
Olha essa passarada
no céu da minha alvorada
Negros pĂĄssaros amargos
sem horizontes libertos
magoados pela inveja
da liberdade da ĂĄguia
sĂŁo corvos disputando
nas margens de cada regato
como urubĂșs famintos
Corvos negros de voo rasante
invejando as estrelas
na sua cadĂȘncia brilhante
Coxos da alma, esmolantes
famintos e deturpados
Como vendilhÔes do templo
mascarados de razĂŁo
Eles nĂŁo sabem
nem sonham
que a verdadeira emoção
estĂĄ na liberdade de voar...Plenamente!
luizacaetano
