Apple melhora câmaras sob o ecrã
Com a geração iPhone 18 Pro e o primeiro iPhone Duo, a Apple passou a usar câmaras sob o ecrã. Nos iPhone 18 Pro e Pro Max isso foi feito para a câmara IR do Face ID, sem impacto vísivel para os utilizadores, no iPhone Duo a coisa já se torna visível, pois foi aplicada na câmara frontal do ecrã interior.
Claro que já começaram a surgir críticas, quanto ao facto dessas áreas do ecrã terem qualidade ligeiramente diferente (a Apple removeu filas alternadas de píxeis dessas zonas, para permitir a passagem de luz), e da câmara do iPhone Duo ter qualidade inferior ao que é esperado nas câmaras frontais dos iPhones. Algo que vai ao encontro ao impacto que já era conhecido dos sistemas idênticos de outros fabricantes em dispositivos lançados nos últimos anos. Mas a Apple tem planos para melhorar isso.
Patentes da Apple revelam os planos para melhorar as câmaras sob o ecrã, passando por uma abordagem a múltiplos níveis.
A Apple está a explorar sistemas de câmaras sob o ecrã que usam micro orifícios, com menos de 100 microns, que seriam imperceptíveis à vista. No ecrã em si, explora também a possibilidade de transferir parte do circuito dos ecrãs para zonas distanciadas, mantendo a área emissiva no sítio - o que aumentaria a transparência, reduzindo o impacto negativo na qualidade de imagem.
Por agora isto são apenas patentes, pelo que não se sabe quando, ou se, poderão chegar ao mercado. Embora seja esperada uma grande revolução para o iPhone de 20º aniversário no próximo ano (2027), o foco parece ser em lançar um iPhone sem margens visíveis, mas que ainda poderá manter um orifício para a câmara frontal. Pelo que, um iPhone com ecrã verdadeiramente total sem orifícios poderá ficar reservado para uma geração posterior.




























