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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Se ajudando...

Conheço um bocado de gente que abomina livro de auto-ajuda, o que me faz ficar um pouco desgostosa em escrever sobre meus experimentos aqui no blog.
O fato é que nessa semana, inspirada por esses livrinhos fiz algumas alterações em minha rotina e estou super-feliz com os resultados.
A primeira foi que ganhei uma hora a mais no dia, acordando mais cedo e com isso estou finalmente conseguindo o tempo que precisava para passar comigo mesma.
O interessante é que não passei a dormir mais cedo por conta dessa mudança e tenho estado muito mais disposta e bem humorada. Na minha rotina, incluí finalmente uma sessão completa de alongamento, meditação e passei a escrever um diário diferente que eu mesma planejei para que não se torne algo mecânico e exclua aspectos importantes da minha vida como meus relacionamentos. Digo isso, porque no blog a gente se concentra muito nos próprios sentimentos e mais ainda nos piores sentimentos e esquece um pouco das pessoas e coisas que nos fazem sentir bem.
Ainda inspirada em minhas leituras, modifiquei a maneira como passo o período do almoço e o que faço na volta, depois do trabalho.
Pode parecer que são muitas mudanças e são mesmo, sobretudo porque tenho me sentido mais leve e menos abarrotada de coisas por fazer. Mas a mudança que mais me agradou, por incrível que pareça, foi que eu tenho sonhado muito. Parece bobeira, mas fazem muitos anos que eu sonho esporadicamente e raras são as vezes que consigo lembrar o que sonhei. Agora sonho diariamente e lembro dos sonhos, dá pra acreditar?
Pois é... só quem não sonhava como eu que acredita mesmo, mas se eu consegui fazer uma mudança dessa no meu subconsciente, imagina o que eu posso fazer por mim daqui pra frente heim.
Ah! cansei, outra hora eu volto.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Eu sou normal

Hoje li uma postagem de uma amiga, falando sobre disciplina, daí me bateu um baita remorso, porque eu vivo promentendo pra mim mesma que vou fazer várias modificações na minha rotina e quase sempre não consigo manter o ânimo por mais que uma semana.
Já tentei usar cadernos de anotações, lembretes, lista de afazeres diários, semanais e mensais mas não consegui nenhuma técnica que surtisse efeito.
Poir é que isso se torna um circulo vicioso, quanto mais eu não consigo fazer o que quero fazer, mais quero fazer o que não consigo fazer, e ainda, quanto mais eu olho para o que eu tenho que fazer menos ânimo eu tenho para fazer o que tenho que fazer, ou seja, parece que qualquer tarefa boba fica gigante.
Eu sei que a origem desse problema é que sou muito dispersiva, então se tenho que passar um limpa vidros no espelho da sala, e ele não estiver muito a mão, eu vou esquecer da tarefa, antes mesmo de encontrar o pano de limpeza.
E sei que você tá lendo isso aqui e tá pensando... caracas, essa garota tem problema mental!!!
Mas acontece o tempo todo, eu simplesmente não consigo resolver um probleminha localizado, ou eu limpo a sala inteira e daí eu sei que o idiota do vidro vai ser limpo, ou esquece. E assim vai se perpertuando a sensação de acúmulo de coisas a fazer e mais cansada de não fazer as coisas que eu tenho que fazer eu fico.

É... Acho que você tem razão, eu tenho problema mental!!!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O que você vê na TV?

As vezes eu me pego pensando se não estou poupando demais minha filha, mas fico bastante orgulhosa ao ver que com quase seis aninhos ela ainda preserva sua inocência infantil.
Nas últimas semanas, com essa história de gripe suína, percebi como tenho afastado ela da realidade, mantendo-nos livres de noticiários e novelas.
Não quero que ela seja uma alienada, que desconhece a realidade do país em que vive, mas não acho produtivo encher sua cabecinha com o veneno que esse tipo de programação proporciona.
O resultado é que estando afastada da escola e passando mais tempo com outras pessoas fora do seu convívio habitual, teve altas doses de contato com a realidade e acabou desenvolvendo um medo exagerado de algumas situações que antes não a assustava, como ruídos vindos da rua, janelas abertas e até mesmo luzes apagadas, coisas que antes lhe passavam despercebido.
Não sei ainda como lidar com isso, já que eu mesma não sou de natureza medrosa, espero que seja apenas uma fase e que logo se dê conta que o universo não pode ser apenas aquela coisa podre que colocam para a gente assistir no horário nobre das tvs de canal aberto.
P.S. Procurando imagens para a postagem, encontrei esse texto que gostei muito:

Espero que curtam também.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Não é pra entender é só pra desabafar...


Acho que quando a gente passa a ser mãe, algumas coisas são mais difíceis de entender e superar, principalmente quando envolvidas emocionalmente.
Hoje uma coisa boba me deu uma baita tristeza e mesmo não querendo me chatear foi impossível.
Bom... quem conhece a moça que trabalha comigo, sabe que ela não é um poço de gentileza, aliás, que ela nem mesmo parece humana, está tão acima dos pobres mortais que jamais parou para notar que pessoas tem sentimentos.
A Ágatha não foi um projeto planejado, como mãe solteira, tenho que fazer umas adaptações para que nossa vida tenha um mínimo de ordem e rotina e nessa rotina, vir ao trabalho nos sábados de manhã é um fato. Ainda bebê ela vinha comigo todos os dias para o trabalho e foi assim dos 4 aos 8 meses aproximadamente. Quando ela já podia receber outro tipo de alimentação, passou a ficar com a Wal e eu amamentava somente no horário do almoço e quando chegava do trabalho.
A "colega" de trabalho nunca gostou disso e também sempre deixou claro que crianças não eram a sua praia.
Até aí respeito!
O caso é que hoje tivemos a visita do netinho do Sr. Mário na loja hoje e foi então que eu notei o que ocorre e não se trata de curtir ou não curtir crianças, mas de escolher gostar ou não gostar das pessoas e quando escolhem não gostar da sua criança...
Aí a coisa pega!
Não é novidade que ela não tenha qualquer respeito por nenhuma das pessoas com quem convive diariamente, como disse, ela está num patamar acima, até mesmo dos seus "superiores" se é que isso é concebível para alguém em sã consciência.
O curioso é que para se manter nessa "altura toda" ainda conta com o apoio da maioria dos pobres mortais.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Um bom dia, todo dia!


Caramba! Como é difícil começar a escrever!!!
Estou com o assunto inteirinho aqui, pronto e não consigo descrever em palavras
Poxa! Que frustrante!
Tenho que aprender a lidar com isso, pois já notei que me desestimula e quase sempre desisto.



O assunto é como os dias ficaram melhores depois que passei a mudar meu estado de espírito ao levantar. Eu tinha um péssimo costume de me sentir deprimida e triste assim que abria a janela e me deparava com um dia chuvoso ou frio e com a sensação de sono o dia inteiro se ainda estivesse escuro quando levantava. Já passava a me arrastar pelo dia, como se nada mais pudesse dar certo dali por diante, ficava irritada com o xixi do cachorro na entrada do banheiro, com a agua gelada na torneira, chamar minha filha umas duzentas vezes então, nem precisa dizer né?
O fato é que quando identifiquei esse comportamento, passei a prestar mais atenção ao que realmente estava me incomodando e começei a me policiar.
Consciente dos meus pontos fracos, nunca mais chamei a Ágatha sem primeiro, me assegurar que meu estado de humor está no mínimo bom, porque ele interfere dramaticamente na qualidade do dia dela também.
Então, quando sinto que estou relaxada o suficiente, dou o primeiro aviso:
-Filhota, hora de levantar, cadê meu sorriso de bom dia?
Como eu disse, é só o primeiro chamado, mas já serve para ele me dar aquela doce olhada com um ligeiro sorriso, o que me dá ainda mais ânimo para continuar com minhas tarefas.
A poça de xixi no banheiro dura apenas até o momento em que eu dou uma esguichada com o a mangueira do chuveiro com um pouco de cloro para garantir que o cheirinho não vai ficar pra me aborrecer mais tarde.
E a água gelada? Que água gelada heim?

Em resumo, ultimamente todos os dias tem sido iguais.
Mas a qualidade? Quanta diferença!