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Mostrando postagens de junho, 2011

Berlim

Desde as pedras no chão à beira do rio Spree até a ilha dos museus: segredos do mundo antigo. O silêncio caminha ao lado. Os olhos giram. Cores e formas andam nas paredes. Do lado de fora os trilhos dos trens. O muro à toda velocidade. Na janela gestos loucos. As obras abrem ruídos. Canteiros. Caminhões. Andaimes. Amarelos. Enormes. Ele fotografa com a mão esquerda. "Le cahier bleu" de Matisse. O vazio no canto direito do quadro (destinado ao vermelho) acorda o caderno azul no Museum Berggruen.

Verão em Berlim (2011)

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Cidade de Palma de Mallorca - Espanha

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Mme. Grès no museu Bourdelle em Paris: exposição

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http://dai.ly/eGdidF Madame Grès, la couture à l'oeuvre au musée Bourdelle [19/05/2011] Le musée Galliera inaugure sa programmation hors les murs au musée Bourdelle avec la 1e rétrospective parisienne jamais consacrée à Madame Grès (1903-1993). Maître de la couture vu par ses pairs comme le génie tutélaire de la profession, Madame Grès ne cessa de répéter tout au long de sa vie : « Je voulais être sculpteur. Pour moi, c’est la même chose de travailler le tissu ou la pierre ». Jusqu'au 28 août 2011.

Cidade do sul da França: Nîmes

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Poema do livro 'Leblon, voz e chão'

  Cavalos _________________________ Cavalgam a terra               de pedra e cascalho           os habitantes do Castelo   de outrora                             Grandes e diferentes         apenas no nome                os cavalos do senhor K     não não são estranhos.        Do lado de fora do quarto estava frio                          A neve na janela                perambulava      ...

Fragmento do livro ESTRANGEIRA

CARTÕES POSTAIS DIÁRIOS   O sol de dezembro não permanece o mesmo sob as árvores. Paris. Um frio cada vez mais branco encobre o meu pescoço de vento. As mulheres caminham com os pés gelados. Calças de lã e botas negras não suavizam as pedras das calçadas. Laure, cabelos negros escorridos, escreve versos sem rima. Sonha com o verão. Inverno de 2008.   Do sol morno no Rio de Janeiro em fios d’água, setembro. Alexandra ou Regina, vestidas em sandálias baixas, deixam à mostra os dedos. As unhas dos pés quase sempre esmaltadas. Não há qualquer pudor em mostrar os dedos. Na claridade oprimida Joana suporta a cor de uma surpresa. Primavera de 2008.   No parque de Amsterdã, durante o inverno de 2009, plantaram mudas de castanheiras para Anne Frank. Na primavera de 1944, ela escrevera algo assim em seu Diário:... está coberta de folhas a castanheira lá fora, e está ainda mais bonita que no ano passado. Nas minhas rugas, um saber não alcança mais as m...

Cidades argentinas: Buenos Aires e Rosário

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