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Mostrando postagens de janeiro, 2012

Poema da praia

Da praia em ângulos nada retos passa-se a Freud e seu divã O intervalo                    não é dito nem os dias contados nos dedos No horizonte  ____________  o sujeito                    as ondas planas e perdidas nossos pés em movimento... a língua                 o corpo                 a letra A praia em ângulos tudo vê                 pouco sussura nada diz (do verbo dizer:                             eu digo      ...

Rio de Janeiro: Posto 6 em ângulos distintos

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Pasolini entrevista Ezra Pound

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Surpreendente entrevista onde podemos observar, na língua italiana, maneiras distintas de manejo da língua.   

Cenas de rua nos bairros de Botafogo e Urca

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Merci, Daniel Cohn-Bendit por suas palavras, por sua lucidez e entusiasmo!

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Daniel Cohn-Bendit na juventude

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Homenagem a Cohn-Bendit

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Homenagem ao povo da Tunísia: a poeta Fadhila Chebbi

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Biographie [ modifier ] Fille d'Ahmed Ben Brahim Chebbi, Fadhila est la cousine du poète  Abou el Kacem Chebbi . Professeur d'arabe durant plus de trente ans, elle se consacre à la  littérature  dès  1988 1 . Son premier recueil s'intitule  Odeurs de terre . Première poétesse à sortir de la métrique classique 2 , elle reçoit en  1998  le prix Zoubeida B'chir pour la création littéraire en langue arabe ainsi qu'en  2009 3  pour son recueil Bourouk El Mata 4 . Elle a également reçu un prix littéraire  espagnol 5 . Elle a écrit dans plusieurs genres comme la poésie, le roman, la nouvelle et les livres pour enfants 5 . Elle a notamment écrit  Parfums de terre et de colère ,  Les Jardins géométriques  ou  Le Poète, le monde et la rose 1 . Les notions majeurs que l'on retrouvent dans sa poésie sont la métaphore mystique, la dialectique du vide et de la matière et la relation à l'univers 6 . Traduzo livremente algumas in...

Primavera árabe (colagem)

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Colagem: primavera inacabada

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Homenagem a Paulo Leminski

                                   A escrita leminskiana “marginal” ou Paulo Leminski à margem da página                                                                                           Solange Rebuzzi                            Ao pé da pena  ...

Roland Barthes: observações sobre o livro Diário de luto

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Comprei no dia 2 de janeiro de 2012 o livro Diário de luto de Roland Barthes que a Martins Fontes editou em 2011, com o apoio da Mediateca da Maison de France. Na capa há um vibrante desenho que Barthes fez em 1977. Esta tradução realizada por Leyla Perrone-Moisés, a grande responsável pela divulgação do pensamento de Barthes no Brasil, também compõe a coleção Roland Barthes que reúne importantes obras do autor reeditadas e algumas inéditas (como é o caso dos Cursos do Collège de France). Neste trabalho de escrita, Barthes redimensiona o luto recuperando aspectos importantes do trabalho do luto já tão estudado e documentado em Freud, especialmente no livro Luto e Melancolia . O escritor anotou a tinta ou a lápis, em pequenas fichas, um diário que se monta aos pedaços, datando o texto no esforço físico que reforça o gesto de escrever desde “a primeira noite” de seu luto, em 26 de outubro de 1977. Morte de mãe, morte do primeiro objeto amado. No caso de Barthes: a morte do ser amado! A...

Giuseppe Verdi -

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