outubro recuou 4,51%, a US$ 95,78 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).



Os veículos de imprensa internacionais informaram que dados de satélite mostraram que os embarques de petróleo da Arábia Saudita a partir do Golfo Pérsico aumentaram no fim de semana, registrando o maior número de navios desde junho. A notícia de que o reino voltou a direcionar seus fluxos para Ormuz trouxe certo alívio aos investidores, que vinham cada vez mais preocupados com as ameaças à oferta de petróleo, por conta do conflito no Oriente Médio.

Embora o futuro da região ainda permaneça incerto, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse à Fox News que estaria disposto a se reunir com o presidente iraniano Masoud Pezeshkian durante a Assembleia Geral da ONU, nesta semana, indicando que uma solução diplomática para acabar com as tensões ainda está sobre a mesa. Por outro lado, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou estar se preparando para um conflito prolongado, de acordo com a imprensa estatal.

Petroleiro atracado em um dos terminais de petróleo offshore do sul do Iraque
REUTERS/Mohammed Aty  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/0c1_YTsqUHO4iWFFk3sPU8BHzJs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/B/B/5OECnFQZiBOWKaYqweUA/2026-09-09t092802z-2013669022-rc2tvkah6lfd-rtrmadp-3-iran-crisis-shipping.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:12:37 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Erosão do centro político da Alemanha expõe enfraquecimento de Merz no poder</title>  <atom:subtitle>Sensação generalizada de mal-estar econômico e de desilusão com os partidos tradicionais aponta para novas turbulências pela frente, com uma série de eleições estaduais previstas para 2027</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/eroso-do-centro-poltico-da-alemanha-expe-enfraquecimento-de-merz-no-poder.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/eroso-do-centro-poltico-da-alemanha-expe-enfraquecimento-de-merz-no-poder.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/8FScQ9DGB_YYIGlbhie8AlkDIeo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/s/4/lTkiC0RPGDePtaItNUeg/468360732.jpg" /><br /> ]]>    A ultradireita e a esquerda radical da Alemanha registraram fortes avanços nas eleições estaduais de domingo, expondo mais uma vez a erosão do centro político na maior economia da Europa, assim como o enfraquecimento do controle do primeiro-ministro Friedrich Merz sobre o poder.
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A Alternativa para a Alemanha (AfD), contrária à imigração, confirmou sua força nos Estados do leste que integravam a antiga Alemanha Oriental ao ficar em primeiro lugar em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, ampliando o impulso após seu triunfo de duas semanas atrás na Saxônia-Anhalt.

A sigla de ultradireita também registrou seu melhor resultado da história em Berlim, onde o partido de esquerda radical A Esquerda (Die Linke) ficou em primeiro lugar e deve substituir a conservadora União Democrata-Cristã (CDU), de Merz, na prefeitura.

Merz classificou o resultado em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental — o pior da história da CDU — como “um desastre”. Mas contrariou as especulações de que poderia renunciar, prometendo permanecer no cargo para aprovar um pacote de reformas tributárias e previdenciárias que, espera, ajudará a reanimar a enfraquecida economia alemã.

Por enquanto, ao menos, o partido se manteve ao lado dele, embora o resultado aumente a pressão dentro de sua coalizão com o Partido Social-Democrata (SPD), de centro-esquerda, cujos integrantes, em parte, querem atenuar alguns pontos da agenda de reformas.

“Temos de analisar, como governo, por que existe essa sensação de incerteza no país”, disse Lars Klingbeil, copresidente do SPD.

Uma sensação generalizada de mal-estar econômico e de desilusão com os partidos políticos tradicionais aponta para novas turbulências pela frente, com uma série de eleições estaduais previstas para o próximo ano no oeste da Alemanha.

“A Alemanha está entrando em um período de instabilidade política em que se torna cada vez mais difícil formar coalizões viáveis, e isso não é um bom sinal para a Europa quando a Alemanha é a líder de fato”, disse Sudha David-Wilp, pesquisadora sênior do German Marshall Fund of the United States.

A AfD quer expulsar estrangeiros que não tenham direito de permanecer na Alemanha, restabelecer os laços energéticos com a Rússia e abandonar o euro, enquanto o partido A Esquerda quer limitar os aluguéis e estatizar grande parte do mercado imobiliário de Berlim.

Em contraste, a busca de Merz pelo que ele diz serem reformas dolorosas, mas necessárias, ainda não produziu melhorias que os eleitores consigam sentir.

“Podemos ver como é difícil conquistar as pessoas quando se está no governo e se parte do centro da sociedade”, disse Stefan Evers, principal candidato da CDU em Berlim.

‘Desastre’
Mesmo antes da eleição, os índices de aprovação de Merz estavam em mínimas históricas, e seu partido aparecia atrás da AfD nas pesquisas nacionais havia meses.

“As pessoas nos diziam que, enquanto ele tivesse poder de decisão, não votariam em nós”, disse um integrante da campanha eleitoral da CDU em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental.

Desde o início de seu período no cargo, quando uma votação parlamentar normalmente rotineira para confirmá-lo como primeiro-ministro se transformou em uma humilhação que exigiu um segundo turno de votação, Merz tem enfrentado dificuldades para estabelecer sua autoridade.

Houve uma série de gafes, desde dizer que as pessoas na Alemanha precisavam trabalhar mais horas até se definir como integrante da “classe média” quando ocupava o cargo altamente remunerado de presidente do conselho de supervisão da gestora de ativos BlackRock.
O primeiro-ministro da Alemanha e líder da União Democrata-Cristã (CDU), Friedrich Merz, reage durante entrevista coletiva após as eleições estaduais, em Berlim
REUTERS/Fabrizio Bensch


Pesquisas indicam que seus deslizes de comunicação e sua dificuldade para estabelecer uma conexão emocional com eleitores preocupados com seu futuro econômico contribuíram para o resultado das cinco eleições estaduais realizadas neste ano.

Mas os profundos desafios econômicos da Alemanha, com uma população envelhecida, crescimento fraco e a erosão de sua base industrial diante da pressão crescente da China, não têm soluções fáceis.

As próprias reformas provocaram problemas no leste da Alemanha, antiga região comunista, onde, apesar de mais de três décadas de transformação econômica, uma parcela maior dos eleitores do que no oeste recebe o salário mínimo e depende integralmente da aposentadoria pública.

Manuela Schwesig, primeira-ministra de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental pelo SPD, cujo sucesso em limitar os avanços da AfD em seu Estado foi um dos poucos pontos positivos para o governo, disse estar “surpresa” com a recusa de Merz em mudar de rumo.

Sua campanha fez duras críticas a Merz, a quem ela acusou de demonstrar indiferença em relação aos eleitores que enfrentam a disparada dos preços dos combustíveis. Schwesig também defendeu mudanças na reforma previdenciária que exigiria que as pessoas trabalhassem por mais tempo — uma questão particularmente impopular no leste, onde muitos não acumularam o mesmo nível de poupança que os moradores do oeste.

Cordão sanitário sob pressão
Dias antes da votação, à medida que aumentavam as especulações de que sua posição poderia estar ameaçada, importantes líderes da CDU manifestaram apoio ao primeiro-ministro, cientes de que substituí-lo colocaria em risco o programa de reformas sem resolver os problemas subjacentes.

Até agora, a política conhecida como “cordão sanitário”, pela qual os principais partidos se recusam a cooperar com a AfD, impediu que a legenda participasse do governo.

Mas aumentam as dúvidas sobre se é possível excluir um partido que conta com o apoio de mais eleitores na Alemanha do que qualquer outro.

Apesar das ressalvas em relação à cooperação com um partido que possui integrantes classificados pelos serviços de segurança interna como de extrema direita, crescem dentro da CDU os apelos por uma revisão dessa política.

“Esse ‘cordão sanitário’ não fez nada pela CDU, e eles precisam pensar sobre isso”, disse Leif-Erik Holm, principal candidato da AfD em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental.

Pesquisas de opinião têm mostrado profunda desilusão entre muitos eleitores com um sistema político que produziu uma sucessão de coalizões entre partidos tradicionais de centro-direita e centro-esquerda que, no passado, eram fortemente antagônicos.
Material de campanha da Alternativa para a Alemanha (AfD) próximo à sede da União Democrata-Cristã (CDU), antes de uma entrevista coletiva em Berlim
Krisztian Bocsi/Bloomberg

Durante o governo da ex-premiê Angela Merkel, a “grande coalizão” entre CDU e SPD, vista apenas uma vez antes no âmbito federal, durante a década de 1960, tornou-se comum. Merz, que já foi visto como um conservador combativo, repetiu a fórmula depois que outra coalizão, liderada pelo primeiro-ministro do SPD Olaf Scholz, entrou em colapso em 2024.

“Isso simplesmente abriu um vácuo à direita e à esquerda para que esses partidos surgissem”, disse David-Wilp.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/8FScQ9DGB_YYIGlbhie8AlkDIeo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/s/4/lTkiC0RPGDePtaItNUeg/468360732.jpg" medium="image"/>   <media:description>O primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, durante entrevista coletiva em Berlim</media:description>   <media:credit>Krisztian Bocsi/Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:12:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lula defende que Delcy Rodríguez chame eleições na Venezuela, e diz que Maduro deve ser julgado</title>  <atom:subtitle>Presidente da República justificou que chamar as eleições é uma forma de os venezuelanos não deixarem mais os Estados Unidos comandarem o país</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/lula-defende-que-delcy-rodrguez-chame-eleies-na-venezuela-e-diz-que-maduro-deve-ser-julgado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/lula-defende-que-delcy-rodrguez-chame-eleies-na-venezuela-e-diz-que-maduro-deve-ser-julgado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/2CQ_vRzqyj50VsNBKlJPaUOeVNM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/R/j/jp08z5Q26DDgMBZNmWIA/whatsapp-20image-202023-07-17-20at-2016.29.43-20-281-29.jpeg" /><br /> ]]>    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, convoque eleições para que a população escolha o próximo líder do país. Lula também afirmou que o ex-presidente Nicolás Maduro deve ser julgado e, caso seja responsabilizado por eventuais crimes, preso.
"Se eu fosse a presidente Delcy, eu chamaria para eleições nacionais, para que as pessoas possam escolher quem vai ser o próximo presidente do país", disse Lula, em entrevista à CNN Internacional nesta segunda-feira (21).
Lula justificou que chamar as eleições é uma forma de os venezuelanos não deixarem mais os Estados Unidos comandarem o país. Porque a forma como os Estados Unidos estão tratando a Delcy, parece que os Estados Unidos são os chefes. Isso é explícito", explicou. "Isso não é bom. Não é bom para os Estados Unidos e não é bom para a Venezuela", complementou.
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O presidente, ainda, comentou sobre o ex-presidente venezuelano, que foi capturado pelos Estados Unidos no início do ano, mas evitou se aprofundar no assunto. Segundo ele, "se Maduro tiver cometido um erro, ele tem que ser preso". "Ele tem que ser preso e nós temos que descobrir, tem que ter uma investigação", comentou. Lula, contudo, condenou a ação americana contra o ex-líder.
Nessa linha, o petista disse que não quer que os conflitos geopolíticos cheguem ao Brasil, e não impactem a economia nacional. Lula, então, voltou a defender a reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva
Ricardo Stuckert/PR  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/2CQ_vRzqyj50VsNBKlJPaUOeVNM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/R/j/jp08z5Q26DDgMBZNmWIA/whatsapp-20image-202023-07-17-20at-2016.29.43-20-281-29.jpeg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:11:31 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Brasil tem ativos para mundo em transformação, mas investimentos exigem diálogo</title>  <atom:subtitle>Maria Fernanda Delmas, diretora de redação do Valor, destacou o momento estratégico para as discussões, durante a semana da Assembleia Geral da ONU e em meio à Climate Week</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/brasil-tem-ativos-para-mundo-em-transformacao-mas-investimentos-exigem-dialogo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/agenda-global-2026/noticia/2026/09/21/brasil-tem-ativos-para-mundo-em-transformacao-mas-investimentos-exigem-dialogo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/wmWBJWU1dILO8YGleQIMfdJdKTg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/z/k/gvxeWASDOWk2LWzAt1vA/v21092026agenda15.jpg" /><br /> ]]>    O Brasil está bem posicionado e possui ativos importantes para um mundo e uma economia global em profunda transformação. Mas o desafio é transformar esses atrativos em investimentos, crescimento e competitividade, o que exige diálogos e previsibilidade. É o que apontam os palestrantes na abertura do Fórum Agenda Global 2026, iniciativa do Valor e da Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio para o Brasil).

O evento em Nova York nesta segunda-feira reúne lideranças empresariais, autoridades, investidores e especialistas para discutir temas que estão redefinindo a economia e o ambiente global de negócios e investimentos, como geopolítica, segurança energética, minerais críticos, inteligência artificial (IA) e o futuro da indústria.

Maria Fernanda Delmas, diretora de redação do Valor, destacou o momento estratégico para as discussões, durante a semana da Assembleia Geral da ONU e em meio à Climate Week. 

Mais do que analisar tendências, a proposta do evento é abrir espaço para "aproximar visões, construir pontes e identificar oportunidades concretas de combinação", disse Delmas.


Vanessa Carvalho/Valor
Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil, destacou como temas de tecnologia, IA, energia, clima, competitividade e segurança não podem ser tratados separadamente. "Eles fazem parte de uma mesma equação que tem redesenhado o ambiente global", afirmou.

No centro de todas essas transformações, disse, está a geopolítica. "É uma lembrança bastante humilde de que a geografia ainda conta e muito, mesmo num mundo cada vez mais digital. Talvez em poucos momentos na história da humanidade tenhamos visto a geopolítica influenciar tanto os fluxos de comércio, investimentos, produção, bem como as decisões dos governos e das empresas", afirmou.

Nesse contexto, Abrão disse que o Brasil tem um "conjunto de ativos muito valiosos", citando escala na produção de alimentos, matriz energética diversificada e renovável, recursos naturais abundantes, um agronegócio muito competitivo, biodiversidade e parque industrial sofisticado.

"Nós temos um conjunto de credenciais que nos colocam em um bom posicionamento global, além de oportunidades emergentes em áreas que vão da infraestrutura digital e data centers até a cadeia de valor de minerais críticos e biocombustíveis", disse.

Apenas ter esses ativos, no entanto, não é suficiente, afirmou. "O desafio é como transformar esse potencial em resultados, em geração de valor, de inovação e de investimentos", disse.

Abrão citou como exemplo a aprovação recente de dois marcos no Brasil, um na área de data centers e outro em minerais críticos. "São passos importantes na direção certa, mas, sobretudo para nós, o resultado vai depender da nossa condição de transformar essas regras em competitividade, previsibilidade, atração efetiva de investimentos", afirmou.

Ele ressaltou também as "muitas complementaridades" entre as economias brasileira e americana, principalmente em novas áreas "que são muito importantes para esse novo momento da economia", disse. Na sua avaliação, isso abre uma agenda de parcerias e de oportunidades de cooperação muito concretas.

"Nós não precisamos concordar em tudo para reconhecer onde estão os nossos interesses, onde eles convergem e criam oportunidades para mais comércio, mais investimentos e mais oportunidades", afirmou.

Vanessa Carvalho/Valor


Marcelo Marangon, co-head global de corporate banking do Citi, observou que a economia global passa por "profundas transformações". "Tensões geopolíticas, mudanças nas cadeias de suprimentos, segurança energética, transição climática e o avanço acelerado da inteligência artificial estão redefinindo a forma como empresas investem, produzem e competem", afirmou.

Ao mesmo tempo, disse, essas transformações estão redesenhando as vantagens competitivas e abrindo novas oportunidades de cooperação entre os países. Para ele, o Brasil tem uma posição singular nesse ambiente competitivo.

Ele citou como exemplo a capacidade do Brasil na geração de energia renovável, uma vantagem competitiva que ganha ainda mais relevância em um mundo no qual segurança energética, disponibilidade de recursos e descarbonização passaram a fazer parte das decisões de investimento.

Somam-se a isso, segundo ele, a abundância de recursos naturais, a disponibilidade de minerais estratégicos, um setor privado sofisticado e uma economia altamente integrada aos mercados globais. 

"O desafio agora é transformar estes atributos em investimento, crescimento e competitividade", afirmou.

Isso exige mais do que capital, observou. "Exige diálogo, previsibilidade e colaboração entre governos, empresas, instituições financeiras e investidores."
F
Vanessa Carvalho/Valor  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/wmWBJWU1dILO8YGleQIMfdJdKTg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/z/k/gvxeWASDOWk2LWzAt1vA/v21092026agenda15.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:10:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova pesquisa Datafolha no DF mostra quem herda votos sem Arruda na disputa</title>  <atom:subtitle>Levantamento testa cenário sem o ex-governador, além de 11 candidatos ao governo e 12 nomes ao Senado</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-no-df-mostra-quem-herda-votos-sem-arruda-na-disputa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-no-df-mostra-quem-herda-votos-sem-arruda-na-disputa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/yHLxLgEDVe_9wZDqBzO4akLqeX0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/z/Q/s3rAKUS3qN6aU5vGDLOw/celina-leao-jose-roberto-arruda-e-leandro-grass.jpg" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Datafolha no Distrito Federal (DF) vai medir as intenções de voto para o governo distrital, para o Senado e para a Presidência da República nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui 11 candidatos na apuração estimulada do primeiro turno para o governo do DF, com testagem de cenário alternativo sem José Roberto Arruda (PSD), três cenários de segundo turno para o Executivo local e 12 concorrentes para as duas vagas ao Senado.
O candidato José Roberto Arruda (PSD) teve sua candidatura barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) com base na Lei da Ficha Limpa. O entendimento da corte é que ele continua inelegível devido a condenações por envolvimento na chamada Operação Caixa de Pandora, que revelou um esquema de corrupção e pagamento de propinas quando Arruda era governador, em 2009. 
O ex-governador aguarda julgamento de recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para saber se poderá ou não disputar a eleição. Na ultima pesquisa Datafolha, o candidato pontuou 17% na estimulada e 11% na espontânea. 
No dia 21 de setembro, o Divulgacand, site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta o status de Arruda como concorrendo às eleições 2026. 
O trabalho de campo será realizado entre a terça-feira (22) e a quinta-feira (24), ouvindo 910 eleitores de 16 anos ou mais no Distrito Federal, com uma pesquisa quantitativa por meio de aplicação de questionário estruturado e abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional no DF.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código DF-01888/2026. Encomendada em parceria pelas empresas Empresa Folha da Manhã e Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 100 mil. A margem de erro máxima prevista é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
Na seção estimulada de primeiro turno para o governo do Distrito Federal, os entrevistados responderão em quem pretendem votar a partir da lista com os seguintes 11 candidatos:
Arruda (PSD)
Cappelli (PSB)
Celina Leão (PP)
Elisson (AGIR)
Expedito Mendonça (PCO)
Kiko Caputo (NOVO)
Leandro Grass (PT)
Paula Belmonte (PSDB)
Professor Robson (PSTU)
Professora Samara Mineiro (UP)
Rico Pinheiro (PRTB)
O instituto também apresentará o cenário estimulado sem a presença de Arruda (PSD). 
Serão aferidos ainda o voto espontâneo para governador, se o eleitor sabe o número do seu candidato e a convicção do voto (se totalmente decidido ou se ainda pode mudar).
Já para as duas vagas ao Senado pelo Distrito Federal, os eleitores indicarão suas escolhas espontâneas e estimuladas para a primeira e a segunda vaga a partir da lista com os seguintes 12 concorrentes:
Bia Kicis (PL)
David Horn (PCO)
Erika Kokay (PT)
Guto Felício dos Santos (PSDB)
Leila do Vôlei (PDT)
Marley (AVANTE)
Michelle Bolsonaro (PL)
Professor Guilherme Amorim (UP)
Ronaldo Fonseca (PSD)
Sebastião Coelho (NOVO)
Tiago (AGIR)
Zanata (PSTU)
Para um eventual segundo turno, o Datafolha simula três cenários:
Arruda (PSD) x Celina Leão (PP)
Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT)
Arruda (PSD) x Leandro Grass (PT)
A pesquisa afere a avaliação da gestão da governadora Celina Leão (PP) ao completar cinco meses no cargo, solicitando que os entrevistados classifiquem sua administração entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo, além de registrar se aprovam ou desaprovam o seu trabalho.
No bloco de atuação institucional e ética no Judiciário, a pesquisa consulta a avaliação sobre o desempenho dos senadores e deputados federais no Congresso Nacional e o trabalho dos ministros no Supremo Tribunal Federal (STF).
O levantamento testa a aceitabilidade de condutas de ministros do STF, expondo algumas situações para o eleitor e perguntando se ele considera aceitável ou inaceitável. Pergunta-se também se o entrevistado é a favor ou contra a aprovação de um Código de Ética e Conduta específico para os ministros do STF.
Além disso, afere-se o conhecimento sobre o caso Banco Master e o suposto envolvimento de ministros, e se as decisões do STF mais beneficiam, prejudicam ou não afetam as candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Datafolha no Distrito Federal foi divulgada em 11 de setembro de 2026, com campo realizado entre 8 e 11 de setembro de 2026.
Na disputa estimulada de primeiro turno para o governo distrital, no cenário principal com Arruda, o resultado foi:
Celina Leão (PP) – 40%
Arruda (PSD) – 17%
Leandro Grass (PT) – 16%
Paula Belmonte (PSDB) – 6%
Cappelli (PSB) – 3%
Kiko Caputo (Novo) – 3%
Professor Robson (PSTU) – 2%
Professora Samara Mineiro (UP) – 1%
Elisson (Agir) – 0%
Expedito Mendonça (PCO) – 0%
Rico Pinheiro (PRTB) – 0%
Brancos e nulos – 8%
Indecisos – 3%
No cenário sem Arruda, Celina registrava 45%, Grass marcava 19% e Paula Belmonte tinha 8%; brancos e nulos somavam 12% e indecisos, 5%.
Na modalidade espontânea, Celina tinha 30%, Arruda marcava 11% e Grass somava 11%; os indecisos eram 34%. 
Nos cenários de segundo turno para o Palácio do Buriti, os resultados foram:
Celina Leão (PP) x Arruda (PSD):
 Celina Leão: 51%
 Arruda 34%
 Brancos/Nulos 13%
 Indecisos 2%
Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT):
 Celina Leão: 56%
 Leandro Grass: 30%
 Brancos/Nulos: 12%
 Indecisos: 3%
Arruda (PSD) x Leandro Grass (PT)
Arruda (PSD): 46%
Leandro Grass (PT): 34%
Em branco/nulo/nenhum: 18%
Não sabe: 2%
Na avaliação do governo de Celina Leão, 33% consideravam a gestão positiva (ótimo/bom) e 26% avaliavam como negativa (ruim/péssimo).
Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado no Distrito Federal, na soma total das menções para a 1ª e 2ª vagas na modalidade estimulada, a pesquisa de 11 de setembro apontava:
Michelle Bolsonaro (PL) – 21%
Leila do Vôlei (PDT) – 18%
Bia Kicis (PL) – 15%
Erika Kokay (PT) – 14%
Sebastião Coelho (Novo) – 2%
Ronaldo Fonseca (PSD) – 2%
Professor Guilherme Amorim (UP) – 2%
Tiago (Agir) – 1%
Guto Felício dos Santos (PSDB) – 1%
David Horn (PCO) – 1%
Marley (Avante) – 1%
Avenir Rosa (Democrata) – 1%
Zanata (PSTU) – 0%
Brancos e nulos – 11%
Indecisos – 9%
Na modalidade espontânea para o Senado, 49% estavam indecisos.
O levantamento anterior ouviu 910 pessoas de 16 anos ou mais no Distrito Federal, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi contratado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e esteve registrado sob os códigos DF-06055/2026 e BR-04623/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/yHLxLgEDVe_9wZDqBzO4akLqeX0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/z/Q/s3rAKUS3qN6aU5vGDLOw/celina-leao-jose-roberto-arruda-e-leandro-grass.jpg" medium="image"/>   <media:description>Candidatos Celina Leão, José Roberto Arruda, Leandro Grass</media:description>   <media:credit>Wenderson Araujo/Valor, Divulgação e Wenderson Araujo/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:07:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Lula diz que eleição preocupa e espera que Trump não interfira no processo</title>  <atom:subtitle>Em entrevista à CNN Internacional, presidente também cita Master e 'Dark Horse' para atacar Flávio</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/lula-diz-que-eleicao-preocupa-e-espera-que-trump-nao-interfira-no-processo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/lula-diz-que-eleicao-preocupa-e-espera-que-trump-nao-interfira-no-processo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/kMHDiPdsMBLVxPkBJ7--VM3D0q8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/8/a/uT6XfsTrAfdbO4BZSmoQ/foto11pol-101-blusinha-a13.jpg" /><br /> ]]>    Presidente Luiz Inácio da Silva em cerimônia no Palácio do Planalto
Cristiano Mariz/Agência O Globo - 28/8/2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que espera que o dirigente dos Estados Unidos, Donald Trump, não interfira nas eleições brasileiras, como o próprio tem repetido, em entrevista à CNN Internacional nesta segunda-feira (21). Ele disse ainda que está preocupado, mas confiante sobre a reeleição.

"Trump já disse que não irá interferir na eleição brasileira, e é o que eu espero dele", afirmou o presidente. "Não queremos interferir na política interna americana. Gosto de respeitar, e gosto de ser respeitado: é o que eu quero na relação com os EUA."
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Segundo ele, os dois países têm uma boa relação e, por isso, é "importante que os EUA não interfiram". "Vou repetir: a eleição nos EUA é um assunto do povo americano — quem ganha e quem perde. As eleições brasileiras são um assunto do Brasil", ponderou o presidente à TV americana.

Ele afirmou ainda que "toda eleição preocupa", mas se diz confiante em uma possível vitória contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). "O que está em risco hoje é uma escolha: ou nós temos a democracia ou nós temos a barbárie; ou nós temos a política de conservação da natureza ou de desmatamento; a política de inclusão social, ou deixar o pobre abandonado; ou o fortalecimento da cultura, ou o fim da cultura. Isto é o que está em risco agora", disse.

Também voltou a relacionar a escândalo do caso do Banco Master e do filme "Dark Horse" e a família Bolsonaro. "O dinheiro que está vindo para cá, logo logo nós vamos descobrir para onde foi o dinheiro do 'Dark Horse'", disse Lula.

O presidente disse ainda que "tem várias pessoas que estão condenadas no Brasil e que estão se escondendo nos EUA". Um deles, segundo Lula, é o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), irmão mais novo do presidenciável, a quem Lula chama de "traidores da pátria".  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/kMHDiPdsMBLVxPkBJ7--VM3D0q8=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/8/a/uT6XfsTrAfdbO4BZSmoQ/foto11pol-101-blusinha-a13.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:07:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Empresas de mídia saem do 'pool' de cobertura da Casa Branca, após banimento de CNN, MS NOW e Politico</title>  <atom:subtitle>O 'pool' de imprensa é composto por cinco emissoras — ABC, CBS, CNN, Fox News e NBC — que compartilham há muito tempo a responsabilidade de realizar a cobertura televisiva de eventos presidenciais</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/09/21/empresas-de-midia-saem-do-pool-de-cobertura-da-casa-branca-apos-banimento-de-cnn-ms-now-e-politico.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/09/21/empresas-de-midia-saem-do-pool-de-cobertura-da-casa-branca-apos-banimento-de-cnn-ms-now-e-politico.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/I91S1o1JI8_xxyHBv_aiq29XP4Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/p/A/niPBn7R36wN4elij08Bw/2026-09-21t133833z-1093632371-rc2pnnaw80jo-rtrmadp-3-usa-trump-media.jpg" /><br /> ]]>    Veículos de mídia anunciaram nesta segunda-feira (21) que deixarão de fazer parte do 'pool' de imprensa que cobre a Casa Branca, após o banimento dos concorrentes CNN, MS Now e Politico da cobertura do governo de Donald Trump.  Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/I91S1o1JI8_xxyHBv_aiq29XP4Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/p/A/niPBn7R36wN4elij08Bw/2026-09-21t133833z-1093632371-rc2pnnaw80jo-rtrmadp-3-usa-trump-media.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 19:06:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Haddad defende revisão de contratos em SP e critica Tarcísio por falta a debate</title>  <atom:subtitle>Candidato do PT diz que ausência de adversário é "desrespeito com o eleitor"</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/haddad-defende-revisao-de-contratos-em-sp-e-critica-tarcisio-por-falta-a-debate.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/haddad-defende-revisao-de-contratos-em-sp-e-critica-tarcisio-por-falta-a-debate.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/t058aDw4I27tHtcQkh2ELdghB8c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/k/m/XUzasBSFuyOrMKTMqLgg/entrevista-fernando-haddad-voto-na-record-017-antonio-chahestian.jpg" /><br /> ]]>    Candidato Fernando Haddad (à esq.) participa de debate promovido pela TV Record; Tarcísio de Freitas não compareceu
Divulgação/Record - Antônio Chahestian
O debate entre os candidatos ao governo de São Paulo promovido pela TV Record nesta segunda-feira (21) acabou transformado em uma sabatina com Fernando Haddad (PT), após o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que busca a reeleição, não comparecer.

Durante a entrevista, Haddad afirmou que pretende rever contratos envolvendo a privatização da Sabesp, das linhas da CPTM e a implantação do pedágio eletrônico nas rodovias, chamado Free Flow. O petista também criticou a ausência do governador no debate e disse que a decisão do candidato representa “um desrespeito com o eleitor”.

As pesquisas mais recentes mostram Tarcísio à frente de Haddad na disputa pelo governo paulista. Na Quaest, divulgada em 8 de setembro, com entrevistas realizadas entre os dias 4 e 7, o governador tinha 42% das intenções de voto no primeiro turno, contra 27% do petista. No Datafolha, divulgado em 11 de setembro, realizado entre os dias 8 e 11, Tarcísio aparecia com 49%, ante 29% de Haddad. Em votos válidos, o governador somava 56%, contra 32% do petista.

Ao falar sobre a revisão dos contratos, Haddad afirmou que pretende analisar, nos primeiros seis meses de um eventual governo, os acordos firmados pela atual administração. Segundo ele, a medida seria necessária para recuperar as contas do Estado e melhorar a prestação de serviços públicos. “Eu pretendo rever todos os contratos assinados pelo Tarcísio, assim como eu fiz quando eu fui ministro da Fazenda [durante o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva]”, afirmou.

O primeiro caso mencionado por Haddad foi o da privatização da Sabesp. O candidato afirmou que não pretende inicialmente reestatizar a companhia, mas disse que iria renegociar os termos do contrato e cobrar o cumprimento das obrigações previstas. Ele afirmou que havia alertado, em 2022, que a privatização poderia elevar a conta de água e que, desde então, o serviço teria piorado.

“Eu vou rever o contrato primeiro e se ela não cumprir, eu vou judicializar e eventualmente retomar a empresa para o controle público”, afirmou. Haddad disse que uma eventual reestatização dependeria do descumprimento das obrigações e de medidas judiciais, para evitar a necessidade de indenizar a empresa. Ele também citou reclamações registradas no Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e problemas de abastecimento como justificativas para a revisão.

Na sequência, Haddad criticou a concessão e a expansão do sistema de transporte sobre trilhos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Ele afirmou que não pretende privatizar novas linhas do metrô nem aquelas que ainda permanecem sob controle público e disse que as concessões existentes apresentam mais falhas para os usuários.

“Antes de pensar em vender, porque agora só se fala em vender tudo para a iniciativa privada, a gente tem que colocar o interesse do usuário na frente do interesse do setor privado”, afirmou. Haddad defendeu cláusulas mais rigorosas nos contratos e disse que pretende interromper novas privatizações e cobrar das empresas o cumprimento das obrigações assumidas.

O candidato também incluiu os contratos relacionados ao Free Flow (sistema de cobrança eletrônico, sem praças físicas, cabines ou cancelas) entre os que pretende revisar. Segundo Haddad, o modelo foi implantado de maneira inadequada pelo governo Tarcísio em algumas estradas porque manteve praças de pedágio existentes ao mesmo tempo em que adicionou a cobrança automática. “Eu acho que o Tarcísio errou no planejamento de instalação do Free Flow”, afirmou. Para Haddad, o sistema deveria substituir as praças de pedágio, e não se sobrepor a elas.

Ao defender a revisão dos contratos, Haddad afirmou ainda que pretende recuperar recursos para recompor as contas estaduais e ampliar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança. Segundo ele, o Estado teria passado de mais de R$ 20 bilhões em caixa para R$ 5 bilhões em caixa livre durante a gestão Tarcísio. “Eu vou ter que recuperar o caixa do Estado para promover a valorização do serviço público”, disse.

Ausência de Tarcísio em debates
A ausência de Tarcísio foi destacada pela Record no início e no encerramento da sabatina. A emissora informou que os dois candidatos haviam sido convidados e mostrou o púlpito reservado ao governador vazio. Na abertura, Haddad lamentou a ausência e, no final da entrevista, afirmou que a presença dos dois permitiria ao eleitor comparar propostas.

“Eu queria ter tido a oportunidade de confrontar meu diagnóstico sobre São Paulo e minhas propostas para São Paulo com a do atual governador”, afirmou. Para o petista, a ausência de Tarcísio “revela não só um desrespeito com o eleitor”, mas também indicaria, na sua avaliação, que as propostas do governador não seriam convincentes para garantir um segundo mandato. 
“Infelizmente, o eleitor não vai poder, pela ausência do Tarcísio, cotejar [as propostas dele com as do candidato do Republicanos]”, continuou Haddad.
Antes da sabatina, Tarcísio havia participado de um evento promovido pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em São Paulo, onde apresentou propostas para um eventual segundo mandato. Questionado por jornalistas sobre a ausência no debate, Tarcísio disse que tem priorizado a divulgação de propostas e que os debates viraram “mais do mesmo”. O candidato acrescentou que o formato atual dos debates precisa ser repensado, para se tornar mais propositivo e menos voltado à repercussão na internet.

“Os debates também precisam de uma revisão em termos de modelo, porque os debates viraram muito mais do mesmo. A grande questão é: o tipo de debate que a gente tem hoje, será que ele está agregando para o eleitor? A gente está conseguindo focar os debates naquilo que o eleitor quer ver, proposta, etc.? Porque o debate não pode ser um lugar só para proporcionar alguns recortes para rede social. Não é isso que o eleitor quer. O debate não pode ser vazio, tem que ser propositivo”, disse Tarcísio.

Segundo ele, como os debates têm muita “repetição”, outros instrumentos podem ser usados para falar com o eleitor. “Você tem outras agendas de campanha para convencer as pessoas, mostrar o que você quer fazer, mostrar os seus projetos. A gente tem um modelo [de debates] que precisa ser repensado, para que ele possa ser mais atrativo e possa realmente representar um instrumento de formação de convicção”, acrescentou o governador.

Não foi a primeira vez que Tarcísio deixou de participar de um debate nesta eleição. Na semana passada, o pool formado por CNN Brasil, Exame, Metrópoles, Nova Brasil FM, Rádio Itatiaia, RedeTV!, Rede Vida, SBT, SBT News, Terra e Veja+ TV cancelou o debate que estava previsto para 18 de setembro. Tarcísio não havia confirmado participação dentro do prazo estabelecido, enquanto Haddad havia confirmado presença. Diante disso, os veículos decidiram cancelar o encontro.

Até agora, o candidato do Republicanos e Haddad participaram juntos apenas do debate promovido pela Band, em 9 de agosto, primeiro encontro entre os dois candidatos na atual disputa.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/t058aDw4I27tHtcQkh2ELdghB8c=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/k/m/XUzasBSFuyOrMKTMqLgg/entrevista-fernando-haddad-voto-na-record-017-antonio-chahestian.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:55:03 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Catar capta US$ 3 bilhões em sua primeira venda pública de títulos deste ano</title>  <atom:subtitle>Operação atrai mais de US$ 7,7 bilhões em ofertas no pico, antes de o volume recuar para cerca de US$ 6,8 bilhões, segundo uma pessoa a par do assunto</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/catar-capta-us-3-bilhoes-em-sua-primeira-venda-publica-de-titulos-deste-ano.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/catar-capta-us-3-bilhoes-em-sua-primeira-venda-publica-de-titulos-deste-ano.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Yx7at2SAaJXAHdZ048LDdK5Gm7Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/f/x/bG3cWoQjKlrvBxYyZ4Ag/money-g2fa68e408-1920.jpg" /><br /> ]]>    O Catar captou US$ 3 bilhões em sua primeira emissão pública de títulos internacionais desde novembro, enquanto o Estado do Golfo enfrenta os impactos econômicos da guerra entre EUA e Irã. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Yx7at2SAaJXAHdZ048LDdK5Gm7Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/f/x/bG3cWoQjKlrvBxYyZ4Ag/money-g2fa68e408-1920.jpg" medium="image"/>    <media:credit>Tomislav Jakupec/Pixabay </media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:52:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>FT: Uma avaliação de US$ 2 tri para Anthropic não é algo improvável</title>  <atom:subtitle>Por mais contraintuitivo que possa parecer, o medo de uma destruição em massa pode acabar sendo benéfico, mesmo que leve todos os laboratórios a desacelerar seus esforços</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/ft-uma-avaliao-de-us-2-tri-para-anthropic-no-algo-improvvel.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/ft-uma-avaliao-de-us-2-tri-para-anthropic-no-algo-improvvel.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/8J1BcupdvM7Yi3V0XhwyRj5ZxS0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/D/y/IJlSv9QtG8L15bubLPfQ/ap26152607734335.jpg" /><br /> ]]>    Na longa e rica história dos mercados de capitais, os investidores já tiveram que estimar o valor de coisas bastante estranhas. Mineração em águas profundas, computadores quânticos, colônias em Marte, criadores de macacos de laboratório – todos encontraram espaço e chegaram a ter ações negociadas em bolsas de valores. Agora, há um novo desafio: avaliar os grandes laboratórios de inteligência artificial, com seu potencial único de mudar o mundo ou destruí-lo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/8J1BcupdvM7Yi3V0XhwyRj5ZxS0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/D/y/IJlSv9QtG8L15bubLPfQ/ap26152607734335.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:52:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Delegação da Venezuela liderada por Delcy Rodríguez discutirá dívida e energia nos EUA</title>  <atom:subtitle>Conversas devem levar à assinatura de acordos como parte dos planos de Donald Trump para reconstruir setores-chave do país sul-americano</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/delegao-da-venezuela-liderada-por-delcy-rodrguez-discutir-dvida-e-energia-nos-eua.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/delegao-da-venezuela-liderada-por-delcy-rodrguez-discutir-dvida-e-energia-nos-eua.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/H1FzXvcHEPLp9j0xjZ75o55qtjY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/z/n/DR5Q4WSAAVTwwDqb1d9A/2026-09-21t130235z-1388050693-rc2pnna35dsp-rtrmadp-3-un-assembly-venezuela.jpg" /><br /> ]]>    Uma delegação venezuelana liderada pela presidente interina Delcy Rodríguez, que participa da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) nesta semana, planeja discutir questões relacionadas a energia, dívida e mineração com interlocutores nos Estados Unidos, disseram duas fontes próximas aos preparativos.
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As conversas devem levar à assinatura de acordos como parte dos planos do presidente dos EUA, Donald Trump, para reconstruir setores-chave do país sul-americano, segundo as fontes.

Rodríguez chegou a Nova York na manhã desta segunda-feira com sua equipe. Foi sua primeira viagem aos EUA desde que assumiu como presidente interina da Venezuela, em janeiro, sob supervisão de Washington, após a captura do então presidente Nicolás Maduro por forças americanas.

O principal diplomata americano na Venezuela, John Barrett, recebeu Rodríguez no aeroporto, informou a televisão estatal venezuelana.

Ministros e altos funcionários venezuelanos vêm avançando nas negociações há meses antes da viagem de Rodríguez a Nova York, onde ela tem encontro marcado com Trump na terça-feira. Nesta segunda-feira, Rodríguez tinha uma reunião prevista com o secretário-geral da ONU, António Guterres, segundo a agenda dele.

Trump e Rodríguez — que foi vice-presidente da Venezuela durante o governo Maduro — devem se encontrar durante uma recepção oferecida pelo presidente americano, disse o embaixador dos EUA nas Nações Unidas, Mike Waltz, em uma recente entrevista coletiva por telefone.

Os ministérios das Relações Exteriores e da Informação da Venezuela não responderam de imediato a pedidos de comentários.

Alguns prédios pertencentes à Venezuela em Nova York, incluindo um consulado e o escritório da missão do país na ONU, foram reformados recentemente, de acordo com relatos da imprensa.

A ministra do Petróleo, Paula Henao, o ministro da Mineração, Hector Silva, e altos funcionários da estatal petrolífera PDVSA participaram neste mês de uma conferência de energia do G20 em Houston, onde foi assinado um memorando de entendimento com a produtora americana de petróleo Continental Resources para uma área na principal região produtora da Venezuela, a Faixa do Orinoco.

Também foi assinado um contrato separado que concede à empresa americana de investimentos Heeney Capital direitos de operação e exportação de uma mina de ouro.

Outro acordo preliminar está em negociação há meses com a gigante americana de energia ExxonMobil, o que poderia, em última instância, levar ao retorno da empresa aos campos de petróleo da Venezuela, disseram fontes neste mês.

Por sua vez, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está elaborando um plano de dois anos de atuação na Venezuela, concentrado em parte em energia elétrica e proteção social, disse seu presidente, Ilan Goldfajn, à Reuters nesta segunda-feira. O esforço inclui missões para analisar o quadro macroeconômico e os dados do país e estimar as necessidades de investimento em diferentes setores.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/H1FzXvcHEPLp9j0xjZ75o55qtjY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/z/n/DR5Q4WSAAVTwwDqb1d9A/2026-09-21t130235z-1388050693-rc2pnna35dsp-rtrmadp-3-un-assembly-venezuela.jpg" medium="image"/>   <media:description>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, conversa com o encarregado de negócios dos Estados Unidos para a Venezuela, John Barrett, ao chegar a Nova York</media:description>   <media:credit>Palácio de Miraflores/Divulgação via REUTERS</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:50:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Em NY, Lula diz que pode aplicar reciprocidade contra EUA, mas não quer guerra comercial</title>  <atom:subtitle>Presidente voltou a repetir que a sobretaxação dos EUA foi 'baseada em mentiras'</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/em-ny-lula-diz-que-pode-aplicar-reciprocidade-contra-eua-mas-nao-quer-guerra-comercial.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/em-ny-lula-diz-que-pode-aplicar-reciprocidade-contra-eua-mas-nao-quer-guerra-comercial.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Zom7LA_9D2PuzSuDIAkShghjL-s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/c/l/icdarVScyUtyYtxdWORQ/foto10pol-201-lula-a14.jpg" /><br /> ]]>    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "age como um imperador" e que pode aplicar a Lei da Reciprocidade, mas não quer entrar em guerra comercial, em entrevista à CNN Internacional nesta segunda-feira (21).
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"Ele age como um imperador, ele tem um jeito de governar que eu não concordo", afirmou o presidente brasileiro, diretamente de Nova York. Lula está nos Estados Unidos para discursar na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) na terça-feira.

O presidente voltou a repetir que a sobretaxação dos EUA foi "baseada em mentiras" e citou a possibilidade de aplicar a Lei da Reciprocidade. "[Mas] eu sou muito cauteloso com isso. Eu não quero entrar em guerra [comercial], eu prefiro o diálogo", ponderou Lula. Por outro lado, ele disse que, se negociação não for possível, "tomaremos outras atitudes" e "teria de pensar" que produtos e itens seriam colocados na retaliação.

"Não se trata de desafiar os EUA", afirmou Lula. "O presidente Trump foi eleito pelos EUA e tem direito de governar os EUA, mas não tem direito de interferir em outros países."

Não há previsão de Lula se encontrar com Trump nos EUA. Tradicionalmente, o presidente brasileiro discursa antes do americano na assembleia. No ano passado, os dois conversaram na antessala, entre a fala de cada um.


Brenno Carvalho/Agência O Globo  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Zom7LA_9D2PuzSuDIAkShghjL-s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/c/l/icdarVScyUtyYtxdWORQ/foto10pol-201-lula-a14.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:40:57 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>EUA reafirmam apoio a Japão, Coreia e Taiwan antes da cúpula de Trump e Xi</title>  <atom:subtitle>Analistas afirmam que os aliados dos EUA estão preocupados com chance de a Casa Branca oferecer concessões — inclusive sobre Taiwan e comércio — em troca de ganho econômico com Pequim</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/eua-reafirmam-apoio-a-japao-coreia-e-taiwan-antes-da-cupula-de-trump-e-xi.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/eua-reafirmam-apoio-a-japao-coreia-e-taiwan-antes-da-cupula-de-trump-e-xi.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/8DqeIQpndxDZEYQkcjtPzg_mkDw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/7/YyCDSGTYARV14SuDoj4A/ap26198597944201.jpg" /><br /> ]]>    Os Estados Unidos reiteraram, nesta segunda-feira, o compromisso com a defesa dos principais aliados asiáticos, o Japão e a Coreia do Sul, e os três países expressaram apoio a Taiwan antes da cúpula desta semana entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping.
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Analistas afirmam que os aliados dos EUA estão preocupados com a possibilidade de Trump oferecer concessões a Xi — inclusive em relação a Taiwan e ao comércio — em troca de ganho econômico com Pequim quando receber Xi na Casa Branca, em Washington, na quinta-feira.

Autoridades afirmam que tanto a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, quanto o presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, estão ansiosos para se encontrar com o presidente dos EUA durante a Assembleia Geral da ONU em Nova York, onde os três devem discursar na terça-feira.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, reuniu-se com o homólogo sul-coreano, Cho Hyun, e com o ministro das Relações Exteriores do Japão, Toshimitsu Motegi, em Nova York nesta segunda-feira. Eles emitiram uma declaração conjunta prometendo, em aparente referência à China, manter-se firmes “contra a coerção econômica e políticas e práticas não mercadológicas”, bem como a “restrições arbitrárias à exportação que perturbam as cadeias de abastecimento”.

Eles também saudaram o lançamento de um novo mecanismo de consulta trilateral sobre segurança econômica, parte de esforços mais amplos para fortalecer as cadeias de abastecimento e a cooperação em tecnologias críticas.

A declaração aponta que os EUA “reiteraram  compromissos inabaláveis com a defesa do Japão e da República da Coreia, respaldados pelo poderio militar incomparável dos Estados Unidos, incluindo suas capacidades nucleares, e reafirmaram seus compromissos de dissuasão estendida para com o Japão e a República da Coreia.”

A declaração afirma que os ministros enfatizaram compromisso com uma cooperação robusta em matéria de segurança, assim como a importância de manter a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan. Também “expressaram apoio à participação significativa de Taiwan em organizações internacionais apropriadas”.

Referindo-se à Coreia do Norte, os ministros “reafirmaram seu compromisso resoluto com a desnuclearização completa da República Popular Democrática da Coreia” e instaram o país a retomar o diálogo.

Além das preocupações com Taiwan, uma ilha governada democraticamente e que a China reivindica como sua, analistas afirmaram que os aliados examinarão minuciosamente quaisquer anúncios comerciais da cúpula Trump-Xi quanto ao impacto na competitividade em relação à China. Mesmo uma redução modesta nas barreiras comerciais para Pequim poderia minar suas posições.

Takaichi irritou Pequim no ano passado ao afirmar que Tóquio poderia ser arrastada para um conflito em torno de Taiwan, e Seul e Washington vêm negociando os detalhes do pacote de investimentos de US$ 350 bilhões da Coreia do Sul nos Estados Unidos, no âmbito de um acordo comercial firmado pelos aliados no ano passado.

Um deputado da oposição sul-coreana pediu, nesta segunda-feira, que o pacote de investimentos fosse analisado pelo Parlamento, alertando que as negociações sobre projetos de energia poderiam fazer com que a Coreia do Sul arcasse com riscos financeiros desproporcionais.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/8DqeIQpndxDZEYQkcjtPzg_mkDw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/N/7/YyCDSGTYARV14SuDoj4A/ap26198597944201.jpg" medium="image"/>   <media:description>As bandeiras dos EUA e da China no Grande Salão do Povo antes do jantar de Estado entre o presidente Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping em 14 de maio de 2026, em Pequim</media:description>   <media:credit>AP/Mark Schiefelbein, Arquivo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:31:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>OpenAI pede que EUA liderem esforços globais para desenvolver padrões técnicos para IA</title>  <atom:subtitle>Inteligência artificial será um dos principais temas de discussão na reunião de alto nível da Assembleia Geral das Nações Unidas nesta semana</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/openai-pede-que-eua-liderem-esforcos-globais-para-desenvolver-padroes-tecnicos-para-ia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/openai-pede-que-eua-liderem-esforcos-globais-para-desenvolver-padroes-tecnicos-para-ia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/h5dW-1lYmDVxZZA-byw_EPQ2AjY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/B/c/QKCQN8Q6SEAwNtJwYC4A/photo-1676299081847-824916de030a.avif" /><br /> ]]>    A gigante da inteligência artificial OpenAI pediu nesta segunda-feira (21) que os Estados Unidos liderem um esforço internacional para desenvolver padrões técnicos globais para a inteligência artificial de fronteira, incluindo o autoaperfeiçoamento recursivo, processo pelo qual os sistemas conseguem aprimorar suas próprias capacidades de forma autônoma.
A inteligência artificial será um dos principais temas de discussão na reunião de alto nível da Assembleia Geral das Nações Unidas nesta semana, depois que vários líderes do setor — incluindo o diretor-presidente da OpenAI, Sam Altman — defenderam uma desaceleração coordenada do desenvolvimento dessa tecnologia cada vez mais poderosa, alertando que ela poderá, em breve, aperfeiçoar-se sozinha e escapar do controle humano.
Em uma publicação divulgada enquanto líderes mundiais se reúnem nas Nações Unidas, a OpenAI afirmou ser essencial desenvolver um mecanismo que facilite a criação de padrões nacionais e internacionais complementares para a inteligência artificial de ponta, além de métricas comuns e protocolos para a notificação de incidentes, a fim de melhorar a ação coletiva.
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“Assumir a liderança agora determinará se os Estados Unidos moldarão a estrutura global de inteligência artificial ou assistirão ao surgimento, ao seu redor, de um sistema fragmentado, desigual e marcado por conflitos. Isso também determinará se a inteligência artificial avançada fortalecerá as redes que os Estados Unidos e seus aliados já possuem; a falta de liderança poderá enfraquecê-las”, escreveu a OpenAI na publicação desta segunda-feira.
Diante das preocupações de que a inteligência artificial possa causar danos aos seres humanos no futuro, o setor vem discutindo uma desaceleração deliberada de seu desenvolvimento, ou o chamado “controle de ritmo”.
“Controlar o ritmo do desenvolvimento da inteligência artificial não significa manter uma velocidade predeterminada. Do ponto de vista técnico, significa assegurar que as pesquisas sobre alinhamento e a aplicação dessas pesquisas permaneçam à frente do avanço das capacidades”, afirmou a OpenAI. O alinhamento procura garantir que a inteligência artificial atue de acordo com os valores humanos.

Conselho de segurança da ONU se reunirá
Altman deverá falar na quarta-feira (23) aos 15 membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre inteligência artificial e segurança internacional. A reunião foi convocada pela França, que ocupa a presidência do órgão em setembro, e será conduzida pelo ministro francês para a Europa e das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas, responsável pela manutenção da paz e da segurança internacionais, reuniu-se pela primeira vez para discutir os riscos da inteligência artificial em 2023, quando a China afirmou que a tecnologia não deveria se tornar um “cavalo desgovernado”, e os Estados Unidos alertaram contra seu uso para censurar ou reprimir pessoas.
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou os pedidos para desacelerar o desenvolvimento da inteligência artificial por receio de que qualquer pausa apenas dê à China espaço para reduzir a distância em uma tecnologia considerada fundamental para a segurança nacional e econômica.
Trump afirmou no início deste mês que os Estados Unidos já dispõem de salvaguardas para regulamentar o desenvolvimento da inteligência artificial e acrescentou que a China se beneficiaria das dúvidas lançadas sobre o avanço da tecnologia. Trump tem encontro marcado com o presidente chinês, Xi Jinping, nesta semana, em Washington.


Levart_Photographer/Unsplash  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/h5dW-1lYmDVxZZA-byw_EPQ2AjY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/B/c/QKCQN8Q6SEAwNtJwYC4A/photo-1676299081847-824916de030a.avif" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:29:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Aprovação de Trump cai para mínima de 32% em meio a alto custo de vida, diz pesquisa </title>  <atom:subtitle>Insatisfação com a economia cresceu desde que o presidente lançou, ao lado de Israel, a guerra contra o Irã em fevereiro, conflito que pressionou os preços dos combustíveis</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/aprovao-de-trump-cai-para-mnima-de-32-pontos-percentuais-em-meio-a-alto-custo-de-vida-diz-pesquisa.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/aprovao-de-trump-cai-para-mnima-de-32-pontos-percentuais-em-meio-a-alto-custo-de-vida-diz-pesquisa.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/hwfS-YzG6_yrGxBgXyTczGWGJ7s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/9/h/Na8bzVSja4nu7RtJvSCQ/ap26261735856132.jpg" /><br /> ]]>    A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caiu para 32%, o menor índice de sua carreira política, de acordo com nova pesquisa Reuters/Ipsos divulgada nesta segunda-feira. O resultado ruim para o chefe da Casa Branca ocorre em meio a um aumento da insatisfação entre os republicanos com a forma como o presidente lida com o custo de vida durante a impopular guerra contra o Irã.
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O levantamento, realizado ao longo de quatro dias e encerrado no domingo, mostrou que 73% dos republicanos aprovavam o desempenho de Trump no cargo, ante 82% em uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada uma semana antes. Naquela semana, sua aprovação geral era de 35%.

Trump retornou à Casa Branca em janeiro de 2025 com promessas de controlar a inflação e encerrar guerras no exterior. Em uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada nas horas seguintes à sua primeira posse como presidente, ele registrava índice de aprovação de 47%.

Apenas 17% dos entrevistados na nova pesquisa aprovaram a forma como Trump lida com o custo de vida — a principal questão que, segundo os americanos, determinará como votarão nas eleições de meio de mandato de 3 de novembro, quando os republicanos de Trump tentarão preservar suas estreitas maiorias no Congresso.

A insatisfação dos republicanos com o tema vem aumentando desde que o mandatário  iniciou a guerra contra o Irã, em fevereiro, que provocou forte alta nos preços da gasolina e do diesel. Agora, pela primeira vez, os republicanos que desaprovam a forma como Trump lida com o custo de vida superam os que a aprovam — 51% a 44%.

A pesquisa Reuters/Ipsos foi realizada pela internet e ouviu 1.277 adultos em todo o território dos Estados Unidos. A margem de erro é de três pontos percentuais.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/hwfS-YzG6_yrGxBgXyTczGWGJ7s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/9/h/Na8bzVSja4nu7RtJvSCQ/ap26261735856132.jpg" medium="image"/>   <media:description>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participa de um evento sobre saúde no Salão Oval da Casa Branca, em Washington</media:description>   <media:credit>AP/Jacquelyn Martin</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:24:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Agrolend Day reúne líderes para debater o futuro do Agro</title>  <atom:subtitle>Evento reúne CEOs, diretoras e diretores de grandes empresas do agronegócio nacional para discutir crédito, inadimplência e o futuro da distribuição no campo</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/agrolend-day-reune-lideres-para-debater-o-futuro-do-agro-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/agrolend-day-reune-lideres-para-debater-o-futuro-do-agro-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/gCS701SRCh3b0B5zcMVv9_o8gBk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/v/6/7eNUSBRDKTM6Jux0umfw/publicador-api-valor-dino-100-57c76aa6-fd46-4eec-a8f1-4aac5a1b83ee.png-20260921152401" /><br /> ]]>    A Agrolend, instituição financeira voltada ao financiamento do agronegócio em todo o Brasil, promove nesta quinta-feira (24) a segunda edição do Agrolend Day, em São Paulo. O evento reúne clientes, parceiros, investidores e colaboradores da companhia para celebrar uma trajetória de crescimento no crédito ao agro e, principalmente, para debater os caminhos para o futuro do financiamento do campo.
Ao longo do dia, o Agrolend Day vai trazer conteúdo relevante para o setor e promover conexões entre os principais elos da cadeia do agronegócio. A edição será marcada por quatro painéis de discussão, com CEOs, diretoras e diretores de indústrias de insumos, cooperativas, tradings e instituições financeiras, que debaterão o momento do crédito rural brasileiro."No Agrolend Day temos um conteúdo relevante, conexões verdadeiras e o orgulho de fazer parte da busca de caminhos para superar os desafios do crédito rural", reforça André Glezer, Co-CEO da empresa.
Quatro painéis, quatro frentes do agronegócio
A programação de painéis do Agrolend Day 2026 percorre temas centrais para o momento do setor. Os debates vão do impacto dos juros e da inadimplência sobre a indústria de insumos à disciplina financeira necessária para crescer com sustentabilidade, passando pela inovação em crédito e pelo futuro da distribuição no agro. Os painéis são:
Painel 1 — A indústria de insumos na virada do ciclo: juros, margens, inadimplência e o que vem pela frente
André Savino: Presidente/Co-CEO de Proteção de Cultivos da Syngenta.
Eduardo Monteiro: Country Manager da Mosaic Fertilizantes no Brasil e Paraguai.
Nairo Piña Rojas: Presidente LATAM da Sumitomo Chemical.
Renato Guimarães: Presidente FMC Brasil.
Santiago Franco: CEO da Cibra.
Sebastian Lüth: VP LATAM da HELM do Brasil.
Painel 2 — Soluções integradas de crédito para o Agro: do cliente ao sistema produtivo
Brunno Leto: Gerente financeiro da Cibra.
Bruno Damasceno: Líder de Soluções Financeiras da Mosaic.
Eduardo Gradiz: Head de Operações Financeiras da BASF.
Thaís Gomes: Tesoureira e Líder de Operações Estruturadas LATAM da FMC.
Painel 3 — Crescer com o balanço saudável: a disciplina financeira que sustenta a expansão no Agro
Eliane Viotto: Diretora Financeira e Administrativa da Coplacana.
Felipe Marques: CFO da Boa Safra.
Guilherme Carneiro: Diretor Financeiro da Biotrop.
Jairo Carolinski: VP de Finanças da Mosaic.
Larissa Pomerantzeff: VP de Finanças da Be8.
Painel 4 — O futuro da distribuição no Agro: o que vem agora?
Adriano Araújo: Diretor Financeiro e de ESG da Agro Amazônia.
Daniel Asakura: CFO da Stine Seed Company.
Fernando Degobbi: Diretor Presidente na Coopercitrus.
Talita Cury: Conselheira de Administração e Relações Institucionais do Grupo Santa Clara.
Os debates dialogam diretamente com o momento vivido pelo crédito rural brasileiro, marcado por juros elevados, inadimplência em patamares recordes entre produtores e uma retração dos bancos tradicionais por meio do Plano Safra. Esse cenário tem impulsionado a demanda por instituições financeiras especializadas e por soluções de crédito mais estruturadas e customizadas para cada elo da cadeia.
Em sua segunda edição, o Agrolend Day se consolida como um encontro anual da companhia com os principais públicos que movimentam o agronegócio brasileiro. Para saber mais sobre o evento e acompanhar as novidades do encontro, basta seguir as redes sociais da empresa no Instagram (instagram.com/agrolend_brasil) e no LinkedIn (linkedin.com/company/agrolend).  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/gCS701SRCh3b0B5zcMVv9_o8gBk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/v/6/7eNUSBRDKTM6Jux0umfw/publicador-api-valor-dino-100-57c76aa6-fd46-4eec-a8f1-4aac5a1b83ee.png-20260921152401" medium="image"/>   <media:description>Divulgação Agrolend</media:description>   <media:credit>Divulgação Agrolend</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:24:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>IG4 negocia compra de dívida da Raízen ligada a açúcar e etanol, dizem fontes</title>  <atom:subtitle>Gestora acompanha a situação da Raízen desde o início do ano e já desenhou um plano de recuperação operacional para o negócio sucroenergético, apurou o Valor</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/ig4-negocia-compra-de-dvida-da-razen-ligada-a-acar-e-etanol-dizem-fontes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/ig4-negocia-compra-de-dvida-da-razen-ligada-a-acar-e-etanol-dizem-fontes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Lsf1ZFISwLu4HeE3pyah9O6lRzA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/V/v/pr45tJSni2WjSagipv3Q/foto16emp-101-raizen-b1.jpg" /><br /> ]]>    A gestora IG4 Capital está estruturando uma nova oferta para comprar a parcela da dívida da Raízen vinculada ao negócio de açúcar e etanol, com o objetivo de montar uma posição na operação antes da conclusão da reestruturação financeira da companhia, apurou o Valor. A IG4 já negocia com alguns bancos e detentores de títulos de dívida emitidos no exterior e pretende apresentar propostas definitivas na próxima semana, segundo uma pessoa a par das conversas.
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As posições de não residentes em títulos soberanos denominados em pesos saltaram US$ 700 milhões, para o recorde de US$ 21,04 bilhões em agosto, último mês para o qual há dados disponíveis do banco central. Com isso, o aumento desde o início do ano chegou a 42%, muito acima do crescimento registrado em outros países da América Latina.
O Chile desponta como beneficiário de uma mudança mais ampla nas carteiras globais. A preocupação com a trajetória fiscal dos EUA dá aos investidores mais um motivo para buscar alternativas fora do país, enquanto a contenção de gastos do presidente José Antonio Kast e as medidas para aprofundar o mercado de títulos chileno reforçam os argumentos para direcionar parte desses recursos à nação andina.
“Vimos uma queda da participação dos títulos dos EUA nas carteiras de investimento, e parte desses fluxos veio para o Chile”, disse Alexis Vega, chefe de formação de mercado do Banco de Credito e Inversiones. “Acho que a tendência de ‘Sell US’ vai continuar, e a América Latina, diante dos preços das commodities e de possíveis ajustes fiscais, parece mais disciplinada do que os EUA.”
O tema “Sell America” ganhou e perdeu força ao longo do segundo mandato do presidente dos EUA, Donald Trump, com participantes do mercado alertando que a volatilidade na formulação de políticas — de aumentos históricos de tarifas e novas guerras à deterioração de alianças de longa data — afastava investidores estrangeiros de ações e títulos dos EUA.
A decisão do secretário do Tesouro, Scott Bessent, de pressionar os juros para baixo por meio de compras de títulos de prazo mais longo no mês passado deu novo impulso a essa narrativa, em meio a alertas de que a medida poderia desestimular ainda mais os compradores estrangeiros.
“Eles estão executando um programa de recompra que carece de credibilidade”, disse Vega. “A atual estrutura da dívida é insustentável.”
Posição fiscal
Com a saída de recursos dos EUA, a posição fiscal do Chile se destaca entre os países da região. O país sul-americano registrou superávit orçamentário de 95 bilhões de pesos (US$ 10 milhões) em julho, ante déficit de 957 bilhões de pesos no mesmo período do ano anterior, após uma alta de 79% na receita da mineração privada e uma queda de 0,7% nos gastos. No acumulado do ano, a despesa fiscal aumentou apenas 0,7%.
Além disso, o ministro da Fazenda, Jorge Quiroz, afirmou que o governo pretende limitar o crescimento dos gastos a uma faixa de 0% a 1% no próximo ano.
O quadro é bastante diferente no Brasil, onde o aumento das despesas com juros e os déficits persistentes elevam as preocupações com a capacidade do governo de estabilizar as contas públicas. A Colômbia, por sua vez, aprovou neste mês um aumento de 16% nos gastos do governo para o próximo ano, alarmando investidores que já estavam preocupados com o crescente peso da dívida do país.
“Os preços elevados dos metais devem impulsionar as receitas ligadas à mineração, enquanto o governo sinalizou crescimento limitado dos gastos nos próximos anos, reforçando a credibilidade da trajetória de consolidação fiscal estrutural após vários anos de déficits acima da meta”, disse Andrés Pérez, economista-chefe para a América Latina do Banco Itaú.
A divergência entre as políticas se reflete na demanda estrangeira por dívida local. As posições de estrangeiros em títulos soberanos locais da Colômbia aumentaram 4,2% nos primeiros oito meses do ano, enquanto as posições de não residentes no Brasil cresceram apenas 2% até julho. No México, subiram cerca de 3% no mesmo período.
‘Ajustes finos’
Os investidores estrangeiros detinham 15,6% da dívida soberana local do Chile em março, último mês para o qual há dados disponíveis do Ministério da Fazenda. Foi a maior participação desde o primeiro trimestre de 2020 e quase o dobro dos 8% registrados no fim de 2024.
A manutenção desse ritmo dependerá, em parte, de novos esforços para tornar o mercado mais acessível e barato para investidores estrangeiros.
“As principais barreiras que dificultavam a participação de não residentes no mercado de títulos do Chile foram removidas”, disse Alberto Naudon, vice-presidente do Banco Central do Chile, em entrevista na semana passada. “São necessários ajustes finos para estimular o desenvolvimento do mercado e determinar onde podemos alcançar padrões semelhantes aos adotados no exterior, facilitando a entrada de não residentes.”
Várias iniciativas anunciadas recentemente têm justamente esse objetivo. O governo anunciou no início deste mês que pretende permitir, pela primeira vez, que fundos de pensão locais realizem operações de recompra e recompra reversa, conhecidas como repo e reverse-repo. A medida deve ampliar as negociações e reduzir os spreads entre os preços de compra e venda dos títulos.
Separadamente, o governo colocou em consulta pública um programa de formadores de mercado também destinado a aumentar a liquidez.
Há “impactos positivos que esperamos ver com um novo mercado de repo, que reduziria os custos de financiamento dos investimentos, e com um possível programa de formadores de mercado, que proporcionaria maior liquidez aos instrumentos de dívida do Tesouro”, disse Vega.
A proposta para os fundos de pensão fez parte de um pacote de 30 medidas destinadas a aprofundar o mercado de capitais chileno, incluindo propostas para reduzir a burocracia e os entraves tributários enfrentados por investidores estrangeiros na compra de ativos locais.
“Corrigir algumas dessas questões deve eliminar obstáculos enfrentados pelos investidores estrangeiros”, disse Christopher Mejia, analista de crédito soberano de mercados emergentes da T Rowe Price.
Alberto Naudon, vice-presidente do Banco Central do Chile
Cristóbal Olivares / Bloomberg  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/iSKhzCX7lyhwNfKkBGLOuZlJRqs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/2/f/1c0lsNRCCXVs15Hhlnyw/468396399.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:19:42 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tecnologias reforçam a segurança de veículos comerciais</title>  <atom:subtitle>Na Semana Nacional do Trânsito, a Bosch destaca soluções que ampliam a segurança, como sistemas de assistência ao condutor capazes de ajudar a prevenir acidentes e reduzir os efeitos de desatenção, fadiga e saída involuntária de faixa</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/tecnologias-reforcam-a-seguranca-de-veiculos-comerciais-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/tecnologias-reforcam-a-seguranca-de-veiculos-comerciais-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Xc70-ltg7UOojOl7OWYSePSoNfM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/A/Nu6lzoSgqPBNKEnQ5doQ/publicador-api-valor-dino-100-95925dc8-3581-4c25-8010-88a1869e58fa.jpg-20260921151046" /><br /> ]]>    A Semana Nacional do Trânsito, realizada de 18 a 25 de setembro, chama a atenção para um desafio que permanece presente nas rodovias brasileiras: ampliar a segurança de todos os usuários. Os números impressionam: apenas em 2025, acidentes envolvendo caminhões resultaram em quase 20 mil pessoas feridas e mais de 2.800 mortes nas rodovias federais brasileiras, segundo o Anuário Estatístico 2025 da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os números correspondem a 23% dos feridos e 46% das mortes registradas em todos os acidentes nas rodovias federais no período. Ocorrências envolvendo ônibus, por sua vez, deixaram mais de 4 mil pessoas feridas e causaram 377 mortes.
Considerando o conjunto das ocorrências nas rodovias federais, as principais causas de acidentes registrados pela PRF em 2025 correspondem, principalmente, à resposta dos condutores. A ausência de reação foi apontada em quase 11.500 casos, enquanto a reação tardia ou ineficiente esteve associada a 10.800 ocorrências, segundo o anuário.
Tecnologias que ampliam a segurança no trânsito Sistemas de assistência à condução podem atuar como aliados na prevenção de acidentes, apoiando o motorista em situações que exigem atenção e resposta rápida. Com o uso de câmeras e sensores, essas soluções podem identificar condições de risco e, dependendo da aplicação, alertar o condutor ou atuar diretamente no veículo.
Uma das soluções da Bosch para veículos comerciais é o Servotwin, sistema de direção eletro-hidráulica que pode atuar em conjunto com sistemas de assistência de permanência em faixa (lane keeping assist). Câmeras identificam desvios involuntários e enviam as informações ao sistema de direção, que pode realizar uma correção automática para auxiliar o veículo a retornar à trajetória adequada.
Um estudo da Bosch Accident Research, com base em dados de acidentes registrados na Alemanha entre 2001 e 2022, aponta que a implementação ampla de sistemas de assistência de permanência em faixa poderia evitar mais de 1.000 acidentes por ano. A medida também poderia gerar uma economia anual superior a 36 milhões de euros para transportadoras e reduzir em mais de 400 milhões de euros os custos relacionados a acidentes e suas consequências para a sociedade.
"Os dados mostram que ainda há espaço para avançar na segurança das rodovias. Nesse cenário, sistemas de assistência à condução podem atuar como uma camada adicional de segurança, apoiando o motorista em situações de distração, fadiga ou desvios involuntários de faixa", afirma Rodrigo Laporta, chefe da unidade de negócios de direção de veículos comerciais da Bosch Brasil.
A Driver Monitoring Camera (DMC) da Bosch é uma solução para detecção de desatenção e fadiga. Por meio de uma câmera, a tecnologia monitora o motorista e identifica sinais de distração e sonolência. Essas informações podem ser utilizadas pelos sistemas do veículo para alertar o condutor, contribuindo para aumentar a segurança durante a condução.
A câmera multipropósito MPC4 permite combinar dados de diferentes sensores instalados ao redor do veículo. Com inteligência artificial, a solução aprimora funções como assistência de permanência em faixa e frenagem de emergência. A nova geração desse dispositivo tem capacidade de processamento 20 vezes maior em comparação com a versão anterior.
Tecnologias para o transporte do futuro A Bosch participa do IAA Transportation 2026, realizado de 15 a 20 de setembro, em Hannover, na Alemanha, com um portfólio voltado a veículos comerciais que combina segurança, conectividade, automação e eficiência.
Entre os destaques estão soluções de sensores e sistemas de direção para funções de condução automatizada, além de arquiteturas veiculares centralizadas e computadores de alto desempenho que formam a base para veículos comerciais definidos por software. A empresa também apresenta alternativas para a transição energética do transporte, como eixos elétricos, células de combustível e tecnologias para motores a hidrogênio, além de soluções de gestão térmica.
O portfólio apresentado na feira reúne hardware, software e inteligência artificial para diferentes etapas da operação, da propulsão e segurança à conectividade e gerenciamento do veículo.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Xc70-ltg7UOojOl7OWYSePSoNfM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/A/Nu6lzoSgqPBNKEnQ5doQ/publicador-api-valor-dino-100-95925dc8-3581-4c25-8010-88a1869e58fa.jpg-20260921151046" medium="image"/>   <media:description>Bosch/Divulgação</media:description>   <media:credit>Bosch/Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:11:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ouro recua com realização de lucros e segue negociado em faixa restrita</title>  <atom:subtitle>Contratos futuros do metal precioso com entrega para setembro encerraram em queda de 0,91%, cotados a US$ 4.345,80 por onça-troy</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/ouro-recua-com-realizacao-de-lucros-e-segue-negociado-em-faixa-restrita.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/ouro-recua-com-realizacao-de-lucros-e-segue-negociado-em-faixa-restrita.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/J3p4ai0x49FfKIka316Lh2YbArw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/V/e/PPV1NgRESHYzwMSj1UOg/363631538-0-8.jpg.jpg" /><br /> ]]>    Os contratos futuros de ouro encerraram esta segunda-feira (21) em queda, apesar do alívio nos rendimentos dos Treasuries e nos preços do petróleo. Os investidores realizaram lucros hoje, após três sessões consecutivas de ganhos, fazendo com que o ativo permaneça negociado em uma faixa de preço restrita, com o rumo da política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) em foco.  Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/J3p4ai0x49FfKIka316Lh2YbArw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2020/V/e/PPV1NgRESHYzwMSj1UOg/363631538-0-8.jpg.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:08:53 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>PF identifica 232 chamadas entre ACM Neto e José Marcos de Moura, indiciado por fraudes</title>  <atom:subtitle>Polícia Federal suspeita que ex-prefeito seja líder político de esquema de desvios; defesa afirma que insinuações são mentirosas</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/pf-identifica-232-chamadas-entre-acm-neto-e-jos-marcos-de-moura-indiciado-por-fraudes.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/pf-identifica-232-chamadas-entre-acm-neto-e-jos-marcos-de-moura-indiciado-por-fraudes.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/_vslvqNWvlpgldsUwtnpCONaOVE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/p/U/70bMZvS8mRYL9McxPOJA/acm-neto.jpg" /><br /> ]]>    A Polícia Federal (PF) apontou que ACM Neto (União) seria o líder político de uma organização criminosa suspeita de desviar recursos públicos em diferentes municípios pelo país investigada na Operação Overclean. Ele teria conversado 232 vezes por chamada de WhatsApp entre agosto e dezembro de 2024 com um dos principais empresários investigados no esquema de fraudes, José Marcos de Moura. 

Para a corporação, o político, que atualmente é candidato a governador na Bahia, estaria acima de José Marcos de Moura. O empresário é conhecido como "Rei do Lixo", por ter empresas na área de limpeza urbana, e foi indiciado por corrupção, fraude a licitação e desvio de dinheiro.

As informações constam da decisão do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a 10ª fase da Overclean, deflagrada na semana passada para investigar a atuação do grupo de Moura em contratos na área de educação em Belo Horizonte. Dentre os episódios que a PF lista envolvendo ACM Neto estão um diálogo de WhatsApp de Marcos Moura com então prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), afirmando que precisaria consultar o político baiano sobre indicações para secretarias na prefeitura da capital mineira em 2024. 

Apesar dos elementos apontados pela PF, que chegou a pedir buscas contra ACM Neto, o ministro entendeu que as suspeitas apontavam apenas para uma atuação política de ACM Neto e não eram suficientes para justificar buscas contra ele. 

"Durante a negociação dos cargos de secretários da PBH, José Marcos de Moura comenta com o então prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman que precisaria consultar ACM neto antes de definir quais as pastas seriam ocupadas por seus indicados. Aduz que a sequência de diálogos examinados revelou um personagem superior a José Marcos de Moura na hierarquia da organização investigada, qual seja, a pessoa de ACM Neto. Acrescenta que, entre agosto e dezembro de 2024, Marcos Moura e ACM Neto conversaram 232 vezes por chamadas via aplicativo", informa a decisão de Kassio Nunes Marques, em referência às suspeitas levantadas pela PF na investigação.

O ministro ainda cita um diálogo de uma servidora do município que, em 2024, afirmou que teve sua nomeação ao cargo aprovada por ACM Neto. "Menciona diálogo de Flavia Pamplona (assessora do então secretário de Educação de BH) em que esta, referindo-se à SMED (Secretaria Municipal de Educação), diz em 11/06/2024: "sabe q acm neto aprovou minha nomeação". Pondera que a necessidade de aprovação de ACM Neto para a nomeação de Flávia como assessora da SMED/PBH demonstra o papel de liderança política do primeiro na organização", segue a decisão, descrevendo as alegações da PF.

Deflagrada na semana passada, a 10ª fase da Overclean mirou suspeitas de fraudes em contratos de mais de R$ 80 milhões na secretaria de Educação de Belo Horizonte. Ao todo, a PF cumpriu 24 mandados de buscas, incluindo nos endereços de José Marcos de Moura, que já foi indiciado em fases anteriores da Overclean por corrupção, fraude a licitação e desvio de dinheiro envolvendo contratos em prefeituras na Bahia.

A Overclean começou em 2024 mirando fraudes e desvio de recursos públicos na Bahia envolvendo Marcos Moura e outros empresários, mas com o avanço das investigações a PF identificou que o grupo teria se infiltrado também em prefeituras de outros estados para perpetuar os esquemas fraudulentos em diferentes áreas.

Procurada, a assessoria de ACM Neto divulgou a mesma nota enviada na semana passada, em que afirma haver uma tentativa de interferir no processo eleitoral. "Fica cada vez mais clara a tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento", diz a nota. 

"A Operação Overclean começou em dezembro de 2024 e, nesses quase dois anos, nunca houve o apontamento de qualquer tipo de conduta que me relacionasse à prática de ato ilícito. E não houve justamente porque não tenho nenhuma relação com qualquer dos fatos que estão sendo investigados. A completa e total inconsistência dessas insinuações foi confirmada pela decisão do STF, que indeferiu o pedido formulado na representação, conforme divulgado pela imprensa", segue a  nota.

Procurada, a defesa de José Marcos de Moura não se manifestou.

ACM Neto
Reprodução/União Brasil  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/_vslvqNWvlpgldsUwtnpCONaOVE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/p/U/70bMZvS8mRYL9McxPOJA/acm-neto.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:07:46 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Paquistão diz ter matado 28 militantes no Afeganistão; Talibã e ONU relatam três mortes de civis</title>  <atom:subtitle>Relações entre os antigos aliados estão tensas há anos, com Islamabad acusando Cabul de abrigar grupos que realizam ataques por meio da fronteira</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/paquisto-diz-ter-matado-28-militantes-no-afeganisto-talib-e-onu-relatam-trs-mortes-de-civis.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/paquisto-diz-ter-matado-28-militantes-no-afeganisto-talib-e-onu-relatam-trs-mortes-de-civis.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/GEV5OB2rfdgClGHmynLKUBSS-Zo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/A/ThBoZAS0qHSR4AAO6BJw/2026-09-21t090533z-2047631754-rc2lnnarhsfo-rtrmadp-3-afghanistan-pakistan.jpg" /><br /> ]]>    O governo do Paquistão afirmou nesta segunda-feira que realizou ataques aéreos no lado afegão da fronteira entre os dois países, matando pelo menos 28 militantes, enquanto uma autoridade de segurança paquistanesa disse que duas províncias do Afeganistão foram atingidas.

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Horas antes, autoridades do Talibã afegão acusaram Islamabad de matar pelo menos três civis em ataques aéreos realizados durante a noite em território afegão. A Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama) confirmou as mortes de três civis: um homem, uma mulher e uma menina.

Os ataques romperam um período de quase três meses de relativa calma.

Zabihullah Mujahid, principal porta-voz do governo afegão comandado pelo Talibã, disse que o lado afegão “responderá de forma apropriada a esta agressão”.

Uma autoridade paquistanesa, que falou sob condição de anonimato, disse que os ataques ocorreram nas províncias afegãs de Paktika e Kunar. O Ministério da Informação do Paquistão divulgou o número de mortos, mas as Forças Armadas do país não se pronunciaram de imediato.

As relações entre os antigos aliados estão tensas há anos, com Islamabad acusando Cabul de abrigar militantes que realizam ataques por meio da fronteira. O conflito se intensificou em fevereiro, e centenas de pessoas morreram em ataques aéreos, ataques com drones e disparos de artilharia no primeiro semestre do ano.

O governo do Talibã no Afeganistão nega abrigar insurgentes contrários ao Paquistão e afirma que a militância é um problema interno paquistanês. O Ministério das Relações Exteriores do Talibã disse ter convocado o encarregado de negócios do Paquistão em Cabul e entregado a ele uma nota de protesto.

Uma instalação policial no distrito paquistanês de Kohat, no noroeste do país, foi atacada por militantes islâmicos na sexta-feira, deixando pelo menos 24 mortos.

Ataques anteriores de militantes no Paquistão foram frequentemente seguidos por ações de retaliação.

Uma troca de tiros separada no domingo matou seis soldados paquistaneses e oito militantes no distrito vizinho de Hangu, perto da fronteira com o Afeganistão, segundo um comunicado do Exército paquistanês.

Pelo menos uma casa na província de Kunar foi atingida pelos bombardeios desta segunda-feira, matando três integrantes da mesma família e ferindo outros quatro, disse o vice-porta-voz do Talibã, Hamdullah Fitrat, em uma publicação no X.
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Em Paktika, dois locais foram bombardeados, e uma loja e uma casa desocupada foram destruídas, acrescentou.

“Todos ficaram assustados”, disse Mula Khan, um morador de 55 anos que ouviu os ataques.
Pessoas carregam, antes do enterro, o corpo de uma vítima morta no que, segundo o Talibã, foi um ataque aéreo do Paquistão, na província de Kunar
REUTERS/Stringer


Insurgências em expansão
As insurgências em expansão no Paquistão são conduzidas por grupos rivais, com diferentes bases de apoio e ideologias, mas que têm como inimigo comum o Estado paquistanês.

O ataque da semana passada em Kohat foi reivindicado por um grupo militante islâmico chamado Shura Ittehad-ul-Mujahideen.

O grupo é liderado pelo senhor da guerra Hafiz Gul Bahadur, que no passado abrigou combatentes da Al Qaeda e militantes islâmicos árabes na região fronteiriça, segundo Abdul Basit, analista da Escola de Estudos Internacionais S. Rajaratnam, em Singapura.

Inicialmente, o grupo concentrava seus ataques contra forças dos Estados Unidos e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Afeganistão, mas se voltou contra o Paquistão após uma grande ofensiva militar paquistanesa por volta de 2015 que teve como alvo um reduto do grupo no distrito do Waziristão do Norte, disse Basit. A operação levou os combatentes do grupo a se deslocarem para o Afeganistão.

As repercussões de longo prazo dessa mudança ainda se fazem sentir atualmente, afirmou Basit, à medida que o grupo de Bahadur se transformou em “uma organização que reúne diferentes grupos militantes, na qual a Al Qaeda é a arquiteta e Gul Bahadur é o rosto”.

Embora a atenção pública no Paquistão esteja concentrada no grupo Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), responsável pela maioria dos ataques com mortes, ofensivas aéreas paquistanesea de retaliação atingem desde o fim do ano passado tanto o TTP quanto esconderijos de Bahadur no Afeganistão, segundo autoridades paquistanesas.

O Afeganistão lançou drones contra o Paquistão em julho, que, de acordo com Islamabad, foram interceptados e abatidos por suas forças.

O episódio isolado mais grave ocorreu em março, quando mais de 400 pessoas morreram em um ataque aéreo paquistanês contra Cabul, que, diz o Talibã, teve como alvo um centro de reabilitação para dependentes químicos.

Islamabad negou a acusação, afirmando que “atingiu com precisão instalações militares e infraestrutura de apoio a terroristas”.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/GEV5OB2rfdgClGHmynLKUBSS-Zo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/A/ThBoZAS0qHSR4AAO6BJw/2026-09-21t090533z-2047631754-rc2lnnarhsfo-rtrmadp-3-afghanistan-pakistan.jpg" medium="image"/>   <media:description>Um homem retira pertences dos escombros de uma casa danificada no que, segundo o Talibã, foi um ataque aéreo do Paquistão, na província de Kunar</media:description>   <media:credit>REUTERS/Stringer</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 18:05:01 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Venezuelano com bala no corpo é mantido sob custódia do ICE no Texas</title>  <atom:subtitle>Porta-voz de advogada diz que homem de 28 anos havia requisitado asilo e estava de forma legal nos EUA; baleado, recebeu alta no mesmo dia e foi levado para centro do serviço de imigração</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/venezuelano-com-bala-no-corpo-mantido-sob-custdia-do-ice-no-texas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/venezuelano-com-bala-no-corpo-mantido-sob-custdia-do-ice-no-texas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Q8IHY82AYfoLxxSXFQbPt_fV9z0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/P/Q/QqR7mwQrCABRUxSrNc2w/ap26194567272205.jpg" /><br /> ]]>    Um venezuelano baleado por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) estava sob custódia nesta segunda-feira em um centro de detenção no Texas, após receber alta do hospital com uma bala ainda alojada nas costas, segundo porta-voz da advogada do homem.
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Wilber Rafael Garces Perez, de 28 anos, estava fazendo uma entrega por uma empresa na capital do Texas, Austin, no domingo, quando foi baleado durante uma abordagem policial, disse Fabiana Meléndez Ruiz, porta-voz da advogada de imigração Kate Lincoln-Goldfinch.

Ruiz disse que Perez ligou para a esposa por volta das 12h30 de domingo para contar que havia sido baleado. Ela disse que a esposa de Perez não falou com ele desde então. Perez estava detido no centro do ICE no Sul do Texas, em Pearsall, a cerca de 209 quilômetros a sudoeste de Austin, disse Ruiz à Associated Press.

Ela afirmou que a advogada conversou por telefone com Perez, que disse ter  sido interrogado então com uma bala alojada nas costas. Ele também disse não ter analgésicos, segundo a porta-voz da advogada.

O Departamento de Segurança Interna, que supervisiona o ICE, divulgou poucas informações e não apontou o que teria motivado o tiro. Em comunicado divulgado na manhã de segunda-feira, o departamento afirmou estar investigando o caso do venezuelano, que se encontrava ilegalmente nos EUA e “tinha uma ordem final de deportação”. Perez é um solicitante de asilo  e não possui antecedentes criminais.

“Pelo que entendemos, ele estava aqui legalmente”, disse a porta-voz da advogada. Os tiros ocorreram em meio a um aumento nas ações de fiscalização do ICE nos EUA durante o segundo mandato do presidente Donald Trump. A agência registrou mais de 50.000 prisões mensais em julho e agosto — um recorde. Os agentes de imigração têm sido alvo de intenso escrutínio ante a série de tiroteios durante abordagens.

Pelo menos quatro pessoas foram mortas a tiros por agentes federais durante operações de fiscalização da imigração neste ano. A chefe de polícia de Austin, Lisa Davis, disse a repórteres no domingo que o tiroteio ocorreu após uma abordagem de trânsito.

Ela afirmou que a polícia local não estava envolvida. Autoridades locais disseram que o homem foi atingido por um tiro no tronco e hospitalizado, recebendo alta ainda no domingo.

O prefeito de Austin, Kirk Watson, do Partido Democrata, afirmou no domingo que deseja que a polícia local participe da investigação. No local dos tiros, um Toyota Corolla estava estacionado sob um viaduto com danos na porta do lado do passageiro e o que pareciam ser marcas de balas, antes de ser rebocado na noite de domingo. Cerca de 100 manifestantes contrários ao ICE fizeram protesto no domingo após o tiroteio.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Q8IHY82AYfoLxxSXFQbPt_fV9z0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/P/Q/QqR7mwQrCABRUxSrNc2w/ap26194567272205.jpg" medium="image"/>   <media:description>Distintivo do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE)</media:description>   <media:credit>AP/Yuki Iwamura</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:53:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Internacionalização segura: como evitar dupla tributação e proteger a marca</title>  <atom:subtitle>Dois especialistas em Direito Internacional, Direito Digital e M&amp;A explicam como levar um negócio para o exterior sem cair na dupla tributação, perder a marca ou expor o patrimônio da família</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/internacionalizacao-segura-como-evitar-dupla-tributacao-e-proteger-a-marca-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/internacionalizacao-segura-como-evitar-dupla-tributacao-e-proteger-a-marca-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/V6k9CvsyFgO-XhRXNJFxqmxxTss=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/i/z/6fhWOFTGi3JWD3fu0ZyA/publicador-api-valor-pulse-brand-100-5868050e-dfac-4ee5-a526-c4c250e72e52.jpg-20260921145317" /><br /> ]]>    Por que internacionalizar deixou de ser coisa só de grande multinacional?
Abrir mercado fora do Brasil já não é privilégio das gigantes. Pagamentos digitais, trabalho remoto e acesso direto a consumidores no mundo todo colocaram a expansão internacional no radar de empresas de todos os portes.
Segundo Márcio Canedo, consultor sênior do IBICT, em 2025 as fusões e aquisições no mundo movimentaram US$ 4,8 trilhões, o segundo maior volume da história, e um terço envolveu operações entre países.
"O risco não é só o negócio não dar certo lá fora. É pagar imposto duas vezes, perder a marca para um terceiro e ainda ver o patrimônio pessoal dos sócios sendo alcançado por uma dívida gerada no exterior", afirma Márcio Canedo.
Para Kezia Miranda, Chief Legal Officer da BDM e fundadora da banca jurídica KMA LAW, a saída é montar a estrutura certa antes de crescer.
"Internacionalizar bem é coordenar quatro frentes ao mesmo tempo: imposto, preço entre as empresas do grupo, marca e proteção do patrimônio", destaca Kezia Miranda.
Como evitar a dupla tributação ao expandir para o exterior?
O primeiro passo é entender como o dinheiro vai circular entre os países e como cada Fisco trata esse fluxo.
"Hoje o país mantém 38 acordos para evitar a dupla tributação em vigor, o mais recente com a Polônia, valendo desde janeiro de 2026", comenta Márcio Canedo.
Esses tratados evitam a dupla cobrança. A decisão prática é escolher o veículo: subsidiária, filial ou holding num país mais eficiente.
"Não existe fórmula pronta. A estrutura tem que equilibrar a economia de imposto com a substância real exigida pelos reguladores. Estrutura de fachada, hoje, não passa", evidencia Márcio Canedo.
O que muda com a nova lei de preços de transferência (Lei 14.596/2023)?
Quando a empresa passa a negociar entre suas próprias unidades em países diferentes, entra em cena o transfer pricing, o preço praticado dentro do grupo.
"Com a Lei 14.596/2023, obrigatória desde janeiro de 2024, o Brasil abandonou as margens fixas antigas e adotou o princípio do arm's length da OCDE, padrão de mais de 140 países. As operações entre empresas do mesmo grupo têm que ser tratadas como partes independentes. Uma política de preços bem feita, com um dossiê que justifique cada número, é a principal defesa contra uma autuação da Receita", afirma Kezia Miranda.
Como proteger a marca da minha empresa no exterior?
Registrar a marca antes de lançar o produto fora é regra de ouro, para evitar o trademark squatting, quando um terceiro a registra de má-fé para depois cobrar caro do dono verdadeiro.
"Desde 2019, o Brasil integra o Protocolo de Madri: com um único pedido, é possível proteger a marca em mais de 120 países, com gestão centralizada", fala Kezia Miranda.
Organizada sob uma IP Holding, a marca também pode virar fonte de receita, com licenciamento e royalties entre empresas do grupo.
Como fazer a blindagem patrimonial ao internacionalizar o negócio?
"O risco de operar em um mercado novo jamais pode chegar ao patrimônio que a família construiu aqui. Isso se resolve separando o que é operacional do que é patrimônio pessoal", diz Kezia Miranda.
A ferramenta são holdings internacionais, combinadas com trusts ou fundações conforme o país, criando uma parede entre operação e patrimônio.
Por onde o empresário deve começar? Os dois convergem em um ponto: estratégia antes de execução.
"Internacionalizar não é abrir empresa fora e ver no que dá. É desenhar a arquitetura jurídica e tributária primeiro", comenta Márcio Canedo.
"A expansão vira um movimento seguro, em que crescimento, eficiência tributária e continuidade do negócio andam juntos", ressalta Kezia Miranda.
SOBRE OS ENTREVISTADOS
Márcio Canedo
Consultor Sênior no IBICT. Mestre pela Columbia University (SIPA) e bacharel em Relações Internacionais pela UnB.
Kezia Miranda
Chief Legal Officer na BDM Corp. e fundadora da KMA Advogados. Top 10 Women Leaders in Legal from Brazil 2026 pela Global Woman Leader.
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De acordo com a Portaria GM/MS Nº 4.228, que regulamenta o processo administrativo de incorporação de tecnologias no SUS, a disponibilização aos pacientes deve ocorrer no prazo máximo de 180 dias após a decisão, prorrogável por 90 dias. Atualmente, a conclusão desse fluxo de disponibilização segue em acompanhamento por entidades do setor.
"Existe um desafio importante na fase de implementação das políticas de saúde. Os tratamentos foram incorporados, e a rápida atualização dos PCDTs é o passo fundamental para que cheguem à ponta. A conclusão desses processos dentro do fluxo planejado contribui diretamente para ampliar a oferta de cuidado no SUS. A burocracia não pode limitar o acesso dos pacientes aos tratamentos necessários", afirma Soraya Araújo, diretora do Instituto Colabore com o Futuro.
Retenção de tecnologias e tempo médio de espera
O tempo necessário para a publicação e atualização de protocolos clínicos é um tema central nas discussões sobre saúde pública. Um levantamento da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) revelou que existem 67 tecnologias aprovadas pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) pendentes de publicação ou atualização em PCDTs, acumulando um tempo médio de espera de 22 meses.
Essa retenção impacta diretamente o tratamento da anemia por deficiência de ferro, uma condição caracterizada pela redução da concentração de hemoglobina, proteína responsável pelo transporte de oxigênio no sangue.
Impacto desproporcional na saúde feminina e na gestação
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a anemia por deficiência de ferro atinge 40% das crianças de seis meses a cinco anos, 37% das gestantes e 30% das mulheres entre 15 e 49 anos no mundo. No Brasil, levantamentos referendados pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e pela Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) indicam que a prevalência atinge cerca de 29% a 35% das mulheres em idade fértil e pode chegar a 42% entre as gestantes.
A maior vulnerabilidade das mulheres deve-se a fatores como o sangramento uterino anormal (SUA), condição que afeta até 30% das mulheres em idade reprodutiva, além das elevadas demandas de ferro durante a gravidez, perdas sanguíneas no parto e fase de amamentação.
"A anemia por deficiência de ferro é um desafio crítico para a saúde da mulher, especialmente em casos de sangramento uterino anormal e durante a gestação. A garantia do tratamento adequado na rede pública é fundamental para prevenir complicações graves no parto e no puerpério para milhares de brasileiras", alerta o Dr. Agnaldo Lopes, Diretor Científico da Febrasgo.
Estudos e diretrizes publicados pela Febrasgo detalham que a falta do mineral traz consequências severas tanto para a mãe quanto para o bebê. Na gestante, a anemia não tratada eleva os riscos de pré-eclâmpsia, insuficiência placentária, infecções no pós-parto, fadiga extrema e depressão puerperal. Para o feto e o recém-nascido, a condição associa-se à prematuridade, ao baixo peso ao nascer e ao prejuízo no desenvolvimento cognitivo. Além disso, em procedimentos cirúrgicos ginecológicos, como a histerectomia, a anemia no pré-operatório aumenta em até três vezes o risco de mortalidade.
Transfusões desnecessárias e violação dos princípios do PBM
Diante da falta de acesso às terapias endovenosas de reposição rápida de ferro no SUS, essenciais para pacientes com intolerância ao ferro oral, quadros graves ou gestações avançadas, profissionais de saúde recorrem frequentemente a transfusões de sangue.
Essa prática contrapõe-se às diretrizes do Patient Blood Management (sigla PBM que em português significa Gestão do Sangue do Paciente), conceito mundialmente estabelecido e recomendado por resolução da OMS, que orienta a preservação do sangue do próprio paciente e coloca a hemotransfusão apenas como último recurso em emergências. A transfusão sanguínea reduz temporariamente a hipóxia, mas não restaura as reservas corporais de ferro, além de consumir um recurso público finito e escasso.
"Se já existem tratamentos específicos e eficazes para repor o ferro com segurança, seu uso é o caminho mais indicado para evitar transfusões desnecessárias e preservar os estoques de sangue do país", complementa o Dr. Agnaldo Lopes.
A publicação do PCDT atualizado e a consequente disponibilização dos tratamentos incorporados na rede pública são medidas apontadas por especialistas como urgentes para conter os impactos da doença e garantir assistência digna e segura aos pacientes no Brasil.
Sobre o Instituto Colabore com o Futuro
O Instituto Colabore com o Futuro é uma organização da sociedade civil que atua para contribuir com mudanças na saúde. Aproxima a sociedade dos espaços de decisão, articula diferentes atores e apoia a construção de políticas e soluções que ampliem o acesso, qualifiquem o cuidado e melhorem a vida dos brasileiros.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/-5HdS-7IthE4Bxd3gQM4WDIjisM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/o/b/bBf2IdQz2zsgAAdOnP8w/publicador-api-valor-dino-100-ead3bc16-bdee-44dc-8aeb-8595397617ed.png-20260921145227" medium="image"/>   <media:description>Foto: Divulgação.</media:description>   <media:credit>Foto: Divulgação.</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:52:43 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Escalas de trabalho influenciam saúde mental das equipes</title>  <atom:subtitle>Karla Spadafora, da SISQUAL® WFM, explica como escalas mais equilibradas podem reduzir sobrecarga e preservar o bem-estar de equipes que atuam sob pressão constante, caso das que trabalham na área da saúde</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/escalas-de-trabalho-influenciam-saude-mental-das-equipes-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/escalas-de-trabalho-influenciam-saude-mental-das-equipes-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/iLDLQr7_4-ERgyB5YCuJ0wtz3_Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/V/j/9mn41LRPq4vaSsisNpGA/publicador-api-valor-dino-100-88b249b8-03bd-4342-b7f1-f29b9a2bff39.jpg-20260921144658" /><br /> ]]>    O aumento expressivo nos afastamentos do trabalho por transtornos mentais tem levado empresas e especialistas a reconsiderar um fator muitas vezes deixado em segundo plano: a forma como as jornadas e escalas de trabalho são organizadas. Segundo levantamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) feito em parceria com a Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), o número de trabalhadores afastados por transtornos mentais no Brasil cresceu 79% entre 2023 e 2025, com destaque para o salto nos casos de burnout, síndrome de esgotamento associada à sobrecarga profissional.
Para Karla Spadafora, gerente de produtos de saúde na SISQUAL® WFM, empresa de tecnologia especializada em gestão de força de trabalho (Workforce Management), a experiência dos colaboradores precisa ser vista como parte dos resultados de uma organização. "Em segmentos como a saúde, por exemplo, em que lidamos diariamente com alta complexidade, pressão e a responsabilidade de cuidar de vidas, ter o adequado equilíbrio entre vida profissional e pessoal das equipes deixou de ser uma questão operacional para se tornar uma forma estratégica de garantir a saúde mental da equipe e da instituição", afirma.
Fundada em 1992 em Portugal, a SISQUAL® WFM está há 15 anos no Brasil e tem sua solução presente em mais de 750 hospitais no país, além de atuar em varejo, hotelaria, logística, transportes e serviços. O software, de caráter modular, é usado por gestores para planejar horários, controlar marcações e organizar a rotina de equipes.
Falta de previsibilidade pesa sobre as equipes
A respeito das mudanças de última hora e da falta de previsibilidade, Spadafora avalia: "Escalas desequilibradas podem concentrar uma carga maior sobre determinados profissionais ou equipe, o que compromete não apenas o bem-estar individual, mas também a qualidade do trabalho entregue".
A executiva também elenca sinais de que a organização das escalas pode estar contribuindo para o desgaste dos colaboradores: aumento de horas extras, trocas frequentes de plantão, absenteísmo e turnover, além de dificuldade recorrente para preencher determinadas escalas e concentração de carga horária em um único profissional ou equipe. "O aumento dos pedidos de troca e, principalmente, manifestações frequentes de insatisfação relacionadas à jornada completam a lista de indícios a serem observados pelos gestores", acentua.
Esse cenário ganha peso adicional diante da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passou a incluir os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das empresas brasileiras. A partir de 26 de maio de 2026, fatores como sobrecarga, jornadas exaustivas e falta de previsibilidade passam a integrar as obrigações de prevenção exigidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O papel dos gestores na construção de escalas equilibradas
A gerente de produtos de saúde da SISQUAL® WFM reconhece que conciliar as necessidades operacionais com jornadas mais previsíveis é um dos maiores desafios enfrentados por gestores de equipes. "O gestor precisa garantir que na operação tenha profissionais suficientes, com as competências adequadas, nos locais e horários necessários, ao mesmo tempo que considera as férias, afastamentos, folgas, banco de horas, restrições individuais e do dia a dia", descreve. De acordo com ela, fazer esse equilíbrio de forma manual é extremamente complexo, o que torna o apoio de tecnologias especializadas um recurso relevante nesse processo de decisão.
Nesse contexto, sistemas de Workforce Management (WFM) têm sido usados para tornar a montagem de escalas mais estratégica e orientada por dados. "O WFM, por exemplo, apoia o gestor na construção de escalas mais inteligentes, considerando sempre as demandas, as competências, regras, jornadas, folgas e disponibilidade de cada profissional. Isso traz mais previsibilidade para a operação e, ao mesmo tempo, maior transparência para os colaboradores, que se sentem incluídos nas tomadas de decisão", explica a executiva.
Entre os módulos da companhia estão o SISQUAL® Operations Cockpit, núcleo do sistema onde gestores fazem a gestão dos horários; o SISQUAL® Time &amp; Attendance, voltado às marcações; o SISQUAL® Quality of Life App, aplicativo pelo qual o colaborador acompanha escalas; e o SISQUAL® Rubric Calc, que integra rubricas ao sistema de folha de pagamento.
Para Spadafora, o debate sobre saúde mental no ambiente corporativo precisa considerar a rotina concreta do trabalhador, não apenas iniciativas isoladas de apoio psicológico. "É preciso criarmos condições para que as pessoas trabalhem de forma organizada e previsível. Na área da saúde, isso ganha um peso maior, pois estamos falando de profissionais que cuidam de outras vidas. Cuidar de quem cuida também precisa fazer parte da estratégia das organizações. Prezar pela saúde mental dos colaboradores e da instituição é fazer saúde de forma saudável", conclui.
A discussão sobre jornadas e escalas de trabalho tende a ganhar ainda mais espaço nas empresas brasileiras com a entrada em vigor das novas exigências regulatórias sobre riscos psicossociais, o que deve levar organizações de diferentes setores a rever seus processos de gestão de pessoas nos próximos meses.
Para mais informações, basta acessar: https://www.sisqualwfm.com/pt-br/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/iLDLQr7_4-ERgyB5YCuJ0wtz3_Y=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/V/j/9mn41LRPq4vaSsisNpGA/publicador-api-valor-dino-100-88b249b8-03bd-4342-b7f1-f29b9a2bff39.jpg-20260921144658" medium="image"/>   <media:description>Imagem do Magnific</media:description>   <media:credit>Imagem do Magnific</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:47:13 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ação do PT contra Flávio Bolsonaro pode gerar suspensão de perfis nas redes sociais, dizem especialistas</title>  <atom:subtitle>Campanha do presidente Lula acionou TSE para investigar suposto uso de 'collabs' para impulsionar campanha o candidato do PL</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/acao-do-pt-contra-flavio-bolsonaro-pode-gerar-suspensao-de-perfis-nas-redes-sociais-dizem-especialistas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/acao-do-pt-contra-flavio-bolsonaro-pode-gerar-suspensao-de-perfis-nas-redes-sociais-dizem-especialistas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/5vYbzW7UhmC3aVthlLBRwl0ylOc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/1/4/B3PZukSYAdS7yUvWCWoQ/montagem-lula-flavio-ag-brasil-ag-senado.jpg" /><br /> ]]>    A ação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigue suposto uso de "collabs" nas redes sociais para impulsionar a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) pode gerar a suspensão dos perfis, segundo especialistas ouvidos pelo Valor. É pouco provável, na visão dos analistas, no entanto, que a Corte faça uma análise mais profunda do tema, com risco de punição severa à campanha de Flávio, durante o período eleitoral. 
Leia mais:
A campanha de Lula pede uma investigação judicial eleitoral por suposta burla às regras da propaganda eleitoral e monetização de conteúdo. Segundo consta na petição, teriam sido identificados1.826 publicações no Instagram em coautoria com 492 perfis, com crescimento de 271% em dez dias. Parte das páginas utiliza links para venda de produtos ligados a bolsonaristas, o que, conforme a equipe petista, poderia caracterizar abuso de poder econômico e dos meios de comunicação. 
Por esse motivo, a campanha lulista pede a cassação dos registros de Flávio Bolsonaro e do vice na chapa, Alfredo Gaspar (PL), e a declaração de inelegibilidade por oito anos.
Kaleo Dornaika, advogado e especialista em direito eleitoral, explica que a princípio este seria um ilícito ligado à prestação de contas, algo que, na visão dele, pode ser regularizado. “A menos que se comprove que os valores envolvidos são tão altos que exista gravidade e chegue a algo perto de 10% do teto de campanha, aí estamos falando de abuso de poder econômico e isso pode gerar a cassação do candidato”, afirma.
Fernando Neisser, professor de direito eleitoral da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), explica que as consequências para campanha de Flávio Bolsonaro vão depender do que for produzido de prova no processo. "A princípio, pode existir uma liminar que proíba o uso desses perfis ou suspendam eles do ar, mas suspensão da campanha ou cassação do registro não tem tempo hábil para acontecer", diz. 
Neisser reforça que dificilmente o caso tenha desdobramentos antes da conclusão das eleições. “A narrativa produzida é forte. Se for comprovada a rede de perfis inautênticos, venda de produtos, monetização, organização estruturada de vídeos feitos com inteligência artificial e deepfake, são hipóteses de cassação de uma candidatura. [Caso Flavio seja eleito], nesse caso, se chegar a esse ponto, o mandato poderia ser cassado ou, caso não eleito, poderia ficar inelegível", diz. 
Segundo Kaleo Dornaika, apoios orgânicos podem ser feitos por pessoas que não são candidatas para veicular as ideias de um político que apoiam. Ele pondera, no entanto, que a lei eleitoral proíbe que esse apoio orgânico seja impulsionado. 
Além disso, afirma Dornaika, a legislação permite, desde 2024, que o candidato tenha um marketplace para vendas de produtos relacionados a campanha. “Se você está vendendo produto, você não está oferecendo nenhuma vantagem a mais para o eleitor. Então é totalmente lícita. Mas todos os produtos precisam ser contabilizados como forma de arrecadação, respeitando o limite estabelecido pelo TSE”, ele diz. 
Precedente Pablo Marçal
Neisser chama a atenção, no entanto, que existem proibições e cita o precedente de Pablo Marçal, que concorreu à Prefeitura de São Paulo em 2024çal e, depois da campanha, foi condenado pela Justiça Eleitoral. "Não é permitido o uso de perfis falsos, a remuneração de pessoas para fazer campanha na internet, a monetização, ou seja, ganhar dinheiro com propaganda eleitoral, por mais que não seja o próprio candidato pagando" ele afirma. "A gente cai no precedente do Pablo Marçal, um cidadão fazer campanha, monetizar esse conteúdo e ganhar dinheiro hoje é proibido."
O especialista diferencia, no entanto, as suspeitas envolvendo a campanha de Flábio Bolsonaro do caso de Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República. No começo de setembro, o ministro Dias Toffoli, restringiu a veiculação de propaganda eleitoral de Santos na internet. A decisão foi tomada após o ministro, relator do registro da candidatura no TSE, verificar utilização irregular de perfis nas redes sociais pelo presidenciável.
“São casos distintos porque o Renan teve um lapso de tempo para registrar os perfis oficiais. O caso distinto [do Flavio Bolsonaro] é você ter perfis de apoiadores que não são registrados e você não pretende registrá-los e aí é um impulsionamento por fora, que a Justiça Eleitoral não tem como averiguar porque não vai entrar na prestação de contas. Para mim existe essa diferença de fiscalização”, explica Neisser.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/5vYbzW7UhmC3aVthlLBRwl0ylOc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/1/4/B3PZukSYAdS7yUvWCWoQ/montagem-lula-flavio-ag-brasil-ag-senado.jpg" medium="image"/>   <media:description>Candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL)</media:description>   <media:credit>Marcelo Camargo/Agência Brasil e Andressa AnholeteAgência Senado</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:44:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Catarata segue como principal causa de cegueira reversível</title>  <atom:subtitle>Oftalmologista do Visare Hospital de Olhos analisa por que a doença ainda compromete a visão de milhões de pessoas, mesmo havendo tratamento cirúrgico eficaz, e detalha sinais de alerta, grupos de maior risco e os ganhos de qualidade de vida obtidos após o procedimento</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/catarata-segue-como-principal-causa-de-cegueira-reversivel-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/catarata-segue-como-principal-causa-de-cegueira-reversivel-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/5hsRFf-qOJ2FJuUKB_2LcXU-s5s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Y/D/4rp9IAR3qJID3pHtAOVw/publicador-api-valor-dino-100-55625f30-d071-4f19-a455-2bccaf46cf70.jpg-20260921143919" /><br /> ]]>    A catarata continua sendo apontada como a principal causa de cegueira reversível em todo o mundo, mesmo diante da existência de um procedimento cirúrgico consolidado e considerado seguro pela comunidade médica. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a condição afeta cerca de 94 milhões de pessoas globalmente e é responsável por parcela relevante dos casos de perda de visão que poderiam ser evitados com acesso adequado a diagnóstico e tratamento.
O cenário se soma a um contexto mais amplo de deficiência visual não tratada. Reportagem da BBC News Brasil aponta que a cegueira afeta 39 milhões de pessoas no mundo. A própria OMS estima que uma em cada duas pessoas que precisam de cirurgia de catarata não consegue realizá-la.
Para o oftalmologista Diego Vásquez, do Visare Hospital de Olhos, a persistência da catarata como principal causa de cegueira evitável está diretamente ligada a barreiras de acesso, e não à ausência de solução médica. "Embora exista um tratamento cirúrgico eficaz, muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades para ter acesso ao diagnóstico e à cirurgia. Entre os principais motivos estão a falta de recursos financeiros, a pouca informação sobre o tratamento, o medo da cirurgia e a distância de centros que possuem profissionais e equipamentos especializados", explica.
Sinais que pedem atenção
De acordo com o especialista, o reconhecimento precoce dos sintomas é um dos fatores que mais influenciam o resultado do tratamento. "Os primeiros sinais podem incluir embaçamento da visão, perda da sensibilidade às cores, aumento da sensibilidade à luz, dificuldade para enxergar à noite e necessidade de trocar os óculos com frequência", descreve Vásquez.
Mesmo com sintomas presentes, uma parcela significativa dos pacientes adia a busca por atendimento especializado. De acordo com o médico, esse comportamento tem raízes multifatoriais. "Alguns pacientes demoram para procurar ajuda por medo da cirurgia, dificuldades financeiras ou falta de informação. Muitas pessoas não sabem que a catarata pode ser tratada cirurgicamente. Além disso, quem mora longe dos grandes centros pode ter dificuldade para encontrar atendimento e equipamentos especializados", pontua.
Grupos com maior risco de desenvolver a doença
O envelhecimento natural do cristalino segue como o principal fator associado ao surgimento da catarata, mas não é o único elemento observado pela oftalmologia. "A catarata é mais comum em pessoas com mais de 55 ou 60 anos, principalmente devido ao envelhecimento natural do cristalino. O risco também pode ser maior em pessoas com diabetes ou que utilizam corticoides com frequência para tratar alergias e doenças inflamatórias", detalha o oftalmologista do Visare Hospital de Olhos.
O especialista acrescenta que a exposição prolongada à radiação ultravioleta também figura entre os fatores de risco relevantes. "Pessoas expostas de forma intensa e prolongada à luz solar ou aos raios ultravioleta também apresentam maior risco. Em alguns casos, recém-nascidos podem desenvolver catarata congênita em decorrência de determinadas doenças ou infecções durante a gestação", afirma.
Impacto do diagnóstico e do tratamento na rotina do paciente
Quando a cirurgia é realizada dentro do momento indicado, os efeitos sobre a rotina do paciente costumam ser expressivos, frisa o oftalmologista. "Após a cirurgia, o paciente pode voltar a enxergar as imagens com mais nitidez e perceber melhor as cores. Especialmente entre os idosos, a melhora da visão pode proporcionar mais segurança, independência e qualidade de vida, facilitando as atividades diárias e a convivência com outras pessoas", avalia Vásquez.
O médico ressalta ainda que o benefício vai além da percepção visual imediata. "Pacientes que utilizam óculos com graus elevados também podem apresentar uma redução significativa do grau depois da cirurgia. Em geral, a melhora da visão causa um impacto muito positivo na vida do paciente", informa.
O panorama traçado pelos dados globais e pela avaliação do especialista reforça que a catarata, apesar de continuar entre as principais responsáveis por casos de cegueira no mundo, tem nas barreiras de acesso, e não na falta de tratamento, seu principal obstáculo. "A ampliação da informação sobre sintomas, grupos de risco e possibilidades de tratamento surge como caminho para reduzir o impacto da doença na saúde ocular da população", conclui.
Para mais informações, basta acessar: https://visarehospitaldeolhos.com.br  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/5hsRFf-qOJ2FJuUKB_2LcXU-s5s=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/Y/D/4rp9IAR3qJID3pHtAOVw/publicador-api-valor-dino-100-55625f30-d071-4f19-a455-2bccaf46cf70.jpg-20260921143919" medium="image"/>   <media:description>IA generativa — Marketing da Visare Hospital de Olhos</media:description>   <media:credit>IA generativa — Marketing da Visare Hospital de Olhos</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:39:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova pesquisa Datafolha em PE testa duelo entre Raquel Lyra e João Campos em disputa acirrada </title>  <atom:subtitle>Levantamento será divulgado em 24 de setembro e testa cenário de segundo turno entre João Campos e Raquel Lyra</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-em-pe-testa-duelo-entre-raquel-lyra-e-joao-campos-em-disputa-acirrada.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-em-pe-testa-duelo-entre-raquel-lyra-e-joao-campos-em-disputa-acirrada.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/yEkxqDnnD4oc94T2EX4vbH6F8Ik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/K/x/2YMFPXTUmsiWVJCun1qw/montagem-1789425433027.jpg" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa eleitoral do Datafolha em Pernambuco vai medir as intenções de voto para o governo estadual, para o Senado e para a Presidência da República nas eleições de 2026. 
O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui sete candidatos na apuração estimulada do primeiro turno para o governo do estado, testa um cenário de segundo turno para a sucessão pernambucana e traz 12 concorrentes para as duas vagas ao Senado.
O trabalho de campo será realizado entre a terça-feira (22) e a quinta-feira (24), ouvindo 1.204 eleitores de 16 anos ou mais no estado de Pernambuco. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, por amostragem, com aplicação de questionário estruturado e abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional de Pernambuco.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código PE-08125/2026. Encomendada em parceria pelas empresas Empresa Folha da Manhã e Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 153 mil. A margem de erro máxima prevista é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
Na seção estimulada de primeiro turno para o governo de Pernambuco, os entrevistados responderão em quem pretendem votar a partir da lista com os seguintes candidatos:
Guilherme Fonseca (PSTU)
Ivan Moraes (PSOL)
João Campos (PSB)
Professora Camila (UP)
Raquel Lyra (PSD)
Renan Hallais (MISSÃO)
Victor Assis (PCO)
Serão aferidos ainda o voto espontâneo para governador, se o eleitor sabe o número do seu candidato na urna eletrônica, o grau de decisão do voto (se totalmente decidido ou se ainda pode mudar), a segunda opção de voto em caso de mudança e a rejeição aos postulantes em escolha múltipla.
Já na disputa pelas duas vagas de senador por Pernambuco, os eleitores indicarão seus votos espontâneos e estimulados para a primeira e a segunda vaga. A lista estimulada apresenta os seguintes 12 concorrentes:
Carlos Sant'Anna (NOVO)
Eduardo da Fonte (PP)
Gorett Bitu (UP)
Humberto Costa (PT)
Mailson da Silva Neto (PCO)
Mariano Macedo (PSTU)
Marília Arraes (PDT)
Mendonça Filho (PL)
Pastor Gilvan Costa (DEMOCRATA)
Paulo Rubem Santiago (REDE)
Samuel Timoteo (UP)
Túlio Gadêlha (PSD)
Para um eventual segundo turno na disputa pelo governo de Pernambuco, o Datafolha simula o seguinte confronto direto:
João Campos (PSB) x Raquel Lyra (PSD)
A pesquisa afere a percepção sobre a administração da governadora Raquel Lyra ao completar três anos e oito meses de mandato, solicitando que os entrevistados classifiquem sua gestão entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo, além de registrar se aprovam ou desaprovam o seu trabalho à frente do Executivo pernambucano.
No bloco de atuação institucional e ética no Judiciário, a pesquisa consulta a avaliação sobre o desempenho dos senadores e deputados federais no Congresso Nacional e o trabalho dos ministros no Supremo Tribunal Federal (STF).
O levantamento testa a aceitabilidade de condutas de ministros do STF, expondo algumas situações para o eleitor e perguntando se ele considera aceitável ou inaceitável. Pergunta-se também se o entrevistado é a favor ou contra a aprovação de um Código de Ética e Conduta específico para os ministros do STF.
Além disso, afere-se o conhecimento sobre o caso Banco Master e o suposto envolvimento de ministros, e se as decisões do STF mais beneficiam, prejudicam ou não afetam as candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Datafolha no estado de Pernambuco foi divulgada em 11 de setembro, com campo realizado entre 8 e 10 de setembro.
Na disputa estimulada de primeiro turno para o governo estadual, o resultado foi:
Raquel Lyra (PSD) – 47%
João Campos (PSB) – 42%
Ivan Moraes (PSOL) – 1%
Professora Camila (UP) – 1%
Renan Hallais (Missão) – 1%
Guilherme Fonseca (PSTU) – 0%
Victor Assis (PCO) – 0%
Professor Jeremias do Banco (Democrata) – 0%
Brancos e nulos – 6%
Indecisos – 2%
Na modalidade espontânea, Raquel tinha 41% e João somava 30%; os indecisos eram 19%. 
No cenário de segundo turno entre João Campos e Raquel Lyra, os resultados foram:
Raquel Lyra: 51%;
João Campos: 44%;
Em branco/nulo/nenhum: 4%;
Indecisos: 1%
Na avaliação da gestão da governadora Raquel Lyra, divulgada em 11 de setembro, 48% classificavam o governo como ótimo ou bom, 30% como regular e 20% como ruim ou péssimo; seu trabalho era aprovado por 65% e desaprovado por 31%.
Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado em Pernambuco, na soma total das menções para a 1ª e 2ª vagas na modalidade estimulada, a pesquisa de 11 de setembro apontava:
Marília Arraes (PDT) – 18%
Humberto Costa (PT) – 16%
Mendonça Filho (PL) – 12%
Eduardo da Fonte (PP) – 10%
Túlio Gadêlha (PSD) – 5%
Pastor Gilvan Costa (Democrata) – 2%
Carlos Sant'anna (Novo) – 2%
Paulo Rubem Santiago (Rede) – 1%
Mariano Macedo (PSTU) – 1%
Samuel Timoteo (UP) – 1%
Mailson Neto (PCO) – 0%
Gorett Bitu (UP) – 0%
Brancos e nulos – 22%
Indecisos – 10%
Na modalidade espontânea para o Senado, 58% estavam indecisos.
O levantamento anterior ouviu 1.204 pessoas de 16 anos ou mais no estado de Pernambuco, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi contratado em parceria pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e esteve registrado sob o código PE-04411/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/yEkxqDnnD4oc94T2EX4vbH6F8Ik=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/K/x/2YMFPXTUmsiWVJCun1qw/montagem-1789425433027.jpg" medium="image"/>   <media:description>Candidatos ao governo de Pernambuco: Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB)</media:description>   <media:credit>Fotos: Reprodução/Facebook</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:38:23 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova pesquisa Datafolha em MG testa se Cleitinho vai ampliar vantagem contra rivais</title>  <atom:subtitle>Levantamento testa 11 candidatos ao governo, dois cenários de segundo turno e 16 nomes para as duas vagas ao Senado</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-em-mg-testa-se-cleitinho-vai-ampliar-vantagem-contra-rivais.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-em-mg-testa-se-cleitinho-vai-ampliar-vantagem-contra-rivais.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/EBEI7zzBG863V5tXTHLzF5pDqiY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/5/R/4r5OcnSTGPC6MNUsdEjw/montagem-gov-mg.jpg" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Datafolha no estado de Minas Gerais (MG) vai medir as intenções de voto para o governo estadual e para o Senado nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui 11 candidatos na apuração estimulada de primeiro turno para o governo de Minas Gerais, testa dois cenários de segundo turno para a sucessão estadual e traz 16 concorrentes na disputa pelas duas vagas ao Senado.
O trabalho de campo será realizado entre a terça-feira (22) e a quinta-feira (24), ouvindo 1.204 eleitores em todo o estado de Minas Gerais por meio da aplicação de um questionário estruturado e abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional de Minas Gerais.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código MG-07400/2026. Encomendada em parceria pelas empresas Empresa Folha da Manhã e Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 162 mil. A margem de erro máxima prevista é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
A pesquisa afere a intenção de voto espontânea para governador e apresenta em seguida o cenário estimulado com os seguintes 11 candidatos ao governo de Minas Gerais:
Alexandre Kalil (PDT)
Ben Mendes (MISSÃO)
Cleitinho Azevedo (REPUBLICANOS)
Flávio Roscoe (PL)
Gabriel (MDB)
Henrique Áreas (PCO)
Indira Xavier (UP)
Mateus Simões (PSD)
Patrus Ananias (PT)
Professor Túlio Lopes (PCB)
Rafael Duda (PSTU)
O questionário também verifica se o eleitor sabe o número do seu candidato, se a escolha é definitiva ou ainda pode mudar, a segunda opção de voto e a rejeição aos postulantes em escolha múltipla.
Para um eventual segundo turno na disputa pelo Palácio Tiradentes, o Datafolha simula dois cenários de confrontos diretos:
Alexandre Kalil (PDT) x Cleitinho Azevedo (REPUBLICANOS)
Cleitinho Azevedo (REPUBLICANOS) x Patrus Ananias (PT)
Já na disputa pelas duas vagas ao Senado por Minas Gerais, os eleitores indicarão seus votos espontâneos e estimulados para a primeira e a segunda vaga a partir da lista com os seguintes 16 concorrentes:
Aécio Neves (PSDB)
Ana Luiza do MLB (UP)
Arcanjo Pimenta (MDB)
Áurea Carolina (PSOL)
Carlin Moura (AVANTE)
Carlos Viana (PSD)
Domingos Sávio (PL)
Fidélis Alcântara (UP)
Jordano Metalúrgico (PSTU)
Juiz Ramon Moreira (DC)
Manoel Carvalho (MDB)
Marcelo Aro (PP)
Marco Antônio Superman (NOVO)
Marília Campos (PT)
Tião Pessoa (PCO)
Victória Mello Vic (PSTU)
A apuração mede a percepção dos eleitores sobre o trabalho do governador Mateus Simões (PSD) ao completar cinco meses de gestão, solicitando que os entrevistados classifiquem a administração entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo, além de registrar se aprovam ou desaprovam o seu trabalho à frente do Executivo mineiro. 
No bloco de atuação institucional e ética no Judiciário, a pesquisa consulta a avaliação sobre o desempenho dos senadores e deputados federais no Congresso Nacional e o trabalho dos ministros no Supremo Tribunal Federal (STF). 
O levantamento testa a aceitabilidade de condutas de ministros do STF, expondo algumas situações para o eleitor e perguntando se ele considera aceitável ou inaceitável. Pergunta-se também se o entrevistado é a favor ou contra a aprovação de um Código de Ética e Conduta específico para os ministros do STF.
 Além disso, afere-se o conhecimento sobre o caso Banco Master e o suposto envolvimento de ministros, e se as decisões do STF mais beneficiam, prejudicam ou não afetam as candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro à Presidência da República. 
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Datafolha em Minas Gerais foi divulgada em 11 de setembro de 2026, com campo realizado entre 8 e 10 de setembro de 2026.
Na disputa estimulada de primeiro turno para o governo mineiro em votos totais, o resultado foi:
Cleitinho Azevedo (Republicanos) – 37%
Patrus Ananias (PT) – 13%
Alexandre Kalil (PDT) – 11%
Mateus Simões (PSD) – 4%
Flávio Roscoe (PL) – 4%
Gabriel (MDB) – 4%
Professor Túlio Lopes (PCB) – 3%
Rafael Duda (PSTU) – 1%
Ben Mendes (Missão) – 1%
Henrique Áreas (PCO) – 1%
Indira Xavier (UP) – 0%
Brancos e nulos – 11%
Indecisos – 10%
Os resultados das simulações de segundo turno foram:
Alexandre Kalil x Cleitinho Azevedo
Cleitinho Azevedo (Republicanos): 54%
Alexandre Kalil (PDT): 29%
Em branco/ nulo/ nenhum: 11%
Não sabe: 6%
Cleitinho Azevedo x Patrus Ananias
Cleitinho Azevedo (Republicanos): 59%
Patrus Ananias (PT): 24%
Em branco/ nulo/ nenhum: 12%
Não sabe: 5%
Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado por Minas Gerais, na modalidade estimulada, a pesquisa de 11 de setembro apontava:
Marília Campos (PT) – 12%
Carlos Viana (PSD) – 10%
Aécio Neves (PSDB) – 10%
Domingos Sávio (PL) – 8%
Marcelo Aro (PP) – 6%
Áurea Carolina (PSOL) – 3%
Ana Luiza do MLB (UP) – 2%
Marco Antônio Superman (Novo) – 2%
Victória Mello Vic (PSTU) – 2%
Arcanjo Pimenta (MDB) – 1%
Manoel Carvalho (MDB) – 1%
Juiz Ramon Moreira (DC) – 1%
Carlin Moura (Avante) – 1%
Fidélis Alcântara (UP) – 1%
Tião Pessoa (PCO) – 1%
Jordano Metalúrgico (PSTU) – 0%
Brancos e nulos – 18%
Indecisos – 20%
Na modalidade espontânea para o Senado, 75% estavam indecisos.
O levantamento anterior ouviu 1.204 pessoas de 16 anos ou mais no estado de Minas Gerais, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi contratado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e esteve registrado no TSE sob o código MG-01611/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/EBEI7zzBG863V5tXTHLzF5pDqiY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/5/R/4r5OcnSTGPC6MNUsdEjw/montagem-gov-mg.jpg" medium="image"/>   <media:description>Montagem com os candidatos ao governo de MG - Cleitinho Azevedo; Patrus Ananias; Alexandre Kalil. Foto: Divulgação</media:description>   <media:credit>Foto: Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:33:45 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Intercultural explica como funciona o programa Au Pair</title>  <atom:subtitle>Modalidade de intercâmbio permite morar com uma família anfitriã por até 12 meses, com jornada, estudo e descanso definidos por regulamentação. Marina Jendiroba, diretora-executiva da Intercultural, detalha perfil de candidatos, rotina no exterior e cuidados na escolha do programa</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/intercultural-explica-como-funciona-o-programa-au-pair-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/intercultural-explica-como-funciona-o-programa-au-pair-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/DsJitAOlndZOWwIoOUzbBf0jtH0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/u/t/gBwFi8TV6t9aC2xtHEGQ/publicador-api-valor-dino-100-39d09067-e686-431c-be89-a02c89fd147f.jpg-20260921143028" /><br /> ]]>    O programa Au Pair permite que jovens vivam no exterior por até 12 meses na casa de uma família anfitriã, que oferece acomodação, alimentação e ajuda de custo semanal em troca do cuidado com crianças e do apoio em tarefas ligadas à rotina infantil. A modalidade integra o mercado brasileiro de educação internacional, que movimentou R$ 7 bilhões em 2025, alta de 27,3% ante os R$ 5,5 bilhões de 2024, conforme a Pesquisa Nacional Selo Belta 2026, divulgada pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta).
O formato tem atraído quem pretende viver fora do Brasil com gasto mensal reduzido, já que moradia e refeições ficam sob responsabilidade da família receptora. Marina Jendiroba, diretora-executiva da Intercultural, avalia que a procura tende a crescer entre jovens interessados em uma vivência internacional mais acessível. "O programa permite vivenciar outra cultura, aprimorar o idioma e ganhar mais independência, além de proporcionar uma experiência profissional", afirma.
Requisitos e regras definidos por regulamentação
Nos Estados Unidos, o Au Pair funciona como categoria do visto J-1 e segue normas do Departamento de Estado. Entre os critérios de participação estão idade entre 18 e 26 anos, ensino médio concluído, domínio do inglês falado, aprovação em checagem de antecedentes e entrevista pessoal conduzida por representante da organização responsável pelo intercâmbio. Os selecionados passam ainda por treinamento em desenvolvimento e segurança infantil antes da colocação com a família.
As normas norte-americanas delimitam a jornada: o cuidado com as crianças não pode ultrapassar dez horas diárias nem 45 horas semanais. Participantes também precisam cursar ao menos seis créditos acadêmicos em instituição de ensino superior credenciada ao longo do ano de programa, despesa custeada em parte pela família anfitriã. O regulamento prevê quarto privativo, refeições diárias, um fim de semana inteiro de folga por mês e duas semanas de férias remuneradas a cada ciclo de 12 meses, além de restrições de colocação, como a vedação a residências com bebês de menos de três meses sem adulto presente. A duração inicial é de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por seis, nove ou 12 meses adicionais.
Perfil que se adapta à convivência familiar
A executiva da Intercultural observa que o programa exige disposição para integrar o cotidiano de outra casa. "Um perfil que costuma se adaptar bem ao Au Pair é de alguém responsável, flexível e comunicativo, que goste de crianças e tenha facilidade para conviver com diferentes costumes", descreve. Jendiroba acrescenta que maturidade, autonomia e abertura para aprender pesam na adaptação, já que o participante passa a fazer parte da rotina da família que o recebe.
O cotidiano, segundo ela, reúne tarefas concretas. "O dia a dia de um Au Pair envolve situações bem reais: cuidar das crianças, preparar refeições, organizar a rotina e acompanhar atividades da família", diz. A diretora-executiva pondera que os primeiros meses costumam trazer dificuldades com o idioma, saudade de casa e estranhamento diante de novos costumes. As conquistas, na avaliação dela, aparecem na confiança para se comunicar, nos vínculos criados com a família anfitriã, nos lugares conhecidos e na independência adquirida.
Os efeitos do período fora do país ultrapassam o aprendizado linguístico, segundo a porta-voz. "O Au Pair vai muito além de aprender um idioma. A experiência desenvolve maturidade, autonomia, responsabilidade e inteligência intercultural, além de fortalecer a comunicação e a capacidade de adaptação", acentua. Ela considera que essas competências são valorizadas no mercado de trabalho e podem abrir oportunidades mesmo após o retorno ao Brasil.
Cuidados antes de embarcar
Antes da inscrição, a diretora-executiva recomenda atenção à agência, à família anfitriã e às condições oferecidas pelo programa. "É importante entender bem as responsabilidades, horários, remuneração, acomodação e regras antes de embarcar", orienta.
Jendiroba considera indispensável contar com suporte ao longo de toda a estadia e manter conversas frequentes com a família receptora para alinhar expectativas, procedimento que, na avaliação dela, torna o intercâmbio mais seguro e reduz frustrações. O Departamento de Estado norte-americano mantém uma linha direta de atendimento para que participantes relatem problemas durante o período de intercâmbio, sem risco de retaliação ou cancelamento do programa.
O modelo também existe em países europeus e na Oceania, com exigências próprias de cada legislação nacional, o que altera duração, carga horária e nível de idioma solicitado. Entre os destinos de intercâmbio mais procurados por brasileiros, o Canadá lidera pela 11ª vez consecutiva, seguido por Estados Unidos e Reino Unido, conforme o levantamento da Belta.
Sobre a Intercultural
Fundada em 1995, em Florianópolis, a Intercultural informa atuar há 31 anos no mercado de intercâmbio, com programas de estudo, trabalho, voluntariado e turismo em mais de 40 países. A empresa oferece acompanhamento em todas as etapas da viagem, do planejamento ao retorno ao Brasil.
Para mais informações, basta acessar: https://www.intercultural.com.br/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/DsJitAOlndZOWwIoOUzbBf0jtH0=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/u/t/gBwFi8TV6t9aC2xtHEGQ/publicador-api-valor-dino-100-39d09067-e686-431c-be89-a02c89fd147f.jpg-20260921143028" medium="image"/>   <media:description>Imagem do Magnific/rawpixel.com</media:description>   <media:credit>Imagem do Magnific/rawpixel.com</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:30:44 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Veja cinco conclusões das eleições regionais na Alemanha</title>  <atom:subtitle>Resultados do pleito representam um grande revés para premiê Friedrich Merz e seu partido, a CDU, que perdeu eleitores para a sigla de ultradireita AfD</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/veja-cinco-conclusoes-das-eleicoes-regionais-na-alemanha.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/veja-cinco-conclusoes-das-eleicoes-regionais-na-alemanha.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/70Q2cvX6Gd0UXhK9JzTbvE055vE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/7/3NRNgmT2WRfyqUAtsrKA/2026-09-21t123859z-254738772-rc2onna2ktpa-rtrmadp-3-germany-election-cdu.jpg" /><br /> ]]>    As eleições realizadas no domingo em dois Estados alemães resultaram em fortes perdas para a União Democrata-Cristã (CDU), principal força conservadora do país, enquanto o primeiro-ministro Friedrich Merz enfrenta pressão para conter o avanço do partido de ultradireita Alternativa para a Alemanha (AfD).
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Veja, a seguir, cinco conclusões das eleições regionais em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, no nordeste do país, e na capital, Berlim.
O primeiro-ministro da Alemanha e líder da União Democrata-Cristã (CDU), Friedrich Merz, caminha para participar de uma entrevista coletiva após as eleições estaduais, em Berlim, na Alemanha, em 21 de setembro de 2026
REUTERS/Annegret Hilse
Merz está enfraquecido, mas (ainda) não foi derrubado
Os resultados representam um grande revés para Merz e seu partido, a CDU, que perdeu eleitores para a AfD em um momento de crescente dúvida sobre a capacidade do primeiro-ministro, de 70 anos, de reanimar a economia alemã e reduzir o custo de vida.
Com os menores índices de aprovação de um primeiro-ministro desde o início dos registros, Merz, que classificou o resultado como um “desastre”, está sob pressão para entregar as reformas prometidas, enquanto aumentam os pedidos para que renuncie após menos de 17 meses no cargo.
Embora Merz tenha indicado que permanecerá no cargo e dará continuidade à sua agenda de reformas, as derrotas de domingo levantam dúvidas sobre sua posição dentro da CDU, cujo resultado em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental foi o pior do partido em qualquer eleição estadual desde 1949.
O enfraquecimento de Merz como líder do maior e mais poderoso país da União Europeia pode prejudicar a unidade do bloco, onde partidos de ultradireita continuam avançando em um momento de significativo esfriamento das relações com os Estados Unidos e de intensificação das pressões econômicas.
AfD consolida posição de liderança
A AfD avançou significativamente nos dois Estados e tornou-se o maior partido em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, onde mais que dobrou seu resultado em relação a 2021.
Esta é a segunda vez em duas semanas que a AfD conquista a maior parcela dos votos em uma eleição estadual na Alemanha, depois de vencer na Saxônia-Anhalt no início deste mês, ampliando seu impulso antes das eleições federais previstas para 2029.
A AfD, que já aparece como o maior partido nas pesquisas nacionais, com 29%, conquistou apoio com promessas de medidas duras para deportar estrangeiros sem direito de permanecer na Alemanha, além de defender a retomada da energia russa barata e valores mais conservadores centrados no modelo tradicional de família.
Os outros grandes partidos, porém, rejeitam formar coalizões com a AfD como parte de uma estratégia de “cordão sanitário”, o que torna improvável que o partido governe em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental ou em Berlim, onde ficou em terceiro lugar.
líder da Alternativa para a Alemanha (AfD), Alice Weidel, olha para cima durante entrevista coletiva do partido em Berlim, na Alemanha, após as eleições estaduais realizadas no dia anterior em Berlim e Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, em 21 de setembro de 2026
AP/Ebrahim Noroozi
Formação de coalizões está cada vez mais difícil
À medida que a AfD ganha força e os votos se distribuem entre um número maior de partidos, torna-se mais difícil construir maiorias estáveis. Resultados preliminares mostram que um futuro governo em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental precisaria reunir três partidos para funcionar.
Essa fragmentação exigirá maior disposição para fazer concessões em um país tradicionalmente governado por coalizões de dois partidos. Uma coalizão tripartite conhecida como “semáforo”, formada em 2021 — a primeira desse tipo no âmbito federal —, desmoronou após menos de três anos.
A estratégia do cordão sanitário até agora manteve a AfD fora do poder, mas a ampliação do apelo do partido entre os eleitores levantou dúvidas sobre a viabilidade dessa estratégia.
Essas mudanças estão obrigando os adversários da AfD a explorar outras configurações de coalizão. Em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, a opção mais provável parece ser que o Partido Social-Democrata (SPD), que ficou em segundo lugar, acrescente os Verdes à coalizão que já mantém com o partido A Esquerda.
Em Berlim, o vitorioso A Esquerda poderia formar uma maioria com o SPD e os Verdes.
Ansiedade econômica se reflete nas urnas
A fraqueza da economia alemã está se tornando um fator decisivo nas urnas, com eleitores de diferentes posições políticas frustrados com o alto custo de vida e a incerteza econômica.
As campanhas nos dois Estados ocorreram em meio à disparada dos preços dos combustíveis ligada ao conflito no Oriente Médio e a dezenas de milhares de novos cortes de empregos na indústria alemã. Anos de estagnação econômica levaram alguns eleitores a buscar alternativas fora do centro político.
Em Berlim, o partido A Esquerda encontrou receptividade ao concentrar sua campanha na escassez de moradias na cidade, prometendo construir novas habitações a preços acessíveis, reduzir compulsoriamente os aluguéis de imóveis cujos valores estejam 20% ou mais acima da média local e restringir os aluguéis por temporada.
A AfD conquistou apoio com uma proposta de reativar o gasoduto Nord Stream, que transportava gás da Rússia e termina em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental. O partido afirma que a retomada do gasoduto com gás russo reduziria os custos de energia.
A principal candidata do partido A Esquerda (Die Linke), Elif Eralp, chega para um debate televisionado após a divulgação das primeiras pesquisas de boca de urna das eleições estaduais de Berlim, na Alemanha, em 20 de setembro de 2026
REUTERS/Liesa Johannssen
Eleitores se afastam do centro político
O partido de esquerda radical A Esquerda também registrou fortes ganhos, à medida que eleitores insatisfeitos se afastaram dos partidos tradicionais.
Em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, A Esquerda conquistou 28 mil eleitores que anteriormente votavam na conservadora CDU de Merz e 45 mil que votavam no SPD, de centro-esquerda, segundo pesquisa do instituto Infratest Dimap para a emissora ARD.
Os números ilustram o crescente apelo do partido entre a base operária tradicional do SPD.
A primeira-ministra de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Manuela Schwesig, do SPD, afirmou que a oposição à ajuda à Ucrânia e o apoio ao desativado gasoduto Nord Stream com a Rússia foram dois dos motivos pelos quais eleitores dessa região da antiga Alemanha Oriental migraram para a AfD, considerada favorável à Rússia.
Em Berlim, o SPD perdeu cerca de 36 mil eleitores para A Esquerda, segundo os dados preliminares. Os Verdes, que frequentemente desempenham papel decisivo na formação de coalizões na política alemã, perderam 51 mil eleitores para o partido.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/70Q2cvX6Gd0UXhK9JzTbvE055vE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/A/7/3NRNgmT2WRfyqUAtsrKA/2026-09-21t123859z-254738772-rc2onna2ktpa-rtrmadp-3-germany-election-cdu.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:26:40 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova pesquisa Datafolha no Rio de Janeiro testa corrida ao governo sem Garotinho</title>  <atom:subtitle>Pesquisa será divulgada em 24 de setembro e inclui cenário sem o candidato, que tinha 10% na rodada anterior</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-no-rio-de-janeiro-testa-corrida-ao-governo-sem-garotinho.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-no-rio-de-janeiro-testa-corrida-ao-governo-sem-garotinho.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/o_BSMyJmqra2sw78SJMiAtyPOFg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/k/r/nkt8ePTIAzkbADuxDvKg/foto11pol-101-gurisaba-a17.jpg" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa eleitoral do Datafolha no estado do Rio de Janeiro vai medir as intenções de voto para o governo estadual e para o Senado nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui nove candidatos na apuração estimulada principal do primeiro turno para o governo do estado, além de testar a corrida para o Senado com 15 concorrentes para as duas vagas. 
A pesquisa vai vir com um teste de cenário alternativo de primeiro turno sem Anthony Garotinho (Republicanos).  A candidatura chegou a ser barrada por conta de uma condenação por improbidade administrativa de 2018, que levou o ex-governador a ter seus direitos políticos suspensos por oito anos. No dia 21 de setembro, o Divulgacand, site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aponta o status de Garotinho como concorrendo às eleições 2026. 
Na pesquisa anterior, o candidato pontuava 10% na pesquisa estimulada para o 1º turno e 4% na espontânea. 
O trabalho de campo será realizado entre a terça-feira (22) e a quinta-feira (24), ouvindo 1.204 eleitores de 16 anos ou mais no estado do Rio de Janeiro. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, por amostragem, com aplicação de questionário estruturado e abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional no Rio.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código RJ-02205/2026. Encomendada em parceria pelas empresas Empresa Folha da Manhã e Globo Comunicação e Participações, a pesquisa tem custo de R$ 130 mil. A margem de erro máxima prevista é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
Na seção estimulada de primeiro turno para o governo do Rio de Janeiro, os entrevistados responderão em quem pretendem votar considerando a lista com os seguintes candidatos:
André Marinho (NOVO)
Coronel Busnello (MISSÃO)
Cyro Garcia (PSTU)
Douglas Ruas (PL)
Eduardo Paes (PSD)
Garotinho (REPUBLICANOS)
Juliete (UP)
Luan Monteiro (PCO)
William Siri (PSOL)
O instituto também apresentará o cenário estimulado para o Palácio Guanabara excluindo o candidato Garotinho. 
Serão aferidos ainda o voto espontâneo para governador, o conhecimento do número do candidato na urna eletrônica, o grau de decisão do voto (se totalmente decidido ou se ainda pode mudar), a segunda opção de voto e a rejeição dos candidatos.
Já na disputa pelas duas vagas de senador pelo Rio de Janeiro, os eleitores indicarão seus votos espontâneos e estimulados para a primeira e a segunda vaga a partir da lista com os seguintes quinze concorrentes:
Benedita da Silva (PT)
Carlos Jordy (PL)
Carlos Portinho (PL)
Helio Secco (MISSÃO)
Luciano Mattos (PRTB)
Luiz Eugenio (PCO)
Marcelo Crivella (REPUBLICANOS)
Marcos Dias (PODEMOS)
Michelly Xavier (UP)
Monica Benicio (PSOL)
Ó Clemente (DEMOCRATA)
Paula Falcão (PSTU)
Pedro Paulo (PSD)
Vinicius Benevides (UP)
Waguinho (REPUBLICANOS)
Para eventual confronto de segundo turno, o Datafolha simula a seguinte disputa direta:
Douglas Ruas (PL) x Eduardo Paes (PSD)
A pesquisa afere a percepção sobre a administração do governador do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, ao completar cinco meses no cargo, solicitando que os entrevistados classifiquem sua gestão entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo, além de registrar se aprovam ou desaprovam o seu trabalho à frente do Executivo fluminense. 
No bloco de atuação institucional e ética no Judiciário, a pesquisa consulta a avaliação sobre o desempenho dos senadores e deputados federais no Congresso Nacional e o trabalho dos ministros no Supremo Tribunal Federal (STF). 
O levantamento testa a aceitabilidade de condutas de ministros do STF, expondo algumas situações para o eleitor e perguntando se ele considera aceitável ou inaceitável. Pergunta-se também se o entrevistado é a favor ou contra a aprovação de um Código de Ética e Conduta específico para os ministros do STF.
Além disso, afere-se o conhecimento sobre o caso Banco Master e o suposto envolvimento de ministros, e se as decisões do STF mais beneficiam, prejudicam ou não afetam as candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro à Presidência da República. 
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Datafolha no estado do Rio de Janeiro foi divulgada em 11 de setembro de 2026, com campo realizado entre 8 e 10 de setembro de 2026.
Na disputa estimulada de primeiro turno para o governo fluminense, o resultado foi:
Eduardo Paes (PSD) – 43%
Douglas Ruas (PL) – 25%
Garotinho (Republicanos) – 10%
Coronel Busnello (Missão) – 2%
William Siri (PSOL) – 2%
André Marinho (Novo) – 2%
Cyro Garcia (PSTU) – 1%
Juliete (UP) – 1%
Luan Monteiro (PCO) – 1%
Brancos e nulos – 9%
Indecisos – 3%
Na modalidade espontânea, Paes tinha 29%, Ruas marcava 13% e Garotinho somava 4%. Os indecisos eram 40%. 
No cenário de segundo turno entre Eduardo Paes e Douglas Ruas, os resultados foram:
Eduardo Paes (PSD) - 54%
Douglas Ruas (PL) - 34%
Brancos/Nulos - 10%
Indecisos - 2%
Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado no Rio de Janeiro, na soma total das menções para a 1ª e 2ª vagas na modalidade estimulada, a pesquisa de 11 de setembro apontava:
Benedita da Silva (PT) – 18%
Carlos Jordy (PL) – 10%
Carlos Portinho (PL) – 10%
Pedro Paulo (PSD) – 7%
Marcelo Crivella (Republicanos) – 7%
Monica Benicio (PSOL) – 6%
Waguinho (Republicanos) – 3%
Marcos Dias (Podemos) – 2%
Comandante Ribeiro Afonso (Democrata) – 2%
Luciano Mattos (PRTB) – 1%
Vinicius Benevides (UP) – 1%
Helio Secco (Missão) – 1%
Paula Falcão (PSTU) – 1%
Michelly Xavier (UP) – 1%
Luiz Eugenio (PCO) – 1%
Ó Clemente (Democrata) – 0%
Brancos e nulos – 18%
Indecisos – 13%
Na modalidade espontânea para o Senado, 62% estavam indecisos.
O levantamento anterior ouviu 1.204 pessoas de 16 anos ou mais no estado do Rio de Janeiro, contou com margem de erro de 3 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi contratado em parceria pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e esteve registrado sob o código RJ-09217/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/o_BSMyJmqra2sw78SJMiAtyPOFg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/k/r/nkt8ePTIAzkbADuxDvKg/foto11pol-101-gurisaba-a17.jpg" medium="image"/>   <media:description>Anthony Garotinho</media:description>   <media:credit>Ana Branco/Agência O globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:26:29 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Vivência prática orienta escolha de área no Direito</title>  <atom:subtitle>Estudantes, bacharéis e advogados costumam definir uma especialidade sem conhecer a rotina de cada ramo. Priscila Pinheiro, CEO do Correspondente Dinâmico, e Gian Nunes, cofundador da plataforma, detalham como a atuação em correspondência jurídica amplia o contato com demandas, contratantes e ambientes distintos e oferece elementos concretos para a decisão de carreira</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/vivencia-pratica-orienta-escolha-de-area-no-direito-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/vivencia-pratica-orienta-escolha-de-area-no-direito-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/fe6qY0hYshSEdk5tiwqd5JvU8Xw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/a/A/Z7Jkq3RZ2LYm00nJexzQ/publicador-api-valor-dino-100-69d6f489-cf16-436e-bf96-2a50b1bef6dd.jpg-20260921142100" /><br /> ]]>    A área de Negócios, Administração e Direito reúne 2,44 milhões de estudantes e é a que concentra o maior número de alunos no ensino superior brasileiro, conforme o 16º Mapa do Ensino Superior, publicado pelo Instituto Semesp com base nos dados do Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Parte desse contingente conclui a graduação sem ter experimentado o cotidiano das especialidades estudadas em sala de aula, o que torna a definição de uma área de atuação uma decisão tomada com poucas referências concretas sobre o dia a dia da profissão.
A dimensão da carreira jurídica ajuda a explicar o impasse. O quadro da advocacia, mantido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), registra mais de 1,5 milhão de profissionais inscritos, distribuídos por ramos com dinâmicas de trabalho bastante diferentes entre si.
O Perfil ADV, primeiro estudo demográfico da advocacia brasileira, elaborado pela FGV Justiça em parceria com a OAB, indica que o Direito Civil aparece como área principal para 26% dos inscritos, seguido por Família e Sucessões (14%), Direito Trabalhista (12%) e Direito Previdenciário (11%). O mesmo levantamento aponta que 29,49% dos profissionais têm até cinco anos de inscrição, faixa em que a definição de uma especialidade segue em aberto.
Priscila Pinheiro, advogada e CEO do Correspondente Dinâmico, identifica um padrão entre estudantes, bacharéis e profissionais em início de carreira: a dificuldade de converter o contato acadêmico com os diversos campos do Direito em uma escolha profissional.
"Muitas vezes, a dúvida não é apenas "qual área eu gosto?", mas "com qual rotina profissional eu me identifico?". É possível ter afinidade com uma disciplina na faculdade e descobrir, na prática, que prefere outro tipo de atividade, ambiente ou dinâmica de trabalho", declara a executiva.
Do conteúdo acadêmico ao cotidiano das demandas
A correspondência jurídica consiste na execução de serviços por profissionais habilitados em nome de quem contrata, geralmente em outra comarca ou localidade. As atividades vão de diligências e acompanhamento de audiências a procedimentos cartorários e administrativos, o que expõe o profissional a formatos de trabalho, contratantes e ambientes institucionais variados em um intervalo curto de tempo.
"A faculdade oferece a base jurídica indispensável, mas a prática acrescenta uma dimensão diferente. Na correspondência, o profissional pode ter contato com diligências, audiências, atividades cartorárias, procedimentos administrativos e diferentes tipos de contratantes", explica Pinheiro.
Para a advogada, essa vivência também favorece o autoconhecimento, ao permitir que o profissional perceba se tem mais afinidade com atividades externas ou documentais, se prefere o contato direto com pessoas e se deseja aprofundar conhecimentos em determinado campo.
Primeiros passos e evolução gradual
O ponto de partida costuma ser o obstáculo inicial. "Um dos primeiros desafios é saber por onde começar. Quem possui pouca experiência pode ter dificuldade para identificar quais demandas são compatíveis com seu momento profissional, além de ainda estar construindo sua rede de contatos e sua confiança para atuar", avalia Gian Nunes, cofundador do Correspondente Dinâmico e especialista em tecnologia.
O Correspondente Dinâmico atua como intermediário entre quem contrata e quem executa esses serviços. Ao registrar localidades e campos de atuação, o profissional passa a acompanhar solicitações compatíveis com o próprio perfil e amplia o repertório conforme adquire experiência. Nunes descreve o percurso como progressivo: começar por serviços alinhados à formação, à habilitação e à experiência já acumulada e, na medida em que novas competências se desenvolvem, assumir demandas de outra natureza.
"A escolha de uma área não precisa ser definitiva. O mercado muda, surgem novos interesses e o próprio profissional passa a compreender melhor suas habilidades à medida que acumula experiências", pondera o cofundador.
Sob essa perspectiva, a correspondência jurídica interessa tanto a quem inicia a trajetória quanto a profissionais experientes que pretendem conhecer outras possibilidades de atuação. O Perfil ADV registra média de 13 anos de exercício entre os inscritos na Ordem, intervalo em que interesses e prioridades tendem a mudar.
A lógica sugerida pelos dois porta-vozes segue a sequência de experimentar, acumular experiência, identificar preferências e, então, definir onde se especializar, o que retira da graduação a obrigação de encerrar com toda a trajetória profissional decidida.
Para mais informações, basta acessar: https://correspondentedinamico.com.br/  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/fe6qY0hYshSEdk5tiwqd5JvU8Xw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/a/A/Z7Jkq3RZ2LYm00nJexzQ/publicador-api-valor-dino-100-69d6f489-cf16-436e-bf96-2a50b1bef6dd.jpg-20260921142100" medium="image"/>   <media:description>Imagem do Magnific/pressfoto</media:description>   <media:credit>Imagem do Magnific/pressfoto</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:21:16 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Disputa mais apertada entre Lula e Flávio faz bolsa brasileira romper padrão eleitoral, aponta J.P. Morgan </title>  <atom:subtitle>Segundo o banco, o desempenho recente do MSCI Brazil é atípico  já que o índice não costuma apresentar desempenho positivo durante as eleições presidenciais</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/disputa-mais-apertada-entre-lula-e-flvio-faz-bolsa-brasileira-romper-padro-eleitoral-aponta-jp-morgan.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/disputa-mais-apertada-entre-lula-e-flvio-faz-bolsa-brasileira-romper-padro-eleitoral-aponta-jp-morgan.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Jwe5t1JjFcb5sPwcNpOqSnXHO90=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/C/6/AX5lUvS0qa4R3aRLSndQ/jpmorg.png" /><br /> ]]>    O acirramento da disputa presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil (PT) levou o MSCI Brazil a adotar uma performance atípica para períodos eleitorais. Levando em conta dados disponíveis em plataformas de mercados preditivos, que são proibidas no Brasil, a equipe de estratégia de ações do J.P. Morgan para América Latina, liderada por Emy Shayo Cherman, levantou que o índice ganhou, em média, 0,72% a cada dia em que o candidato do PL avançou nas pesquisas de intenção de voto no acumulado deste mês até a última terça-feira, 15 de setembro, o que representa um aumento em relação aos meses anteriores.  
 Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Jwe5t1JjFcb5sPwcNpOqSnXHO90=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/C/6/AX5lUvS0qa4R3aRLSndQ/jpmorg.png" medium="image"/>    <media:credit>Divulgação/site JPMorgan</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:17:30 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>FT: Novo corta 13 mil empregos em um ano</title>  <atom:subtitle>Fabricante do Ozempic e do Wegovy ficou para trás da rival Eli Lilly no mercado de remédios emagrecedores e, sob o comando do executivo-chefe Mike Doustdar, passou a enxugar custos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/ft-novo-corta-13-mil-empregos-em-um-ano.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/ft-novo-corta-13-mil-empregos-em-um-ano.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/qWfv2-JUpcdSpDGjw7Gx_-59Ghk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/H/H/qxqXR3RJWIuDlGOFWdnQ/original-2-.jpg" /><br /> ]]>    O laboratório farmacêutico Novo, fabricante do Ozempic e do Wegovy, informou nesta segunda-feira (21) ter cortado 13 mil pessoas de seu quadro nos últimos 12 meses, como parte dos esforços de redução de custos da fabricante de remédios emagrecedores diante do acirramento da concorrência.  Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/qWfv2-JUpcdSpDGjw7Gx_-59Ghk=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/H/H/qxqXR3RJWIuDlGOFWdnQ/original-2-.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:13:39 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Intenção de investir da indústria registra menor nível em seis anos, aponta CNI</title>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/intencao-de-investir-da-industria-registra-menor-nivel-em-seis-anos-aponta-cni.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/intencao-de-investir-da-industria-registra-menor-nivel-em-seis-anos-aponta-cni.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/xRPKGq8PsYUe-CqIXehMlgGnUuY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/5/u/4QdhYKTPAMN51KVf9QOA/photo-1455165814004-1126a7199f9b.avif" /><br /> ]]>    O índice que mede a intenção de investimento da indústria caiu 1,3 ponto de agosto para setembro, de 52,6 pontos para 51,3 pontos, menor nível para o indicador desde agosto de 2020, durante a pandemia de covid. É o que mostra a Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (21).  Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/xRPKGq8PsYUe-CqIXehMlgGnUuY=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/5/u/4QdhYKTPAMN51KVf9QOA/photo-1455165814004-1126a7199f9b.avif" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:12:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Debate do Flow Podcast: Veja horário e onde assistir </title>  <atom:subtitle>Debate será transmitido ao vivo a partir das 19h no canal de YouTube do programa</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/debate-do-flow-podcast-veja-horario-e-onde-assistir.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/debate-do-flow-podcast-veja-horario-e-onde-assistir.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/CMLnI5kMXlGPa5L_HkeS-CIywpE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/f/X/0mpkTRSduSRhTVeAYh8w/montagem-dos-presidenciaveis-2.jpg" /><br /> ]]>    O podcast Flow News promove nesta segunda-feira (21), às 19h, um debate com seis candidatos à presidência da República, convidados pelo programa. O evento acontecerá no Teatro Baccarelli, em São Paulo, e será transmitido ao vivo no YouTube do Flow Podcast e do Flow News. 
Foram convidados para o debate Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão). Os candidatos do PT e PL não devem comparecer. 
Como funcionará o debate? 
Segundo informações divulgadas, o debate será dividido em quatro blocos, sendo que todos terão a mesma estrutura de divisão de tempo: 
30 segundos para cada pergunta;  
3 minutos para respostas e tréplica, sendo que o candidato será responsável por decidir como dividirá esse tempo;  
2 minutos de réplica.
Em cada bloco, um candidato só poderá ser escolhido para responder uma única vez, com o objetivo de que todos tenham o mesmo tempo de tela e como uma forma de promover uma maior variedade de discuss, segundo anunciou o podcast. 
O debate também contará com dois formatos de questionamentos. O primeiro será de perguntas livres, no qual um candidato sorteado poderá escolher o tema e quem responderá a sua questão. 
Já o segundo terá as suas perguntas limitadas aos temas de saúde, educação, economia, segurança pública, política social e política externa. O candidato escolherá o seu tema e quem irá fazer a réplica para a sua resposta. 
Nesse segundo formato, cada tema terá um vídeo atrelado a ele e a pergunta terá sido enviada por algum especialista no tema ou por alguma personalidade. O candidato só saberá quem fez a questão após ter feito a sua escolha de tema, com o objetivo de tornar o debate imparcial e aleatório, segundo o programa.  
Quais as regras para o debate? 
De acordo com as regras divulgadas, o debate contará com uma assessoria jurídica presencial da equipe do advogado Alberto Rollo, parceiro do programa. 
Qualquer pedido de resposta será recebido sempre que um candidato se sentir atingido por afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica.  
Além disso, os candidatos poderão usar qualquer material de consulta no local, mas ele não poderá ser exibido para as câmeras nem agitados ou expostos para os seus adversários.  
Em caso de descumprimento, o infrator será advertido e será concedido o direito de resposta para o candidato que sofrer com a infração.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/CMLnI5kMXlGPa5L_HkeS-CIywpE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/f/X/0mpkTRSduSRhTVeAYh8w/montagem-dos-presidenciaveis-2.jpg" medium="image"/>   <media:description>Candidatos a presidente</media:description>   <media:credit>Fotos: Nilani Goettems/Valor; Brenno Carvalho / Agência O Globo; Divulgação; Ricardo Stuckert / PR; Cauê Del Valle/Divulgação MBL; Ana Branco / Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 17:09:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Menfirst apresenta solução rápida para cabelos brancos</title>  <atom:subtitle>A Menfirst amplia seu portfólio para cabelos brancos com o 30 Day No Gray Shot, produto que combina shampoo e tonalizante em uma aplicação. Segundo a empresa, a solução permite escurecimento intenso dos fios durante o banho, com tempo de ação entre cinco e dez minutos.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/menfirst-apresenta-solucao-rapida-para-cabelos-brancos-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/09/21/menfirst-apresenta-solucao-rapida-para-cabelos-brancos-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/_ULRCCTF2tCeBzvdqplM0GTZd58=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/F/H/91e4CaQrCfEyRgRAUCLQ/publicador-api-valor-dino-100-df72eedd-e539-480a-8fc4-256bdd0d3021.jpg-20260921135657" /><br /> ]]>    O aparecimento dos cabelos brancos não leva todos os homens à mesma escolha. Enquanto parte prefere preservar o grisalho ou alterar sua tonalidade gradualmente, outros procuram uma mudança mais perceptível em pouco tempo. Essa diferença de comportamento tem ampliado as possibilidades de produtos voltados ao cuidado e à aparência dos fios masculinos.
É nesse contexto que a Menfirst apresenta o 30 Day No Gray Shot, solução desenvolvida para homens que procuram escurecer os cabelos brancos em uma única aplicação, segundo informações divulgadas pela empresa. A proposta se diferencia da linha Gradual Men por buscar uma alteração mais intensa da tonalidade em um intervalo curto de tempo.
O formato adotado pelo produto combina shampoo e tonalizante, que são misturados no momento da utilização. Conforme as orientações da fabricante, a mistura é aplicada nos cabelos molhados, distribuída pelos fios por meio de massagem e permanece em ação por cinco a dez minutos.
A combinação em uma mesma rotina de aplicação é apresentada pela Menfirst como uma abordagem inovadora dentro de seu portfólio para cabelos brancos. Diferentemente dos produtos de efeito gradual da marca, nos quais a tonalidade evolui ao longo de diferentes lavagens, o 30 Day No Gray Shot foi desenvolvido para proporcionar uma mudança mais perceptível já no primeiro uso.
Segundo a empresa, o produto promove cobertura dos fios brancos em uma aplicação e permite variar a intensidade do escurecimento de acordo com o tempo de ação. Dessa forma, o período em que o produto permanece nos cabelos participa da definição do resultado pretendido pelo usuário.
A proposta representa uma abordagem diferente para um hábito historicamente associado à coloração convencional. Ao incorporar o processo à lavagem dos cabelos e estabelecer um período de aplicação de poucos minutos, o produto busca reduzir etapas para homens que desejam modificar a presença dos fios brancos sem recorrer a um processo prolongado.
Essa característica também diferencia o 30 Day No Gray Shot do recém-apresentado Gradual Men Plus. Enquanto o Plus mantém o conceito de escurecimento progressivo e permite acompanhar a evolução da tonalidade entre as aplicações, o Shot atende uma proposta distinta: concentrar o escurecimento em uma aplicação mais intensa.
A existência das duas abordagens permite observar diferentes formas de lidar com os cabelos brancos dentro do próprio mercado de grooming masculino. Um consumidor pode desejar reduzir progressivamente a presença do grisalho, enquanto outro pode procurar uma mudança mais rápida e perceptível. Nesse cenário, tempo de aplicação, intensidade e possibilidade de controlar a evolução da tonalidade passam a diferenciar as categorias de produto.
Segundo informações divulgadas pela Menfirst, o 30 Day No Gray Shot também foi desenvolvido para proporcionar uma aparência uniforme e natural após a aplicação. A fabricante apresenta ainda a intensidade ajustável conforme o tempo de ação como uma das características da solução.
A chegada do produto amplia o portfólio da empresa dedicado especificamente aos cabelos brancos. Em vez de estabelecer uma única forma de escurecimento, a Menfirst passa a trabalhar com alternativas que vão da manutenção controlada do grisalho ao escurecimento mais intenso em uma aplicação.
A Menfirst atua no segmento de cuidados pessoais masculinos, com produtos destinados a cabelo, barba e grooming. Informações sobre funcionamento, modo de aplicação e características do 30 Day No Gray Shot estão disponíveis no site oficial da empresa.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/_ULRCCTF2tCeBzvdqplM0GTZd58=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/F/H/91e4CaQrCfEyRgRAUCLQ/publicador-api-valor-dino-100-df72eedd-e539-480a-8fc4-256bdd0d3021.jpg-20260921135657" medium="image"/>   <media:description>Menfirst tecnologia</media:description>   <media:credit>Menfirst tecnologia</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:57:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Ministério da Justiça demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo</title>  <atom:subtitle>Eduardo foi para os Estados Unidos em fevereiro de 2025 e não voltou alegando perseguição política</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/ministrio-da-justia-demite-eduardo-bolsonaro-por-abandono-de-cargo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/ministrio-da-justia-demite-eduardo-bolsonaro-por-abandono-de-cargo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ohzubdYR9zkQW6cGhHuC3EWDiXM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/9/AvKEJ3SaWACvFRXX04rw/foto24pol-201-eduardo-a16.avif" /><br /> ]]>    O Ministério da Justiça e da Segurança Pública demitiu o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por abandono do cargo de escrivão na Polícia Federal (PF). A decisão foi assinada pelo ministro Wellington Lima e Silva publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU).

A demissão foi tratada como "cometimento da infração disciplinar" por "faltar ao serviço injustificadamente por período superior a trinta dias consecutivos". 

Eduardo estava afastado da PF desde 2015, quando assumiu o cargo de deputado federal. No entanto, ele foi cassado em dezembro de 2025 também por excesso de faltas.

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo foi para os Estados Unidos em fevereiro de 2025 e não voltou alegando perseguição política. Ele se licenciou do mandato em março, mas seguiu articulando politicamente com aliados do pai e membros do PL.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ohzubdYR9zkQW6cGhHuC3EWDiXM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/t/9/AvKEJ3SaWACvFRXX04rw/foto24pol-201-eduardo-a16.avif" medium="image"/>   <media:description>Eduardo Bolsonaro, ex-deputado </media:description>   <media:credit>Al Drago/Bloomberg - 4/3/2023</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:54:28 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>TST: Empresa deve custear internação de trabalhadora para tratar obesidade mórbida</title>  <atom:subtitle>2ª Turma  considerou que o tratamento tem finalidade terapêutica e não estética</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2026/09/21/tst-empresa-deve-custear-internacao-de-trabalhadora-para-tratar-obesidade-morbida.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2026/09/21/tst-empresa-deve-custear-internacao-de-trabalhadora-para-tratar-obesidade-morbida.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/LFuP1Pk5r9nkXUkBp1pIZdVUxZM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/P/g/OWwGAnTq2IGCSxw3MrgQ/309.jpeg" /><br /> ]]>    A 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a Assistência Multidisciplinar de Saúde (AMS), mantida pela Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras), a custear a internação de uma trabalhadora com obesidade mórbida em clínica especializada. Segundo o colegiado, o tratamento tem finalidade terapêutica, e não estética, e cabe aos médicos responsáveis definir a conduta adequada para a paciente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/LFuP1Pk5r9nkXUkBp1pIZdVUxZM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/P/g/OWwGAnTq2IGCSxw3MrgQ/309.jpeg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:48:08 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Fazenda vai revisar, marginalmente para baixo, previsão do PIB para 2026</title>  <atom:subtitle>Revisão do PIB será feita à luz do resultado do crescimento da economia no segundo trimestre do ano, que veio abaixo do esperado pelo governo</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/fazenda-vai-revisar-marginalmente-para-baixo-previsao-do-pib-para-2026.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/fazenda-vai-revisar-marginalmente-para-baixo-previsao-do-pib-para-2026.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/AiEX7X6xZl4rT86ykUIv0KlAwNU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/r/8/MHAAD7Rsi0ZYgyEgd9jQ/foto11emp-111-linha-b5.jpg" /><br /> ]]>    O Ministério da Fazenda vai anunciar, nesta terça-feira (22), uma revisão para baixo da expectativa de crescimento da economia para 2026. Atualmente, a pasta estima que o Produto Interno Bruto (PIB) vai avançar 2,3% neste ano, mas esse número será revisto para baixo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/AiEX7X6xZl4rT86ykUIv0KlAwNU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/r/8/MHAAD7Rsi0ZYgyEgd9jQ/foto11emp-111-linha-b5.jpg" medium="image"/>   <media:description>Mercado financeiro estima que o PIB deve crescer 1,88% em 2026, segundo o Boletim Focus</media:description>   <media:credit>Luciano Ferreira/Agência O Globo</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:32:17 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Google inicia pré-venda de notebook equipado com IA Gemini</title>  <atom:subtitle>Os modelos, produzidos por Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo, funcionarão com processadores Intel ou Qualcomm</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/google-inicia-pr-venda-de-notebook-equipado-com-ia-gemini.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/google-inicia-pr-venda-de-notebook-equipado-com-ia-gemini.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/jlDZhyTVpGvr7-LhS9Pi8B5JeXI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/U/B/1seGSETom542k1pBnXNg/novo-googlebook-div-google.jpg" /><br /> ]]>    O Google abriu nesta segunda-feira (21) as pré-vendas do Googlebook, sua nova linha de notebooks premium para usuários do Android, desenvolvida com base nas ferramentas de inteligência artificial Gemini da empresa.

Com preços a partir de US$ 899, os modelos, produzidos por Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo, funcionarão com processadores Intel ou Qualcomm, com até 14 horas de autonomia da bateria, informou a empresa.

O lançamento ocorre no momento em que a Apple avança ainda mais no segmento de laptops de preço mais acessível com seu MacBook Neo, de US$ 699, aumentando a concorrência em um mercado onde os fabricantes de Chromebooks há muito tempo têm como alvo estudantes e consumidores preocupados com o orçamento, apostando na acessibilidade e na simplicidade.

O Googlebook estende essa fórmula para notebooks premium com hardware mais potente, recursos de IA e integração mais estreita com o Android, a mais recente iniciativa do Google para apresentar um produto-conceito do ChromeOS, após o Pixelbook em 2017 e o Pixelbook Go em 2019.

A linha inclui ferramentas Gemini que podem ajudar os usuários a redigir e organizar textos, fazer perguntas sobre o conteúdo em suas telas e retomar tarefas a partir de um celular Android.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/jlDZhyTVpGvr7-LhS9Pi8B5JeXI=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/U/B/1seGSETom542k1pBnXNg/novo-googlebook-div-google.jpg" medium="image"/>   <media:description>O novo Googlebook vai custar a partir de US$ 899</media:description>   <media:credit>Divulgação/Google</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:22:20 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Bolsas sobem na Europa com recuo do petróleo e impulso do setor de tecnologia</title>  <atom:subtitle>O índice pan-europeu Stoxx 600 escalou 1,04%, o FTSE 100, da Bolsa de Londres, subiu 0,75%, o DAX, de Frankfurt, avançou 1,07% e o CAC 40, de Paris, valorizou 0,92%</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/bolsas-sobem-na-europa-com-recuo-do-petroleo-e-impulso-do-setor-de-tecnologia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/bolsas-sobem-na-europa-com-recuo-do-petroleo-e-impulso-do-setor-de-tecnologia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/oXNIlGHVW1awmNoh2DiSKaSlepw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/X/T/xRnQnvQZ69bi4h4pVVFA/418218364.jpg" /><br /> ]]>    Os principais índices de ações europeias fecharam em alta nesta segunda-feira (21), recuperando parte das perdas vistas na semana passada, com apoio de um recuo nos preços do petróleo e nos rendimentos dos títulos de dívida do bloco. As bolsas se beneficiaram de um dia mais favorável a ativos de risco nos mercados globais, com destaque para o setor de tecnologia, que ficou entre os maiores ganhos na Europa. 

No fechamento, o índice pan-europeu Stoxx 600 teve alta de 1,04%, aos 642,07 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, subiu 0,75%, aos 10.739,01 pontos, e o DAX, de Frankfurt, avançou 1,07%, aos 25.575,01 pontos. O CAC 40, de Paris, teve valorização de 0,92%, aos 8.138,94 pontos.

Entre os destaques do Stoxx 600, o setor de tecnologia terminou o dia em forte alta de 1,70%, em linha com o bom desempenho desse segmento nas bolsas de Nova York. As ações da Soitec subiram 9,93%, as da Aixtron avançaram 4,91% e as da ASML tiveram valorização de 2,50%. O setor bancário também ficou no positivo, com ganho de 1,78%.  Por outro lado, energia fechou em queda de 0,78%, em linha com as perdas do petróleo no dia.

Embora o cenário permaneça incerto no Oriente Médio, os preços do petróleo apresentam firme queda nesta segunda-feira, em meio a relatos de navegação pelo Estreito de Ormuz e com a possibilidade de uma retomada nas conversas diplomáticas para acabar com o conflito. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse à Fox News que estaria disposto a se reunir com o presidente iraniano Masoud Pezeshkian durante a Assembleia Geral da ONU, nesta semana.

Os estrategistas de ações do Goldman Sachs observam que, embora o mercado acionário europeu esteja sentindo certa pressão do avanço dos rendimentos dos títulos de dívida recentemente, o desempenho das bolsas tem se mantido resiliente. Na visão da equipe, que inclui Guillaume Jaisson e Peter Oppenheimer, isso se deve aos lucros corporativos sólidos e aos investidores que continuarem vendo o ambiente atual como um cenário de “crescimento resiliente, e não de recessão iminente”.

“O risco de curto prazo é uma consolidação, e não um mercado de baixa”, eles afirmam. “Com os bancos centrais adotando uma postura mais dura, as taxas ainda sendo reajustadas para cima e a incerteza política aumentando, é mais provável que vejamos mercados lateralizados ou mais fracos.” Ainda assim, o banco continua posicionado em setores expostos ao que os estrategistas chamam de “temas estruturais de investimento”, como inteligência artificial, defesa, infraestrutura e financeiro.


Reflexo de painel de cotações na bolsa de valores em Paris, operada pela Euronext NV
Nathan Laine/Bloomberg  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/oXNIlGHVW1awmNoh2DiSKaSlepw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2024/X/T/xRnQnvQZ69bi4h4pVVFA/418218364.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:14:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Faustino da Rosa Júnior: uma vida entre livros, salas de aula e negócios</title>  <atom:subtitle>Da iniciação científica multidisciplinar à venda de mais de 2 milhões de livros físicos e digitais, a trajetória do advogado tributarista, professor, pesquisador, escritor e empreendedor conecta mais de duas décadas de docência, produção intelectual, advocacia e negócios</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/faustino-da-rosa-junior-uma-vida-entre-livros-salas-de-aula-e-negocios-1.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/patrocinado/pulse-brand/noticia/2026/09/21/faustino-da-rosa-junior-uma-vida-entre-livros-salas-de-aula-e-negocios-1.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/h98Q7M9ySTFvQ_C5GXn8ed6oSKE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/h/h/LHQcd4SWyyzQWxb0jG0w/publicador-api-valor-pulse-brand-100-5e458c9f-fc8d-44d4-b230-dabdfb012a14.jpg-20260921131234" /><br /> ]]>    Há trajetórias profissionais contadas por cargos, empresas ou títulos acadêmicos. A de Faustino da Rosa Júnior talvez seja mais bem compreendida pelos livros, pelas salas de aula e pela maneira como diferentes campos do conhecimento passaram a se encontrar em sua produção intelectual e empresarial.
Essa relação começou a ganhar contornos acadêmicos em 2001, durante sua formação universitária, quando participou de atividades de iniciação científica e grupos multidisciplinares ligados à tecnologia, Filosofia do Direito e Bioética. Nas décadas seguintes, a docência superior tornou-se um dos grandes laboratórios de sua produção. Materiais de aula, pesquisas e experiências profissionais transformaram-se progressivamente em artigos, teorias e livros.
Um exemplo é a Coleção Ensino Médico, formada por dez volumes e concebida a partir de mais de 18 anos de experiência relacionada à docência e à pós-graduação médica. Ética Médica, Bioética, Bioestatística, Metodologia da Pesquisa Científica, Didática, Biossegurança, Empreendedorismo Médico, Marketing Médico, Publicidade Médica e Direito Médico integram uma proposta de formação que ultrapassa os limites tradicionais da especialidade.
No campo jurídico, sua principal construção editorial é Direito Tributário Digital, publicada pela Buzz Editora. Nascida como trilogia, a coleção tornou-se o maior sucesso editorial jurídico da história do mercado editorial brasileiro e aborda marketing digital, planejamento fiscal inteligente de negócios digitais, reforma tributária e a transformação tecnológica do Fisco. Sua premissa é que a digitalização modificou simultaneamente o contribuinte, a empresa, os meios de pagamento, a circulação da riqueza, a fiscalização e o próprio Estado. Três novos volumes estão previstos para 2027.
Em outra frente, Tax Law, Business Law e Economic Law, publicados pela Editora Lumen Juris em 2026, sintetizam mais de vinte anos de pesquisa e docência superior, incluindo sua passagem pelos programas de pós-graduação da Fundação Getulio Vargas, onde atuou em disciplinas relacionadas ao Direito Tributário, Empresarial e Econômico.
A tecnologia também ocupa posição central em A Condição da Inteligência Artificial e Split Payment, publicados pela Almedina. As obras discutem, respectivamente, os impactos jurídicos, econômicos e humanos da inteligência artificial e a transformação tecnológica da arrecadação tributária.
A produção avançou ainda sobre empreendedorismo, comportamento e patrimônio. The Secrets of My Millionaire Mind, lançado nos Estados Unidos, Os Segredos da Mente Milionária Nerd, O Brasileiro e o Dinheiro e Mentalidade do Médico Milionário transportam essa investigação para educação econômica, carreira, negócios e construção patrimonial.
Esses diferentes campos encontram um ponto de convergência no Método N.E.R.D. - Neuroestratégia de Execução e Realização Duradoura. A proposta transforma curiosidade intelectual, aprofundamento, disciplina e capacidade analítica em instrumentos de execução. Antes de se tornar conceito, porém, essa postura já atravessava sua trajetória: estudar profundamente antes de executar, compreender antes de simplificar e investigar antes de concluir.
Segundo dados do próprio autor, sua produção já ultrapassou 2 milhões de livros físicos e digitais vendidos. Soma ainda participação em mais de vinte obras coletivas, três traduções de trabalhos de seu orientador de doutorado, o jurista argentino Rodolfo Luis Vigo, e mais de 10 mil artigos publicados em diferentes formatos. Nos últimos anos, livros, aulas e pesquisas também passaram a alimentar sua presença digital, levando temas jurídicos, econômicos e empresariais a milhões de pessoas. Em 2026, tornou-se finalista dos prêmios iBest e Influency.me.
Essa produção intelectual encontra correspondência direta nos negócios. Na FGMED, sua experiência na docência e na educação médica conecta-se ao empreendedorismo e à educação continuada. No Faustino Júnior Advogados Associados, sua construção acadêmica encontra aplicação no planejamento fiscal inteligente, estruturação jurídica e societária e Direito Tributário Digital. Sua atuação alcança ainda tecnologia, negócios digitais e investimentos imobiliários.
Não existe, assim, separação rígida entre o professor, o pesquisador, o advogado, o escritor e o empresário. Problemas encontrados nos negócios tornam-se questões de pesquisa; pesquisas chegam à sala de aula; debates acadêmicos amadurecem conceitos; conceitos transformam-se em artigos e livros; e o conhecimento retorna à realidade como estratégia, inovação e empreendimento.
Da iniciação científica no começo dos anos 2000 aos mais de 2 milhões de livros vendidos, existe uma mesma linha de continuidade: a pesquisa produz conhecimento, a docência o amadurece, a escrita o sistematiza, a advocacia o confronta com problemas concretos e o empreendedorismo o transforma em execução. É nessa circulação entre livros, salas de aula e negócios que Faustino da Rosa Júnior construiu uma trajetória ainda em permanente desenvolvimento.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/h98Q7M9ySTFvQ_C5GXn8ed6oSKE=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/h/h/LHQcd4SWyyzQWxb0jG0w/publicador-api-valor-pulse-brand-100-5e458c9f-fc8d-44d4-b230-dabdfb012a14.jpg-20260921131234" medium="image"/>   <media:description>Faustino da Rosa Júnior: uma vida entre livros, salas de aula e negócios.</media:description>   <media:credit>Arquivo Pessoal</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:12:50 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Com pneumonia, Flávio Roscoe testa positivo para covid-19</title>  <atom:subtitle>Candidato do PL recebeu alta hospitalar nesta segunda-feira e deve seguir o tratamento em casa</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/com-pneumonia-flvio-roscoe-testa-positivo-para-covid-19.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/com-pneumonia-flvio-roscoe-testa-positivo-para-covid-19.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Ppv6H-4Rsff7lFnhOWy2EjwvL-o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/Z/EMndP5RSad4BqXBCQkEQ/whatsapp-image-2026-07-21-at-12.48.35.jpeg" /><br /> ]]>    O empresário e candidato ao governo de Minas Gerais, Flávio Roscoe (PL), testou positivo para covid-19 durante uma internação no Hospital Madre Teresa, em Belo Horizonte. O candidato foi internado no sábado (19) para tratar um quadro de pneumonia, associado à sinusite, bronquite e inflamação das vias aéreas.

Roscoe recebeu alta hospitalar nesta segunda-feira (21/9) e deve seguir o tratamento em casa. De acordo com a equipe do candidato, ele apresenta boa evolução clínica e deve retomar a agenda de campanha assim que receber liberação médica e apresentar resultado negativo para covid-19. 

O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) foi hospitalizado na noite de sexta-feira (18/9) em Salinas (MG), na região do Vale do Jequitinhonha, com um quadro de pneumonia severa e bronquiolite. Ele foi liberado na própria sexta-feira e viajou de volta para Belo Horizonte no sábado, para seguir com o tratamento em casa.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Ppv6H-4Rsff7lFnhOWy2EjwvL-o=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/Z/EMndP5RSad4BqXBCQkEQ/whatsapp-image-2026-07-21-at-12.48.35.jpeg" medium="image"/>   <media:description>Empresário Flávio Roscoe, presidente licenciado da Fiemg</media:description>   <media:credit>Cibelle Bouças/Valor</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:11:21 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Escritório de Milton Leite é furtado em SP, mas criminosos deixam dinheiro para trás</title>  <atom:subtitle>Policiais encontraram R$ 19 mil que não foram levados do imóvel, que não tinha sido alvo da operação que prendeu o ex-vereador</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/escritrio-de-milton-leite-furtado-em-sp-mas-criminosos-deixam-dinheiro-para-trs.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/09/21/escritrio-de-milton-leite-furtado-em-sp-mas-criminosos-deixam-dinheiro-para-trs.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/ly9N4gHSp6yWwnZJj5JurFdbOwA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/9/E/dFmBfmTw65hbLgUA2SKg/53202105670-9958d53b35-k.jpg" /><br /> ]]>    Um escritório ligado ao ex-vereador da capital paulista Milton Leite (União Brasil) sofreu um furto na noite deste domingo (20), na zona sul de São Paulo. O imóvel não tinha sido alvo de buscas da Operação Vectura Corrupta, que foi deflagrada na semana passada e levou o líder partidário à prisão, por suspeita de envolvimento em um esquema de infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público.

Imagens de câmeras da região captaram o momento em que criminosos fugiram do escritório após furtarem um HD que armazenava gravações do circuito interno de segurança. Segundo informações, os policiais encontraram dentro do escritório R$ 19.271 em dinheiro vivo que não foram levados pelos invasores.

Até o momento, não há detalhes sobre quantas pessoas participaram do crime ou a motivação. A defesa de Leite também não se manifestou. Os policiais que atenderam a ocorrência se depararam no local com documentos revirados, além de cartões e outros materiais espalhados pelo chão.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que a Polícia Civil investiga o caso. Segundo a pasta, a Polícia Militar foi acionada por uma vizinha e, no local, constatou danos no portão da garagem e sinais de desordem no interior do imóvel.

"Cartões bancários, documentos e uma quantia em dinheiro foram apreendidos.  A perícia foi acionada e diligências prosseguem para identificar os responsáveis", afirmou a secretaria sobre o caso, registrado no 11º Distrito Policial (Santo Amaro) como furto a residência e localização/apreensão de objetos.

Seis vezes presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite segue preso em Mogi das Cruzes. Ele foi alvo de um mandado de prisão temporária pelo prazo de 30 dias, expedido pela 8ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, suspeito de participar de um esquema para infiltrar integrantes da facção criminosa PCC em empresas de ônibus que prestam o serviço, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público. O ex-vereador diz que é "inocente de todas as acusações" e que terá "oportunidade de provar tudo".  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/ly9N4gHSp6yWwnZJj5JurFdbOwA=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/9/E/dFmBfmTw65hbLgUA2SKg/53202105670-9958d53b35-k.jpg" medium="image"/>   <media:description>Seis vezes presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite segue preso em Mogi das Cruzes</media:description>   <media:credit>Richard Lourenço/Rede Câmara SP</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:05:33 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Trump cita Biden quase 900 vezes e mantém antecessor como alvo na disputa pelo Congresso</title>  <atom:subtitle>Atual presidente dos EUA citou democrata em média três vezes por dia em discursos, declarações e publicações na Truth Social, culpando-o por problemas que vão da inflação à escassez de munições</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/trump-cita-biden-quase-900-vezes-e-mantm-antecessor-como-alvo-na-disputa-pelo-congresso.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/trump-cita-biden-quase-900-vezes-e-mantm-antecessor-como-alvo-na-disputa-pelo-congresso.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/4FyCj2GP4y35Ym3yJTyDM3wcg7g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/J/P/8BgDgDRqmyI9TfBRI8ZA/424094440.jpg" /><br /> ]]>    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionou o nome do seu antecessor, o democrata Joe Biden, quase 900 vezes neste ano, segundo um levantamento da Reuters, mantendo o ex-mandatário no centro do debate político e eleitoral em um momento no qual os republicanos lutam para preservar seu frágil controle do Congresso nas eleições legislativas de meio de mandato de novembro.
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Trump transformou Biden em alvo político em média três vezes por dia em discursos, declarações e publicações na Truth Social, culpando-o por problemas que vão da inflação e imigração à escassez de munições, mesmo com o ex-presidente, de 83 anos e enfrentando um câncer em estágio 4, praticamente afastado da vida pública.

A tática reflete o esforço de Trump para manter os americanos concentrados nas supostas falhas do governo anterior, em vez de nas preocupações dos eleitores com sua própria Presidência, a apenas seis semanas das eleições de meio de mandato de 3 de novembro.

Os democratas “entregaram a vocês quatro anos de desastre, caos e morte sob o comando do sonolento Joe Biden”, disse Trump, de 80 anos, a correligionários durante a convenção republicana para as eleições de meio de mandato, em Dallas, em 9 de setembro.

“Donald Trump sempre precisa de um adversário, e é melhor ter uma única pessoa do que um partido”, disse o estrategista republicano Ryan Williams. “Ele fez isso durante todo o tempo em que esteve no cargo. Pode usar isso para tentar desviar a atenção de quaisquer problemas que esteja enfrentando atualmente.”

O levantamento da Reuters analisou as referências de Trump a Biden desde janeiro, quando o ciclo eleitoral de 2026 começou a tomar forma. Os resultados ressaltam o esforço de Trump para manter o foco em Biden em um momento em que seus próprios índices de aprovação caíram, a guerra com o Irã se prolongou e o custo de vida permanece persistentemente alto.

Desde 1º de janeiro, Trump mencionou Biden pelo nome pelo menos 890 vezes, em quase 200 eventos e entrevistas e em cerca de 190 publicações na Truth Social, de acordo com o levantamento.

Ele mencionou Biden pelo menos 210 vezes ao falar sobre a economia, 168 vezes sobre imigração e 138 vezes sobre política externa e segurança nacional, além de culpá-lo por uma série de outras questões domésticas.

Trump criticou Biden em eventos tão diversos quanto a estreia de um filme da primeira-dama Melania Trump, o Café da Manhã Nacional de Oração e a tradicional caça aos ovos de Páscoa no gramado sul da Casa Branca. Durante a reunião da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Turquia, em julho, Trump bateu o recorde de menções em um único dia: 16. Ele culpou Biden pela escassez de munições militares, pelo custo da moradia e por prejudicar a indústria siderúrgica.

Embora presidentes frequentemente culpem seus antecessores — como Biden fez com Trump —, o foco de Trump em Biden 20 meses após o início de seu segundo mandato se destaca tanto pela persistência quanto pelo volume.

“Joe Biden é o pior presidente da história americana, e o presidente Trump passou todos os dias corrigindo a bagunça deixada por ele e tornando os Estados Unidos da América mais fortes do que nunca”, disse Olivia Wales, porta-voz da Casa Branca, ao defender as repetidas referências de Trump ao antecessor.

T.J. Ducklo, porta-voz de Biden, não quis comentar para esta reportagem.

Meghan Hays, ex-alta funcionária da Casa Branca durante o governo Biden, porém, criticou o que chamou de “obsessão” de Trump.

“Novecentas menções em menos de um ano não são governar, são uma obsessão. Joe Biden o derrotou uma vez e Trump ainda não superou isso. Ele está mais concentrado em rediscutir 2020 do que em reduzir o preço da gasolina e dos alimentos para o povo americano”, afirmou, referindo-se à vitória de Biden na eleição de 2020, que Trump alega falsamente ter sido roubada dele.
President Biden Hosts President-elect Trump At White House
Al Drago/Bloomberg


Recuo sobre a economia
Em fevereiro, Trump disse em uma entrevista que a economia era responsabilidade dele. Agora, com pesquisas de opinião mostrando uma piora na avaliação dos americanos sobre sua condução da economia, Trump culpa Biden pelos problemas relacionados ao custo de vida.

“Espero que todos percebam que os aumentos de preços em todos os Estados Unidos foram causados pelo Sonolento Joe Biden e pelo governo Biden, não por ‘TRUMP’”, publicou o presidente na Truth Social na semana passada.

Alguns apoiadores de Trump na convenção republicana em Dallas disseram à Reuters acreditar que Biden era responsável pela inflação, 20 meses depois de deixar o cargo. Pesquisas de opinião, porém, indicam que é Trump quem recebe a maior parte da insatisfação dos americanos em relação à inflação.

A inflação disparou para mais de 9% durante a Presidência de Biden, impulsionada em parte pelas perturbações nas cadeias de abastecimento provocadas pela pandemia, pela invasão russa da Ucrânia e pelos gastos do governo Biden para estimular a economia afetada pela Covid-19.

Trump venceu a eleição principalmente com a promessa de reduzir os preços, mas eles permaneceram persistentemente altos, em parte devido à guerra contra o Irã. A inflação anual teve média mensal de 4,95% durante os quatro anos de Biden e, desde que Trump assumiu o cargo, registrou média de 2,94%, ficando em 3,4% no mês passado.

“A política sempre trata do futuro, nunca do passado, portanto culpar seu antecessor não funciona. Especialmente para quem está no cargo. Ele precisa defender seu próprio histórico para ajudar seu partido”, disse o veterano estrategista republicano Charlie Black, que por vezes criticou Trump.

Imigração
Depois da economia, a imigração é o tema em que Trump mais frequentemente menciona Biden.

À medida que a campanha ampliada de deportações de Trump provocou críticas e protestos em todo o país neste ano, ele buscou repetidamente transferir a responsabilidade para seu antecessor, argumentando que as políticas de Biden haviam permitido níveis recordes de imigração ilegal na fronteira entre EUA e México.

Depois que agentes federais de imigração mataram dois cidadãos americanos que participavam de protestos em Minnesota em janeiro, por exemplo, Trump culpou as “políticas de fronteiras abertas de Biden” por “todo o tempo que passamos falando sobre Minnesota”.

O presidente fala com tanta frequência sobre o elevado número de travessias da fronteira durante o governo Biden e sobre as políticas de imigração mais rígidas de seu próprio governo que recentemente reconheceu que assessores da Casa Branca estavam tentando fazê-lo abandonar o assunto.

“Até meus redatores de discursos dizem: ‘Senhor, ninguém mais quer ouvir falar da fronteira. O senhor já resolveu isso’”, contou Trump no Salão Oval em agosto. “Biden não conseguiu”, acrescentou.
O presidente Donald Trump discursa durante a Convenção Nacional Republicana de meio de mandato, em Dallas, ocasião em que prometeu dar US$ 5 mil a americanos
REUTERS/Evan Vucci

Guerras na Ucrânia e no Oriente Médio
Sob pressão para encerrar a guerra contra o Irã que iniciou há quase sete meses, Trump mencionou Biden pelo menos 37 vezes. Ele acusa seu antecessor de não ter sido suficientemente agressivo contra Teerã durante sua Presidência, de 2021 a 2025, e de ter “criado um monstro com o Irã” em 2015 com o acordo nuclear iraniano negociado pelo então presidente Barack Obama, quando Biden era vice-presidente.

A política de Biden em relação ao Irã era aumentar a pressão econômica sobre Teerã, posição que Trump agora adotou em meio a confrontos esporádicos com o país.

Trump inicialmente negou reportagens de que os estoques americanos de mísseis e interceptadores estavam diminuindo rapidamente durante a guerra, mas, em maio, começou a culpar Biden pela escassez.

“Gostaria de ter mais [munições], para ser sincero, mas Biden entregou tanta coisa à Ucrânia”, disse Trump a jornalistas a bordo do Air Force One em 27 de julho.

Trump culpou Biden por crises internacionais ao redor do mundo pelo menos 138 vezes. As referências abrangem desde Ucrânia e Irã até a retirada dos Estados Unidos do Afeganistão e acusações de que Biden teria sido brando demais com a China.

Ataques pessoais
Trump também fez uma série de ataques pessoais contra Biden relacionados à sua capacidade mental e ao uso de uma caneta automática para assinar alguns documentos, uma prática utilizada por muitos presidentes.

Sentado a uma mesa de piquenique e assinando ovos durante a tradicional caça aos ovos de Páscoa da Casa Branca, em abril, Trump disse ao grupo de crianças ao seu redor que Biden “deixou tudo para a caneta automática porque era incapaz de assinar, quanto mais de governar um país”.

Uma das paradas favoritas de Trump ao conduzir visitantes por sua “calçada da fama presidencial”, perto do Jardim das Rosas da Casa Branca, é uma exposição dedicada a Biden. Enquanto os outros presidentes são representados por fotografias próprias, Biden é representado pela imagem de uma caneta automática.

Trump mencionou Biden até mesmo ao tratar de questões locais, como a reforma do Espelho d’Água do National Mall, em Washington, argumentando, sem apresentar qualquer evidência, que os problemas do projeto decorreram de negligência durante a Presidência de Biden ou de obras de reconstrução anteriores ao seu retorno ao cargo.

O espelho d’água continua vazio, dois meses após a reforma inicial. Trump culpou vândalos pelos problemas do projeto, mas o Departamento de Justiça reconheceu em agosto que obras recentes de reforma “mal executadas” fizeram o revestimento do local descascar, um problema relacionado a trabalhos realizados durante o governo Trump.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fala durante um evento de volta às aulas na Casa Branca, em Washington, na segunda-feira, 24 de agosto de 2026
AP Foto/Alex Brandon  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/4FyCj2GP4y35Ym3yJTyDM3wcg7g=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/J/P/8BgDgDRqmyI9TfBRI8ZA/424094440.jpg" medium="image"/>   <media:description>Donald Trump mantém Joe Biden no centro do debate político e eleitoral em um momento no qual os republicanos lutam para preservar seu frágil controle do Congresso </media:description>   <media:credit>Jim Lo Scalzo/Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:00:12 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>China avança em acordo para compra de aviões da Boeing </title>  <atom:subtitle>Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping têm reunião de cúpula nesta semana</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/china-avanca-em-acordo-para-compra-de-avioes-da-boeing.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/china-avanca-em-acordo-para-compra-de-avioes-da-boeing.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/DeTP6cM06Xy1zw9Gu_hRqYiYsbs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/c/6/ItHu2USiiNTcoPkseZIA/foto06emp-101-boeing-b7.jpg" /><br /> ]]>    A China está avançando no cumprimento de um compromisso de comprar 200 jatos da Boeing, anunciado em maio, afirmou, nesta segunda-feira (21), o Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer.
Greer não indicou que novos pedidos de aeronaves da China para a Boeing estejam próximos antes da reunião desta semana entre o presidente Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping.
“Há cerca de 140 que estão em um bom estágio. Há outras 10 para as quais eles estão formalizando os pedidos”, disse Greer à Fox News sobre as encomendas da Boeing por companhias aéreas chinesas.
Os pedidos marcaram o primeiro grande acordo da Boeing com a China em quase uma década.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/DeTP6cM06Xy1zw9Gu_hRqYiYsbs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/c/6/ItHu2USiiNTcoPkseZIA/foto06emp-101-boeing-b7.jpg" medium="image"/>   <media:description>Pedidos marcaram o primeiro grande acordo da Boeing com a China em quase uma década</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:52:06 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>China desacelera IPOs de robôs humanoides à medida que entusiasmo supera realidade</title>  <atom:subtitle>Reação foi desencadeada pelo início volátil das ações da Unitree Robotics, fabricante de robôs humanoides e quadrúpedes, segundo fontes</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/china-desacelera-ipos-de-robs-humanoides-medida-que-entusiasmo-supera-realidade.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/china-desacelera-ipos-de-robs-humanoides-medida-que-entusiasmo-supera-realidade.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/eNzPsEqk6jbdx5GRC_xg3EJuaD4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/f/D/LiIBQ4Sy27cKwFHN1NTA/pexels-agk42-2599244.jpg" /><br /> ]]>    Órgãos reguladores chineses estão freando a onda de empresas de robôs humanoides que buscam abrir capital, segundo fontes a par do assunto, enquanto analisam se as valorizações e receitas em alta, ligadas a projetos apoiados pelo Estado, refletem uma demanda comercial.

A desaceleração foi provocada principalmente pelo início volátil das ações da Unitree Robotics, fabricante de robôs humanoides e quadrúpedes, segundo as fontes. As ações dispararam mais de cinco vezes em sua estreia na Bolsa de Xangai há um mês e caíram 55% em relação ao pico.

Os reguladores têm usado “orientações informais” para conter algumas aberturas de capital de robôs humanoides, disseram as fontes, que pediram anonimato ao discutir o assunto devido à sensibilidade do tema.

Uma delas disse que as aberturas de capital de robôs humanoides foram efetivamente congeladas por enquanto, enquanto outra afirmou que não há proibição formal, descrevendo a medida como uma desaceleração específica do setor.

A medida regulatória destaca o esforço de Pequim para acalmar a euforia dos investidores em relação a um dos temas de investimento mais quentes da China, sem prejudicar uma tecnologia que o governo transformou em prioridade nacional.

A Comissão Reguladora do Mercado de Valores Mobiliários da China não respondeu a um pedido de comentário.

O jornal The Information foi o primeiro a noticiar, citando fontes a par do assunto, que o órgão regulador recentemente deu orientações informais a alguns bancos de investimento e corretoras, indicando que estava elevando os critérios para a aprovação de IPOs de empresas de robótica humanoide.

Leo Wang, investidor de capital de risco da Qianchuang Capital, descreveu a onda de investimentos no setor de robótica como “inovação no estilo de campanha”, usando uma expressão chinesa para descrever os “booms” em que empresas e capital se lançam em um setor favorecido por políticas governamentais.

Pequim tem promovido a “inteligência incorporada” — sistemas de IA capazes de perceber e agir no mundo físico — como uma indústria emergente estratégica, ajudando a impulsionar investimentos de capital privado e governos locais.

Wang afirmou que o entusiasmo em torno da IA incorporada superou o observado durante as ondas de investimento na internet e em novas fontes de energia na China, com fabricantes de robôs industriais mudando seu foco para humanoides e startups alcançando valorizações em rápida ascensão.

Alguns fundadores estavam atraindo dezenas de potenciais investidores em questão de semanas e recusando a “due diligence” convencional, disse ele. Alguns projetos do mercado privado já haviam sofrido reduções de avaliação de 30% a 50%.

A Unitree não respondeu a um pedido de comentário.

Pelo menos meia dúzia de empresas chinesas de robótica humanoide estão se preparando para abrir o capital, incluindo a Deep Robotics, a X Square Robot e a Agibot. As três empresas não responderam aos pedidos da Reuters por comentários sobre se os órgãos reguladores teriam atrasado seus planos.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/eNzPsEqk6jbdx5GRC_xg3EJuaD4=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/f/D/LiIBQ4Sy27cKwFHN1NTA/pexels-agk42-2599244.jpg" medium="image"/>   <media:description>Robô humanoide</media:description>   <media:credit>Pexels</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:51:07 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Presidente da CVM apelidou Vorcaro de 'leãozinho da montanha', mostram mensagens obtidas pela PF</title>  <atom:subtitle>Mensagens de julho de 2025 mostram que Lobo teria procurado o advogado Ciro Soares para pedir apoio de Vorcaro a sua indicação para a presidência da autarquia</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/presidente-da-cvm-apelidou-vorcaro-de-leozinho-da-montanha-mostram-mensagens-obtidas-pela-pf.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/presidente-da-cvm-apelidou-vorcaro-de-leozinho-da-montanha-mostram-mensagens-obtidas-pela-pf.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Yyi1AzMEgaWeQ2WBr9w779JNi9Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/O/I/NyObfPTIqcanRkfAeECw/050224cvm58.jpg" /><br /> ]]>    Mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, mostram  que ele apoiou a indicação de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e que o próprio Lobo teria chamado Vorcaro de "leãozinho da montanha" em conversas com interlocutores do então banqueiro. As mensagens foram antecipadas pelo jornal O Globo.
Em nota, Lobo afirmou que "não possui conhecimento nem ingerência sobre conversas privadas de terceiros" e que "nunca teve relações ou procurou apoio de Daniel Vorcaro".

Mensagens de julho do ano passado mostram que Lobo teria procurado o advogado Ciro Soares para pedir apoio de Vorcaro a sua indicação para a presidência da autarquia. Na época, Lobo havia assumido interinamente a CVM e buscava apoio para ser indicado pelo governo, o que acabou ocorrendo. Lobo foi sabatinado no Senado e tomou posse de forma efetiva em junho deste ano.

Em 19 de julho de 2025, Soares encaminhou a mensagem a Vorcaro: "O Otto Lobo da CVM me pedindo uma ajuda para falar com o senador Otto (Alencar). Pediu para levá-lo no Otto (Alencar), porque ele quer ficar na presidência da CVM. O Otto da CVM é muito meu amigo e gosta de você (Vorcaro). Até falou comigo que chama você de ‘leãozinho da montanha’. Eu falei: ‘Gostei do apelido, viu’. E ele (Otto Lobo) falou: ‘Sim, o leãozinho da montanha, o moleque é danado, trabalhador’”, disse Soares a Vorcaro, em áudio enviado no dia 19 de julho de 2025.

Vorcaro, então respondeu: "Ótimo ele. Tem que colocar ele na presidência”. Na sequência, eles afirmam que vão trabalhar pela nomeação de Lobo.

“Dani, vou trabalhar para isso. Não te contei o que o cara (ex-presidente da CVM) fez antes de sair. Ele fez uma sacanagem (...) Falei com Otto (Lobo) que pode contar comigo e vou levá-lo ao Senado. Vou levar no Jaques [Wagner, senador do PT-BA] e trabalhar para esse cara ficar. A gente tem que trabalhar junto nisso. Ele é muito ponta firme e que bom que ele gosta de você (...) Brinquei com ele também e falei: ‘Olha, ele é o filho que o senador… Quem mexer com esse menino aí tá fudido’”, afirmou Soares a Vorcaro.

O ex-banqueiro, então, respondeu: "Vamos fazer acontecer. Vou falar com minha turma", ao que Ciro Soares completou: "Por vc, irmão. Toca de um lado, eu toco do outro".

Em nota, a defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) disse que a conversa com Otto Lobo mencionada no diálogo nunca ocorreu. "A defesa do senador Jaques Wagner informa que a conversa mencionada pela reportagem não aconteceu. O senador reitera que não tem nenhuma relação com Daniel Vorcaro e nunca atuou em favor dos interesses do banco Master. Vale reforçar que o senador não pode responder por conversas de terceiros, da qual não participou e desconhece o contexto em que ocorreu." 

A reportagem entrou em contato com os demais citados, mas ainda não obteve retorno.
Leia abaixo a íntegra da nota de Otto Lobo:
"O Presidente Otto Lobo não possui conhecimento nem ingerência sobre conversas privadas de terceiros. Nunca teve relações ou procurou apoio de Daniel Vorcaro. Lobo foi sabatinado e aprovado para a Presidência da CVM no Senado em 20 de maio de 2026, ou seja, dois meses após a Autarquia já ter respondido às denúncias de fraude criando o Grupo de Trabalho do Banco Master, Reag e Entidades Conexas (GT).
O processo de indicação de diversas autoridades demanda interlocução com os responsáveis por sua aprovação no Senado Federal. Otto Alencar foi Presidente da Comissão de Assuntos Econômicos à época da indicação de Otto Lobo a Diretor da CVM, em 2021, e continua sendo membro da Comissão atualmente.
Cumpre notar que a CVM foi o primeiro órgão de Estado a julgar e punir um processo de natureza sancionadora envolvendo o Banco Master. Foram impostas multas totais de cerca de R$ 200 milhões aos envolvidos, sendo R$ 20 milhões diretamente a Daniel Vorcaro, no âmbito do Processo 19957.007976/2020-94. Outras denúncias e suspeitas estão sob análise da área técnica da CVM e serão apreciadas pelo Colegiado no futuro.
São notórios os esforços que a gestão do Presidente Otto Lobo na CVM tem conduzido para solucionar os gargalos de fiscalização da autarquia em diferentes frentes: pessoal (pedido de realização de concurso de inspetores e agentes executivos, valorização dos atuais servidores); tecnologia (estudos para contratação e desenvolvimento de sistemas de inteligência com base em IA, diálogo constante com as associações de mercado e institutos tecnológicos ligados ao governo, como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada) e regulatória (instituição do Grupo de Trabalho de Tokenização e aprimoramento na Resolução 67 para maior envolvimento do Colegiado e dos superintendentes no aperfeiçoamento de normas). Todos esses compromissos foram apresentados de maneira contundente em cerimônia ao mercado e demonstram nas ações, e não só no discurso, que Otto Lobo tem compromisso com a eficiência no combate a ilícitos e fraudes.
Em nenhum processo que o Presidente Otto Lobo tenha votado há qualquer alegação que o Banco Master tenha sido beneficiado. O uso de voto de desempate no caso da OPA da Ambipar foi reiteradamente explicado, inclusive frente ao Tribunal de Contas da União (TCU), que considerou em dois processos diferentes que a decisão estava absolutamente correta.
Conforme já relatado a todos os órgãos de controle e para o Senado Federal, a resolução do desempate no caso Ambipar cabia ao presidente da sessão, conforme determina o regimento interno da CVM e já havia ocorrido em situações anteriores. Quanto ao mérito do caso em si, não houve questionamento de fato à posição adotada pelo Presidente e pelo Diretor João Accioly, que foi a defendida pelo Colegiado da CVM até então.  Ou seja, não houve controvérsia de fato, apenas desinformação sobre o regimento interno da Autarquia. Nenhum acionista minoritário, que supostamente seria prejudicado pela não realização de OPA no caso Ambipar, apresentou recurso judicial questionando a decisão. Tampouco houve tentativa de discussão judicial sobre o assunto por parte de advogados especializados. Ademais, lembra-se que o caso se referia a uma possível OPA por aumento de participação do controlador e não a uma punição, tendo o Colegiado, por unanimidade, afastado a responsabilidade de fundo ligado ao Banco Master de realizar a operação, por ausência de previsão legal do dever de minoritários participarem da oferta. Inclusive, os votos do Presidente Otto Lobo e do Diretor João Accioly foram proferidos depois que os outros dois membros do colegiado já haviam votado pela imputação da obrigação de realizar OPA somente contra o controlador, deixando de impor o pagamento da OPA contra o Fundo Master e o Senhor Nelson Tanure, em decisão unânime do colegiado neste ponto."
Otto Lobo, presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
Leo Pinheiro/Valor  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Yyi1AzMEgaWeQ2WBr9w779JNi9Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/O/I/NyObfPTIqcanRkfAeECw/050224cvm58.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:38:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Governo vai anunciar contingenciamento do Orçamento nesta semana</title>  <atom:subtitle>Inclusão da conta da subvenção ao diesel e ao etanol e a uma reprojeção da arrecadação esperada para o ano estariam entre os principais motivos para a medida</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/governo-vai-anunciar-contingenciamento-do-orcamento-nesta-semana.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/09/21/governo-vai-anunciar-contingenciamento-do-orcamento-nesta-semana.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/geJJxRCPTmw86pOyvsiV5mmxQfQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/i/K/eHnJnNQlqBeeqCM93IBg/230885050.jpg" /><br /> ]]>    A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai anunciar um contingenciamento de recursos do Orçamento no próximo relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, que será divulgado na quinta-feira (24). Segundo apurou o Valor, são dois motivos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/geJJxRCPTmw86pOyvsiV5mmxQfQ=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2023/i/K/eHnJnNQlqBeeqCM93IBg/230885050.jpg" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:37:24 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Do cartão corporativo aos serviços de gerenciamento financeiro: como a Visa virou a chave para o B2B</title>  <atom:subtitle>De despesas corporativas ao pagamento que roda invisível dentro do ERP, a multinacional está traduzindo sua tese de tecnologia para o mundo dos negócios.</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/visa/noticia/2026/09/21/do-cartao-corporativo-aos-servicos-de-gerenciamento-financeiro-como-a-visa-virou-a-chave-para-o-b2b.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/visa/noticia/2026/09/21/do-cartao-corporativo-aos-servicos-de-gerenciamento-financeiro-como-a-visa-virou-a-chave-para-o-b2b.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/UKC7AHxoDvpgB0FQ_V66W5RvX4U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/n/B/kR4FTbRfiZxpsPN4SmLA/captura-de-tela-2026-09-21-as-12.23.06.png" /><br /> ]]>    Durante décadas, a Visa sempre foi conhecida como uma empresa mais voltada ao público consumidor com a tecnologia de pagamento por trás das compras com cartões. Hoje, a empresa evoluiu, virando a base para um conjunto de soluções que vai muito além do cartão. Foi seguindo essa lógica que a Visa levou a mesma jornada do mundo B2C para o B2B, oferecendo serviços financeiros que solucionam desafios do universo das empresas — o maior e, ao mesmo tempo, um dos que menos usa o cartão quando se fala em transações.
"Eu costumo definir a minha área na Visa como a startup dentro da companhia", diz Marcela Pinori, vice-presidente de Soluções Comerciais da Visa do Brasil. Ela entrou na companhia há 13 anos para atuar no segmento de soluções de soluções para empresas e viu de perto um descompasso que persiste: a digitalização dos serviços financeiros da pessoa física não chegou aos processos de pagamento das empresas no mesmo nível. "Ainda tem muita operação manual", afirma.
A guinada foi trocar o produto pela jornada. "A gente começou a tirar um pouco o nosso viés exclusivo de cartões  e falar mais efetivamente de inovação em todos os processos que envolvem uma transação de pagamento", explica. Na prática, significou mapear onde dói e construir soluções para resolver essas questões: contas a pagar, contas a receber, tesouraria, focando no mundo de gerenciamento financeiro seja de uma pequena empresa, passando pelas médias e até grandes indústrias e corporações.
O reposicionamento da companhia fica mais claro quando se olha para o que ela vem apresentando no B2B nos últimos anos. Marcela cita a parceria com a Celero, startup de gestão financeira que recebeu investimento da Visa.  A plataforma consolida os valores que o empreendedor recebe e paga por boleto, Pix e duplicata, agregando e enriquecendo dados para gerar insights acionáveis tanto para as PMEs quanto para as instituições financeiras.
Conforme explica a executiva, esse tipo de inovação, que vai além de pagamentos e utiliza dados de maneira estratégica, beneficia instituições como o Sicredi, que utilizou o Organizador PJ, solução de Business Financial Management (BFM) da Celero para aprovar mais milhões em crédito a empreendedores clientes da cooperativa.
A mesma lógica aparece na parceria com a ConectCar para pagamento de pedágio na modalidade free flow, voltada a transportadoras e caminhoneiros com mais segurança, capilariedade, controle e tecnologia, e no Kob Visa, solução criada  pela Kobold para os fluxos entre as áreas comercial e financeira de grandes empresas. Em um ano, a Kob Visa, por exemplo, cresceu 30 vezes em volume de operações, atraindo novos clientes todos os meses em setores como siderurgia, papel e celulose e bens de consumo.
"Hoje frisamos que a Visa é uma empresa de tecnologia com foco em movimentação de dinheiro, que também traz soluções para empresas de todos os tamanhos", resume Marcela.
A dimensão da aposta no B2B aparece nos números. O segmento de Commercial &amp; Money Movement Solutions mira um mercado global estimado em US$ 200 trilhões. No último ano fiscal da multinacional, o volume de pagamentos entre empresas cresceu 7%, chegando a US$ 1,8 trilhão e abocanhando uma fatia considerável dos US$ 14 trilhões movimentados globalmente pela empresa. 
Desafios e soluções
O esforço em desenvolver um leque abrangente de soluções financeiras para o B2B está relacionado com a variedade de clientes atendidos. Segundo Marcela, cada porte de negócio e cada vertical trazem suas próprias peculiaridades. Para os de menor tamanho, o assunto é crédito. "A gente para de falar que o cartão é só um método de pagamento. Para esse público específico, o prazo de 30 dias ou o limite que ele consegue, vira fôlego de caixa", pontua.
Dentro da nossa estratégia de consultoria, temos uma solução chamada VMTS (Visa Merchant Transaction Score), score para PMEs que usa GenAI e machine learning para avaliar vendas, frequência e consistência de caixa como camada complementar à análise bancárias. "O banco trabalha muito com histórico, mas não necessariamente com o dado vivo do que ele tem de recebimento para fazer a modelagem de crédito. ", diz.
O cartão que ninguém vê
De olho nos processos internos de grandes companhias, a Visa também apostou em outros modelos. Um deles é o Visa Commercial Pay, em que empresas podem emitir cartões virtuais sob demanda e definir as regras de uso, com teto de gasto e restrição de categorias (hotel e alimentação, por exemplo) direto na carteira digital. "Elimina a questão do reembolso, porque automaticamente você já pode mandar a informação, já printa a foto do recibo e já envia no próprio aplicativo", descreve Marcela.
O terreno é fértil: as viagens corporativas movimentam R$ 15 bilhões por ano no Brasil, segundo a ABRACORP, com apenas 5% das transações digitalizadas. Mas o mesmo mecanismo pode ir além e chegar em diversos setores. O passo seguinte, já em desenvolvimento, é gerar cartões virtuais de dentro do ERP das empresas para qualquer pagamento a fornecedores.
"É uma transação invisível", resume a executiva, traçando um paralelo com a experiência fluida dos aplicativos de mobilidade. A diferença é que, nesse caso, o time de contas a pagar não precisa sair do sistema, enquanto a conciliação é feita de forma automatizada. "E dá para fazer mais. Quando a gente fala de evolução de agentes de IA,  isso vai para um nível de automatização exponencial", completa.
Para os próximos anos, a frente B2B da empresa está olhando para além do setor privado. Segundo Marcela, modelos de precificação, integração com ERP e limites de ticket — ou seja, tudo o que foi desenhado para o mundo de empresas privadas — também se aplicam ao setor público, onde a oportunidade de digitalização é ainda maior, levando agilidade, transparência, segurança e conveniênciapara entidades governamentais e cidadãos brasileiros  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/UKC7AHxoDvpgB0FQ_V66W5RvX4U=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/n/B/kR4FTbRfiZxpsPN4SmLA/captura-de-tela-2026-09-21-as-12.23.06.png" medium="image"/>   <media:description>Marcela Pinori, vice-presidente de Soluções Comerciais da Visa do Brasil</media:description>   <media:credit>Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:35:19 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova pesquisa Datafolha em SP testa vantagem de 20 pontos de Tarcísio contra Haddad</title>  <atom:subtitle>Levantamento será divulgado em 24 de setembro e também avaliará atuação do STF e caso Banco Master</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-em-sp-testa-vantagem-de-20-pontos-de-tarcisio-contra-haddad.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-em-sp-testa-vantagem-de-20-pontos-de-tarcisio-contra-haddad.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/aiHZ3ym5hT3-0ZTE7rp4EMKSjPg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/w/M/jmc770QnKkI6ACUaQwew/design-sem-nome-3-.png" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Datafolha no estado de São Paulo vai medir as intenções de voto para o governo estadual e para o Senado nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui sete candidatos na apuração estimulada de primeiro turno para o governo de São Paulo, testa um cenário de segundo turno para o Executivo paulista e traz 15 concorrentes na disputa pelas duas vagas ao Senado.
O trabalho de campo será realizado entre a terça-feira (22) e a quinta-feira (24), ouvindo 1.610 eleitores em todo o estado de São Paulo, por meio de uma pesquisa quantitativa com aplicação de questionário estruturado e abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional junto ao eleitorado paulista.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código SP-03730/2026. Encomendada em parceria pelas empresas Empresa Folha da Manhã e Globo Comunicação e Participações, a pesquisa custou R$ 185 mil. A margem de erro máxima prevista é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
A pesquisa afere a intenção de voto espontânea para governador e apresenta em seguida o cenário estimulado com os seguintes candidatos ao governo de São Paulo:
Carlos Machado (PCB)
Fernando Haddad (PT)
Izadora Dias (PCO)
Policial Edjane (AGIR)
Tarcísio de Freitas (REPUBLICANOS)
Vera Lúcia (PSTU)
Vivian Mendes (UP)
O questionário também verifica se o eleitor sabe o número do seu candidato, se a escolha é definitiva ou ainda pode mudar, a segunda opção de voto e a rejeição aos postulantes no primeiro turno.
Para um eventual segundo turno na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, o Datafolha simula apenas o seguinte confronto direto:
Fernando Haddad (PT) x Tarcísio (REPUBLICANOS)
Já na disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo, os eleitores indicarão seus votos espontâneos e estimulados para a primeira e a segunda vaga a partir da apresentação dos seguintes 15 concorrentes:
André do Prado (PL)
Dra. Eliana Ferreira (PSTU)
Ednelson Cesaretti (PCO)
Geraldo Rufino (PODE)
Guilherme Derrite (PP)
Guto Schiavetto (MISSÃO)
Maíra de Souza (UP)
Marcio Alves (UP)
Marina Silva (REDE)
Petter Maahs (PCB)
Ricardo Salles (NOVO)
Simone Tebet (PSB)
Soninha Francine (CIDADANIA)
Weller Gonçalves (PSTU)
William Teixeira (AGIR)
A apuração também mede a percepção dos eleitores sobre o trabalho do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) após três anos e oito meses de gestão, solicitando aos entrevistados que classifiquem a administração estadual entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo, além de indicar se aprovam ou desaprovam o seu trabalho. Da mesma forma, vai se avaliar a gestão do presidente Lula (PT).
No bloco de atuação institucional e ética no Judiciário, a pesquisa consulta a avaliação sobre o desempenho dos senadores e deputados federais no Congresso Nacional e o trabalho dos ministros no Supremo Tribunal Federal (STF). 
O levantamento testa a aceitabilidade de condutas de ministros do STF, expondo algumas situações para o eleitor e perguntando se ele considera aceitável ou inaceitável. Pergunta-se também se o entrevistado é a favor ou contra a aprovação de um Código de Ética e Conduta específico para os ministros do STF.
 Além disso, afere-se o conhecimento sobre o caso Banco Master e o suposto envolvimento de ministros, e se as decisões do STF mais beneficiam, prejudicam ou não afetam as candidaturas de Lula e Flávio Bolsonaro à Presidência da República. 
Últimos resultados
A última edição da pesquisa Datafolha no estado de São Paulo foi divulgada em 11 de setembro de 2026, com campo realizado entre 8 e 11 de setembro.
Na disputa estimulada pelo governo estadual, Tarcísio de Freitas (Republicanos) liderava com 49% das intenções de voto no 1º turno, seguido por Fernando Haddad (PT) com 29%. Em votos válidos (excluindo brancos, nulos e indecisos), Tarcísio somava 56% e Haddad registrava 32%.

Em um possível cenário de segundo turno, Tarcísio vencia Haddad.
Veja abaixo os números da simulação de 2º turno:
Tarcísio de Freitas (Republicanos) - 56% 
Fernando Haddad (PT) - 35% 
Em branco/nulo/nenhum - 7% 
Indecisos - 2% 
Senado
Na disputa pelas duas vagas ao Senado em São Paulo, a pesquisa de 11 de setembro registrava empate técnico na liderança entre Marina Silva (Rede), com 13%, e Simone Tebet (PSB), com 13%, seguidas por André do Prado (PL), com 11%, e Guilherme Derrite (PP), com 10%. 
Veja o resultado completo:
Marina Silva (Rede) - 13%
Simone Tebet (PSB) - 13%
André do Prado (PL) - 11%
Guilherme Derrite (PP) - 10%
Ricardo Salles (Novo) – 5%
Geraldo Rufino (Podemos) – 3%
Guto Schiavetto (Missão) – 3%
Soninha Francine (Cidadania) – 2%
Marcio Alves (UP) – 2%
Dra. Eliana Ferreira (PSTU) – 2%
William Teixeira (Agir) – 2%
Maíra de Souza (UP) – 2%
Ednelson Cesaretti (PCO) – 1%
Weller Gonçalves (PSTU) – 0%
Petter Maahs (PCB) – 0%
Brancos e nulos – 18%
Indecisos – 14%
Na modalidade espontânea para o Senado, 68% estavam indecisos.
O levantamento anterior ouviu 1.610 pessoas, contou com margem de erro de 2 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo e esteve registrado no TSE sob o código SP-04189/2026.

*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/aiHZ3ym5hT3-0ZTE7rp4EMKSjPg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/w/M/jmc770QnKkI6ACUaQwew/design-sem-nome-3-.png" medium="image"/>   <media:description>Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad</media:description>   <media:credit>REUTERS e Bloomberg</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:23:35 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Dinamarca diz que acordo com EUA dará à Otan papel na segurança da Groenlândia</title>  <atom:subtitle>Trump disse na sexta-feira, porém, que entendimento daria a Washington 'controle permanente' sobre o território dinamarquês semiautônomo</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/dinamarca-diz-que-acordo-com-eua-dar-otan-papel-na-segurana-da-groenlndia.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/dinamarca-diz-que-acordo-com-eua-dar-otan-papel-na-segurana-da-groenlndia.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/GaQq76NfKg1yvDWoWBM0vBPwjJg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/T/gg5cmvQdWAL9LBLgbl7Q/2026-09-21t110558z-1133768246-rc2hmna9uh4b-rtrmadp-3-usa-trump-greenland-denmark.jpg" /><br /> ]]>    Dinamarca, Groenlândia e Estados Unidos devem assinar na terça-feira um acordo que, segundo o governo dinamarquês, dará à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) um papel na proteção do Ártico, em vez de deixar essa responsabilidade exclusivamente a cargo de Washington e de Copenhague.
Leia também:
Groenlândia e Dinamarca afirmam que o acordo com os EUA não implicará em cessão de soberania
Trump diz que chegou a acordo com Dinamarca e Groenlândia sobre controle dos EUA

O pacto, que deve ser assinado na terça-feira durante a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) em Nova York, ainda não foi divulgado, embora o presidente Donald Trump tenha afirmado que ele concede aos EUA “controle permanente” sobre o território dinamarquês semiautônomo. Dinamarca e Groenlândia não comentaram a afirmação de Trump, mas disseram que o acordo beneficiará a ilha ártica e respeitará sua soberania.

O entendimento ocorre após meses de pressão de Trump, que afirmou repetidas vezes que os EUA deveriam controlar a Groenlândia e, em alguns momentos, se recusou a descartar o uso de força militar ou econômica para adquirir o território. As ameaças, que atingiram seu ponto máximo em janeiro, desencadearam uma crise diplomática dentro da Otan e levaram Dinamarca e Groenlândia a negociar com Washington na tentativa de reduzir a pressão.

“Ele [o acordo] terá um formato no qual a responsabilidade pela segurança no Ártico não será apenas dinamarquesa ou americana”, disse o ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, à emissora nacional TV2 no domingo. Ele acrescentou que, em grande medida, “será a Otan que cuidará do Ártico”.

Ainda não estava claro se o acordo altera um pacto de defesa existente, firmado em 1951, que constitui a base jurídica para a presença dos Estados Unidos na Groenlândia.

“Parece que agora estamos usando esta crise para tentar fortalecer a coesão da Otan por meio da Groenlândia”, disse Ulrik Pram Gad, pesquisador do Instituto Dinamarquês de Estudos Internacionais (DIIS).

O interesse estratégico de Washington pela Groenlândia remonta à Segunda Guerra Mundial. Em 1941, os Estados Unidos assinaram um acordo com o enviado dinamarquês Henrik Kauffmann, que agiu sem autorização de seu país, então sob ocupação alemã.

Washington buscou o acordo para impedir que a Groenlândia caísse nas mãos da Alemanha e garantir a rota de abastecimento no Atlântico Norte entre a América do Norte e a Europa. Pelo acordo, os EUA construíram aeródromos, instalações navais e estações meteorológicas em toda a ilha, chegando a manter cerca de 5.500 militares no território em 1943, segundo o DIIS.

Em 1946, o presidente Harry Truman tentou comprar a ilha como um ativo estratégico por US$ 100 milhões em ouro, mas Copenhague se recusou a vendê-la. Em vez disso, um novo acordo foi assinado em 1951, concedendo amplos direitos às Forças Armadas dos Estados Unidos na Groenlândia, mas vinculados à existência da Otan.

“Não acho que Dinamarca e Groenlândia assinarão se a mesma cláusula sobre a Otan não estiver incluída”, disse Gad.
Trump aparece fincando a bandeira dos Estados Unidos na Groenlândia em uma montagem criada por IA
Reprodução/Truth Social


Promoção de ‘segurança, estabilidade e cooperação’
Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos mantiveram 17 instalações militares e mais de 10 mil militares na Groenlândia. Hoje, apenas a Base Espacial de Pituffik permanece, com cerca de 150 militares americanos.

Um porta-voz da Otan disse no sábado que a aliança recebeu positivamente o novo acordo, que “ajudará a promover a segurança, a estabilidade e a cooperação nesta região vital”.

Lokke Rasmussen, que viajou para Nova York durante a noite, não quis discutir o conteúdo do acordo. “Mas dissemos desde o início que estamos abertos a acomodar os legítimos interesses de segurança dos Estados Unidos”, afirmou Rasmussen à agência de notícias dinamarquesa Ritzau nesta segunda-feira.

Trump afirmou em uma publicação na Truth Social na sexta-feira que o acordo concedia aos Estados Unidos “controle permanente sobre a segurança e todas as outras necessidades na Groenlândia” e que nenhum adversário dos EUA poderia manter uma base ou presença militar no território sem a aprovação por escrito de Washington.

A Dinamarca não respondeu à afirmação de Trump, embora Copenhague tenha reconhecido anteriormente que investiu pouco na defesa da Groenlândia durante décadas e tenha prometido ampliar sua presença militar na ilha, inclusive com mais tropas da Otan.

O governo da Groenlândia tem buscado tranquilizar a população em relação ao acordo.

Erik Jensen, parlamentar da oposição na Groenlândia, escreveu no Facebook que havia lido a minuta do acordo. “Sinto-me tranquilo e não estou preocupado”, afirmou, acrescentando que a ministra das Relações Exteriores da ilha estava conduzindo bem o trabalho.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/GaQq76NfKg1yvDWoWBM0vBPwjJg=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/R/T/gg5cmvQdWAL9LBLgbl7Q/2026-09-21t110558z-1133768246-rc2hmna9uh4b-rtrmadp-3-usa-trump-greenland-denmark.jpg" medium="image"/>   <media:description>Casas diante da montanha Sermitsiaq, em Nuuk, na Groenlândia, em 19 de setembro de 2026</media:description>   <media:credit>REUTERS/Tim Barsoe</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:21:10 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>‘Minha Melhor Amiga’ supera estreias e continua na liderança das bilheterias dos cinemas</title>  <atom:subtitle>O filme estrelado por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli teve faturamento de R$ 16,5 milhões e levou 726,2 mil pessoas às salas de cinema nacionais entre 17 e 21 de setembro</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/minha-melhor-amiga-supera-estreias-e-continua-na-lideranca-das-bilheterias-dos-cinemas.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/09/21/minha-melhor-amiga-supera-estreias-e-continua-na-lideranca-das-bilheterias-dos-cinemas.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Qex17c-XSacMeVq1TDktHu6gvuw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/O/l/NJrp7LTSSOO1qBjBa9nA/amiga.webp" /><br /> ]]>    A comédia brasileira “Minha Melhor Amiga” manteve-se na liderança das bilheterias dos cinemas locais pelo terceiro fim de semana consecutivo e superou a estreia do filme de terror “Resident Evil”, segundo dados da consultoria Rentrak.

O filme estrelado por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli teve faturamento de R$ 16,5 milhões e levou 726,2 mil pessoas às salas de cinema nacionais entre 17 e 21 de setembro.

O novo “Resident Evil”, dirigido por Zach Cregger, teve bilheteria de R$ 10,6 milhões no fim de semana de estreia, a 12ª maior estreia do ano nos cinemas brasileiros, e levou 460 mil pessoas às salas locais.

“Homem-Aranha: Um Novo Dia”, “A Odisseia” e “Da Magia À Sedução: Feitiço De Amor” completaram as cinco maiores bilheterias que os cinemas brasileiros tiveram no último fim de semana.

No total, o faturamento dos cinemas foi de R$ 39,5 milhões no fim de semana, queda de 5,5% na comparação semanal, enquanto o público de 1,71 milhão de pessoas representou queda de 51,1% no mesmo período, sem os efeitos promocionais da Semana do Cinema.

Nos Estados Unidos, a estreia de “Resident Evil” liderou as bilheterias locais, com faturamento de US$ 60 milhões, a 11ª maior estreia dos cinemas de lá, entre os dias 18 e 20 de setembro, segundo o site Box Office Mojo.

“Minha Melhor Amiga”, com Mônica Martelli e Ingrid Guimarães
Divulgação  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/Qex17c-XSacMeVq1TDktHu6gvuw=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/O/l/NJrp7LTSSOO1qBjBa9nA/amiga.webp" medium="image"/>    <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:20:25 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Nova pesquisa Datafolha para presidente põe Lula e Flávio Bolsonaro à prova e testa crise do STF</title>  <atom:subtitle>Levantamento testa 13 candidatos, cinco cenários de segundo turno e avaliação sobre conduta de ministros da Corte</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-para-presidente-poe-lula-e-flavio-bolsonaro-a-prova-e-testa-crise-do-stf.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/09/21/nova-pesquisa-datafolha-para-presidente-poe-lula-e-flavio-bolsonaro-a-prova-e-testa-crise-do-stf.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/v--p4EZJfZ2tbfXmPaoK-L80jpM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/b/l/9cYcfAQXK5GZhDYtccyQ/presidenciaveis3a.jpg" /><br /> ]]>    A nova rodada da pesquisa Datafolha para presidente vai medir as intenções de voto nas eleições de 2026. O levantamento será divulgado na próxima quinta-feira (24) e inclui 13 candidatos na apuração estimulada do primeiro turno e cinco cenários de segundo turno para a sucessão presidencial.
O trabalho de campo será realizado entre a terça-feira (22) e a quinta-feira (24), ouvindo 2.002 eleitores em todo o país. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, por amostragem, com aplicação de questionário estruturado e abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional, tendo o eleitorado brasileiro como universo.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00304/2026. Encomendada em parceria pelas empresas Empresa Folha da Manhã S.A. e Globo Comunicação e Participações S/A, a pesquisa custou R$ 307 mil. A margem de erro máxima prevista é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, sob um nível de confiança de 95%.
A pesquisa conta com uma consulta espontânea sobre em quem o eleitor pretende votar para presidente, partindo em seguida para a apresentação do cenário estimulado com os seguintes treze candidatos:
Clariana Barão (DC)
Edmilson Costa (PCB)
Escritor Augusto Cury (Avante)
Flávio Bolsonaro (PL)
Hertz Dias (PSTU)
Leonardo Avalanche (PRTB)
Lula (PT)
Renan Santos (Missão)
Ronaldo Caiado (PSD)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara (UP)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata)
Zema (Novo)
O questionário afere se o eleitor sabe o número do seu candidato na urna, se a escolha do voto é definitiva ou ainda pode mudar, qual a segunda opção de voto em caso de mudança e o índice de rejeição aos postulantes no primeiro turno.
Para um eventual segundo turno na disputa presidencial, o Datafolha simula cinco cenários de confrontos diretos envolvendo o atual mandatário:
Lula (PT) x Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT) x Ronaldo Caiado (PSD)
Lula (PT) x Zema (Novo)
Lula (PT) x Renan Santos (Missão)
Lula (PT) x Escritor Augusto Cury (Avante)
A apuração mede a avaliação da gestão do presidente Lula (PT) após três anos e oito meses de governo, solicitando aos entrevistados que classifiquem a administração entre ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo, além de indicar se aprovam ou desaprovam o seu trabalho como presidente.
Crise do STF
O levantamento traz avaliações sobre os demais poderes da República, perguntando se o desempenho dos senadores e deputados federais no Congresso Nacional e a atuação dos ministros no Supremo Tribunal Federal (STF) são ótimos, bons, regulares, ruins ou péssimos.
Em relação à ética e conduta no Judiciário, o questionário testa a opinião do eleitor acerca de diversas condutas, perguntando se ele considera aceitável ou inaceitável que um ministro do STF:
seja sócio de empresa privada; 
receba por palestras de empresas privadas; 
julgue processos de clientes de advogados parentes; 
dê entrevistas sobre processos em julgamento; 
aceite convites para eventos pagos por pessoas ou empresas com ações no tribunal;
 tome decisões que beneficiem ou prejudiquem candidatos durante o período eleitoral. 
Consulta-se também se o entrevistado é a favor ou contra a aprovação de um Código de Ética e Conduta específico para os ministros do STF, conforme defendido pelo presidente da Corte, Edson Fachin.
Por fim, a pesquisa aborda o noticiário recente sobre o Judiciário e a eleição, aferindo o conhecimento e a percepção do eleitorado sobre a existência de ministros do STF envolvidos no caso do Banco Master, e se as ações e decisões dos ministros da Suprema Corte estão mais beneficiando, prejudicando ou não afetando as candidaturas de Lula e de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Últimos Resultados
A última edição da pesquisa nacional do Datafolha para a Presidência da República foi divulgada em 17 de setembro de 2026, com campo realizado nos dias 15 e 16 de setembro de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, o resultado apontava empate técnico entre os líderes:
Lula (PT) – 39%
Flávio Bolsonaro (PL) – 36%
Escritor Augusto Cury (Avante) – 6%
Ronaldo Caiado (PSD) – 4%
Renan Santos (Missão) – 3%
Romeu Zema (Novo) – 2%
Samara Martins (UP) – 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) – 1%
Edmilson Costa (PCB) – 0%
Clariana Barão (DC) – 0%
Hertz Dias (PSTU) – 0%
Veterinário Wilson Grassi (Democrata) – 0%
Votos em branco, nulos ou em nenhum candidato somavam 6%, enquanto 3% declaravam-se indecisos. Na pesquisa espontânea, Lula tinha 35%, Flávio Bolsonaro aparecia com 26%, Augusto Cury e Jair Bolsonaro registravam 3% cada, e indecisos somavam 21%. 
Nas simulações de segundo turno da edição divulgada em 17 de setembro, os resultados indicavam:
Lula (PT) x Flávio Bolsonaro (PL):
 Lula 46%
 Flávio Bolsonaro 44%
 Branco/Nulo: 8%
 Indecisos: 1%
Lula (PT) x Augusto Cury (Avante):
 Lula: 44%
 Cury: 44%
 Branco/Nulo: 10%
 Indecisos: 1%
Lula (PT) x Ronaldo Caiado (PSD):
 Lula: 46%
 Caiado: 42%
 Branco/Nulo: 10%
 Indecisos: 2%
Lula (PT) x Romeu Zema (Novo):
 Lula: 49%
 Zema: 39%
 Branco/Nulo: 11%
 Indecisos: 2%
Lula (PT) x Renan Santos (Missão):
 Lula: 47%
 Renan Santos: 38%
 Branco/Nulo: 13%
 Indecisos: 2%
O levantamento anterior ouviu 2.002 eleitores, contou com margem de erro de 2 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo e esteve registrado sob o código BR-04029/2026.
*Estagiário sob supervisão de Diogo Max  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/v--p4EZJfZ2tbfXmPaoK-L80jpM=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/b/l/9cYcfAQXK5GZhDYtccyQ/presidenciaveis3a.jpg" medium="image"/>   <media:description>Candidatos a presidente</media:description>   <media:credit>Foto: Divulgação</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:15:54 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>Tarifas ocultas em transações cambiais devem somar US$ 3,3 bilhões este ano, diz estudo</title>  <atom:subtitle>Nota do Brasil em transparência cai em 2026, para 2 pontos, de 3 pontos em 2025 e 2024 - a escala vai de 1 a 5 pontos</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/tarifas-ocultas-em-transacoes-cambiais-devem-somar-us-33-bilhoes-este-ano-diz-estudo.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/09/21/tarifas-ocultas-em-transacoes-cambiais-devem-somar-us-33-bilhoes-este-ano-diz-estudo.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/Yx7at2SAaJXAHdZ048LDdK5Gm7Q=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2021/f/x/bG3cWoQjKlrvBxYyZ4Ag/money-g2fa68e408-1920.jpg" /><br /> ]]>    O países do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) se comprometeram a tornar os pagamentos internacionais mais rápidos, justos e transparentes até 2027. Para acompanhar esse desenvolvimento, a fintech Wise desenvolveu um relatório anual que mede o progresso em dois pilares da reforma: acesso direto aos sistemas de pagamento e transparência nos preços. O estudo aponta que somente este ano consumidores e empresas brasileiras devem pagar mais de US$ 3,3 bilhões em "tarifas escondidas" em operações de câmbio.
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O acerto prevê a criação de conselhos editoriais independentes para as emissoras CNN e CBS, disse a fonte, medida voltada a resguardar a autonomia do jornalismo das redes sob o comando da companhia combinada.
O pacote também inclui uma multa de US$ 30 milhões por título para qualquer déficit em relação ao compromisso assumido pela Paramount de lançar 30 filmes por ano nos cinemas, acrescentou a fonte.
A Paramount Skydance e a Warner Bros. Discovery não responderam de imediato aos pedidos de comentário da agência Reuters sobre o acordo.
A conciliação elimina um obstáculo crucial para a conclusão de uma das maiores megafusões do setor de mídia da história, permitindo que a Paramount avance com a integração que unificará dois dos mais tradicionais estúdios de cinema de Hollywood, duas grandes plataformas de streaming e duas das maiores operações de jornalismo da TV por assinatura sob um único controlador.
A Reuters antecipou na sexta-feira (18) que a Paramount e os Estados poderiam chegar a um acordo já no fim de semana, com governança independente sobre o conteúdo editorial da CNN e compromissos firmes quanto ao volume de estreias em salas de cinema entre os principais tópicos negociados.
O jornal The Wall Street Journal noticiou no domingo (20) que ambas as partes haviam discutido um leque amplo de concessões, incluindo um aporte de US$ 1,5 bilhão em produção audiovisual na Califórnia, o compromisso de não vender os estúdios físicos de nenhuma das duas marcas e sanções financeiras caso a Paramount não cumprisse a meta de lançar 30 filmes ao ano após a transação.
A alienação pontual de determinados canais de TV paga e a criação de conselhos independentes para assegurar a blindagem editorial da CNN também constavam das tratativas preliminares, segundo o jornal.
Embora autoridades regulatórias do governo Trump já tivessem aprovado a operação, uma coalizão de 12 procuradores-gerais estaduais, capitaneada pelo procurador da Califórnia, Rob Bonta, entrou com uma ação em julho para impedir a fusão, argumentando que a combinação prejudicaria a concorrência e daria origem a um gigante do entretenimento com poder de mercado para inflacionar preços nos segmentos de cinema e televisão.
O acordo também evitará que a Paramount tenha de arcar com uma multa diária de US$ 7 milhões devida aos acionistas da Warner Bros. Discovery para cada dia de atraso no fechamento do negócio após 30 de setembro.
Órgãos antitruste de outras jurisdições internacionais, incluindo a União Europeia e o Reino Unido, já haviam concedido aval prévio à aquisição.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/KXbdK3rco8jPTsLLB88WyaF36Bo=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/K/T/D7gnPySAAVcuFB5UB65w/ap25339676257893.jpg" medium="image"/>   <media:description>Fusão com The Warner Bros: autoridades regulatórias do governo Trump já haviam aprovado a operação </media:description>   <media:credit>AP Photo/Jae C. Hong</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:10:11 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>FT/ Análise: Trump e Xi são os homens errados no momento errado</title>  <atom:subtitle>Mundo precisa de uma liderança com visão de futuro, mas é pouco provável que os líderes dos EUA e da China a ofereçam</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/ft-anlise-trump-e-xi-so-os-homens-errados-no-momento-errado.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/ft-anlise-trump-e-xi-so-os-homens-errados-no-momento-errado.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/09PorxRuyjNbcWsftDRHYVnxYaU=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2025/t/G/6X0cHlT9KylLRQCiA3Wg/2025-10-30t040245z-941758902-rc23mhaqtbym-rtrmadp-3-usa-trump-xi-1-.jpg" /><br /> ]]>    “Acabo de sair de três horas de reuniões e discussões com o Presidente da República e os serviços de inteligência e segurança. Em meus 50 anos, raramente senti uma sensação de vertigem como esta. Vertigem diante da gravidade das situações no Oriente Médio e na Ucrânia, e da loucura predatória que está levando o mundo ao caos.”
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Para a Cacalutia, agência de tecnologia e marketing estratégico com atuação em otimização de conversão, o trabalho de CRO começa pela análise da jornada de compra e dos dados da própria operação. Funil de vendas, páginas de produto, carrinho, checkout, frete, origem do tráfego e comportamento dos usuários estão entre os elementos que podem ser avaliados antes da definição das mudanças a serem implementadas.
"Antes de buscar mais tráfego, é importante entender o que acontece com as pessoas que já chegam à loja. Se existe uma perda relevante na página de produto, no carrinho ou no checkout, aumentar a audiência pode ampliar o volume de usuários passando pelo mesmo problema", afirma Bruno Chaves, CEO da Cacalutia.
A sigla CRO vem de Conversion Rate Optimization, ou otimização da taxa de conversão. Na prática, o conceito envolve identificar barreiras ao longo da experiência digital, formular hipóteses de melhoria, implementar mudanças e analisar seus efeitos. A conversão pode representar uma compra, o preenchimento de um formulário ou outra ação definida como objetivo pela operação.
Dentro dessa metodologia, decisões sobre um e-commerce deixam de depender apenas de percepções sobre design ou preferências individuais. Recursos como mapas de calor, gravações de sessões, análise de funil e testes A/B podem ajudar a compreender o comportamento dos usuários e testar hipóteses antes que determinadas alterações sejam aplicadas de forma mais ampla.
Uma página de produto, por exemplo, pode receber visitantes em quantidade suficiente e ainda apresentar dificuldades relacionadas à compreensão da oferta, informações incompletas, objeções não respondidas ou elementos que dificultam a decisão de compra. Em outras situações, a perda pode ocorrer posteriormente, devido a questões relacionadas ao frete, carrinho ou checkout. Por isso, um diagnóstico de CRO deve observar diferentes etapas da jornada em vez de analisar somente a quantidade de acessos ou o desempenho dos anúncios.
Dados ajudam a estabelecer prioridades
Para reunir essas informações, a Cacalutia desenvolveu o Cacalutia One, plataforma utilizada pela empresa para cruzar informações relacionadas a vendas, tráfego e comportamento. Segundo a agência, a ferramenta auxilia na identificação dos pontos de perda do funil e na definição das alterações que devem receber prioridade dentro de um projeto de conversão.
A metodologia integra a frente Cacalutia Conversão, estruturada em etapas que começam pelo diagnóstico e podem avançar para análise completa e implementação. A empresa também disponibiliza um diagnóstico inicial on-line, enquanto projetos completos utilizam dados da operação para elaborar um plano priorizado de melhorias.
Segundo Chaves, estabelecer prioridades é uma parte relevante desse processo. "Um e-commerce pode ter dezenas de pontos que poderiam ser melhorados, mas eles não possuem necessariamente o mesmo impacto. O objetivo do diagnóstico é identificar onde estão as perdas mais relevantes e direcionar primeiro o esforço para esses pontos", explica.
As mudanças identificadas em um projeto de CRO também podem envolver diferentes disciplinas. Dependendo do diagnóstico, a otimização pode passar pela estrutura da landing page, conteúdo e descrição dos produtos, recursos visuais, demonstrações, navegação, formulários e etapas necessárias para concluir uma compra.
CRO e aquisição de tráfego podem atuar em conjunto
A análise de conversão não elimina a necessidade de aquisição de novos usuários. As duas estratégias podem atuar de maneira complementar: enquanto mídia paga, busca orgânica e outras fontes ampliam a chegada de visitantes, o CRO procura entender o que ocorre depois que esses usuários acessam o ambiente digital.
Um dos projetos apresentados pela Cacalutia envolve a Menfirst, marca de cosméticos masculinos. No case publicado pela própria agência, o trabalho reúne e-commerce, tráfego pago e CRO. Segundo os dados divulgados pela Cacalutia, o projeto registrou crescimento de 142% nas vendas, ROAS de 6,2 e índice de recompra de 34%. Os indicadores correspondem ao conjunto de ações apresentado no case e não são atribuídos exclusivamente ao CRO.
A integração entre aquisição e conversão também modifica a maneira como os resultados podem ser avaliados. Um anúncio pode gerar cliques e levar usuários qualificados até uma loja, mas problemas encontrados posteriormente na jornada podem impedir a conclusão da compra. Da mesma forma, alterações na experiência do e-commerce precisam ser analisadas considerando a origem e o perfil do tráfego recebido.
Para empresas que já possuem equipe interna de marketing ou outra agência, o CRO também pode funcionar como uma atividade complementar. A Cacalutia informa que seus projetos de conversão podem ser realizados separadamente das demais atividades de marketing, com entrega do diagnóstico e do plano de ação para implementação pela própria equipe do cliente ou com execução das alterações pela agência.
A Cacalutia atua nas áreas de tecnologia, marketing estratégico e otimização de conversão. Na frente dedicada a e-commerces, a empresa utiliza análise de dados, comportamento do usuário e experimentação para identificar pontos de perda ao longo da jornada digital e orientar projetos de melhoria da conversão.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/wHcz2b3LV1dWXnXLLn2aHbQnqYs=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/8/y/hlBBThTmiCgbayEBgfBQ/publicador-api-valor-dino-100-ff0c967f-2894-4427-8437-c9f940192ac4.jpg-20260921120337" medium="image"/>   <media:description>Cacalutia</media:description>   <media:credit>Cacalutia</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:03:52 -0000</pubDate>  </item>  <item> <title>FT: Envios de terras raras da China aos EUA diminuem antes do encontro entre Trump e Xi</title>  <atom:subtitle>Terras raras estão entre as dezenas de minerais críticos controlados em grande medida pelos chineses e indispensáveis para a produção de materiais avançados e aparelhos de alta tecnologia</atom:subtitle>  <link>https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/ft-envios-de-terras-raras-da-china-aos-eua-diminuem-antes-do-encontro-entre-trump-e-xi.ghtml</link> <guid isPermaLink="true">https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/09/21/ft-envios-de-terras-raras-da-china-aos-eua-diminuem-antes-do-encontro-entre-trump-e-xi.ghtml</guid> <description>  <![CDATA[ <img src="https://s2-valor.glbimg.com/44bRRdOakuJ8DdeceuWzTsUM_yc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/F/Gm9u0IQZWpfW8VvBcJdw/2026-05-14t095846z-758081347-rc2t8labmzpo-rtrmadp-3-china-usa-oil.jpg" /><br /> ]]>    As remessas chinesas de imãs de terras raras aos Estados Unidos diminuíram em agosto, em meio à expectativa de que o suprimento de materiais cruciais para setores industriais de ponta seja um ponto de atrito na reunião de cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping em Washington nesta semana. Os envios de imãs de terras raras da China aos EUA recuaram para 512 toneladas em agosto, 13% a menos do que no mesmo mês de 2025 e 20% a menos do que em julho, segundo dados oficiais da alfândega chinesa divulgados no domingo (20). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.  </description>  <media:content url="https://s2-valor.glbimg.com/44bRRdOakuJ8DdeceuWzTsUM_yc=/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/W/F/Gm9u0IQZWpfW8VvBcJdw/2026-05-14t095846z-758081347-rc2t8labmzpo-rtrmadp-3-china-usa-oil.jpg" medium="image"/>   <media:description>Reunião de cúpula colocará Donald Trump e Xi Jinping à mesa em Washington, nesta semana </media:description>   <media:credit>BRENDAN SMIALOWSKI/Pool via REUTERS</media:credit>  <category>valor</category> <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:02:25 -0000</pubDate>  </item>  </channel>  </rss>