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Condé Nast

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Este artigo é sobre a empresa de mídia. Para o fundador da empresa, veja Condé Montrose Nast.
Condé Nast
Subsidiária
AtividadeMeios de comunicação social
Fundação1909
Fundador(es)Condé Montrose Nast
SedeOne World Trade Center
Nova Iorque, NY 10007
Estados Unidos
Área(s) servida(s)Mundial
Pessoas-chaveRoger Lynch (diretor-executivo)
Anna Wintour (diretora artística e diretora global de conteúdo)
ProdutosRevistas
Empresa-mãeAdvance Publications
SubsidiáriasCondé Nast Entertainment
Pitchfork
Edições Globo Condé Nast (30%)
Websitecondenast.com

Condé Nast (pronúncia em inglês: /ˌkɒndeɪ ˈnæst/) é uma empresa norte-americana de meios de comunicação social, fundada em 1909 por Condé Montrose Nast e pertencente à Advance Publications.[1] Sua sede fica no One World Trade Center, no Financial District de Lower Manhattan, em Nova Iorque.

As marcas de mídia da empresa alcançam mais de 72 milhões de consumidores por meio de publicações impressas, 394 milhões em plataformas digitais e 454 milhões nas mídias sociais. Entre elas estão Vogue, The New Yorker, Condé Nast Traveler, Condé Nast Traveller, GQ, Glamour, Architectural Digest, Vanity Fair, Pitchfork, Wired, Bon Appétit e Ars Technica. Anna Wintour, ex-editora-chefe da edição norte-americana da Vogue, é diretora artística e diretora global de conteúdo.

Em 2011, a empresa criou a divisão Condé Nast Entertainment, encarregada de desenvolver conteúdo para cinema, televisão, mídias sociais, vídeo digital e realidade virtual.

História

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O One World Trade Center, sede da empresa em Manhattan

A origem da empresa remonta a 1909, quando Condé Montrose Nast, editor nascido em Nova Iorque, comprou a Vogue, revista impressa lançada em 1892 como publicação semanal nova-iorquina sobre sociedade e moda.[2] De início, Nast publicou a revista sob o nome empresarial Vogue Company.

Em 1922, incorporou a Condé Nast Publications como holding de seus negócios.[3] Nast buscava leitores de elite e anunciantes e reformulou a Vogue, que passou a ocupar uma posição de autoridade editorial na alta-costura.

O portfólio de Nast passou a abranger House & Garden, Vanity Fair, por breve período chamada Dress and Vanity Fair, Glamour e American Golfer, publicada de 1908 a 1920.[4] A empresa lançou ainda a British Vogue em 1916, e a Condé Nast tornou-se a primeira editora a publicar no exterior uma edição de uma revista já existente.

Condé Nast introduziu o conceito editorial chamado "class publication", uma revista voltada a determinado grupo social ou interesse, em vez de buscar o maior público possível.[5] Suas revistas tratam de temas como viagens, alimentação, casa e cultura, com maior concentração da empresa em moda.

A empresa abriu em 1924 uma gráfica em Old Greenwich, Connecticut, fechada em 1964 para dar lugar a instalações mais centrais, capazes de produzir volumes maiores.[6][7] Na Grande Depressão, a Condé Nast adotou novas soluções de tipografia, design e cor.

A primeira fotografia em cores da Vogue, feita por Edward Steichen, foi usada na capa em 1932. Nesse ano, a Condé Nast começou a substituir desenhos de moda nas capas por fotografias, uma mudança pouco comum naquele momento.[8] Glamour, lançada em 1939, foi a última revista introduzida pessoalmente na empresa por Nast, que morreu em 1942.[9] A família Nast permaneceu ligada à editora, e o filho de Nast, Charles Coudert Nast, trabalhou por muitos anos como conselheiro jurídico da empresa.[10]

Em 1959, Samuel I. Newhouse comprou a Condé Nast por US$ 5 milhões como presente de aniversário para sua esposa, Mitzi, que gostava da Vogue.[11] Ele a incorporou à Advance Publications, uma holding de capital fechado. Seu filho, S. I. Newhouse Jr., conhecido como "Si", tornou-se presidente do conselho da Condé Nast em 1975.[12] Sob Newhouse, a Condé Nast comprou Brides em 1959,[13] retomou a publicação de Vanity Fair em 1983, após seu encerramento em 1936,[14] e lançou Self em 1979.[15]

2000–2009

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Em janeiro de 2000, no início do novo milênio, a Condé Nast transferiu-se do número 350 da Madison Avenue para o 4 Times Square.[16] A mudança acelerou a reurbanização da Times Square.[17] No mesmo ano, comprou a Fairchild Publications,[18] depois chamada Fairchild Fashion Media, proprietária de W e Women's Wear Daily, da The Walt Disney Company.

Em 2001, a Condé Nast comprou Golf Digest e Golf World da The New York Times Company por US$ 435 milhões.[19] Em 31 de outubro de 2006, comprou o site agregador de conteúdo Reddit,[20] que em setembro de 2011 foi separado como subsidiária integral da empresa controladora da Condé Nast.

A empresa encerrou a revista feminina Jane com a edição de agosto de 2007 e depois fechou seu site.[21] Um dos títulos mais antigos da Condé Nast, a edição norte-americana de House and Garden, deixou de ser publicada após a edição de dezembro de 2007.[22] Portfolio, Mademoiselle e Domino também foram encerradas.

Em 20 de maio de 2008, a empresa anunciou a compra do site de tecnologia Ars Technica.

Em 5 de outubro de 2009, a Condé Nast anunciou o fechamento de três publicações, Cookie, Modern Bride e Elegant Bride.[23] Gourmet deixou de ter publicação mensal com a edição de novembro de 2009. A marca voltou depois como "Gourmet Live", aplicativo para iPad que oferece conteúdo editorial novo em receitas, entrevistas, histórias e vídeos.

Na mídia impressa, Gourmet continuou por meio de edições especiais vendidas em bancas e livros de culinária. No mesmo ano, a Condé Nast anunciou o lançamento de Love, revista britânica semestral de estilo fundada pela jornalista de moda Katie Grand.

Em 2020, Grand anunciou sua saída e foi substituída por Whembley Sewell.[24]

2010–presente

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Em julho de 2010, Robert Sauerberg tornou-se presidente da Condé Nast.

Em maio de 2011, a empresa tornou-se a primeira grande editora a oferecer assinaturas para iPad, começando pela The New Yorker. Depois, passou a oferecer assinaturas para iPad de nove de seus títulos. No mesmo mês, a Next Issue Media, empreendimento conjunto formado por cinco editoras norte-americanas, entre elas a Condé Nast, anunciou assinaturas para aparelhos com Android, inicialmente disponíveis no Samsung Galaxy Tab.[25] Em setembro de 2011, a Condé Nast informou que ofereceria 17 de suas marcas para o Kindle Fire.[26] A empresa lançou a Condé Nast Entertainment em 2011 para desenvolver filmes, séries de televisão e programação em vídeo digital.

Em maio de 2013, estreou a Digital Video Network da CNÉ, com webséries de publicações como Glamour e GQ.[27] Wired entrou na Digital Video Network com o anúncio de cinco webséries originais, entre elas Codefellas, sátira à Agência de Segurança Nacional, e Mister Know-It-All, série animada de conselhos.[28][29] Em outubro de 2013, a empresa encerrou seu programa de estágios após ser processada por dois ex-estagiários, que afirmaram ter recebido menos que o salário mínimo por estágios de verão.[30][31] Em novembro de 2014, a empresa mudou-se para o One World Trade Center, em Manhattan, onde mantém sua sede.[32]

Em 14 de setembro de 2015, a empresa anunciou Sauerberg como novo diretor-executivo, Charles H. Townsend como presidente do conselho e S. I. Newhouse Jr. como presidente emérito a partir de janeiro de 2016.[33] Em 13 de outubro de 2015, a Condé Nast anunciou a compra da Pitchfork.[34] Em julho de 2016, anunciou a criação da Condé Nast Spire, divisão voltada a dados sobre compras de consumidores e consumo de conteúdo a partir dos dados comportamentais primários da própria empresa.[35] Charles Townsend, presidente do conselho, aposentou-se no fim de 2016,[36] e Newhouse, então presidente emérito, morreu em outubro de 2017.[37]

Em março de 2018, a Condé Nast anunciou a plataforma Next Gen, baseada em influenciadores.[38] Pamela Drucker Mann, diretora de receita e marketing da empresa, afirmou que a plataforma reuniria "talentos internos e externos com seguidores sociais relevantes e expressivos".

Em abril de 2019, a Condé Nast nomeou Roger Lynch, ex-diretor-executivo da Pandora Media, como seu primeiro diretor-executivo global. O cargo acompanhou a integração dos negócios da Condé Nast nos Estados Unidos e no exterior, em 11 mercados, em uma única empresa global.[39] A empresa também vendeu a revista Brides à companhia de mídia digital Dotdash e, em maio do mesmo ano, anunciou a venda de Golf Digest à Discovery Inc.[40] Em junho, vendeu W à nova holding Future Media Group.[41] Stefano Tonchi, editor da W, processou a empresa por demissão indevida. A Condé Nast respondeu com outro processo, no qual pediu a devolução de "todo o dinheiro pago a [Tonchi] durante seu período de deslealdade", alegando que ele agira como um "empregado infiel" durante a venda da W e interferira na negociação em benefício próprio.[42] Lynch, nomeado diretor-executivo em abril, anunciou em outubro planos para aumentar a receita da Condé Nast obtida diretamente dos leitores.[43][44]

Em junho de 2020, durante a pandemia de COVID-19, foi informado que a Condé Nast havia sofrido queda de 45% na receita de publicidade. Nos anos anteriores, a empresa fechou a edição impressa de Self em dezembro de 2016,[45] anunciou no fim de 2017 o encerramento da edição impressa de Teen Vogue,[46] e reduziu a edição britânica de Glamour de mensal para semestral em 2017.[47] Nesse período, sublocou seis dos 23 andares que ocupava no One World Trade Center.[48]

Em novembro de 2023, a Condé Nast anunciou que cortaria cerca de 5% de sua força de trabalho, atingindo aproximadamente 270 funcionários. Entre as razões apresentadas estavam a pressão da publicidade digital, a queda do tráfego vindo das mídias sociais e a mudança nas preferências do público em direção a vídeos curtos em plataformas como TikTok e YouTube Shorts.[49] Em janeiro de 2024, sindicalizados das publicações da empresa fizeram uma greve de 24 horas, programada para coincidir com o anúncio dos indicados ao Oscar 2024. Eles acusaram a empresa de "participar de negociações regressivas e violar a lei durante as negociações ao retirar uma proposta que havia feito anteriormente sobre demissões".[50] Anne Hathaway deixou uma sessão de fotos da Vanity Fair naquele mesmo dia, 23 de janeiro, em solidariedade ao sindicato.[51] Em dezembro de 2024, a Condé Nast anunciou novos cortes, desta vez voltados especificamente aos altos executivos da empresa.[52]

Em outubro de 2025, a empresa anunciou que deixaria de exibir peles novas de animais em seu conteúdo editorial ou em publicidade. A decisão veio após uma campanha de nove meses contra a Condé Nast e seus parceiros comerciais promovida pela Coalition to Abolish the Fur Trade,[53] além de anos de protestos da PETA.

Em novembro de 2025, o NewsGuild de Nova Iorque apresentou ao National Labor Relations Board uma denúncia por prática trabalhista desleal contra a Condé Nast em nome da Condé United, sindicato que reúne a maioria dos funcionários da empresa. A denúncia acusava a Condé Nast de demitir indevidamente quatro empregados que participavam de "atividade concertada protegida" ao confrontarem o chefe de recursos humanos da empresa sobre demissões na Teen Vogue.[54]

Ativos digitais e publicações nos Estados Unidos

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Ativos digitais

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Revistas impressas

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Publicações extintas

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  • American Golfer
  • Backchannel
  • Cargo
  • Cookie
  • Details
  • Elegant Bride
  • Golf for Women
  • Golf Digest
  • Gourmet
  • House & Garden (Estados Unidos)
  • Jane
  • Love
  • Lucky
  • Mademoiselle
  • Men's Vogue
  • Modern Bride
  • NowManifest (blog)
  • Portfolio Magazine
  • Self
  • Style.com
  • Swoon.com[56]
  • Vitals Men
  • Vitals Women
  • World of Hibernia[57][58]
  • WomenSports
  • YM

Publicações internacionais

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  • 安邸 Architectural Digest China
  • Architectural Digest España
  • Architectural Digest France
  • Architectural Digest Germany
  • Architectural Digest India
  • Architectural Digest Italia
  • Architectural Digest Latinoamérica
  • Architectural Digest México
  • Architectural Digest Middle East
  • Architectural Digest Polska
  • Condé Nast Traveler China
  • Condé Nast Traveler España
  • Condé Nast Traveller Germany
  • Condé Nast Traveller India
  • Condé Nast Traveller Italia
  • Condé Nast Traveller Middle East
  • Condé Nast Traveller UK
  • Glamour UK
  • British GQ
  • British GQ Style
  • GQ Australia
  • GQ China
  • GQ Style China
  • GQ España
  • GQ France
  • GQ Germany
  • GQ Style Germany
  • GQ India
  • GQ Italia
  • GQ Japan
  • GQ Latinoamérica
  • GQ México
  • GQ Poland
  • GQ Taiwan
  • House & Garden (Reino Unido)
  • La Cucina Italiana (Itália)
  • Tatler (Reino Unido)
  • The World of Interiors (Reino Unido)
  • Vanity Fair España
  • Vanity Fair France
  • Vanity Fair Italia
  • Vanity Fair London
  • British Vogue
  • Vogue Arabia
  • Vogue Australia
  • Vogue China
  • Vogue Film China
  • Vogue Man China
  • Vogue Plus China
  • Vogue Deutsch
  • Vogue España
  • Vogue France
  • Vogue India
  • Vogue Italia
  • Vogue Japan
  • Vogue Latinoamérica
  • Vogue Hombre Latinoamérica
  • Vogue México
  • Vogue Hombre México
  • Vogue Taiwan
  • Wired Japan
  • Wired Latinoamérica
  • Wired México
  • Wired UK

Aquisições e fusões

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Aquisições

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Data Empresa Atividade País Valor (US$) Ref.
30 de dezembro de 1987 Signature Magazine[nota 1] Revista Estados Unidos N/D [59]
30 de novembro de 1988 Woman[nota 2] Revista Estados Unidos US$ 10.000.000 [60]
25 de junho de 1990 Cook's[nota 3] Revistas Estados Unidos N/D [61]
22 de abril de 1992 K-III Magazines-Magazine Sub[nota 4] Listas de assinantes Estados Unidos N/D [62]
20 de abril de 1993 Knapp Communications Revistas Estados Unidos US$ 175.000.000 [63]
12 de junho de 1998 Wired[nota 5] Revistas Estados Unidos US$ 90.000.000 [64]
8 de janeiro de 2000 Fairchild Publications[nota 6] Revistas e jornais Estados Unidos US$ 650.000.000 [65]
5 de setembro de 2001 Johansens[nota 7] Guias de hospedagem Estados Unidos N/D [66]
28 de fevereiro de 2002 Modern Bride Group[nota 8] Revistas Estados Unidos US$ 52.000.000 [67]
28 de março de 2002 Ideas Publishing Group[nota 9] Editoração Estados Unidos N/D [68]
11 de julho de 2006 Lycos Inc-Wired News[nota 10] Notícias online Estados Unidos US$ 25.000.000 [69]
20 de julho de 2006 Nutrition Data Provedor de serviços de internet Estados Unidos N/D [70]
31 de outubro de 2006 Reddit Notícias sociais Estados Unidos N/D [71]
23 de abril de 2008 SFO*Media Sites Estados Unidos N/D [72]
20 de maio de 2008 Ars Technica Sites Estados Unidos N/D [73]
11 de abril de 2012 ZipList Sites e aplicativos móveis Estados Unidos US$ 14.000.000 [74]
13 de outubro de 2015 Pitchfork Sites Estados Unidos N/D [34]

Participações

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Data Empresa Atividade País Valor (US$) Ref.
29 de novembro de 1988 Wagadon[nota 11] Revistas Estados Unidos N/D [75]
19 de janeiro de 1994 Wired Revistas Estados Unidos N/D [76]
17 de janeiro de 2001 Ideas Publishing Group[nota 12] Editoração Estados Unidos N/D [77]

Ver também

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  1. A Citicorp-Signature Magazine foi adquirida do Citigroup.
  2. A Harris Publications-Woman foi adquirida da Harris Publications.
  3. A Pennington Publishing-Cook's foi adquirida da Bonnier AB.
  4. A K-III Magazines-Magazine Sub foi adquirida da Primedia, que passou a se chamar Rent Group.
  5. A Wired foi adquirida da Telefónica.
  6. A Fairchild Publications foi adquirida da The Walt Disney Company.
  7. A Johansens, empresa-mãe do Daily Mail, foi adquirida da Rothermere Investments.
  8. O Modern Bride Group foi adquirido da Primedia, que passou a se chamar Rent Group.
  9. A Ideas Publishing Group foi adquirida da Advance Publications.
  10. A Lycos Inc-Wired News foi adquirida da Telefónica.
  11. A Condé Nast Publications adquiriu participação de 40% na Wagadon.
  12. A Condé Nast Publications adquiriu participação majoritária na Ideas Publishing Group.

Referências

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  2. A Brief History of the Condé Nast Publications, Nova Iorque: CNP, 1993.
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Ligações externas

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