Em evento eleitoreiro em Brasília, um dos membros do núcleo "duro" do lulopetismo, petista histórico e protagonista do caso Celso Daniel, o eterno chefe de gabinete ou ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência do lulopetismo afirmou que "a dor" o impede de falar sobre o Mensalão. Certamente não é a dor de consciência, que não possui, nem a dor pelo assassinato de Celso Daniel e da quase dezena de testemunhas do crime.
Após uma semana de brilhante comprovação do esquema mais corruPTo que já se instalou no governo federal de nosso país, o STF condenou os principais envolvidos no Mensalão.
Excetua-se o chefão Lula, que foi poupado pela oposição acalmada por FHC em nome da (des)governabilidade, com a conivência do procurador geral e de ministros como Gilmar Mendes e outras figuras da República.
Se ainda fosse democracia, o Brasil teria se livrado dos corruPTos em 2005 através do legítimo 'impeachment', como ocorreu nos anos 90 ainda sob a vigência do pleno Estado de Direito.
O relator Joaquim Barbosa e a maioria dos ministros que prezam o juramento de sua profissão estão condenando a corja comandada por Lula, baseados na Lei e na Constituição, para surpresa deste blogueiro e surpreendendo principamente o "pai" do Mensalão e seu poste, que nomearam 9 dos 11 ministros do STF e contavam com a sua lealdade à facção e não à Lei.
Assim, a quadrilha e seus militantes agora centram fogo contra a Democracia e contra a Justiça, preparando "manifestos" e "desagravos" sórdidos em prol da organização criminosa lulopetista e da hegemonia ditatorial do chavismo petista.
O sistema de voto eletrônico, incrementado pelo sistema
biométrico, já está sendo usado pela ditadura venezuelana para mapear e punir quem não
vota no governo.
Aqui, o desgoverno tem as mesmas possibilidades com a nova tecnologia, com o propósito de identificar os brasileiros que votaram contra o regime lulopetralha.
Mas o povo honrado
de nosso país espera o momento de Lula ser indiciado pelas
representações que já foram abertas há anos contra ele, e espera um breve
julgamento e sua justa condenação.
Voltamos a ter motivos para acreditar na Justiça, pela
qual o relator do STF se empenha, com a condenação da quadrilha e a efetiva prisão dos condenados (um deles já se evadiu e os outros já devem estar pedindo "asilo" na ilha-prisão Cuba ou na ditadura do Equador).
Acreditaremos no retorno da Democracia quando advogados de quinta categoria como o petista ("chupa")Toffoli e Levandowhisky forem impedidos de continuar na corte suprema do país e quando o chefão da organização criminosa (ainda não indiciado) for para a
cadeia .
Não esqueceremos os momentos heróicos dos verdadeiros patriotas que lutam pela redemocratização do Brasil, como foram o minucioso e cristalino voto do relator Joaquim - digno sucessor de Ruy - Barbosa e os votos dos ministros que condenaram Dirceu, Delúbio e Genoíno, petistas do núcleo "duro" e corruPTo da facção que se apoderou do Brasil.
Neste domingo, não votaremos em petralhas.