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The Independent

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
The Independent
Capa do jornal de agosto de 2016
TipoJornal impresso (1986–2016)
Jornal apenas on-line (2016–presente)
FormatoStandard (1986–2003)
Compacto (2003–2016)
Apenas on-line (2016–presente)
SedeAlphabeta Building, 14–18 Finsbury Square, EC2A 1AH, Londres
Fundação7 de outubro de 1986
ProprietárioEvgeny Lebedev (41%)[1][2]
Sultan Muhammad Abuljadayel (30%)[1][2]
Justin Byam Shaw (26%)[2]
Acionistas minoritários (3%)[2]
EditoraIndependent Digital News & Media Ltd
EditorGeordie Greig
Orientação políticaLiberalismo[3]
Término de publicação26 de março de 2016 (edição impressa)
Publicações irmãsThe Independent on Sunday (1990–2016)
The i Paper (2010–2013)
indy100 (2013–presente, apenas on-line)
ISSN1741-9743
OCLCOCLC 185201487
Websiteindependent.co.uk
the-independent.com

The Independent é um jornal on-line britânico, frequentemente chamado de Indy. Foi fundado em 1986 como um jornal matutino nacional impresso. Começou no formato standard e passou ao formato compacto em 2003.[4] Sua última edição impressa foi publicada no sábado, 26 de março de 2016, deixando apenas a edição on-line.[5]

História

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Década de 1980

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Lançado em 1986, The Independent publicou seu primeiro número em 7 de outubro, em formato standard.[6][7] Era produzido pela Newspaper Publishing plc e foi criado por Andreas Whittam Smith, Stephen Glover e Matthew Symonds. Os três eram ex-jornalistas do The Daily Telegraph e haviam deixado o jornal perto do fim do período em que Lord Hartwell era seu proprietário. Marcus Sieff foi o primeiro presidente da Newspaper Publishing, enquanto Whittam Smith assumiu o comando do jornal.[8]

O jornal surgiu quando a imprensa britânica passava por uma mudança profunda. Rupert Murdoch confrontava práticas havia muito estabelecidas pelos sindicatos gráficos e acabou vencendo a disputa de Wapping. Isso reduziu os custos de produção e abriu espaço para maior concorrência.[9] The Independent contratou parte da equipe dos dois jornais em formato standard de Murdoch cujos funcionários haviam decidido não se transferir para a nova sede da empresa. Lançado com o slogan "It is. Are you?",[10] o jornal disputava os leitores de centro-esquerda com The Guardian e procurava competir com The Times como jornal de referência. Sua circulação ultrapassou 400.000 exemplares em 1989.[11]

Década de 1990

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Quando The Independent lançou o dominical The Independent on Sunday, em 1990,[12] as vendas ficaram abaixo do esperado. Uma das razões foi o lançamento, quatro meses antes, do Sunday Correspondent,[13] concorrente direto que encerrou as atividades no fim de novembro de 1990.[14]

Na década de 1990, The Independent enfrentou reduções de preço promovidas pelos jornais de Murdoch e lançou uma campanha publicitária que acusava The Times e The Daily Telegraph de reproduzir as opiniões de seus proprietários, Rupert Murdoch e Conrad Black. Os anúncios faziam paródias dos cabeçalhos dos dois jornais, usando os nomes The Rupert Murdoch e The Conrad Black, com The Independent sob o título principal.[11]

A Newspaper Publishing enfrentava problemas financeiros. Outras empresas de mídia demonstraram interesse no jornal. Em meados de 1994, o grupo de mídia de Tony O'Reilly e a Mirror Group Newspapers, MGN, haviam adquirido participações de aproximadamente um terço cada. Em março de 1995, a Newspaper Publishing foi reestruturada por meio de uma emissão de direitos. As ações passaram a ser divididas entre a Independent News & Media de O'Reilly, com 43%, a MGN, com 43%, e o Grupo Prisa, editor do El País, com 12%.[15]

Em 1996, houve um novo refinanciamento,[16] e Andrew Marr assumiu a editoria do The Independent.[17] Em 1998, O'Reilly comprou as demais ações da empresa por 30 milhões de libras e assumiu suas dívidas.[18] Rosie Boycott também se tornou editora.[19]

Boycott deixou o jornal em abril de 1998 para trabalhar no Daily Express. Marr saiu em maio e mais tarde se tornou editor de política da BBC. Simon Kelner assumiu a editoria. A circulação já havia caído para menos de 200.000 exemplares. A Independent News gastou grandes quantias para aumentar as vendas, e o jornal passou por sucessivas reformulações gráficas. A circulação cresceu, mas não voltou ao nível de 1989, e a publicação não recuperou a lucratividade. Demissões e controles financeiros prejudicaram o moral dos jornalistas e a qualidade do jornal.[20]

Década de 2000

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Ivan Fallon, integrante do conselho desde 1995 e antigo nome de destaque do The Sunday Times, substituiu Hopkins na chefia da Independent News & Media em julho de 2002. Em meados de 2004, o jornal perdia 5 milhões de libras por ano. A situação melhorou gradualmente e, em 2006, a circulação atingiu seu maior nível em nove anos.[20]

Em novembro de 2008, após novos cortes de pessoal, a produção foi transferida para Northcliffe House, em Kensington High Street, sede da Associated Newspapers.[21] As operações editoriais, administrativas e comerciais dos dois grupos de jornais permaneceram separadas.[22]

Década de 2010

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Em 25 de março de 2010, a Independent News & Media vendeu o jornal a uma nova empresa pertencente à família do oligarca russo Alexander Lebedev. O preço foi uma libra, acrescida de 9,25 milhões de libras ao longo dos dez meses seguintes. A alternativa seria encerrar The Independent e The Independent on Sunday, o que custaria, respectivamente, 28 milhões e 40 milhões de libras devido a contratos de longo prazo. Evgeny Lebedev, filho de Alexander, tornou-se presidente da nova empresa, enquanto Alexander passou a integrar o conselho.[23] Lebedev havia comprado uma participação controladora no londrino Evening Standard em 2009. Duas semanas depois da compra do Independent, o editor Roger Alton renunciou.[24]

Em julho de 2011, o colunista Johann Hari perdeu o Orwell Prize que havia recebido em 2008, após acusações de plágio e imprecisões, práticas que mais tarde admitiu.[25][26] Em janeiro de 2012, Chris Blackhurst, editor do The Independent, afirmou ao inquérito Leveson que o escândalo havia "prejudicado gravemente" a reputação do jornal. Disse ainda que Hari voltaria como colunista em "quatro ou cinco semanas".[27] Hari anunciou depois que não retornaria ao The Independent.[28] Jonathan Foreman comparou desfavoravelmente a reação do jornal ao escândalo com a de jornais norte-americanos diante de casos semelhantes, como o de Jayson Blair, que levaram a renúncias de editores, "profundo exame de consciência" e "novos padrões de exatidão".[29] O historiador Guy Walters afirmou que as falsificações de Hari eram um segredo conhecido entre os funcionários e que a investigação interna havia sido um "exercício para salvar as aparências".[30]

The Independent e The Independent on Sunday apoiaram a permanência do Reino Unido na União Europeia no referendo de 2016.[31]

Em março de 2016, The Independent encerrou sua edição impressa e passou a operar como empresa de mídia exclusivamente digital. O último número impresso saiu no sábado, 26 de março de 2016. The Independent on Sunday publicou sua última edição em 20 de março e foi encerrado.[7][5]

Em 2017, Sultan Muhammad Abuljadayel comprou uma participação de 30% no The Independent.[32][2] O Independent Arabia foi lançado em outubro de 2018. A publicação funciona sob licença e pertence à Saudi Research and Media Group, SRMG, que também a administra. O grupo editorial mantém relações estreitas com a família real saudita.[33]

Década de 2020

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Em setembro de 2020, The Independent lançou o Independent en Español, uma edição em espanhol integralmente pertencente e administrada pela empresa.[34]

Geordie Greig assumiu o cargo de editor-chefe do The Independent em janeiro de 2023 e comandou um período de investimento na redação.[35] No mesmo ano, o diretor executivo Zach Leonard mudou-se para os Estados Unidos e tornou-se diretor global de operações e presidente para a América do Norte. Christian Broughton, antigo editor do jornal, assumiu o cargo de diretor executivo.[36] Louise Thomas foi nomeada editora para os Estados Unidos em março de 2024.[37]

Em janeiro de 2026, The Independent negociava a aquisição do controle comercial e digital do Evening Standard.[38] A parceria foi concluída em abril de 2026. O Evening Standard permaneceu como empresa separada, enquanto The Independent também assumiu o controle da publicidade impressa.[39]

Conteúdo

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Formato e design

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The Independent começou a circular em formato standard, com uma sequência de projetos gráficos que receberam atenção da imprensa. A versão final foi elaborada por Carroll, Dempsey and Thirkell, após uma encomenda de Nicholas Garland. Ele e Alexander Chancellor estavam insatisfeitos com as propostas de Raymond Hawkey e Michael McGuiness. Ao ver uma delas, Chancellor comentou: "Achei que estávamos entrando para um jornal sério". A primeira edição foi projetada e produzida por Michael Crozier, editor executivo responsável por design e fotografia desde os preparativos para o lançamento, em 1986, até 1994.[40]

A partir de setembro de 2003, o jornal passou a ser produzido simultaneamente no formato standard e em uma versão do tamanho de um tabloide, com o mesmo conteúdo nas duas. A edição menor era chamada de "compacta", numa tentativa de se distanciar do estilo mais sensacionalista normalmente associado aos tabloides britânicos.[41] O conteúdo permanecia concentrado em notícias de interesse público, de maneira semelhante à edição em tamanho tabloide do The Times.[42] O formato menor foi adotado gradualmente em todo o Reino Unido. Pouco depois, o Times, de Rupert Murdoch, fez o mesmo e lançou sua própria versão em tamanho tabloide.[43]

Antes da mudança, The Independent tinha circulação diária de aproximadamente 217.500 exemplares, a menor entre os grandes jornais diários nacionais britânicos. Em março de 2004, o número havia crescido 15%, chegando a 250.000.[44] Durante grande parte de 2006, a circulação permaneceu em torno de 250.000 exemplares. Em 14 de maio de 2004, The Independent publicou sua última edição standard em um dia útil, após ter deixado de publicar a versão standard aos sábados em janeiro.[45] The Independent on Sunday publicou sua última edição simultânea em formato standard em 9 de outubro de 2005. Depois disso, manteve apenas o formato compacto até o fim da edição impressa.[46]

Em 12 de abril de 2005, The Independent reformulou o projeto gráfico para dar ao jornal uma aparência mais próxima de publicações europeias, semelhante à do francês Libération. O novo desenho foi feito por um estúdio de Barcelona. O segundo caderno dos dias úteis foi incorporado ao corpo principal do jornal, reportagens de página dupla tornaram-se mais comuns nas seções de notícias e as capas dianteira e traseira foram reformuladas.[47]

Um novo segundo caderno, "Extra", estreou em 25 de abril de 2006. Era semelhante ao "G2", do The Guardian, e ao "Times2", do The Times, com reportagens, outros textos e passatempos, entre eles sudoku. Em junho de 2007, The Independent on Sunday reorganizou o conteúdo em uma seção de notícias que também reunia esportes e negócios, além de uma revista dedicada a temas de comportamento e cultura.[48] Em 23 de setembro de 2008, o jornal principal passou a ser inteiramente colorido e o "Extra" foi substituído pelo "Independent Life Supplement", dedicado a um tema diferente a cada dia.[49]

Três semanas depois da compra do jornal por Alexander Lebedev e Evgeny Lebedev, uma nova reformulação foi lançada em 20 de abril de 2010. O formato passou a usar manchetes menores e ganhou um caderno destacável chamado "Viewspaper", que reunia textos de opinião e reportagens especiais.[50]

Primeiras páginas

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Depois da mudança de formato em 2003, The Independent passou a publicar primeiras páginas pouco convencionais, muitas delas voltadas a campanhas do próprio jornal e baseadas em imagens, gráficos ou listas no lugar das manchetes e textos de abertura tradicionais. Após o terremoto da Caxemira em 2005, por exemplo, a primeira página pediu aos leitores que fizessem doações para o fundo de ajuda do jornal. Quando foi publicado o relatório do inquérito Hutton sobre a morte do cientista britânico David Kelly, a capa trazia apenas a palavra "Whitewash?", que pode ser traduzida nesse caso como "Acobertamento?".[51]

Em 2003, o editor Simon Kelner recebeu o prêmio de "Editor do Ano" no What the Papers Say. Os jurados mencionaram, entre os motivos, seus projetos de primeira página "frequentemente marcantes e imaginativos".[52] Ao deixar a editoria em 2008, Kelner afirmou que era possível "exagerar na fórmula" e que o estilo das primeiras páginas talvez precisasse ser "reinventado".[53]

Sob o editor seguinte, Chris Blackhurst, as capas de campanha com aparência de cartaz tornaram-se menos frequentes, dando lugar a notícias apresentadas de forma mais convencional.[54]

Presença on-line

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O primeiro site do The Independent foi lançado em 1996. Em 23 de janeiro de 2008, o jornal relançou sua edição on-line.[55][56]

A partir de 2009, o site começou a exibir breves boletins de notícias em vídeo fornecidos pelo canal Al Jazeera English.[57]

The Independent lançou a Independent TV em 2020 para ampliar sua produção de jornalismo em vídeo, uma área em crescimento para a empresa.[58] Em março de 2023, a Independent TV lançou The Body in the Woods, documentário de longa-metragem da principal correspondente internacional do jornal, Bel Trew, sobre a guerra na Ucrânia. O conteúdo em vídeo pode ser assistido no site, no aplicativo para televisores inteligentes e no aplicativo para dispositivos móveis.[59]

Posições políticas

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The Independent é classificado como centrista,[60] de centro-esquerda[61][62] e de esquerda liberal.[63] Quando o jornal foi criado, em 1986, seus fundadores pretendiam que sua orientação correspondesse ao centro do espectro político britânico e esperavam atrair principalmente leitores de The Times e The Daily Telegraph. O jornal passou a ser visto como mais inclinado à esquerda e, com isso, tornou-se um concorrente mais direto do The Guardian. Em questões econômicas, porém, tende a adotar uma posição liberal e favorável ao mercado.[64]

Em um discurso de 12 de junho de 2007, o primeiro-ministro britânico Tony Blair chamou The Independent de "viewspaper", um trocadilho com newspaper. Blair afirmou que o jornal "foi criado como antídoto à ideia de jornalismo como opiniões, não notícias. Por isso se chamou Independent. Hoje ele é declaradamente um viewspaper, não apenas um newspaper".[65]

Uma pesquisa da Ipsos MORI estimou que, nas eleições gerais de 2010, 44% dos leitores habituais do jornal votaram nos Liberais Democratas, 32% no Partido Trabalhista[66] e 14% no Partido Conservador. Entre o eleitorado em geral, os números foram de 23%, 29% e 36%, respectivamente.[67] Na eleição de 2010, The Independent defendeu o voto tático para impedir que os conservadores conquistassem determinadas cadeiras e apoiou a ideia de uma coalizão entre trabalhistas e liberais-democratas.[68] Antes das eleições gerais de 2015, o jornal afirmou que a continuidade da coalizão entre conservadores e liberais-democratas após a votação seria um resultado positivo.[69]

No fim de julho de 2018, The Independent iniciou uma campanha chamada "Final Say". A iniciativa incluía uma petição no Change.org, criada pelo ex-editor Christian Broughton, que defendia um referendo vinculante sobre o acordo do Brexit entre o Reino Unido e a União Europeia.[70]

Nas eleições gerais de 2024, The Independent apoiou o Partido Trabalhista, mas acrescentou uma advertência: "O Partido Trabalhista deve transformar suas promessas em políticas que beneficiem as pessoas trabalhadoras e esperançosas deste país".[71]

The Independent The Independent on Sunday
  • 1986: Andreas Whittam Smith
  • 1994: Ian Hargreaves
  • 1995: Charles Wilson
  • 1996: Andrew Marr
  • 1998: Rosie Boycott
  • 1998: Andrew Marr e Rosie Boycott
  • 1998: Simon Kelner
  • 2008: Roger Alton
  • 2010: Simon Kelner
  • 2011: Chris Blackhurst[72]
  • 2013: Amol Rajan[73]
  • 2016: Christian Broughton[74]
  • 2023: Geordie Greig[35]
  • 1990: Stephen Glover
  • 1991: Ian Jack
  • 1995: Peter Wilby
  • 1996: Rosie Boycott
  • 1998: Kim Fletcher
  • 1999: Janet Street-Porter
  • 2002: Tristan Davies
  • 2008: John Mullin
  • 2013: Lisa Markwell

O jornal também teve editores convidados. Entre eles estiveram Elton John, em 1 de dezembro de 2010, Anita Roddick, da The Body Shop, em 19 de junho de 2003, e Bono, do U2, em 2006.[75][76][77]

Redatores e colunistas

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Principalmente em The Independent

  • Yasmin Alibhai-Brown
  • Bruce Anderson
  • Paul Arden
  • Archie Bland
  • Thom Brooks
  • Andrew Brown
  • Cooper Brown
  • Michael Brown
  • Simon Calder
  • Ben Chu
  • Alexa Chung
  • Rob Cowan
  • Sloane Crosley
  • Tracey Emin
  • Nigel Farage
  • Mitch Feierstein
  • Andrew Feinberg
  • Helen Fielding
  • Robert Fisk
  • Eric Garcia
  • Chris Gulker
  • Ian Hamilton
  • Howard Jacobson
  • Alex James
  • Peter Jenkins
  • Owen Jones
  • Andrew Keen
  • John Rentoul
  • Alan Rusbridger
  • Kim Sengupta
  • Jon Sopel
  • Mark Steel
  • Rebecca Thomas
  • Bel Trew
  • Dominic Lawson
  • John Lichfield
  • Philip Llewellin
  • Laura Lyons[78]
  • Andy McSmith
  • Donald MacIntyre
  • Serena Mackesy
  • Tracey MacLeod
  • Rhodri Marsden
  • Jan McGirk
  • Deborah Orr
  • Christina Patterson
  • Peter Popham
  • Simon Read
  • Steve Richards
  • Lizzie Dearden
  • Ash Sarkar
  • Alexei Sayle
  • Will Self
  • L. J. K. Setright
  • Boyd Tonkin
  • Catherine Townsend
  • Paul Vallely
  • Brian Viner
  • Lynne Walker
  • Andreas Whittam Smith
  • Claudia Winkleman

Principalmente em The Independent on Sunday

  • Janet Street-Porter, editora geral
  • Kate Bassett, teatro
  • Patrick Cockburn, John Rentoul, Joan Smith, Paul Vallely e Alan Watkins, "Comment & Debate"
  • Peter Cole, "On the Press"
  • Rupert Cornwell, "Out of America"
  • Hermione Eyre, resenhas
  • Jenny Gilbert, dança
  • Christopher Hirst e Lucinda Rogers, "The Weasel", coluna semanal ilustrada publicada de 1995 a 2008
  • Dom Joly, "First Up", em The Sunday Review
  • Tim Minogue e David Randall, "Observatory"
  • Cole Moreton, "News Analysis", seção regular em página dupla
  • Anna Picard, ópera e música clássica
  • Simon Price, rock e pop

Longford Prize

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The Independent patrocina o Longford Prize, criado para reconhecer pessoas que tenham melhorado a situação de presos ou ex-presidiários, em memória de Lord Longford.[79]

Publicações relacionadas

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The Independent on Sunday
TipoJornal dominical
FormatoStandard
Fundação1990
EditoraIndependent Print Limited
EditorLisa Markwell[80]
Término de publicação20 de março de 2016
Circulação155.661[81]
Publicações irmãsThe Independent
The i Paper (2010–2013)
indy100
ISSN0958-1723
OCLCOCLC 500339994

The Independent on Sunday

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The Independent on Sunday, também chamado de IoS, era o jornal dominical irmão do The Independent. Deixou de existir em 2016, com a última edição publicada em 20 de março.[5]

The i Paper

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Em outubro de 2010, foi lançado o i, um jornal compacto. O i é uma publicação separada, mas utilizava parte da mesma equipe editorial.[82] O jornal foi vendido depois à empresa de jornais regionais Johnston Press,[83] antes de ser vendido outra vez.[84] O i pertence à Daily Mail and General Trust.[85]

O site de notícias foi lançado em 2014 com o nome i100.[86] Em fevereiro de 2016, passou a se chamar indy100.[87]

The (RED) Independent

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The Independent apoiou a marca Product Red, do vocalista do U2, Bono, com a publicação de The (RED) Independent, uma edição ocasional que destinava à instituição beneficente metade da receita obtida naquele dia. A primeira edição saiu em maio de 2006. Editada por Bono, alcançou vendas elevadas.[88][89]

Uma edição de setembro de 2006 do The (RED) Independent, criada pelo estilista Giorgio Armani, provocou controvérsia por trazer na capa a modelo Kate Moss em blackface, acompanhando uma matéria sobre a AIDS na África.[90]

The Pride List

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A Pride List começou em 2000 com o nome The Pink List e mais tarde passou a se chamar The Rainbow List. A lista reúne pessoas LGBT britânicas de destaque. Recebeu o nome The Pride List em 2023, quando The Independent se tornou parceiro exclusivo de notícias da Pride in London.[91]

BuzzFeed e HuffPost

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Com o objetivo de se tornar "a maior rede britânica de publicações voltada ao público da geração Z e aos millennials", em março de 2024 The Independent assumiu as operações do BuzzFeed e do HuffPost no Reino Unido por meio de um acordo de licenciamento por vários anos.[92][93]

Prêmios e indicações

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The Independent e seus jornalistas receberam prêmios e indicações em premiações da imprensa britânica, entre eles:

  • The Independent recebeu o prêmio de "Jornal Nacional do Ano" de 2003.[94]
  • Em janeiro de 2013, The Independent foi indicado ao prêmio de "Mídia Responsável do Ano" no British Muslim Awards.[95]
  • The Independent on Sunday recebeu o prêmio de "Primeira Página do Ano" pela capa de 2014 "Aqui estão as notícias, não a propaganda", publicada em 5 de outubro daquele ano.[96]
  • Kuba Shand-Baptiste recebeu o Barbara Blake-Hannah Award no British Journalism Awards de 2020.[97]
  • No AOP Digital Publishing Awards de 2021, foram recebidos os prêmios de "Melhor Uso de Dados", "Melhor Diversificação da Estratégia Comercial" e "Estrela em Ascensão", este último para Emily Robinson.[98]
  • No The Drum Awards for Online Media de 2022, o jornal recebeu os prêmios de "Editora do Ano" e "Equipe de Conteúdo de Marca do Ano".[99]
  • No AOP Digital Publishing Awards de 2022, recebeu "Melhor Projeto de Pesquisa/Análise", "Melhor Uso de Dados", "Equipe de Desenvolvimento de Produto do Ano" e o Grand Prix de "Melhor Empresa de Publicação Digital para Consumidores".[99]
  • Harriet Hall recebeu o prêmio de "Melhor Redatora, Estilo de Vida" no BSME Awards de 2022.[100]
  • No Travel Media Awards de 2022, Simon Calder recebeu os prêmios de "Notícia de Viagem de Última Hora" e "Programa de Radiodifusão do Ano", Sian Lewis recebeu "Reportagem Nacional para o Consumidor do Ano" e Mike MacEacheran recebeu "Reportagem de Viagem sobre Sustentabilidade do Ano".[101]
  • Nadine White recebeu o prêmio de "Marketing, Mídia e Criação" no Black Talent Awards de 2022.[102]
  • Beth Gordon recebeu "The Change-Maker Award" no Global Women in Marketing Awards de 2022.[103]
  • The Independent recebeu o prêmio de "Marca do Ano" no The Drum Awards for Online Media de 2023.[99]
  • Bel Trew recebeu o prêmio de "Repórter Estrangeira do Ano" no The Press Awards de 2023.[104]
  • O jornal recebeu "Marca do Ano" no The Drum Awards for Online Media de 2023.[105]
  • The Independent e o Evening Standard receberam o prêmio de "Campanha do Ano" no SOE Media Freedom Awards de 2023.[106]
  • Bel Trew recebeu "The Marie Colvin Award" no British Journalism Awards de 2023.[107]
  • Jo Holdaway recebeu "The Bill Murray Award for Outstanding Contribution to Digital Publishing" no AOP Digital Publishing Awards de 2024.[108]
  • O jornal recebeu o prêmio da categoria "Corporativo e Serviços Públicos" no Campaign Media Awards de 2024.[109]
  • The Independent recebeu o prêmio de "Melhor Empresa de Publicação Digital de 2025" na premiação anual da Association of Online Publishers.[110]

Ver também

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Referências

  1. 1 2 Graham Ruddick (4 de agosto de 2017). «Saudi ties raise doubts about Independent's editorial freedom». The Guardian (em inglês). Consultado em 25 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 4 de agosto de 2017
  2. 1 2 3 4 5 Amol Rajan (29 de julho de 2017). «Is the Independent still independent?». BBC News (em inglês). Consultado em 21 de junho de 2018. Cópia arquivada em 25 de outubro de 2022
  3. «Our Story». The Independent (em inglês). Consultado em 2 de outubro de 2019. Cópia arquivada em 18 de junho de 2022
  4. Ciar Byrne (30 de setembro de 2003). «Tabloid Independent impresses Fleet Street». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077. Consultado em 16 de abril de 2026
  5. 1 2 3 «Independent to cease as print edition». BBC News (em inglês). 12 de fevereiro de 2016. Consultado em 12 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2019
  6. Dennis Griffiths, ed. The Encyclopedia of the British Press, 1422–1992. Londres e Basingstoke: Macmillan, 1992, p. 330.
  7. 1 2 Neil Thurman e Richard Fletcher (14 de setembro de 2018). «Are Newspapers Heading Toward Post-Print Obscurity?». Digital Journalism (em inglês). 6 (8): 1003–1017. ISSN 2167-0811. doi:10.1080/21670811.2018.1504625
  8. Josh White (24 de julho de 2023). «Blair's Favourite Newspaper». The Battleground (em inglês). Consultado em 16 de abril de 2026
  9. «Wapping: legacy of Rupert's revolution». The Guardian (em inglês). 15 de janeiro de 2006. ISSN 0261-3077. Consultado em 16 de abril de 2026
  10. «The history of the Independent's It is are you? slogan». Creative Review (em inglês). 1 de fevereiro de 2012. Consultado em 16 de abril de 2026
  11. 1 2 Dominic Ponsford (12 de fevereiro de 2016). «30 years of the Indy in print: Peaked in 1989, victim of Times price war, turning tabloid, going online-only». Press Gazette (em inglês). Consultado em 16 de abril de 2026
  12. Roy Greenslade (11 de fevereiro de 2016). «The Independent dream that lasted for 30 years». The Guardian (em inglês). ISSN 0261-3077. Consultado em 16 de abril de 2026
  13. Jonathan Foster (12 de fevereiro de 2016). «The Independent newspaper dies as it was born – in the white heat of technology». The Conversation (em inglês). Consultado em 16 de abril de 2026
  14. «Papers Gain From Correspondent Closure». The Media Leader (em inglês). 6 de dezembro de 1990. Consultado em 17 de abril de 2026
  15. Justin Lewis, Andrew Williams, Bob Franklin, James Thomas e Nick Mosdell. «The Quality and Independence of British Journalism: Tracking the Changes Over 20 Years» (PDF) (em inglês). Cardiff: Cardiff School of Journalism, Media and Cultural Studies, Cardiff University. p. 61. Consultado em 27 de dezembro de 2015. Cópia arquivada (PDF) em 4 de março de 2016
  16. Brendan Mcgrath. «Independent raises stake in loss making 'Indie'». The Irish Times (em inglês). Consultado em 17 de abril de 2026
  17. «New Editor For The Independent». The Media Leader (em inglês). 30 de abril de 1996. Consultado em 17 de abril de 2026
  18. Tom Buerkle (12 de março de 1998). «Irish Media Figure Acquires Control of The Independent». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 17 de abril de 2026
  19. Michael Foley. «Marr is replaced as editor of London 'Independent'». The Irish Times (em inglês). Consultado em 17 de abril de 2026
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Ligações externas

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