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Mostrando postagens de maio, 2011

Convite para a leitura do livro ESTRANGEIRA

http://www.bibliofranca.org.br/ciclos-culturais/estrangeira/ Em Estrangeira , obra íntima e universal, Solange Rebuzzi partilha as descobertas poéticas, filosóficas e pessoais de sua viagem de reflexão sobre o processo da escrita, sobre a gênese da poesia e da arte – travessia que percorre por Paris, pelo Rio de Janeiro e pela Manaus de sua infância. Em primeiro de junho, a Mediateca da Maison de France recebe a autora para conversar sobre seu livro e sobre a incrível experiência pela qual passou. Programação quarta, 1 de junho de 2011 (às 18.30 hs) UMA TRAVESSIA PELA ARTE A mediateca da Maison de France, dentro do ciclo Mediateca em Letras, recebe a escritora Solange Rebuzzi para falar de estrangeira, seu mais recente livro. Nele, se o leitor a princípio se depara com um misto de diário de viagem, moleskine ou caderno de anotações, ao longo das páginas outras narrativas crescem e se mostram ao olhar: A crônica de Paris, com suas avenidas,histórias e habitantes; A...

Cidade de Dijon - França

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Paris, 2005.

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Poema da madrugada

1. Perdida no metrô ela marcha sem fronteiras uma pressa sem fronteiras todos correm - correm c'est par là - ah non - c'est par ici Ah, oui ! Todos têm pressa uma pressa de todos os dias todos os gestos nos pés poeira outros povos outros chãos c'est par là ah oui mais non c'est par ici (um sobe-e-desce não mais de ruas e avenidas no metrô todas as línguas !) 2. A mulher sorri alimenta o filho-bebê-indiano olhos de vazia Amêndoa L'amande de Paul Celan est là dans ce moment au métro et je suis là aussi (com o olhar pequeno e marrom) A mulher reconhece em mim a mulher do dia anterior - à mesma hora : 15:15 na estação Cité Universitaire Mas como posso seguí-la agora que desceu de repente ? Não saberei dizer o que faz essa mulher e seu bebê no trajeto do metrô jusqu'à station St. Michel Notre Dame (Amande: fruit en forme d'oeil, plein de secret de la mort. Fruit en forme de larme - a écrit la poètesse Martine...

Po&sie numéro 128-129

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Tradução de Bernard Noël

Um passo em direção ao esquecimento                                                     Bernard Noël O esquecimento do qual falo não é o ato de esquecer. Ele não é um buraco na memória ou na vida, nem mesmo uma falta, nem uma falha do presente diante do passado. Este esquecimento diz respeito ao futuro pois ele é meu esquecimento: aquele que come até a lembrança do nome. Sabemos que a coisa já esquecida absolutamente como esta que vai ser ou que será são iguais no esquecimento. Às vezes, uma sombra passa no corpo, o atravessa e deixa um frio retornando ao esquecimento. Às vezes, não estou aqui inteiramente estando lá : esta diferença é o pressentimento do trabalho discreto do esquecimento. A lembrança é fechada sobr...

Tempos difíceis

A “língua das bombas” Hölderlin afirmou o “reviramento” do tempo e, assim, também afirmou “o tempo como reviramento”. Encontro, nesta afirmativa, uma razão para escrever e pensar algumas questões de nossa época. Revirar é virar outra vez ou várias vezes. Remexer, revolver. Alterar, mudar o caminho estabelecido. E o “reviramento” comporta um movimento de mudança. Mudança profunda de uma situação ou de um estado de coisas. De início, podemos constatar que a série de Catástrofes com as quais nos deparamos todos os dias parece se montar como uma estrutura. Diremos ainda que na estrutura de Catástrofe nenhum luto é possível. Se eu for admitir que seja preciso traduzir e ler a catástrofe e não apenas mostrá-la em noticiários televisivos ou em linhas jornalísticas, rapidamente escritas ou filmadas, diria, também, que é preciso buscar dizer este impossível a dizer. E não deixar calá-lo. Retomar a psicanálise com Freud para pensar as questões do luto e o tempo que demarca a ...

Jean-Louis Forain (1852-1931) : Desenhos

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Nue au fauteuil (Johnson 48). Original Color lithograph, c. 1898-1902.   Femme nue assise se peignant. Original color lithograph, c. 1898-1902. This lithograph was never editioned, and only a few impressions of this young woman seated and carefully brushing her hair were printed. Jean-Louis Forain foi um dos mais importantes artistas da primeira década do século XX. Frequentemente comparado a Rembrandt, o pintor e caricaturista viveu uma vida boêmia até ser descoberto por Degas, que o convidou, aos 26 anos, a participar de uma primeira exposição com os Impressionistas. Graças a Degas, ele consegue sair da obscuridade. No link abaixo, imagens do Petit Palais com uma bonita exposição do artista.
O link abaixo pertence à Prefeitura de Paris: Jean-Louis Forain - pintor impressionista

EXPERIÊNCIAS de TRADUÇÃO

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Reflexões e crítica

Olho por olho, dente por dente                                                                                                                                                                   ...