26.7.19
Golpe no Recesso
De maneira suspeitíssima, Dias Toffoli - o ex-advogado do PT e assessor de José Dirceu - aproveitando a condição de solitário plantonista do STF, extinguiu, numa só canetada, o COAF e a razão de sua criação em 1998.
Signatário de acordos internacionais contra a lavagem de dinheiro, o Brasil criou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) através da lei nº 9.613/1998, com a missão de controlar as movimentações financeiras suspeitas de lavagem de dinheiro e informar as autoridades competentes.
Numa sacada de desinformação, Toffoli fundamentou sua decisão monocrática num antigo pedido do senador Flávio Bolsonaro, no qual exigia o respeito ao seu sigilo bancário e protestava contra a quebra do mesmo sem ordem judicial, no início do ano.
Na verdade, o objetivo de literalmente eliminar a função central do COAF era o monitoramento que estaria sendo feito nas contas da esposa do ministro nomeado por Lula e nas contas da esposa do ministro Gilmar Mendes, além de garantir tranquilidade a inúmeros outros suspeitos de lavagem de dinheiro, desde figurões envolvidos em escândalos nos 3 poderes, parlamentares e prefeitos de todo o país até criminosos soltos ou presos como Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Cunha, traficantes, estelionatários individuais ou de organizações como o PCC.
Com o caos instalado, o Brasil descumprindo acordos internacionais e sendo novamente visto como paraíso dos criminosos, a palavra está com as autoridades competentes de ao menos um dos 3 poderes para restaurar a ordem e o Estado de Direito.
Se a Constituição e as leis fossem respeitadas no Brasil, obviamente Toffoli já teria sido exonerado e preso, conforme amplamente documentado em pedido de 'impeachment' apresentado pelo impecável jurista Modesto Carvalhosa.
O mesmo se aplicaria aos ministros Gilmar Mendes e Ricardo Levandowski por descumprimento da Constituição e crimes semelhantes aos 59 elencados por Carvalhosa.
https://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/modesto-carvalhosa-entra-com-pedido-de-impeachment-contra-toffoli.html
13.7.19
Chuva de insultos, fake news, difamação e desinformação
Corruptos envolvidos em escândalos, que estariam na cadeia em qualquer Democracia que se preze, tiveram o descaramento de xingar, ofender e mentir na cara do ministro, que foi "convidado" a participar de duas sessões de inquisição e tortura de 8 a 10 horas no Tribunal da Bancada do Crime, no Senado e na Câmara dos Deputados.
Como resultado, o Brasil deu palanque a um criminoso internacional, refugiado no Brasil com seu cúmplice e companheiro sexual deputado federal não eleito (suplente que segundo denúncias "comprou" a vaga de deputado com dinheiro do maridão).
Com esse circo de horrores como pano de fundo, o projeto da Nova Previdência se arrastou na Câmara dos Deputados, foi recortado e deteriorado com inclusão de privilégios, e foi aprovado apenas no primeiro turno, ficando o segundo turno para o mês de agosto.
Paralelamente, esse mesmo Congresso aprovou, em comissão dominada por corruptos, o aumento do nefasto Fundo Eleitoral de de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,7 bilhões em 2020. Esse fundo, criado pelo PT, levava o eufemístico nome de "financiamento público de campanha", disfarce para a exploração do povo escravizado por impostos num país onde os políticos roubam os trabalhadores até para pagarem suas bilionárias campanhas eleitorais.
Pior: os corruPTos da Comissão de Constituição e (in)Justiça encaminharam o Pacote Anti-Crime do governo para votação, já desfalcando o mesmo nos seus mais importantes tópicos, eliminando o dispositivo constitucional da prisão em segunda instância, já consagrado na jurisprudência do STF.
O objetivo é garantir a impunidade dos criminosos no Brasil, eliminando a possibilidade de prender corruptos, assassinos, bandidos e estelionatários após condenação na primeira e na segunda instância.
Nas democracias, o réu é preso no ato de sua condenação na primeira instância, podendo recorrer, na cadeia.
No Brasil, nem o ex-presidente mais corrupto da história da humanidade foi para a cadeia. Está recluso em uma luxuosa suíte-gabinete, local amplo e equipado no qual despacha para sua quadrilha internacional, recebe visitas diversas e concede entrevistas replicadas no mundo inteiro.
7.7.19
Imensas manifestações que os Fake News acharam "menores"
Recordes de público desde Copacabana e Paulista até as cidades menores, mas a mídia militante descreve que foram "menores", para acalmar os adeptos da seita lulopetista e seus associados corruptos do Congresso e da máquina pública e midiática.:
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