terça-feira, março 27, 2007
quinta-feira, março 22, 2007
Saudades tuas
Desabafos de...
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9:39 p.m.
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terça-feira, março 20, 2007
The day after
Peguei no meu filho pela mão e fui cumprimentá-la.
Estava desesperada.
Tinha acabado de saber, os motivos do divórcio do filho… E estava… como acho eu, qualquer mãe…
- Vá, deixe lá. Ele supera. Vai tudo correr bem!
Deixei claro, que não sabia, os motivos e também, não queria saber… Que tinha percebido, que ele não estava bem… Mas, que tudo passaria.
No dia seguinte, voltámos a encontrar-nos, desta vez, na praia…
Tentei explicar-lhe, que fruto do seu filho, ter sido criado por ela, sózinha – ou por outro motivo qualquer – a cumplicidade que eles os dois tinham, ele jamais conseguiria atingir, com nenhuma mulher…
Acho, que a baralhei… Ela recusou-se a ouvir… Eu insisti… Não quer dizer, que a culpa, seja dela. Simplesmente, a cumplicidade que eles os dois têm, é difÃcil ele conseguir com outra mulher… Ainda, que como é óbvio ela não seja perigo fÃsico é-o de outro modo. Faz a companheira... sentir-se a mais, ou atrás...
Fiquei a pensar em mim e no meu filho. No relacionamento, que temos os dois e como poderá ser perigoso de futuro… para o relacionamento dele, com outras mulheres…
Valha-me a minha consciência do facto e a terapia…
Não quero dispensar a cumplicidade com o meu filho – obviamente. Mas, detestaria, ter para mim, esta consciência, que o meu filho, comprometerá a cumplicidade com a sua mulher, fruto da intensidade, da nossa.
Tentei ainda explicar-lhe, que eu tinha tido ciúmes da minha primeira sogra… E que provavelmente ela até estava mais distante do que eles os dois… Mas, eu tinha-os. Racional ou não. Eles existiam. Não valia a pena ignorá-los. Muito menos classificá-los de estupidos, ou sem sentido... Eu não sou uma mulher ciumenta... a ex-mulher deste meu amigo, também não me parece que seja... E se os temos, temos motivos - ainda que sem razão - para os ter... Seria bom, que pelo menos, nos tentassem entender... ouvir... Mas, não foi assim, em nenhum dos casos...
Fiquei a pensar, no modo como nós, mães que criam filhos sozinhas, podemos - ou não – comprometer a independência emocional dos nossos filhos…
E atenção;
Neste dia posterior ao do pai, falo de mães, que criam filhos (filhos homens, não meninas) sozinhas, e não em filhos de pais separados, cujos pais, estão lá presentes e que podem sempre servir como exemplo, ou comparação… modelar – ou não… Mas ainda assim, que lhes darão uma ideia de como ser homem, ou pai…
O Besnico sabe que um dia “ quando eu ser pai…”, lá a profissão, não faz ideia, mas ser pai… é algo, que começa hoje…
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9:49 p.m.
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segunda-feira, março 19, 2007
Tu
Queria escrever sobre o meu pai...
Mas já escrevi há 2 anos, sobre o meu pai...
Fui ler-me... acho que me repetiria... Tenho um orgulho, imenso em si... Acho, que lhe dou um lugar de destaque na minha vida... e que o Amo de um modo, que só saberei de facto avaliar, quando o perder... em forma fisica...
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Queria também escrever, sobre ti. Sobre nós duas... e o dia do Pai... que tão importante é para ti... parece, um dia fantástico, para Partilhar, como me encantas...
Já não sei exactamente o que é que me encanta em ti... Se as palavras, que escreves, se a tua voz rouca, ou a gargalhada perdida, no meio do ... riso, que deixas sair, alegre, ainda que estejas triste... Com força, ainda que não a reconheças ter...
Fomos empurrando, com o tempo, esse abraço fisico, que ainda não demos... E alturas houve, em que temi, disparar rumo ao Norte... para te dar colo... Mas, assim não foi... Graças a... vários Pais...
Bem vinda meu Amor!
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10:16 p.m.
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quinta-feira, março 15, 2007
O fundo da garrafa
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12:26 a.m.
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terça-feira, março 13, 2007
Sem titulo
O meu irmão, diz que te encontrou um dia destes...
Que continuas "agarrado"... Que estás todo branco, mas com um ar controlado...
Tu tens aquele telefone, no meu... que nunca utilizei...
Tinha-o perdido.
Há uns anos, - já não me recordo quantos - encontrei aquela namorada, que tinhas, quando deixámos de nos ver... Falámo-nos muito bem. Apesar da nossa... ciumeira uma da outra, gostavamo-nos... Ela reconheceu-me e eu a ela. Disse-me, que a tua mãe, tinha morrido e que tu estavas bem...
Foi ela, quem me deu o teu telefone. "Liga-lhe", disse-me... Mas, eu não liguei. Nunca enviei uma sms de boas festas, nem de Parabéns, embora nunca me esqueça. Nada.
Há algum tempo, recebi uma sms, no meu telefone, de alguém que conhecemos em comum. Dizia, que te tinha visto, que tinhas o cabelo, todo branco, que parecias feliz e que te fazias acompanhar de duas crianças... Fiquei feliz. Por ti, pela tua mãe, pelo teu pai... - Como será que está o teu pai... - pela tua irmã... Deve ter mudado de casa... Nunca mais me cruzei com ela... Bem, a verdade, é que nunca mais me cruzei contigo...
Relembro, com um sorriso, o teu beijo... e aquela tendência fantástica, que tinhamos de nos beijar... E como gostavamos de o fazer... Mas, além do beijo doce, - que recordo... - a memória apresenta-me o dia, em que na tua boca, encontrei o algodão... que tinha servido, já não me recordo para quê... do teu "caldo"...
Lembro-me do Rui Veloso, no Pavilhão dos desportos... - agora chama-se; Pavilhão Carlos Lopes... - e de como nos enrolávamos um no outro, nestas ocasiões...
Não sei porquê - ou sei - porque tenho viva a conversa, que um dia tive com os teus pais... em que lhes dizia, que gostava muito de ti... mas... não conseguia lidar com esse teu lado...
Não me arrependo de ter fugido de ti... De me ter afastado, de me ter libertado, de te querer tão bem...
Reservo, na minha imaginação, o momento, em que nos poderemos cruzar, numa esquina e que não me reconheças... Por um lado, acho que ficaria triste... Por outro, apetecia-me "controlar-te", um pouco de longe... Acho, que do meu "controle", não te podes ter esquecido...
Não é minha intenção procurar-te... Mas, gosto de saber de ti, 20 anos depois...
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9:35 p.m.
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segunda-feira, março 12, 2007
Se o tamanho conta?
Claro, que conta.
Existem tantas coisas, que relacionamos, com tamanho...
A primeira é a conta bancária...
A segunda o sorriso.
A terceira, as calças.
A 4ª o saco...
Aquele, que suporta tudo o que vem, com o que queremos.
Felizmente que o meu é pequeno... Eu até o acho grande, biiiig, gigante mesmo... Mas, ao olhar para o lado, vejo que não. Que o meu saco é pequeno.
Achava de facto, que o tamanho do saco era directamente proporcional, ao caracter do meu feitio. Mau feitio, exigente, chata, perfeccionista... manienta, vaidosa...
Felizmente, que sou tudo isso.
Felizmente, que tenho fasquias altas a todos os niveis na minha vida.
Felizmente.
Felizmente, que o pouco não me satisfaz.
Felizmente que entre o pouco e o nada, me fico pelo nada.
Felizmente, que acho mesmo, que devo exigir o que quero e não aceitar nada menos.
Felizmente, que quando me separo... Sofro muito, pouco, ou nada, consoante o que vivi e o que não vivi, na respectivação inversa.... E se não se diz assim; paciência.
Felizmente, que não cedo... demasiadas vezes. Felizmente, que não acredito, que devo sofrer hoje, para ser recompensada amanhã... Felizmente, que sofro hoje por minha conta e risco, sem esperança, nem sonho... Apenas envergando na bainha da minha espada... O meu Eu... polido e afiado... Apenas, para mim! E para quem gosta de mim de facto...
O eclipse, mantém os seus efeitos negativos...
E eu...
Eu olho, para elas, com a sensação, que não me passei nunca, apenas, porque enchi o saco, bem mais cedo que elas...
Porque o tamanho do meu saco, é muito menor que o delas.
E a minha conta a cobrar... é nula...
Não devo nada!
Ninguém me deve nada a mim...
Muito menos... eu partir o meu verniz, com ou sem razão...
E não gosto de as ver... A tentar reduzir o tamanho do saco, que as engoliu, para conseguirem ver, por onde sair...
Merda!
Destesto ver-vos assim!
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10:30 p.m.
domingo, março 11, 2007
Eclipse Lunar
O inicio da noite do eclipse, foi muito doce e familiar.
Eu e o meu filho, acolhidos, por uma familia especial. Saimos em pleno eclipse e chegámos a casa bem e em segurança.
Umas horas depois, logo no inicio da manhã, ainda o Besnico dormia, fui acordada com a fatidica noticia.
E a partir daà os acontecimentos encadeiam-se... em discussões violentas, velório, funeral, divórcios assinados, pedidos, confirmados... Em conhecimentos de noticias de doenças, sem solução...
No meio de tantos acontecimentos menos bons... não deixa de ser curioso observar, que apesar dos cortes mais intimos, os amigos, se interligam mais... para que os mesmos, se façam sentir menos...
Como um renovar de amizades, que existiam naquele modo de piloto automático e que devido às tempestades... precisam da união de todos...
As tempestades, no entanto, vistas de dentro do avião, ou em terra, são observadas de modos diferentes... As versões, sobre os mesmos cortes variam... e não é fácil mantermo-nos imparciais... Mas a infeliz experiência, vai-me dando a capacidade de ser respeitada... de ser valorizada... de ser ouvida de modo diferente... o que me faz sentir bem e consciente, da sorte, que no fundo, tenho na minha vida...
As transformações já começaram... pelo lado mau... mas só podem melhorar... para todos
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9:42 p.m.
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sexta-feira, março 09, 2007
O humor...
Apesar de triste...
Essencialmente por ela...
Não perdi o humor!
Ontem, tal como programado, maquilhei-me e voltei ao meu dia-a-dia.
Ainda comecei a escrever-lhe uma carta... Mas, comecei a chorar e parei...
Escrevo noutro dia...
A vida continua...
Pela primeira vez na vida... sinto que preferia ser eu... e não ela, nunca ela... E percebo, o quanto lhe quero bem e como gosto dela... de ti, minha filhota.
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2:13 p.m.
quarta-feira, março 07, 2007
O funeral...
Foi hoje o dia da despedida do corpo...
Acho que a ultima vez que fui a um funeral, foi o do meu teu Luis... o ultimo dos irmãos do meu avô a falecer... 4 dias antes do Besnico nascer...
Tudo fez parte de um ciclo... Achei, que a vida se renovava.
Hoje, a cerimónia previa-se mais dolorosa e foi...
Uma Amiga conseguiu cantar e tocar viola, proporcionando-nos a todos uma cerimónia... profundamente comovente.
A minha filhota, mantêm-se estupidamente calma... Eu sentia-me descompensada e ao olhá-la...
A mãe... a mãe, que perdeu um filho, sofria uma dor já tantas vezes partilhada neste blogue de uma mãe em luto...
Não queria ir. Os velórios consigo passar, com alguma facilidade, mas os funerais arrasam-me.
Mas de amigos, eramos poucos... os amigos dela... que ele imensos que estavam lá e que não cheguei a conhecer... e fui...
Fiquei com a sensação, que amanhã, já não vou chorar... Com vontade de voltar à vida, de voltar a maquilhar-me de manhã...
Elas...
Elas, não vão conseguir fazê-lo com a mesma facilidade...
Um funeral, obriga-me sempre a olhar o céu... que ajudou - limpo e azul... Recuso-me a acreditar, que nós somos apenas aquilo... uma massa, dentro de uma caixa... Não somos. Recuso-me a acreditar nisso... Ou se fossemos, seriamos apenas gestores de matéria e não de emoções...
Gostava de ser cremada. Ou que o meu corpo, depois de eu o deixar, fosse para um qualquer hospital, para que os futuros médicos, pudessem utilizar alguma coisa dele... Quanto mais não fosse, uma lição de anatomia... Gostava de sentir, que depois de morrer, fica mais do que uma massa... Gostava de sentir, que não deixo ninguém, com a sensação de poder ter dito, ou feito...
Depois, olho para as pessoas, que hoje estavam a despedir-se dele... e olho para estes meus pensamentos e penso... Se ele não está aqui... que fazemos nós aqui...? Porque estamos nós aqui...? Será que eu gostava de ter os meus amigos, no meu funeral?
Gostava de ser cremada já disse... Mas gostava que as pessoas fossem vestidas de todas as cores, que não o preto... Não, que não goste do preto... Mas, não em funerais....
O Senhor Padre, dizia, que todos nós de uma forma ou de outra, gostavamos que as nossas palavras, ficassem gravadas para sempre... E eu pensei... Se a internet não cabar e se o servidor, onde ficam arrumadinhas as minhas palavras... feitas da partilhas.... ficam... depois de mim... ou nos outros, através de mim...
Mais do que as palavras, o que deixamos depois da nossa existência são os actos...
Ainda assim e voltando ao funeral, gostava que em vez de um livro de condolências, existisse um livro em branco, em que cada um deixasse uma foto, na minha companhia, um poema, uma história... uma memória... um carinho... Uma mão, pintada...
Gostava que depois da minha existência, as pessoas se reunissem no dia do meu aniversário... fazendo-me viva... festejando o que viveram comigo...
Ele não ficou ali... Cabe-nos a nós mantê-lo Vivo!
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10:08 p.m.
terça-feira, março 06, 2007
A dor dos outros
De repente à minha volta... existem muitas pessoas a sofrer.
A sofrer muito.
Umas que vão experienciando a dor, diariamente... numa gravidez esperada e que nunca mais se concretiza...
Outras, que se preparam, para viver um esperar de uma morte, que não se prevê fácil...
Outras, que temem pela saude das pessoas que Amam...
Outras, que têm de aprender a viver, sem a pessoa, que Amam...
Quer essa pessoa, tenha morrido, quer se tenha apaixonado por outra, quer simplesmente a tenha deixado de Amar...
E sinto-me... sem saber o que sentir...
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2:23 p.m.
Os dois lados da vida...
Ontem, quando cheguei de fim de semana, eu trazia a noticia de uma morte... De um homem, jovem!
Ela trazia a noticia de mais uma gravidez da sua irmã...
Irónica a vida!
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2:21 p.m.
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segunda-feira, março 05, 2007
Frienship... lasts for ever...
Este é o titulo que tenho no messenger...
Escrevi-o na sexta-feira, para dar a mão a uma Amiga, que pelo que percebo está em processo de separação...
Não falamos sobre isso...
Mas, estamos lá...
Naquela amizade, que não inclui beijos, nem abraços e tantas vezes, nem longas palavras... Mas, que fruto de trabalharmos juntas, se revela em todos os outros gestos... Em todas aquelas palavras ditas, que só por ela, são ouvidas...
Aquela mão que deixo lá...
Serve também para aquele ex-namorado, de quem sou muito amiga... mas, que sinto necessidade de dizer... porque a vida, nunca lhe mostrou que pode ser assim...
Hoje, no dia a seguir à morte do Nuno... a minha mão está lá... para ela... Para a minha filhota... (é assim, que eu a trato...) que está desfeita... Ela é Nós, os seus Amigos. Primeiro porque gostavamos dele, depois, porque ela... ela está tão triste por ter passado por tudo...
Não tive tempo, de me sentir Amiga dele. De ser Amiga dele... Não tive...
Ainda assim, a amizade é das poucas coisas que permanece...
Pai, Mãe, irmãos, filhos, namorados, amantes, outra familia... Só temos aqueles... Os amigos, não se substituem... mas não deixam nunca de existir... Se um morrer, ficam os outros... Que nos mimam, pela perca daquele, que não voltará a sorrir para Nós...
Mas, que fica vivo para sempre no nosso coração...
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sexta-feira, março 02, 2007
Olá Juliana,
A tua mãe, foi visitar-me ao hospital... já grávida de ti, sem saber...
Apanhou-me num dia, em que me queria levantar, ainda não o tinha feito.
Primeiro deu-me o almoço...
Sim, eu já sou grande de tamanho... mas por vezes até os grandes precisam de uma ajuda... Ela deu-me a sopa, colher a colher à boca, porque me doia o ventre e não conseguia fazer força... sem me doer...
Depois ajudou-me a levantar.
Arranjou-me os cabelos... todos no ar, de tanto estar deitada... e acompanhou-me nos meus primeiros passos, depois da cirurgia... com soro e argália (não sei se é assim que se escreve) à tiracolo...
É muuuuuiiiito especial, a tua mãe...
De olhar doce e tranquilo, tem dentro dela, umAmor... fortissimo...e uma coragem, que até a ela, a assusta de vez em quando...
Sê bem vinda minha querida...
Estamos toooodos à tua espera... Para te dar, todos os mimos e atenções que mereces...
Um beijinho... bem leve!
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7:57 p.m.
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É só ilusão...
Estamos em 2007
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Doeu sim...
Doeu na mesma proporção em que foi fom!
Se entedesteste a dimensão do bom... conseguirás entender a dimensão do mau...
Mas, se o bom não durou sempre... Porque é que o mau tem de durar?
Não tem! E como não tem, dói menos... E não é por me ter doido, ou doer mais, ou menos... Que vou deixar de ser tua Amiga...
Tento, não misturar estações... Que essas misturas é que fazem ruidos ensurdecedores... E eu quero manter a minha intuição intacta...
E não percebo, por que carga de água é que temos de falar nisso agora...
Por mais que falemos, não vais conseguir explicar-me o inexplicável... Não são as palavras, que me falam ao coração, são os actos... e esses foram clarinhos! E é ele, quem não percebe...
Pronto, está bem, o meu cerebro, também não...
Mas, não tenho nada para perguntar de facto... Só para dizer; Estou Sempre cá!
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