quarta-feira, junho 29, 2005
terça-feira, junho 28, 2005
Familias diferentes...
A "Muito" Mais Azul , escreveu um texto, sobre Pais e Filhos. Comecei a comentar, mas… o comentário transformou-se em post;
“Pai e Mãe, são sempre Pai e Mãe.
Que “papel” é que cada um representa na vida dos seus filhos, ninguém pode definir, ou escrever em papel, com tempos, falas, ou emoções previamente definidas, ou seria condicionar, os relacionamentos, entre pessoas, que é suposto Amarem-se.
Cada um de nós que escreve sobre o tema, é porque se interessa por ele… facto, que não acontece com a maioria dos Pais e Mães, separados/divorciados ou não.
À primeira observação e tentando esquecer-me, que sou mãe, de um menino com três anos e meio e separada do seu pai, estar com um filho de 15 em 15 dias, não é rigorosamente nada.
De 15 em 15 dias, vejo eu os filhos dos meus Amigos.
O hábito, no entanto, parece-me ser uma das pontas deste novelo. Eu e o pai do meu filho separámo-nos, quando ele tinha 11 meses. A memória, existente é intrÃnseca (não acredito, mas devo levantar a hipótese), nenhum dos dois tinha o hábito de estar com. No entanto, e também porque ele foi viver com mãe (a maioria faz isto, o que é muito complicado de entender, diria respeitar, mas é talvez um pouco forte…), o Besnico foi logo no fim de semana seguinte, passá-lo com o Pai. Algo, que não acontece em crianças, tão pequenas. A grande maioria das vezes, porque as mães, inventam um monte de desculpas, para desresponsabilizarem os pais. Claro, que se começarmos por aÃ, nem pai nem filhos se habituam uns aos outros e depois é tudo mais complicado e dificil, para todas as partes.
Parece-me e sublinho parece-me, que verdades absolutas não existem; que quando as crinaças já são crianças e não bebes e já existe um contacto e um relacionamento com os pais, forte e saudável, é tudo muito mais complicado.
De 15 em 15 dias, não é nada. Mas todos os fins de semana? Então e eu, mãe, não tenho o direito de estar com o meu filho, num tempo de relaxe? Sem ser de insistir, com o levantat-te, come, veste-te, despacha-te, lava os dentes, arruma o quarto, vai dormir…. Etc. etc. etc…
Existe a solução do meio da semana, que só é viável se os pais viverem perto e a escola for perto dos dois…
O pai é pai todos os dias. Sim, é verdade, mas com que papel? Conheço um caso em que o pai vai todos os dias acordar o filho ( a casa da mãe ), dá-lhe o pequeno almoço e leva-o à escola. Vai buscá-lo à escola e umas vezes, dá-lhe banho e jantar e deita-o, outras sai e volta só para o deitar. Depois o pai vai para sua casa… e o menino, não conhece a casa do pai… (esta situação existe há 1, 2, 3 anos… não sei bem) Claro, que pai e Mãe, ou pelo menos a mãe, vive sozinha. O que é que se vai passar na cabeça desta criança, se a mãe (girÃssima por sinal) um dia resolver viver com mais alguém?
Ou se o pai, se apaixonar? Que noção de separação é que esta criança tem?
Quando eles são adolescentes…
Nessa idade por principio, está-se pouco com os pais. Como é que se define, 15 em 15 dias? Parece-me, bem sublinhado, que é uma construção ou/e uma paixão.
O meu Besnico, que só vê o pai de 15 em 15 dias e que sabe Deus, o que foi preciso para o pai perceber, que 36 horas não é sequer fim de semana… Finalmente atingimos o patamar das 48 de 15 em 15 dias… é perfeita, completa e totalmente apaixonado pelo Pai. Tanto, mas tanto, que eu tenho uma ciumeira doida… Chega a dizer, que mora com o pai… Quando percebe ser fim de semana, pergunta se não vai para o pai… enfim, nada fácil de digerir…
O papel, que o pai escolheu, foi o de 15 em 15 dias… sem responsabilidades… só comidinha… e paródia…
Ou seja, não é fácil definir situações ideais. E cada caso é um caso. Cada criança, com as suas necessidades. Cada adulto, com as suas necessidades e opções…
Falta-nos falar, das famÃlias, com filhos dos outros… Ou dos nossos filhos educados em conjunto com outros, que não lhes são nada… Mas, podem ser mais Pais que os Pais. Umas vezes, por culpa das Mães, outras por opção dos Pais.
O que para mim é fundamental que o meu filho perceba é que o Pai e a Mãe, o Amam muito. Mas, que não vivem juntos e que a possibilidade de isso acontecer, está numa fórmula, ainda não descoberta… E o que me cria mais expectativas… Que mulher é que o pai, vai arranjar? E que papel, é que ela vai desempenhar, neste processo!??"
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
12:06 p.m.
0
partilhas
segunda-feira, junho 27, 2005
Coração nas mãos
Várias foram as vezes, que senti o meu coração disparar.
Do tipo ver aquele nome, no visor do meu telelele. Ouvir, aquela voz, daquele homem, naquele dia, aquela hora. Tremer, só de imaginar, que vou estar frente a frente, tipo primeiras vezes, com o objecto da minha curiosidade, ou desejo.
Sentir o coração na garganta, com a ansiedade instalada, à espera do próximo momento desconhecido. Enfim, já senti o meu coração disparar centenas de vezes… espero voltar a senti-lo, pelo menos mais umas dezenas…
Mas, nunca tinha sentido o coração de outra pessoa, literalmente na minha mão. Nunca tinha sentido, o coração de outra pessoa bater na garganta, dela.
- Telefona-lhe – disse-lhe Eu.
Do outro lado da mesa, ela transformou-se. Primeiro reflexo, perdeu o sorriso lindo, que a caracteriza. Segundo ou simultâneo ao primeiro… lançou-me aquele olhar de “Estás a falar sério? Ou a brincar comigo?” Terceiro reflexo, dedos à boca, toca a roer as unhas…
Desatei-me a rir!
- Tu não me digas nada, que eu já tenho o coração a disparar.
E eu acreditei. Eu acho mesmo, que eu lhe via o coração bater.
Estiquei a mão e coloquei a palma da minha mão, sobre o seu peito; Assustador. Eu nunca tinha sentido, um coração bater assim. Retirei a mão, numa fracção de segundo, incrédula.
Voltei a fazê-lo… Não contente, subi a mão, ao pescoço. Senti aquele coração bater na minha mão. E na garganta dela, só com a sugestão…
Fiquei cheia de inveja “boa”; eu gostava de sentir isto. Pelo menos uma vez, ou só uma vez… Impressionante, como há corações que batem e como por Amor.
Eu gostava de Amar assim. Eu nunca Amei assim. É possÃvel Amar assim!
E depois esta menina, escreve… escreve lindamente, escreve com o coração nos dedos, com a paixão na pele,
É um privilégio conhecer-te. És um dos “in-acasos” da minha vida. Mas, sem dúvida um muito especial. Daqueles que eu tenho a vida toda para descobrir, porque se cruzam comigo. Porque de cada vez que acontece estarmos juntas, descubro mais outra razão.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
6:10 p.m.
0
partilhas
Olá Dúvida,
Viste por aà a minha certeza?
Perdia-a no coração, que dei.
Encontrei-a nos caminhos das certezas definidas que escrevi para mim, sem as conhecer.
Tropecei nela, várias vezes, enquanto corria ao encontro do que sempre fugi; Que o meu coração, me traÃsse. Que os meus olhos escurecessem, perdendo o brilho da alegria e o meu sorriso, se tornasse amarelo.
Deixei com vontade , com fé, com Amor, que as certezas, as dúvidas e os medos se confundissem, com um bater de coração mais forte. Desta vez sem medos nenhuns.
Pedi à racionalidade a sua concentração máxima, na defesa da minha integridade emocional. Mas, ela exerceu o direito, mais dificil de digerir, na época do capital; A greve. E com a minha racionalidade proibida, por principio, de agir e olhando - não sei com que intenção - o meu afogamento, mergulhei num mar desconhecido cujo cheiro, me denunciou e me traiu, de cujo som, eu um dia fugi.
Fugi, com medo de me afogar nele e acabei por me deixar secar, noutro mar, de aparência calma e segura, que não me deu vida, que não criou as ondas de paixão, necessárias para eu me rir, ao sentir-me derrubar, pela corrente escondida.
Saà desta praia de olhos abertos e coração insaciado de dúvidas, cheia de certezas na mala e os sonhos a acotovelarem-se, nos bolsos.
Sem saber, acedi prontamente ao café de sabor a chá, com o cheiro daquele mar de que tinha fugido, porque me retirava o espaço, me cobria, sem me deixar livre, para o Amar. Por medo de me afogar.
Com as dúvidas cheias de certezas, saltei do buraco negro. Para as ondas que tinham o sabor que um dia eu Amei. Para o cheiro que me obrigava a fechar os olhos brilhantes, para o identificar melhor. Para os sabores das partilhas, de conversas sinceras, que não eram, mas que me sabiam ao conhecido Amor.
Entreguei-me do único modo que sei fazê-lo, ao gozo das ondas, adivinhando pelo som, ou vibração, o tamanho que teriam ao chegar a mim. Umas vezes mergulhei, outras saltei por cima delas. De umas vezes sorri, noutras ri, mas na maioria delas, perdi-me desconhecendo-as.
À falta de forças sento-me na praia, tentando abrir os olhos, sem querer ver. Cega! Vendo!
E aqui estou!
Não me consigo, nem me quero ir embora.
Não quero confinar os meus sonhos, aos meus bolsos e não me sinto com energia, para seguir viagem, com eles sempre a mudar de direcção, ao pulos e pinotes, rasteirando-me constantemente.
Viste as minhas certezas, dúvida?
Se as viste, por favor escolhe só as que me fazem falta e diz às outras, que acabou tudo entre nós!
Xau certeza!
Até já, ou até aquele dia... dúvida!
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
8:40 a.m.
sexta-feira, junho 24, 2005
Festas Partilhadas
Fez, no dia 14 de Junho, 1 ano, que comecei a escrever, para o mundo, para mim, com trocas, anónimas, que a pouco e pouco se encheram de nomes, vozes, rostos, toques, abraços e beijos.
Outros são os abraços, que se dão, não fisicos, mas não menos partilhados.
Deixo-vos, alguns dos posts, que me foram dirigidos e que me lembro... Se esqueci algum... peço desculpa...
Parabéns a vocês
nestes dias queridos,
muitas felicidades e
mais ainda vividos.
Todos os posts são uma festa,
escrevem as nossas almas,
Para todos os amigos,
O Meu muito Obrigada.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
10:48 a.m.
0
partilhas
A palavra e o silêncio
Ontem falou sobre o silêncio da palavra e do sentir. Sobre a dificuldade de admitir a saudade. E, por arrasto, a incapacidade de dizer quanto se ama.
De pais e filhos se falava. Disse-se e sentiu-se sobre distanciamentos, gap de gerações, hábitos culturais. Experiências diversas foram confessadas, lamentos e desejos de contrariar, futuramente, o que se vivenciou. Nas gerações futuras.
A minha, não escapou à tal regra distanciada de verbalizar o quanto se ama um filho. Mas o sentimento era sólido, sentia-se nesse silêncio de resguardar, cautelosamente, as emoções. Não por não se cuidar, não se sentir o coração quebrar de preocupação até pela possibilidade prosaica de se magoar um joelho, mas pelo pudor de expor os sentimentos. O ar sério disfarçava o gesto meigo que não se divisando, se esboçara já no coração. Debruçado sobre a atenção cuidada a um rosto febril ou à vigilância severa do prato que devia ficar vazio. Magoaste-te, eu bem te avisei! E a aspereza escondia o sobressalto de uma ferida sangrando. A ternura saltava em catadupa, e encontrava-se nas histórias partilhadas sobre cada personagem da famÃlia. Talvez pertença das famÃlias grandes, o beijo e o sorriso eram divididos a ponto de apenas aparecer a sua sombra. Mas as barreiras construÃam-se em protecções sólidas que nos estruturavam ao longo da vida.
Contrariando as aparências, poemas de amor encheram páginas, folhas riscadas em papel fino, amarelo claro, em momentos de separação involuntária. Entre o continente e as ilhas. Mas essas, guardadas pela mãe, furtivamente reveladas quando arrumava a caixinha de madeira, permanecem intactas aos nossos olhos. Por esse respeito ao tal "limiar sagrado". Por essa ausência de comentário que, como Partilhas, nos impusemos a nós próprios.
Da Moriana
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
10:46 a.m.
0
partilhas
Afectos I




Olhas-me e nesse olhar
há a placidez de um lago repousado
mas transpira a força do vulcão
que arde de mansinho e pronto
a entrar em intensa ebulição
Se um dia eu me obrigasse,
dificuldade suprema,
a associar-te uma cor,
logo a ti que és um arco-Ãris
de sentimentos e emoções à flor da pele,
decerto escolheria azul,
esse azul profundo que te marca o rosto
de modo iniludÃvel
Um azul faÃscante,
Buliçoso
quase audÃvel
transparente de carinhos e afectos,
um azul tão intenso, luminoso,
que deita abaixo todas as teorias
que o azul é uma das cores frias.
Do meu Amigo Yardbird
"Explosivas as imagens.
Com Vida e as emoções nela. Na Vida.
A quem atribuÃmos tantas cores.
De Afectos e Carinhos Partilhados, descobertos.
Cores que só se identificam entre outras... Uma; o verde/terra natural, a outra; laranja de Luz."
Beijos, muitos para vocês 2."
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
10:28 a.m.
Ah! Essa saudade tão nossa!...
Ela escreveu para mim e eu Partilho convosco... sem nada conseguir acrescentar
"Bom dia minha linda. Escreve um poema sobre saudade. Tua, minha, nossa. Beijos"
"Está bem, Coisa Boa! Vamos falar então, dessa nossa amiga..."

Fotografia de © Brooke Fasani/CORBIS
Falar-te de saudade?
Da minha, da tua,
Da nossa saudade?
Não notas que a enganamos tão bem?
Que nos conhecemos,
Que nos abraçamos muito?
Não tocamos em qualquer movimento.
Não precisamos.
Ainda assim,
Vê as vezes que estamos de braço dado,
Que nos passeamos por caminhos tão nossos!
E quando dobramos uma esquina?
E encontramos uma montra cheia de assuntos?
Esquecemo-nos de tudo, enquanto escolhemos,
Gulosas,
O que vamos saborear primeiro!
Depois, entramos, sentamo-nos,
E lambuzamo-nos com a delÃcia das nossas conversas.
Saudade?
É ter palavras de algodão ,
Quentinhas,
Acabadinhas de fazer.
É ter o bule cheio de chá de sorrisos,
É ter tantas partilhas tostadinhas!
É adorar ouvir-te chamar-me “Meu Amor”
É adorar chamar-te “Coisa Boa”
É gostarmos tanto de falar de nós
E não haver despedidas nunca!
É bebermos uma chávena de até já,
Com um bombom em forma de beijo…
Falar-te de saudade?
Da minha, da tua,
Da nossa saudade?
Seria perda de tempo, Amiga,
Quando temos tanto para conversar,
De todos estes momentos que já passámos juntas!
Beijicos, muitos, da tua, Cris
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
9:57 a.m.
0
partilhas
quinta-feira, junho 23, 2005
Temperaturas Altas
Culpa do calor, ou não, dá-me a sensação, que hoje só leio posts sexualmente sugestivos.
Interrogo-me se são mesmo... ou se sou eu que os leio assim??
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
3:20 p.m.
quarta-feira, junho 22, 2005
"Olha ó olá fesquinho!"
Eu gosto mesmo do verão!
Do calor!
Dos corpos ao léu!
Dos sorrisos!
Dos gelados, das frutas, das saladas, das mousses!
Das cervejas bem frescas e dos caracóis, bem saboreados, ali junto à praia, com o corpo salgado, temperado.
Gosto das cores quentes do verão.
Dos acastanhados da pele.
Gosto dos dias grandes.
De Acordar de dia, de chegar a casa de dia.
De sair de casa com vontade.
Das manhãs frescas. Das noites quentes... escaldantes...
Tudo sabe sempre melhor no Verão. Com temperatura quente!
Gosto dos beijos frescos, de boca cheia, de desejo e vontades.
Gosto dos beijos molhados.
Das palavras temperadas, saborosas, deliciosamente dengosas.
Das mornas cantadas.
Dos sons!
Dos cheiros a sardinhas Assadas, a maresia. A casas junto à praia.
Gosto das cores das roupas, da descontração geral... Do cheirinho a férias, que dá animo, em que as aguarda e as vê logo ali ao lado...
Gosto do sentir da pele fresca do meu filho, na minha. De andar descalça pela casa, de dormir nua. De me sentir livre (?)
Gosto da desvergonha... da liberdade que percorre as ruas das cidades, refresca os campos, pelos riachos e nos ensopa de água salgada junto ao mar.
Gosto da marotice, da insinuação, do brincar, devagar, bem devagarinho... levemente...
Gosto do verão e estendi até hoje o dia de ontem... foi graaannnde! Já não há maior este ano... Amanhã já fica mais pequeno...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
6:12 p.m.
0
partilhas
Beijo
Já uma vez escrevi um texto, sobre o afecto na minha familia.
A minha mãe, o meu pai, o meu irmão e eu, somos Beijoqueiros. Gostamos dos beijos. Daqueles que se dão. Aquele beijo que fica nas bochechas e não se perde no Ar.
Ora o Besnico é melhor ainda...
Adora beijos...
Se lhe dão um beijo para o Ar... ele repete o que nós dizemos...
"Isso não é nada!"
E ganhou por ele, um ritual delicioso...
Um beijo numa bochecha, outro beijo noutra bochecha, um terceiro na testa, seguido de um "abaço" bem sentido, com direito a "huuummm...!". (Claro, que só faz isto, a quem gosta muito e tem alguma proximidade) Se está muito feliz... então vai dando beijos e mais beijos, alternados, ora numa, ora noutra bochecha... e dá muitos, muitos e lá termina na testa, com o abraço.
Mas há melhor.
É a minha mãe, quem normalmente o vai buscar à escola. A semana passada, precisei de o deixar lá um bocado e fui eu buscá-lo e voltei a assistir...
Aquela amiga especial e ele; os dois com 3 anos e meio. E eles os dois e os beijos...
Primeiro dá ele.
Depois foge.
Depois ela corre atrás dele. E ela chora que se mata, se ele não quer...
Se o apanha... agarra-o e dá-lhe mesmo...
Ele... muito zangado, limpa o beijo dela.
Ou pode variar,
Ela dá-lhe, os seus beijos.
Ele os dele (vira-se todo, para não falhar as bochechas...) e afasta-lhe o cabelo da franja, para beijar realmente a testa...
E depois os dois abraçam-se muito, muito... e dão mais beijos e mais abraços...
Ou ainda,
Primeiro ele.
Depois ela... não quer dar... E foge...
E ele corre atrás dela... E agarra-a e aperta-a... mas ela não quer
E não dá...
E ficam os dois a chorar...
E de cada vez que tenho a felicidade de assitir a estas cenas. Delicio-me, completa, total e absolutamente... e encho-o eu de beijos e abraços e huuummmms e mais abraços e cócegas e mais beijos... e deixa-me aproveitar.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
11:29 a.m.
0
partilhas
Diálogos

Existem diálogos e conversas dificeis. Mais ainda, quando as pessoas se refugiam em desculpar-se a elas mesmas em vez de pedirem desculpa, aos outros, pelas atitudes ou ausência delas que tomam.
Ao fim de um dia extenuante, de indiálogos, escritos. De duas pessoas que falam sem se entenderem, apesar de se esforçarem por isso.
De tão cansada, acabei por pegar no telefone e sem querer e sem qualquer intenção, voltei a ferir. Por não ter intenção de ferir, feri-me. Não por o que disse, mas pelo tom, pela raiva, que deixei seguir com as palavras, pelo tom critico, irónico, cansado.
Fiquei mais calma. Deixei sair, o acumulado.
Mas em conclusão... volto à base... Sabe bem estar aqui!
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
7:49 a.m.
0
partilhas
terça-feira, junho 21, 2005
Desparecida e com numero de telefone da PSP
Esta é a Gisela, tem 13 anos e está desaparecida desde quarta feira, dia 15/06/2005.
A última vez que foi vista estava na companhia de uma amiga, também desaparecida, à saÃda da escola em Belém, por volta das 15 horas (Instituto Jacob Rodrigues, perto do estádio do Belenenses).
A amiga chama-se Marina Ribeiro e tem 15 anos.
Pede-se a quem tenha alguma informação que contacte com urgência:
Paula Rocha - 933979287
PSP de Belém - 213619626
Se não puder ajudar, por favor divulgue este e-mail. Não custa nada passar.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
3:43 p.m.
0
partilhas
Diferentes leituras
Existem textos, que nos fazem tristes. Que nos entristecem. Escritos para nós ou não, mas pensando em nós...
Cruzam-se pessoas que pensamos conhecer, com outras que conhecemos, sem nunca termos visto a cor dos olhos.
E umas conseguem fazer-nos sentir Mal. Por o total desconhecimento, de nós. Por a total centralização umbilical, sobre elas mesmas.
Outras.
Outras, escrevem sobre danças, sobre música e logo rapidamente me apetece dançar...
Sei que não tem nada a ver... Mas, um dia, em vou desfilar nas Marchas da Avenida da Liberdade em Lisboa... sonhos de menina... acho o máximo aquele espirito bairrista, festivo...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
1:58 p.m.
0
partilhas
Alhos e Bogalhos
Sem perceber como, de repente, dou por mim, a falar uma lÃgua diferente... As palavras, até podem ser idênticas, mas fora do meu contexto, não me podem ser dirigidas...
Se eu falar de água, no Luso, não tem o mesmo significado que se eu falar de água, no deserto. Ou se eu falar de Vinho, na Régua, não tem o mesmo peso, que se eu falar de vinho, nas selvagens... As palavras são as mesmas, mas os significados são diferentes.
Falei com ele este fim de semana, era o dia do seu aniversário e pelo menos no natal e aniversários conversamos sempre ao telefone. Confesso que me sabe sempre a pouco. Durante 3 anos, jantavámos empre fora no dia do aniversário do nosso casamento. E ainda hoje lhe mando sempre beijos, que nunca vêm retribuidos... não interessa. Eu não me esqueço nunca e sabe-me bem partilhar essa memória, com quem faz sentido. Tem o mesmo significado que dou, a dar os parabéns ao pai do meu filho, sempre que o Besnico faz anos. Se nos vimos, então tem direito a abraço bem apertado, sentido. É aquela pessoa, com quem mais faz sentido, festejar o dia do aniversário do Besnico...
Apetecia-me mesmo, continuar a inventar um jantar por ano, para o ver. Para conversarmos. Eu sei que nem toda a gente é assim. E ele, não é. Nunca foi. Já não será... Eu posso continuar a gostar de ter... Mesmo não tendo...
É por isso, que me incomoda, que me prevejam comportamentos futuros.
Houve alturas, em que a voz deste homem, me enternecia, outras em que só a sujestão me humedecia, ou me fazia disparar o coração. Outras, em que nem a ouvia. E outras, em que me metia nojo. Não suportava um ponto da sua presença, nada. Queria mesmo era distância, muita, toda. A pouco e pouco, o tempo tudo amainou, tudo pacificou. Ao fim de seis meses, a viver na mesma casa separados, conseguimos conversar sem mágoas, nem dores, sem rancores, nem expectativas. E apesar da inevitável separação, ficámos Amigos. Durante bastante tempo, continuámos a sair juntos, chegámos até a dormir juntos. Mas, a Amizade, o carinho e o respeito estavam lá. E apesar de hoje bastante mais afastados, acho que nenhum duvida da Existência diferente do outro.
Um lado de mim, Amá-lo-á sempre, apesar de tudo o de muito mau, que existiu connosco.
Mas, se alguém me dissesse isto há 7 anos atrás... eu diria que seria completamente impossÃvel.
Talvez por este motivo, me dane, me vire os fÃgados ao contrário, quando me querem atribuir comportamentos futuros, que eu desconheço...
Depois da raiva, tudo se transforma, que eu não tenho feitio para andar a rosnar pelos cantos, sonre o mesmo assunto, demasiado tempo.
Outras raivas, distâncias ou intolerâncias, acabaram por se transformar, em desaparecimentos. Mas, a maioria delas, transformaram-se em harmoniosos carinhos.
Que é o mais provável, que se passe no futuro... mas, já??? É demasiado cedo...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
11:24 a.m.
0
partilhas
segunda-feira, junho 20, 2005
Realidade ou Ficção
O stress, o trânsito, as horas, os minutos, os horários, estas caixas iluminadas. Estes lugares cheios de letras. De números de contas, com vozes, com almas e risos... com tanta coisa e sem nada. O calor, o betão, a poluição. As correntes, as rodas, os carris, as rectas e as curvas...
O arrastar dos móveis do vizinho. Os aceleras, os carros do lixo, as músicas dos outros, os alarmes, os chamamentos dos outros. Os estores dos outros, as janelas dos outros. O fogão dos outros...
A comunidade demasiado presente, cansativa... impessoal, sem nome... mas lá... ou cá... e pesa. Os pássaros, não cantam da mesma maneira. Não venta da mesma maneira, não aquece da mesma maneira.
Um dia vou viver para o campo, ai vou, vou! Num lugar, em que a porta fique aberta, em que se diga, bom dia ou boa tarde, a quem está sentado no banco do jardim. Em que se pare 5 minutos à conversa, com quem nos apetece. Em que exista o tempo, a disponibilidade e a vontade de o fazer.
Deixei de ter tempo para a cidade. Deixei de Amá-la. Foi um Amor que o será para sempre, mas que já me tira, muito mais do que me dá.
Não tenho nem tempo, nem dinheiro, para sair como saia, antes do Besnico nascer. Não tenho a mesma vontade, a mesma disponibilidade. Não me apetece iniciar a noite às 2 da manhã. Gosto de iniciar o dia de manhã, com o fresco da manhã. Perdi a "pica".
Conheço-a. Sei quem é e o que me pode dar, quero utilizá-la, Amando-a, desejando-a, tendo-a, quando dela precisar... Mas, estar obrigatóriamente com ela, como o hoje... Não me apetece. Estou presa, a ela, mas a olhar para o lado, á procura do escape, do modo como um dia, me liberto. E então amá-la-ei de longe e seremos Amantes e felizes.
Um dia vou viver para o campo.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
1:03 p.m.
0
partilhas
quinta-feira, junho 09, 2005
Volto a 20
Vou-me atirar ao mar, ao sol, às sardinhas, ao campo, a descansar, a ler... A correr atrás do Besnico...
E a engordar... engordo sempre nas férias... rsrstt
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
5:14 p.m.
0
partilhas
quarta-feira, junho 08, 2005
Amar e ser Amado
Diziam vocês que cada um ama à sua maneira. E eu acho ate´que têm razão. Muita mesmo. Mas, nós, ou pelo menos eu - hoje estou muito generalista - gosto de gostem de mim, mas gosto também, que gostem de mim à minha maneira.
Vejamos;
Se eu não gosto de cravos vermelhos, quem gosta de mim, não me oferece cravos vermelhos... a não ser em contextos especiais... ou com uma finalidade bem definida... irritar-me, ou brincar comigo...
Se eu não gosto de favas, ninguém que goste de mim, me convida para almoçar e me cozinha favas.
Agora eu,
Se eu - apesar de não gostar de cravos vermelhos - gosto de alguém que deles gosta, posso até oferecê-los, ou não. Mas, pelo menos aceitá-los numa jarra, desde que não seja sempre...
Se gosto de alguém que gosta de favas e estou com esse alguém com feequência até posso cozinhar favas, por mais que eu não goste, por vezes até do cheiro e claro, desde que não seja sempre...
Era a véspera do nosso casamento; tinhamos combinado, ir colocar na nossa casa, os presentes que estavam a atulhar a sala dos meus pais, que receberiam convidados no dia seguinte.
Nunca me preocupei com o carro que me levaria á Igreja e dizia sempre com ar de graça, que não me importava de ir a conduzir a 4L. Não achava lá muita graça, aos carros de noivas cheios de flores e almofadas... pelo menos para mim. Nos outros até sou capaz de achar piada, mas para mim, não.
Não havia telemóveis.
Ele não aparecia... Era meia-noite e nada. Lá foi o meu pai e eu fazer duas viagens, para transferir os caixotes, de uma casa para a outra...
Ligou às 2 da manhã... Já não consigo traduzir o que disse. Mas, fui má. Tão má, que no dia seguinte de manhã, antes de me vestir achei melhor saber, se ele ainda queria casar comigo... ele quiz... Mais tarde arrependeu-se... mas essa é outra história...
No dia seguinte de manhã, lá estava o carro todo pipi com flores no capôt e tal. Foi por causa da Merda do carro, que eu e o meu pai andámos à meia-noite, a carregar com presentes de um lado para o outro?
Não, não dei valor. Nenhum. Pelo contrário. Irritou-me solenemente, quererem agradar-me com algo, que já sabiam, eu não dar importância e deixarem-me pendurada 3 ou 4 horas, à espera de alguém, para fazer algo de importante... para mim...
O que me danou na altura, foi não me terem dito. Ou seja. Ligava dizia, que tinha surgido um problema, ou que queria ter um carro XPTO, porque para Ele era importante. Eu estrabuchava na mesma... mas, não me responsabilizavam, por uma surpresa, que não de todo do meu agrado e me falhavam em algo que era importante mesmo.
Porquê este post?
Esta conversa veio, já não sei a que propósito e continuamos os dois a pensar igual... Depois contei a mais alguém, que acha mesmo que eu não tenho razão... Que eu deveria ficar contente e feliz porque me quizeram fazer uma surpresa... mesmo sabendo que eu ficava pendurada em algo importante...
Digam lá!
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
4:55 p.m.
0
partilhas
Novidades
A "minha" (sou a única que a chama assim) "Muito Mais", deixou no blogue dela, uma sugestão fantástica, que já vinha da Noite.
Cliquem diáriamente se faz favor...
Está ali ao lado...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
2:17 p.m.
0
partilhas
terça-feira, junho 07, 2005
Mãe! Mãe!?
Sei que já passaram uns dias...
Não me esqueci de a encher de mimos e sorrisos, ainda, que estivesse sem coração. De lhe desejar um dia bom, mesmo sabendo que o meu iria ser dificil. De almoçar consigo e com o meu irmão e cunhada. Sem me conseguir desligar que no mesmo dia, alguém que o meu coração tanto queria, festejava o seu aniversário, sem me incluir.
Acho imensa graça ao facto da mãe e o pai sairem juntos e sózinhos duas vezes no ano. No dia dos vossos aniversários...
Nos outros dias, em que o estão, aos fins de semana claro, sei que gostariam de nos ter lá. Todos e mais gente de preferência.
Sei que a minha vida, não é a que a mãe, queria, quer... para mim!
Também sei que nestes dias festivos a mãe, reza, para que seja diferente, para ter mais netos, como sinal da estabilidade, que não existe... dum lado e se vai consolidando do outro... daà a netos...
E que gostava que fosse diferente daqui e dali.
E depois o melhor é não falarmos mesmo disso, para não acabarmos nervosas uma com a outra. Com choques que jamais deixaram de existir, pela evidência das diferenças.
Eu preferia, que a mãe desse valor, ao que tem. Mas o lamento faz parte, da formação. E, mesmo assim acho que já foi pior...
Adoro o sorriso lindo que só a mãe tem. A voz doce. A disponibilidade, para Amar, de coração cheio, sempre pronto para dar e dar e dar incondicionalmente.
Admiro a sua capacidade de perdoar e perdoar e voltar a perdoar continua e indefinidamente.
E tenho um enorme orgulho, na independência à sua moda, que a mãe adquiriu, para sua própria sanidade mental.
Dizia um dia destes a um amigo meu, que a mãe é a minha "marida", pois é consigo que eu conto, para me ajudar com o Besnico diáriamente. Sempre de sorriso e voz doce, de coração aberto, disponivel, carregado de Amor, para dar e dar e voltar a dar.
Sinto tantas vezes o peso da responsabilidade de a prender hoje e de amanhã, poder não estar lá... ou aÃ... Eu sei que a mãe, não pensa nisso, mas eu penso. Não posso deixar de pensar, que lhe encontrei mais um trabalho, que eu sei que a mãe Ama, mas...
Gosto tanto de si.
Obrigada Mãe é tão bom tê-la por perto. Parabéns.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
7:47 p.m.
Comprar dinheiro
- Mãe, posso comer um chocolate?
- Filho, a mãe, não tem chocolate cá em casa...
- Mãe, tens de comprar!
- Filho, não tenho dinheiro, para andar sempre a comprar chocolates...
- Mãe, vais comprar dinheiro, para comprares chocolates. Combinado?
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
7:43 p.m.
0
partilhas
Por resolver
Quando percebi que ele não ia e que estava cá... gelei!
O meu coração disparou forte a bater que nem um doido e só me apetecia chorar, chorar, chorar convulsivamente e eu não sabia porquê.
De repente percebi.
Eu estava danada com ele, porque afinal ele não tinha viajado conforme o previsto e tinha ficado cá.
E eu não disse nada.
E eu não disse nada.
E eu não disse nada.
Tinha que ter dito... e não disse nada.
E depois choro e choro e choro que nem uma Madalena arrependida, sempre que oiço as crianças cantarem, ou dançarem, enfim actuarem... talvez porque ele, nunca me podia ir ver. Nunca tinha tempo... continua sem tempo. Desta vez, para o neto... Toda a gente, tem disponibilidade, vontade, gosto, menos ele. Tudo é mais importante... o trabalho... o trabalho... o trabalho...
E eu não disse nada.
E eu não disse nada.
E eu não disse nada.
Disse de mim, falei de mim, ralhei de mim... A oportunidade veio... ele não a aproveitou... Será que algum dia vai dar importância ao importante...?
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
2:28 p.m.
0
partilhas
10 Anos

O meu Amigo, fez 10 anos.
Nunca pensei, que ele durasse tanto tempo, que resistisse a tudo quanto é doença, pontual ou crónica, durante tanto tempo.
Continua cheio de energia e vontade de brincar, pular, saltar... Menos, óbviamente bem menos. Mas, ainda assim gosta de me desafiar, para a brincadeira. E não resiste a um bom jogo de futebol com o Besnico. Apesar de timido e sossegado, quando estamos numa de jogar à bola, não se cala, ladra o tempo todo, rosna, geme... enfim um companheiro fantástico.
O Besnico tanto o beija, como o sova. Quando se irrita comigo, vai de bater no cão. Não resiste a puxar-lhe as orelhas e o belo do besnicão, nada... De vez em quando ladra-lhe. Mas, o Besnico, não tem medo e um dia inteiro com os dois no mesmo espaço é de loucos... Porque o cão não se defende e o miudo, magoa mesmo.
Com o passar do tempo, falta-me a energia para as brincadeiras com ele, a paciência para os passeios higiénicos e com a existência do Besnico, lugares como a minha cama e o sofá... ficaram interditos...
Os animais devem sofrer e bem, com as nossas familias, mas são parte integrante delas.
Até o cão é gémeos...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
11:49 a.m.
0
partilhas
segunda-feira, junho 06, 2005
Erosão

Não achava graça nenhuma, a apanhar pedras, junto ao mar.
Eram sempre imensas, magoavam-me os pés e eu queria mesmo era lagartar ao sol.
Olho-as assim brilhantes e recordo o cheiro da maresia, o toque das pedras na minha mão, se eram rugosas e pouco polidas, deixava-as lá. O meu irmão, ao contrário, gostava mesmo era que elas fossem tortas, imperfeitas, rugosas. Mas, ele procurava-as grandes e eu as pequenas.
Ele saltava de pedra em pedra e eu ficava pela beira-mar.
Olho o meu filho e vejo-o tão parecido com o meu irmão...
Acho que ele também gosta das pedras grandes e imperfeitas.
Eu continuo a preferir o pequeno cheio, bem polido. Daqueles que posso colocar no bolso e brincar com ele, rodá-lo, tocá-lo, acariciá-lo, senti-lo, imaginá-lo aos saltos no mar, sentir o cheiro, a brisa, a temperatura do sol. A pele bronzeada. O desafiar das ondas, o riso... Meu e do meu irmão, meninos, cumplices. Meu e do meu filho... a recordar a meninice.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
4:08 p.m.
0
partilhas
Amor
Pode ser crescer junto.
Aprender em separado.
Encostares-te assim a mim, devagarinho, sem nenhum de nós dar por isso.
Amor, pode ser...
Assim... só lindo!
Mesmo que desfocado...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
3:46 p.m.
0
partilhas
Lesionado!

O Besnico, esbarrou contra um vaso... E fez um enorme estrago no nariz...
- Estou! - respondo eu ao fim de 10 chamadas não atendidas... rsrsrsrsttt ... estou a dormir...
- Daqui a 10 minutos estou aÃ! O Besnico, caiu bateu com o nariz e deitou muito sangue...
Lá fomos para o Hospital... o pai em pânico, a mãe na descontra...
Nenhum tinha razão...
A mãe demasiado relaxada, há que ter cuidado e o meu filho tem o seu rosto lindo, num autêntico bolo a começar agora a ficar roxo.
O pai demasiado em pânico, face ao sangue que ele deitou (de dentro do nariz... não feriu) e ao pavor dele ter partido alguma coisa... e no stress de ter sido com ele... sei o que é...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
3:34 p.m.
0
partilhas
sexta-feira, junho 03, 2005
Foi o JPN do "Respirar o mesmo ar" que escreveu
Dar as vezes em que não somos nós
www.respiraromesmoar.blogspot.com
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
11:24 a.m.
0
partilhas
Obrigada

Não respondo aos vossos comentários lá! Desculpem!
Um dia destes ao comentar o Shark, perguntava-lhe, porque é que eu não podia ser anónima. Ele respondeu, que qualquer pessoa pode criar um nick e um e-mail...
Mas, eu sou a Partilhas.
De repente a Partilhas, tem identidade, tem até uma personalidade que a caracteriza, que a faz ser, a pouco e pouco e sem dar por isso, as pessoas vão atribuindo uma imagem de quem é a partilhas, não falo da fisica, mas daquilo, que eu sou por dentro, que se revela depois, exteriormente, pelo modo como escrevo, neste caso.
Não quero apagar a Partilhas. A Partilhas também sou eu e revela como eu me revelo, exponho, ou penso.
Posso mudá-la de lugar, aumentar os diminuir os interlocutores, que comigo, me ajudam a descobrir-me, linkando-me ou não... comentando mais ou menos... mas acabá-la e cortar o meu meio de comunicação, com o desconhecido, com a incógnita... É uma exposição consciente, que o é cada vez mais... e por isso gosto de sentir que quem me lê neste Hoje, são pessoas que de algum modo me conhecem... o essencial... e me tratam bem...
O facto de nos sentirmos acarinhados, permite-nos, abrir. Como tudo aliás. O calor permite expandirmo-nos... e é isso que sinto fazer, quando percebo, que quem por aqui passa é gente de bem.
Engraçado ver como vocês imaginam histórias minhas que não correspondem à verdade, em consequência do que escrevo. Posso entrar em contradição muitas vezes, escrever hoje sobre um assunto e amanhã sobre o mesmo, mas pensando numa pessoa diferente. Dirigindo-me a sentimentos, memórias ou resultados diferentes.
Obrigada, pela palavras que me deixaram lá... é bom lê-las. Ou por e-mail. Surpreendentes alguns, devo confessar, mas sempre, com muito carinho, respeito acima de tudo!
Mais beijos, muitos! Com abraços todos.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
10:20 a.m.
0
partilhas
quarta-feira, junho 01, 2005
Ser Bom ou ser Mau
Hoje sinto-me no dia, da tristeza.
Não porque esteja realmente triste... Ou talvez eu precise redifinir tristeza...
Há muitos anos, que não magoava ninguém deliberadamente.
Sei que sou "bruta" por natureza e percebo, que muitas vezes, as pessoas se sentem agredidas por mim, mesmo sem ser essa a minha intenção. Muitas vezes até. Tento mesmo é valorizar e as pessoas sentem-se pressionadas.
Há quem chegue a dizer, que em certos dias, até a intensidade do meu olhar, assusta.
Sabendo isso e sem desejar nada de mau a ninguém, quando estou mais agressiva, tenho de ter cuidado, com o modo como falo.
Passo a vida a pedir desculpa, a agradecer, a pedir se faz favor, se não se importa. E o pedir de um simples copo de água, dá uma frase com um monte de palavras. É quase como que uma defesa, para suavizar a agressividade do modo como falo.
À medida, que as pessoas me conhecem, vão interiorizando, que sou uma miuda que quer mais é estar bem com toda a gente. Boa Amiga, boa colega de trabalho. Uma mãe chata, que só visto. Uma filha exigente, uma Mulher/companheira, com o pior feitio da escala do péssimo.
Tenho as minhas inseguranças; várias ou muitas conforme. E não são raras as vezes, que demoro a encher. Demoro tanto, mas tanto a encher, que por mais que eu vá avisando, como o meu comportamento se mantém uniforme, acho que as pessoas se recusam a ouvir o que eu digo.
Dei por mim, a magoar, ferir, atingir, deliberadamente alguém que seria suposto ser-me querido. Andei mais de um ano a evitar fazê-lo a tentar encontrar Paz, Amor, compreensão, carinho, amizade... enfim o cenário completo do peace and love... Perdão e Amor acima de tudo.
Mas, quando a merda é muita também cheira mal. E assumo um papel, que até a mim me assusta. Magoei, feri, atingi de modo cirurgico, precisamente onde eu queria e como eu queria... e o pior, é que me dá gozo. Dá-me imenso gozo e fico cheia de vontade de continuar... de ferir mais, de magoar mais, de atingir mais, até atingir a destruição completa.
Como se quizesse provar a mim mesma, que consigo magoar, tanto como me feriram a mim.
Como se quizesse demonstrar a quem me magoou, que eu consigo fazê-lo melhor ainda.
E dói-me. Fere-me o facto de me conseguirem retirar do meu caminho de procura de Paz. Irrita-me o ser tão fraca/dependente, do comportamento dos outros.
Básicamente irrita-me chegar aos 37 anos, com a sensação que tenho 13.
Incomoda-me o facto de me incomodar. Incomoda-me o facto de olhar para mim e achar, que me falta maturidade, que continuo sem conseguir controlar, os meus impulsos emocionais. Quer sejam eles de Paixão, ou Raiva. E mais me irrita sabê-los interligados.
E eu não mereço.
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
1:44 p.m.
0
partilhas
Em privado
Neste novo endereço, irão surgir as pessoas, que eu convidar.
E convidá-las-ei, em sequência do seu interesse em ler-me.
Tornar este blogue, quase um clube privado, é algo de que vou tentar abstrair-me.
Continuarei a assinar Partilhas, embora o meu nome seja do conhecimento geral. Tentarei ignorar que vocês desse lado, são poucos e bons... óptimos e fantásticos, se não tornar-se-á muito pessoal e sentirei necessidade de me fechar.
Esta será uma viagem que espero seja a prazo. É minha ideia voltar à partilhas original.
Beijos, bem vindos.
Apertem os cintos...
Desabafos de...
PARTILHAS
à s
1:39 p.m.
0
partilhas





