Diego Andrade
Diego Andrade | |
|---|---|
| Deputado federal por Minas Gerais | |
| Período | 1º de fevereiro de 2011 até a atualidade |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 8 de agosto de 1977 (49 anos) Belo Horizonte, MG |
| Partido | PR (2007-2011) PSD (2011-presente) |
| Profissão | Administrador |
Diego Leonardo de Andrade Carvalho (Belo Horizonte, 8 de agosto de 1977) é um político e administrador brasileiro.[1]
Diego é sobrinho do senador Clésio Andrade.[2] Trabalhou na Copasa antes de eleger-se deputado federal por Minas Gerais em 2010, pelo Partido da República (PR).
Foi reeleito deputado federal em 2014, já pelo Partido Social Democrático (PSD).[1] Durante a 55ª legislatura, votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff.[3] Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[3] Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal.[4]
Foi novamente reeleito em 2018, também pelo PSD.[5][6]
Em maio de 2020, indicou à presidência da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) o coronel da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais Giovanne Gomes da Silva.[7] Giovanne acabaria renunciando após denúncias de assédio moral em agosto de 2021, e o deputado indicaria seu substituto, escolhendo o advogado Miguel da Silva Marques.[8] Miguel é o concunhado de Diego Andrade.[9]
Reconhecimentos
[editar | editar código]Recebeu o Prêmio Excelência Parlamentar nos anos de 2025 e 2026, promovido pela organização Ranking dos Políticos. [11] [12]
PEC da Blindagem
[editar | editar código]No dia 16 de setembro de 2025, Andrade votou a favor da PEC 3/2021, conhecida como PEC da Blindagem.[13][14] A proposta dificulta a abertura de processos criminais e prisões contra senadores e deputados, restringindo a prisão em flagrante de parlamentares.
Congressistas favoráveis à PEC afirmam que ela volta às regras ao texto da Constituição de 1988. Mas, na verdade, o texto acrescenta novas blindagens, como a votação secreta para prisão de parlamentares.[15][16] No caso de prisão em flagrante por crime inafiançável, por exemplo, os autos serão enviados à Câmara ou ao Senado dentro de 24 horas para que, pelo voto secreto da maioria de seus membros, se autorize ou não prisão do parlamentar.[17][18]
Referências
- 1 2 «Conheça os Deputados». Portal da Câmara dos Deputados. Consultado em 24 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 12 de abril de 2020
- ↑ «Mãe de deputado aparece em lista de vacinação clandestina em MG». R7.com. 16 de abril de 2021. Consultado em 13 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2024
- 1 2 G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017
- ↑ «Diego Andrade 5555 (PSD) Deputado Federal | Minas Gerais | Eleições 2018». Consultado em 5 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2021
- ↑ «Diego Andrade 5555 (Deputado Federal)». Eleições 2018. Consultado em 5 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 25 de abril de 2019
- ↑ Fransciny Alves (29 de maio de 2020). «Diego Andrade foi quem indicou coronel mineiro para presidência da Funasa | O TEMPO». O Tempo. Consultado em 13 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2024
- ↑ «Governo troca presidente da Funasa, órgão de R$ 2,4 bilhões». O Globo. 27 de agosto de 2021. Consultado em 13 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 22 de julho de 2025
- ↑ «Centrão loteia Funasa com coach, parente e especialista em cachaça». Correio Braziliense. 5 de setembro de 2022. Consultado em 13 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 23 de julho de 2025.
O deputado Diego Andrade (PSD-MG) indicou seu concunhado, o advogado Miguel Marques, para comandar a fundação. Nas redes sociais, eles exibem uma relação de proximidade. Em dezembro passado, Marques publicou uma foto ao lado do deputado e das mulheres de ambos, que são irmãs, com a legenda: "vale night com meus parceiros". No currículo, o chefe da Funasa informa como experiência "confecção de projetos de lei através de prestação de serviços" para o congressista.
- ↑ «Eleições 2022: Veja lista com todos os deputados federais eleitos no Brasil». Estadão. Consultado em 3 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 27 de abril de 2026
- ↑ «Excelência Parlamentar 2025» (PDF). Poder360. 10 de dezembro de 2025. Consultado em 27 de setembro de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 8 de fevereiro de 2026
- ↑ «PSD é destaque no prêmio Excelência Parlamentar 2026». PSD na Câmara. 28 de maio de 2026. Consultado em 27 de setembro de 2026. Cópia arquivada em 8 de setembro de 2025
- ↑ «Portal da Câmara dos Deputados». www.camara.leg.br. Consultado em 23 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 8 de março de 2026
- ↑ «PEC da Blindagem: saiba como votou cada deputado». CNN Brasil. 16 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 4 de setembro de 2026
- ↑ «Câmara aprova PEC da Blindagem: como votaram os deputados e partidos». G1. 16 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 4 de setembro de 2026
- ↑ «PEC 3/2021 - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 23 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 27 de setembro de 2026
- ↑ «Centrão se queixa de Motta não ter 'costurado' PEC da Blindagem com Alcolumbre antes de votação». G1. 22 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2026
- ↑ «Câmara restabelece voto secreto em PEC da Blindagem». Agência Brasil. 17 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 4 de setembro de 2026